«A campanha da EDP vai decorrer até 31 de agosto, sendo que quem contratar o serviço terá os preços assegurados até 30 de junho de 2013 e terá de fazer um novo contrato com a EDP Comercial, a empresa do grupo do mercado liberalizado."A partir do momento em que um cliente, por exemplo, da Lisboagás passa para a EDP, o consumidor desencadeia uma série de eventos que não se apercebe, apenas passa a pagar à EDP em vez de ser à Lisboagás", refere Miguel Stilwell, acrescentando que "a Lisboagás cobra um preço de utilização das suas infraestruturas à EDP". »
Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
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segunda-feira, 2 de julho de 2012
LIBERALIZAÇÃO DA TRETA: DE MONOPÓLIO A DUOPÓLIO
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
A IGNORÂNCIA NO PODER!
«Falando no final de um Conselho Europeu, em Bruxelas, no dia em que dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) apontam que o défice orçamental no primeiro trimestre se agravou para 7,9 por cento do PIB, ficando acima da meta de 4,5 por cento prevista para o final do ano, Pedro Passos Coelho comentou, citado pela Lusa, que «não há novidades quanto a perdas» e considerou que as contas nacionais até trazem a «boa notícia» de os desvios estarem relacionados com o processo de ajustamento em curso.
«Os resultados que estamos a observar são positivos na medida em que indicam que estamos a fazer um ajustamento bem sucedido», disse, acrescentando que tal implica um aumento dos riscos, tanto de «natureza social», como o aumento do desemprego, como em termos de cumprimento das metas orçamentais.»
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
PARA QUANDO CRIMINALIZAR MINISTROS COMO VÍTOR GASPAR QUE TOMAM DECISÕES DE GESTÃO DANOSA
«Dados orçamentais de Maio dão azo a uma mudança de tom do ministro, que lança aviso para um “aumento significativo de riscos e incertezas” na execução.O ministro de finanças, Vítor Gaspar, abriu hoje a porta a uma derrapagem orçamental este ano, tendo em conta o "aumento significativo de riscos e incertezas associadas às perspectivas orçamentais". Os dados da execução de Maio, que serão amanhã divulgados, mudaram definitivamente o tom do ministro. A queda da receita fiscal e das contribuições da segurança social "superior ao previsto", traduzindo o impacto de "uma recessão prolongada", dificulta uma execução orçamental que, no lado da despesa, "está sob controlo". Uma declaração que foi feita no final do Eurogrupo no Luxemburgo».
Economistas, gestores e sectores económicos em geral tinham avisado o PM e o ministro Vítor Gaspar que as suas opções eram erradas e danosas para Portugal.
O aumento generalizado dos impostos é uma dessas medidas que teve o efeito de desempregar centenas de milhar, falir empresas que em situação de carga fiscal aceitável não faliriam, deixar alguns milhões em situação desesperada perante já não as necessidades básicas, mas perante o locupletar das finanças sempre prontas a penhorar toda a vida de cidadãos e famílias através dos mais miseráveis estratagemas e mexidas constantes na lei que deixou de ser geral e abstracta e passou a ser direccionada para os cofres do estado (como se o estado não devesse prover as garantias da cidadania).
Do mesmo modo que Sócrates é para muitos um criminoso, Gaspar e Passos, imitam-no na teimosia da acção e na mentira da eleição.
O aumento generalizado dos impostos é uma dessas medidas que teve o efeito de desempregar centenas de milhar, falir empresas que em situação de carga fiscal aceitável não faliriam, deixar alguns milhões em situação desesperada perante já não as necessidades básicas, mas perante o locupletar das finanças sempre prontas a penhorar toda a vida de cidadãos e famílias através dos mais miseráveis estratagemas e mexidas constantes na lei que deixou de ser geral e abstracta e passou a ser direccionada para os cofres do estado (como se o estado não devesse prover as garantias da cidadania).
Do mesmo modo que Sócrates é para muitos um criminoso, Gaspar e Passos, imitam-no na teimosia da acção e na mentira da eleição.
Como de costume não ouviram os cidadãos mau grado terem sido eleitos com o anúncio de medidas contrárias (a hipocrisia é suprema, sabendo-se que antes da eleição o PSD lançou uma campanha para colectar as sugestões dos cidadãos).
Por migalhas são cidadãos esbulhados.
Para quando criminalizar políticas contrárias ao anunciado, que semeiam a fome, a desilusão na democracia, a descrença? Como poderá o país recuperar se as empresa são descapitalizadas, os putativos investidores também. Gaspar responderá através do investimento externo.
Mas não saberá Gaspar na sua genialidade arrastada que o investimento nacional é muito mais salutar que o investimento estrangeiro?
Que Portugueses traidores são estes que nos desgovernam?
Mas não saberá Gaspar na sua genialidade arrastada que o investimento nacional é muito mais salutar que o investimento estrangeiro?
Que Portugueses traidores são estes que nos desgovernam?
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
VENDA DA TAP: UM CRIME COM ROSTOS
«Um erro total! ► Um absurdo estratégico impossível de remediar no futuro!
A venda da TAP pode significar uns milhões para os cofres do Estado. Mas, com a alienação a capitais estrangeiros, Portugal perde a sua companhia aérea e a capacidade estratégica de determinar as suas ligações - nomeadamente em relação a destinos e escalas.
Quem comprar pode determinar até que a companhia passe a operar onde as suas licenças o permitirem, menorizando Lisboa, Porto, as ilhas, o Algarve, o Brasil... Porque, como empresa privada dona dos seus aviões, voará para onde quiser e considerar mais rendível.
E o dinheiro que (episodicamente) o Estado embolsa, pode ir rapidamente embora no deslizamento dos montantes de exportação que (por exemplo) o Turismo significa»
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terça-feira, 12 de junho de 2012
ROUBINI
«Para Roubini, os governos da Europa devem reduzir os impostos e aumentar os salários para impulsionar o crescimento em vez de insistir na austeridade e na poupança. «A loucura da contenção deve ser detida. Os governos devem reduzir os impostos e aumentar os salários: a Europa precisa de crescimento».
Segundo o nobel, a zona euro tem duas opções: oferecer financiamento para facilitar uma saída ordenada da Grécia ou manter o país na moeda única mediante um financiamento semelhante ao que aconteceu quando, por altura da unificação, a Alemanha ocidental apoiou a oriental. Para o economista, a segunda opção seria mais barata no longo prazo para o contribuinte alemão.»
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terça-feira, 5 de junho de 2012
O MODUS OPERANDI DO ESBULHO NACIONAL
Um dos aspectos fundamentais para a economia de um país é a confiança.
Que confiança pode haver por parte dos habitantes de um país quando se começam a usar técnicas Pidescas como esta.
«No caso de os condutores terem dívidas fiscais podem ver o seu carro apreendido por elementos das Finanças.
A Direcção-Geral de Impostos está a desenvolver uma parceria com a PSP para conseguir, durante estas operações de estrada, identificar os condutores com dívidas ficais e, se for caso disso, proceder à apreensão do veículo na hora, avança hoje o "i"».
Será que não há em Portugal alguém que se aperceba que a não criação de segurança mínima perante um estado que subiu os impostos a um limite já impossível de pagar, já configura esbulho.
Ninguém está a salvo de uma autoridade que parece estar em roda livre e estará aqui porventura a resposta à Troika porque o desemprego aumenta em catadupa.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
ANTÓNIO BORGES, O HUMANISTA
«Tem uma visão confiante em relação ao programa de ajustamento
português, mas os salários descem, os empregos perdem-se e muitas
empresas fecham. Porque tem de ser o ajustamento tão rápido?
Porque quando há uma recessão como a que atravessamos, essas coisas são inevitáveis. Quando há redução do nível de actividade económica há sempre quem sofra e sofra muito».
Obviamente!
Em Portugal só não sofrem os rentistas, que são uma espécie de lapas que vivem de contratação por ajuste directo.
Porque quando há uma recessão como a que atravessamos, essas coisas são inevitáveis. Quando há redução do nível de actividade económica há sempre quem sofra e sofra muito».
Obviamente!
Em Portugal só não sofrem os rentistas, que são uma espécie de lapas que vivem de contratação por ajuste directo.
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terça-feira, 29 de maio de 2012
FERREIRA DO AMARAL E MEDINA CARREIRA: UM PAÍS QUE É UMA PIOLHEIRA!
Ontem MC e FA mostraram o que os Portugueses gestores como eu e não só, já há muito sabem. O problema Português é não só um problema de ética do sistema, mas também um outro cuja fórmula traduzente (ou resolvente) deriva de uma visão minimalista da sociedade Portuguesa.
Enquanto a comunicação social girar à volta de um país que se traduz sempre nas mesmas figuras, um país de 5.000 a 10.000, esquecendo-se do verdadeiro país, o de 10.600.000, fora os emigrados a equação a várias incógnitas (com rabo de fora) não tem solução.
Figuras como Vítor Gaspar e Santos Pereira não acertam na fórmula resolvente porque esquecem que os problemas tem de ser resolvidos a nível micro e não macro. Estão limitados pelo memorando, seja! Mas não estão limitados pela percepção de uma estratégia errada que liquidou o mercado interno.
A corrupção mantêm-se, a falta de seriedade igualmente, a burocracia estende-se (ver o regresso propiciado por essa figura destruidora da economia nacional chamada de AUTORIDADE TRIBUTÁRIA à procura do esbulho).
Até o PR vai dar um passeiozinho pela Ásia, convencido que o que os investidores querem é conversa, quando o que os investidores querem é um país amigo do investimento. É-o? Claro que não, quando o sistema fiscal é a miséria que é, quando a justiça é o que é, quando a concorrência é o que é, quando a consciência das pessoas como os que tomam conta das instituições (ver a FPF e o caso paradigmático da selecção que mais vai gastar no Europeu) é o que é.
Um país que é uma piolheira! como diriam os nossos escritores seniores que não encontrariam hoje um país muito diferente do país de séculos para trás.
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
O PORTUGAL AGRILHOADO DE LOUÇÃ
O PORTUGAL AGRILHOADO de Francisco Louçã merece uma reflexão independentemente da ideologia do leitor.
Excelente economista, Louçã afirma algo que é fundamental os menos interessados pelas questões da economia perceberem. É que a economia não é uma ciência exacta, mas uma ciência social.
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
UM RAPAZOLA A QUEM CHAMARAM PM
Por Daniel Oliveira
Daniel Oliveira é nesta crónica duro. Muito duro! Mas a dureza que utiliza, esbate na leveza de um PM que nos defraudou a quase todos, verdadeiros sociais democratas incluídos.
Passos tem de mudar rapidamente de agulha sob pena de obrigar o PSD a mais vinte anos de jejum do poder.
Em Itália os pequenos empresários já se começam a suicidar por um ataque do fisco sem precedentes.
O ajustamento e a chamada austeridade é necessária nas economias europeias, mas não o esbulho feudal que mata a democracia.
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terça-feira, 8 de maio de 2012
UM CRIME CHAMADO CIMPOR
«CGD - VENDA DA SUA PARTICIPAÇÃO NA CIMPOR "EVAPORA" A CIMPOR: É O "POTE" A FUNCIONAR!»
Se a CIMPOR for desmantelada é porque se justifica o título acima! Como a seguir se desmantelará a TAP, subirá astronomicamente os custos da água, etc...
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quinta-feira, 19 de abril de 2012
O QUE DIZ JORGE SOROS!
«Os dirigentes do Velho Continente estão a levar a
Europa à ruína... a ortodoxia Alemã está a levar a Europa para a deflação... não se pode pagar dívida sem crescer»
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GOVERNO ACTUAL. BURRICE OU ANTI PATROTISMO?
Ontem no negócios da semana todo o painel foi unânime em considerar uma asneira algumas das privatizações que se avizinham.
Falo da TAP naquilo que será uma tragédia com a destruição de um nicho importante de manutenção de Know - How de pilotos e técnicos, promoção do país, entrada de divisas, como podia falar da ANA.
Bastava ver o que vai acontecer à Cimpor, que desaparece como grande multinacional Portuguesa, como basta ver a transferência de proveitos via dividendos que a própria EDP já está a fazer para a China.
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TAXAR O GRANDE COMÉRCIO OU IMPOR UMA % DE COMPRAS NUM RAIO DE 50 KM?
Em vez de taxar o grande comércio, taxa que vai ser paga pelos consumidores, que tal mudá-la para a obrigatoriedade destas grandes superfícies consumirem produtos produzidos num raio de 50 KM?
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
PPP, CASOS DE POLÍCIA?
A leitura do modo como evoluíram as PPP são demonstrativas de serem aparentes casos de polícia.
A economia da concorrência obriga a que os promotores assumam o risco dos seus investimentos.
As autoestradas Portuguesas eram bem vindas se o investimento fosse privado, as portagens privadas com preços estabelecidos pelos concessionários (obviamente para seu bem respeitando as leis do mercado) e o prazo de concessão devidamente estabelecido.
Ganhavam os cidadãos através do Estado por terem melhores estradas, e os concessionários se conseguissem acomodar os seus legítimos interesses de conseguirem algum lucro no prazo concessionado.
Todas as outras negociações conexas para acomodar o interesse dos concessionários já não são PPP, são casos de polícia baseadas em favores ou trade - offs!
Curiosamente, como muita gente chama a atenção, este ajustamento está a ser o último que o estado está a querer fazer através dos seus governantes!
A situação actual contratual é difícil de reverter porque está blindada?
A situação actual contratual é difícil de reverter porque está blindada?
Não parece, se se provar, o que parece fácil, que foi feito em bases perversas!
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O MERCADO
A racionalidade do mecanismo
de mercado não é um superstição, mas apenas quando alguns fazem questão
de não esquecer que tem aqui e ali que ser domada.
É que a racionalidade do mercado é real e eficiente para o produtor e consumidor na atomização , nos grandes números, não quando o tipo de mercado passa de atomizado a englobado.
Aqui a racionalidade do mercado passa para a lei do mais forte, e o interesse do produtor e do consumidor deixa de estar em linha.
É que a racionalidade do mercado é real e eficiente para o produtor e consumidor na atomização , nos grandes números, não quando o tipo de mercado passa de atomizado a englobado.
Aqui a racionalidade do mercado passa para a lei do mais forte, e o interesse do produtor e do consumidor deixa de estar em linha.
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
O QUE PENSA O NYT
«Espanha pode ser a próxima economia derrubada pela má gestão da crise europeia, liderada pela Alemanha». É assim que o «New York Times» começa o seu editorial desta sexta-feira, dedicado ao país vizinho.
Para o jornal económico, «o desfecho não precisa ser este. Mas será certamente se a chanceler Angela Merkel e os seus aliados políticos não reconhecerem que nenhum país pode pagar as suas dívidas sufocando o crescimento económico».
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RESULTADOS PRECISAM-SE!
Um dos aspectos mais graves em Portugal é a afirmação da superioridade de alguns e no entanto, o país definha, definha.
Em qualquer empresa o que conta são os resultados, não uma qualquer afirmação tonitruante da sua afirmação política e a cabeça como a avestruz.
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
COMO POUPAR 819M€ NA SEGURANÇA SOCIAL TORNANDO-A MAIS JUSTA E SUSTENTÁVEL
É sabido que as reformas num país dito rico como a Suíça não ultrapassa os 1800€ mês.
Notícia hoje diz-nos que o regime de reformas passou a contar num período curto com mais 39 (novos) reformados com reformas no valor de 5000€ mês - enquanto nos escalões mais baixos muitos se reformam com 250€ mês (um ratio de país decadente e quarto - mundista na distribuição de riqueza). Tudo a bem de uma sociedade justa, como se vê.
Se por hipótese multiplicarmos por 1000 este nível de reformas chegamos ao número de 39.000 os reformados com reformas deste teor (dados aleatórios só exemplificativos).
Se as reformas fossem plafonadas perto do valor da Suíça, por exemplo 1500€ (reforma com perfeita dignidade e sustentabilidade para um reformado) esses 39.000 significariam cerca de 1638 M€ de poupança bruta, qualquer coisa como 819 M€ se descontado o retorno para o estado em forma de impostos.
Sabendo nós que face à actividade económica e ao ratio de activos, a situação terá tendência a agravar-se, pergunta-se porque o governo não toma uma medida como esta que funcionará simultaneamente em duas vertentes: a da sustentabilidade do sistema de pensões e a equidade na distribuição de riqueza.
Talvez assim os Portugueses se sentissem mais solidários com as medidas dos políticos e os sentissem como verdadeiramente ao serviço do interesse público.
Talvez assim os Portugueses se sentissem mais solidários com as medidas dos políticos e os sentissem como verdadeiramente ao serviço do interesse público.
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