Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
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sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
DESEMPREGO ITALIANO BATE RECORDE
«Desemprego em Itália bate recorde em Janeiro. Dados oficiais revelam que taxa alcançou máximo histórico de 9,2%»
O egoísmo Alemão e a ignorância de Merkel estão a destruir a Europa.
Quem devia sair do Euro e da UE eram os Alemães que não percebem que a unidade Europeia não se mede pelo seu bem estar.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
ASSISTÊNCIA FINANCEIRA VERSUS CONCORRÊNCIA EUROPEIA
Desde a formação da EU que as práticas não concorrenciais são, pelo menos em teoria, um elemento de preocupação. Os acordos restritivos da concorrência e os abusos de posição dominantes resultam de violações de concorrência resultantes de articulações entre duas ou mais empresas ou de práticas que poderão resultar da actuação apenas de uma empresa.
Pretende-se, assim, evitar o impedimento, restrição ou falseamento da concorrência. Entre outros mecanismos, pretende-se evitar o limitar do desenvolvimento técnico ou dos investimentos.
Na situação crítica actual para alguns estados membros, como o português, o estar sob “ajuda e controlo” parece, a um outro nível, uma restrição de ajustamento difícil de engolir no quadro de uma comunidade que devia evitar a concentração e a polarização (se pensarmos em termos regionais).
E é assim que nestes estados membros como o Grego, Português ou Irlandês, há quem não entenda um ajustamento baseado na austeridade, cuja forma assume destruição económica e concorrencial empresarial ao nível dos estados membros.
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"AJUDA" ENVENENADA
«A sustentar o crescimento do monstro desde Maio do ano passado têm estado os empréstimos concedidos pelo Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia (troika) ao abrigo do programa de assistência financeira a Portugal. Desde essa altura, a dívida directa do Estado aumento 14,27% em resultado de 14 empréstimos realizados pelas três entidades num valor acumulado de 40 mil milhões de euros. Mas não é tudo: dos 40 mil milhões que Portugal já recebeu da troika, mais de 9.718 milhões serão para pagar juros desse empréstimo.Na prática, significa que por cada 100 euros que Portugal recebeu do FMI e da União Europeia desde Maio, 25 euros serão para pagar juros dessa "ajuda". E a factura não fica por aqui. Há ainda a contabilizar os juros que serão cobrados dos restantes 38 mil milhões de euros que faltam receber do programa de assistência financeira. E que segundo as declarações proferidas ontem por Steffen Seibert, porta-voz do governo alemão, não prometem traduzir-se em juros mais baixos».
NUMA ALTURA EM QUE A FRANÇA FALA NUM PERDÃO DE DÍVIDA RADICAL AOS PAÍSES DO NORTE DE ÁFRICA, OS JUROS AGIOTAS DA TROIKA DENOMINADOS DE AJUDA, ENSOBRAM O FUTURO QUE PARECE IMPOSSÍVEL.
SERÁ QUE NÃO TERIA SIDO PREFERÍVEL UM INCUMPRIMENTO DE UMA SÓ VEZ, SIMULTÂNEO A UM EMAGRECIMENTO RADICAL DA MÁQUINA DO ESTADO PRESERVANDO O SECTOR PRODUTIVO?
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
O VALOR DOS JUROS DA GRÉCIA, IRLANDA E PORTUGAL
"Não tenho conhecimento de nenhumas reflexões desse género referentes a Portugal e à Irlanda", disse Seibert, lembrando que a aplicação dos programas de ajustamento financeiro negociados por Lisboa e Dublin com a chamada 'troika' "tem tido uma avaliação positiva, especialmente no que toca à Irlanda".
Não haver reflexões deste género em Portugal significa duas coisas:
- Passos prefere que Portugal pague mais juros que menos juros (os povos menores Portugueses e Irlandeses que se tramem!)
- Na óptica de Seibert o importante é cobrar mais juros, a solidariedade e a resolução da crise Europeia são secundários.
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
AUMENTOS BRUTAIS DE IMPOSTOS E O SANGUE MOLE DO BOM SACRIFICADO
«O Der Spiegel escreve que a Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Central Europeu (BCE) vê com bons olhos a disponibilidade de Portugal em fazer sacrifícios para obter a assistência financeira e lembra que algumas das medidas de austeridade tomadas foram além do exigido pela ‘troika'.
"Nos últimos meses, o Governo Português tem implementado aumentos brutais de impostos e cortou pensões e subsídios de desemprego", exemplifica.»
Entre Portugal e a Grécia vai a distância de um Portugal cordeiro, sacrificado no altar sem um balido, a Grécia um cordeiro lutador.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
FRANÇA DECADENTE
«Nicholas Sarkozy custa aos contribuintes franceses qualquer coisa como 113 milhões de euros anuais, um orçamento maior do que o da rainha Isabel II, de Inglaterra.
Numa altura em que o presidente francês e a sua amiga Angela Merkel impõem contenção e austeridade a vários povos da zona euro, os luxos de Sarkozy são fortemente criticados por René Dosière no seu livro, “L’Argent de l’État”, ou “O Dinheiro do Estado”.
O deputado socialista francês revela na sua obra pormenores verdadeiramente chocantes dos variadíssimos luxos de Sarkozy, como o custo das flores dos jardins do Palácio do Eliseu, que é de 230 mil euros anuais, e as despesas de alimentação e bebidas, que chegam aos 12 mil euros diários.
Na garagem presidencial francesa existem neste momento 121 viaturas – o dobro das existentes no tempo de Jacques Chirac, antecessor de Sarkozy – e que custam aos contribuintes franceses 330 mil euros só em combustível.»
Quando olhamos para o estado da Europa percebemos que a cidadania Europeia em cada um destes países é grandemente responsável pela existência destes fidalgos da Casa Europeia.
Num recente encontro sobre a Europa Viriato Soromenho Marques dizia, e bem, que está na hora de erradicar da condução dos povos estes palermas que envergonham a Europa.
Quando olhamos para a França que nos habituamos a respeitar na nossa meninice, sentimo-nos tristes pelo estado decadente a que chegou aquele grande país referência Europeia em tantas ocasiões históricas.
Num recente encontro sobre a Europa Viriato Soromenho Marques dizia, e bem, que está na hora de erradicar da condução dos povos estes palermas que envergonham a Europa.
Quando olhamos para a França que nos habituamos a respeitar na nossa meninice, sentimo-nos tristes pelo estado decadente a que chegou aquele grande país referência Europeia em tantas ocasiões históricas.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
A RELAÇÃO ECONÓMICA DA EUROPA COM PAÍSES TERCEIROS
«A entrada de têxteis do Paquistão na UE carece ainda de aprovação do Parlamento Europeu.
Os eurodeputados portugueses, Vital Moreira e Nuno Melo, defenderam ontem que a abertura do mercado europeu ao Paquistão vai penalizar os países mais pobres, atingindo sobretudo a indústria têxtil portuguesa e podendo destruir postos de trabalho. Neste sentido, o eurodeputado Nuno Melo (CDS-PP) apresentou uma proposta de resolução, em Estrasburgo, pedindo o impedimento da abertura do mercado da UE aos têxteis do Paquistão, recentemente decidida pela Organização Mundial do Comércio, que tem ainda de ser aprovada pelo Parlamento Europeu.
O pedido de Nuno Melo é feito com base no sistema de tratamento preferencial às exportações de produtos de um país específico (‘Waiver') e em nome da protecção da "indústria têxtil e do vestuário de Portugal e da Europa das situações de ‘dumping' e de concorrência desleal que aquela abertura implicará", segundo um comunicado do eurodeputado. Nuno Melo sublinhou que "as empresas portuguesas e europeias terão de concorrer com empresas paquistanesas que recorrem ao trabalho infantil, não suportam custos sociais, ambientais, utilizam matérias-primas proibidas na UE e subvertem as normais regras de mercado". Também o socialista Vital Moreira defendeu que a concessão de preferências comerciais unilaterais adicionais ao Paquistão vai penalizar os países mais pobres da UE. "A proposta da Comissão de conceder ao Paquistão preferências comerciais excepcionais e unilaterais resultará na destruição de empregos na Europa", afirmou o eurodeputado, manifestando-se contra a conclusão deste processo que terá que ser aprovado pelo Parlamento Europeu.»
Esta notícia veiculada hoje pelos órgãos de comunicação social Portuguesa relaciona-se com a temática abordada no workshop.
Sabendo nós da estrutura industrial diferenciada entre os estados da União, a "estupefacção" reside na forma de abordagem da União ao comércio mundial com países terceiros. Temática pouco tratada (pelo menos pelos media nacionais) torna-se pouco compreensível como a UE tem abordagens diferenciadas de acordo com os sectores produtivos. Sendo que no sector automóvel (fabricação) dominado por Europeus do centro, países como a China foram aparentemente barrados (barreiras à entrada, através dos expedientes das exigências de qualidade), já no sector têxtil (abandonado há muito por esses países do centro Europeu, mas com ainda alguma expressão em países como Portugal) as barreiras nem se produzem pela concorrência desleal.
Seria realmente interessante analisar, assim, qual o "verdadeiro rosto" de muitas empresas exportadoras "Chinesas e Asiáticas" e a responsabilidade de muitos Europeus e Ocidentais na "destruição" do transaccionável Europeu por práticas que o "ius coggens internacional já há muito denuncia".
Sabendo nós da estrutura industrial diferenciada entre os estados da União, a "estupefacção" reside na forma de abordagem da União ao comércio mundial com países terceiros. Temática pouco tratada (pelo menos pelos media nacionais) torna-se pouco compreensível como a UE tem abordagens diferenciadas de acordo com os sectores produtivos. Sendo que no sector automóvel (fabricação) dominado por Europeus do centro, países como a China foram aparentemente barrados (barreiras à entrada, através dos expedientes das exigências de qualidade), já no sector têxtil (abandonado há muito por esses países do centro Europeu, mas com ainda alguma expressão em países como Portugal) as barreiras nem se produzem pela concorrência desleal.
Seria realmente interessante analisar, assim, qual o "verdadeiro rosto" de muitas empresas exportadoras "Chinesas e Asiáticas" e a responsabilidade de muitos Europeus e Ocidentais na "destruição" do transaccionável Europeu por práticas que o "ius coggens internacional já há muito denuncia".
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domingo, 12 de fevereiro de 2012
ROSLER: MINISTRO ALEMÃO DA ECONOMIA
«Isso deve ser um sinal claro para a Grécia de que nós esperamos agora esforços que possamos sentir e mostrar», acrescentou. Interrogado sobre uma potencial saída da Grécia do euro, Rösler respondeu: «Está nas mãos dos gregos.
O dia D mete cada vez menos medo».
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sábado, 11 de fevereiro de 2012
A CGTP E A BANCARROTA ACTUAL DA GRÉCIA
Excelente discurso do novo secretário da CGTP intersindical na manifestação aberta a quem concorda que este não é o caminho, como o prova a Grécia.
Na Grécia um entrevistado dizia que este caminho "que vai levar-nos em breve a 30% de desempregados, não é bancarrota, o que é que é bancarrota?".
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GERAÇÃO VINGANÇA?
«Presidente alemão diz que flexibilidade sim, mas com calma. Christian Wulf diz que o caminho é cumprir o acordado nos programas de ajustamento e depois se verá se é necessário mais acompanhamento das instituições.»
Estando muitas das medidas da Troika a ser negativas para os países sujeitos a um programa de "assistência?", só resta a certeza que esta geração de políticos alemães que resolveu encetar uma espécie de vendetta do orgulho nacional alemão perdido com as grandes guerras, é muito, muito perigosa - presidente Alemão "Christian Wulf", LOBO, incluso.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
ATÉ O PRESIDENTE DO PARLAMENTO EUROPEU JÁ CONDENA AS OPÇÕES DO PORTUGAL DE PASSOS
«Há umas semanas estive ler um artigo no Neue Zurcher Zeitung que até recortei. O recém-eleito primeiro-ministro de Portugal, Passos Coelho, deslocou-se a Luanda» e «apelou ao governo angolano a que invista mais em Portugal, porque Angola tem muito dinheiro. Esse é o futuro de Portugal: o declínio, também um perigo social para as pessoas...«Com este alerta, o presidente do Parlamento Europeu quis fazer referência ao «perigo social» de uma diplomacia económica centrada em países como Angola ou como a China, uma «sociedade esclavagista, sem direitos,numa ditadura que oprime implacavelmente o seu humano».
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
MERKEL, A MADEIRA, O BOM ALEMÃO E O GOVERNO EUROPEU ALEMÃO
«Na opinião de Merkel, os referidos fundos devem servir para apoiar financeiramente as pequenas e médias empresas, por exemplo, como ficou decidido no recente Conselho Europeu, em Bruxelas, e não mais para construir estradas, pontes e túneis, como sucedeu, na sua opinião, naquela região autónoma portuguesa.
«Quem já esteve na Madeira, deve ter ficado convencido que os fundos estruturais europeus foram bem aplicados na construção de muitos túneis e auto-estradas, mas isso não conduziu a que haja mais competitividade», observou a chefe do governo alemão, numa palestra proferida perante alunos, na Bela Foundation, em Berlim, noticiada esta noite pela RTP.»
Destas afirmações se podem extrair vários sinais:
1º um desconhecimento da realidade de outros estados europeus, como Portugal (muito atrasado em infraestruturas aquando da entrada na União) e a percepção errada que se podem transpor realidades estruturais e culturais tão diferenciadas como a Alemã e a Portuguesa. Em Portugal as obras públicas alimentaram, até agora, um tecido de PME's muito baseado em obras públicas - sinal de um país pouco apostado no transaccionável e em empresas de tecnologia mais elaborada.
2º que em Portugal há um político mais papista que Merkel e que "despacha" com ela.
3º que Merkel vê a UE não como uma união de estados mas como uma federação de estados Alemães de que ela é a Chanceler(ina).
A isto responde a milenar Grécia, berço da nossa civilização, com queima de bandeiras da Federação Alemã à mistura com a Nazi, muito mau sinal para uma Europa que se queria unida e que não aceitará uma Europa Alemã.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
A MANUTENÇÃO NA ZONA EURO. PORQUÊ? PORQUE SIM!
«O facto de o Fundo Monetário Internacional (FMI) ter revisto as suas previsões em baixa na semana passada ilustra os perigos que aí vêm. O FMI prevê uma recessão na zona euro para este ano, acompanhada de uma descida de 0,5% do PIB para o conjunto dos estados membros. O PIB deverá descer significativamente em Itália e Espanha, e estagnar na França e na Alemanha. O ambiente é, pois, terrível para os países que procuram reduzir o seu défice orçamental. As previsões estão longe de ser satisfatórias para outros países de rendimento elevado, porém, a zona euro é hoje a parte mais perigosa da economia mundial: é a única região do mundo em que governos importantes - Itália e Espanha - têm a sua solvabilidade ameaçada.Noutras regiões, os governos dos países de rendimento elevado estão em condições de continuar a apoiar as suas economias, em grande parte porque dispõem de um banco central e de uma taxa de câmbio ajustável. Esta combinação permite-lhes gerir défices orçamentais elevados. Nas condições pós-crise, tais défices são a contraparte natural e o principal facilitador da necessária desalavancagem do sector privado.»
Um dos aspectos mais incríveis da actual crise, é a falta de reflexão e análise das consequências de algumas decisões. Para muitos decisores políticos instalou-se a ideia de que a saída da zona Euro teria consequências muito mais inauditas que qualquer regresso à moeda nacional.
O regresso à moeda nacional como defende Ferreira do Amaral teria sempre uma virtude. O ajustamento teria sido cruel mas eficaz porque manter-se-ia a estrutura produtiva que permitiria devidamente expurgada de ineficiências e desperdícios do estado, promover um futuro e uma recuperação mais rápida a prazo mais curto.Os mais afectados seriam os que se habituaram a comparar e em muitos casos a ultrapassar pelas rendas congéneres de outros países.
A manutenção na zona Euro, para além de não resolver qualquer problema a curto prazo, resolve apenas o problema da credibilidade de alguns políticos que preferem sacrificar o seu país à sua carreira. A curto prazo está a significar a destruição do aparelho produtivo para níveis possivelmente bem mais baixos do que seria necessário com a reintrodução do escudo.
A dívida mantêm-se, e com o nível que restará de actividade económica não será passível de ser paga, a não ser por perdão ou reestruturação para limites de pagamento mais longos, acrescendo a alienação dos últimos bens da república.
Mas, Passos, o coelho de Merkel, continua a afirmar este caminho a bem da sua honra e do seu futuro político. Meterá a cabeça na areia como fizeram os seus antecessores que governam sem ouvir as pessoas com opiniões diferentes - que consideram menores.
Ridículo, menor, de vistas curtas e com efeitos explosivos no presente e futuro deste país.
Ridículo, menor, de vistas curtas e com efeitos explosivos no presente e futuro deste país.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
POLÍTICOS IRRESPONSÁVEIS
«A chamada «regra de ouro», que os países devem inscrever «preferencialmente» na Constituição, embora o texto final agora aprovado admita a possibilidade de ficar consagrada de uma outra forma desde que com valor vinculativo e permanente, obriga cada Estado-membro subscritor do pacto a não ultrapassar um défice estrutural de 0,5 por cento e a ter uma dívida pública sempre abaixo dos 60 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
Quem não cumprir estas disposições poderá sofrer sanções pecuniárias, até 0,1 por cento do PIB, impostas pelo Tribunal Europeu de Justiça, e cada Estado-membro compromete-se a colocar em prática internamente um «mecanismo de correcção», a ser activado automaticamente, em caso de desvio dos objectivos, com a obrigação de tomar medidas num determinado prazo.
«Estas medidas estão isoladas de quaisquer outras, é uma espécie de carro que só tem travão e que se espera que ande assim. Não há outras medidas ligadas à governação económica que na Europa sabemos que são importantes: capacidade orçamental da UE, políticas sociais comuns, política fiscal, capacidade conjunta de gerir o financiamento do Estado e questões da dívida», nomeou o professor de economia.»
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
MARTIN SCHULZ: HABEMOS PRESIDENTE!
«Gestão de Merkel sobre dívida é «deficitária»
A gestão da crise da dívida europeia feita até agora pela chanceler alemã Ângela Merkel tem sido deficitária, na opinião do presidente do parlamento Europeu.
«Não se pode dizer que tenha sido um sucesso até agora», afirmou Martin Schulz, em declarações á estão pública de televisão germânica ZDF, que são citadas pela Lusa.
Lamentando a tendência dos líderes europeus de dar prioridade às suas políticas nacionais, o político social-democrata alemão, lembrou que «nos últimos dois anos ficou a sensação que a atenção dada aos problemas domésticos é maior que a que é dada à construção da Europa».
Essa é a razão pela qual os Estados não conseguem chegar a acordo em Bruxelas, disse, exigindo que a Alemanha reflicta na sua atitude e se entregue mais ao compromisso financeiro da Europa.«Uma união do destino»
A Zona Euro não é simplesmente uma união monetária, sublinhou o presidente do Parlamento Europeu, acrescentando que é também «uma união do destino». «Ou ganhamos todos ou perdemos todos».
Acrescentaria ao deficit de gestão, o dano de gestão neste processo longo de construção e consolidação da Europa esbatida dos egoísmos nacionais.
Merkel é a imagem de uma Europa desprovida de memória histórica.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
JUROS DIFERENCIADOS EM ZMC NÃO COLOCA PROBLEMAS DE CONCORRÊNCIA?
«A Alemanha poupou cerca de 45 mil milhões de euros em juros da dívida pública nos últimos três anos, por ter a confiança dos mercados financeiros, segundo cálculos de especialistas, publicados esta quarta-feira.
Mesmo para empréstimos a longo prazo, a Alemanha tem pago juros reduzidos, como aconteceu hoje com a emissão de obrigações do tesouro a 30 anos, com um juro médio de 2,6 por cento aceite pelos credores.»
Um problema de concorrência em zona monetária comum?
Juros diferenciados para zonas diferenciadas do que pretende ser uma Europa Comum?
Até quando?
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sábado, 21 de janeiro de 2012
A ALEMANHA, A SOCIEDADE MANIETADA DAS IDEIAS E VALORES, O PROTO FASCISMO
Pode-se ter uma aversão visceral ou reflexiva à imagem que temos de algumas figuras e percepção de ideologias. O que não se pode ter, ou não devia, é a capacidade reflexiva de tudo ouvir - sem restrições mentais para tudo analisar à luz da nossa experiência e valores para a sociedade (ou sociedades).
Garcia Pereira há muito está conotado com a extrema esquerda irresponsável, incapaz de se adaptar ao mundo e à sociedade. Como nunca nadei no meio da manada, ao sabor de actos irreflexivos e irreflectidos, incapaz de raciocinar, a mensagem de Garcia Pereira não me é indiferente.
O que Garcia denomina de proto fascismo faz todo o sentido, numa sociedade ocidental em decadência onde os valores do jovem, do belo e da falta de valores éticos e da estrita humanidade domina.
Contrariamente a sociedades onde os valores da rectidão e do conhecimento são mestres, Portugal e as sociedades Ocidentais regem-se pela massificação mais obstrusa, pelo vazio de ideias de muitos dos fazedores de comunicação. O Proto fascismo começa no domínio dos meios de comunicação social e na anomia dos povos e gentes que vão sorvendo passivamente tudo o que lhes é impingido sem capacidade de análise e reflexão. E é por isso que o cidadão para retornar à verdadeira cidadania não pode alimentar esta censura de pseudos elites que só pretendem acobertar os seus interesses.
Deixo-vos a seguir uma excelente mensagem e reflexão de um anónimo sobre o que se está a passar na Europa, como se estivéssemos a assistir à terceira guerra mundial, agora surda, a uma espécie de regresso ao proto fascismo que infelizmente Passos, o coelho de Merkel, aceita placidamente (é vê-lo pequenino e entreolhado no meio dos primeiros da Suécia, da Áustria e da proto fascista dona do Coelho: a Bismarkiana Merkel!).
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DEIXAR DE COMPRAR PRODUTOS ALEMÃES
Anônimo disse...
É urgente um sinal de cidadania activa
A partir da criação do euro em 1999 os 17 países da EU que aderiram à moeda única passaram a ter uma taxa de câmbio fixa e deixaram de controlar as suas relações de troca através do controlo cambial e da intervenção directa dos seus bancos centrais. A partir de então em conjunto a balança de transacções da Grécia, Itália Portugal e Espanha –GIPS- passou sempre a ser negativa , isto é as empresas e os Estados foram-se progressivamente endividando. Ao mesmo tempo, a Alemanha apresentava um crescente saldo positivo nas suas trocas com o exterior, atingindo actualmente um superavite de 182 mil milhões de euros, enquanto os países referidos acumulavam um saldo negativo de 183 mil milhões*; quer dizer, a Alemanha prosperou com a moeda única e os GIPS agravaram a sua situação.
Com a crise financeira de 2009, a dívida dos GIPS cresceu muito, o que justificou que os mercados de capitais iniciassem um ataque especulativo sobre a dívida pública destes países. Só uma intervenção rápida de um banco central poderia deter este processo.
O BCE pode emprestar dinheiro aos bancos mas está proibido de emprestar directamente aos países, o que originou benefícios para a banca tornando a manutenção da dívida insustentável em alguns países. Ao manter o BCE incapaz de garantir os títulos de dívida dos países europeus, a Alemanha com cumplicidade da França, conseguiu por em perigo o euro e levou à supressão da democracia na Grécia "despediu" com um simples telefonema o governo de Itália, levou à queda o governo de Portugal e facilitou a vitória da direita em Espanha. Depois de espalhar uma política de medo e incerteza permanente e substituir os governos destes países, reduzem-se salários e regalias e lançam-se os países numa crise de recessão .
«Sem por em causa a necessidade de pagar dividas e pôr cobro ao endividamento sistemático, a verdade é que uma saída para a crise não pode ser conseguida pela destruição da economia, optando por uma austeridade cega que inclusive reduz o produto interno e conduz à impossibilidade prática de permitir o pagamento da dívida. A solução passará por travar o ataque especulativo e a subida dos juros da dívida e equilíbrio orçamental das contas públicas num prazo realista.
Ao boicotar os ajustes necessários do BCE fazendo prevalecer os interesses dos seus bancos, sem disparar um tiro, a Alemanha está a conseguir alimentar os seus desígnios imperiais melhor do que conseguiu na primeira e segunda guerra. Assim, em menos de 100 anos a Europa tem de enfrentar a terceira calamidade provocada pela Alemanha : o avanço sobre a soberania dos estados e a sua subjugação económica configura o que entendemos por um estado de guerra.
De facto estamos a enfrentar uma situação de guerra, em que as armas até podem ser silenciosas, mas não deixam de ser devastadoras.
Perante este cenário os dirigentes políticos europeus como Passos Coelho vieram a revelar-se, não como defensores dos seus Estados, mas apenas como submissos representantes de Berlim, incapazes de negociarem condições que permitissem que a economia dos respectivos países pudesse manter a vitalidade suficiente para que efectivamente pudessem honrar os seus compromissos, mas sem destruir empresas pessoas e bens.
Neste contexto de emergência os cidadãos não podem de imediato esperar que os seus interesses sejam capazmente defendidos, pelo que só lhes resta a possibilidade de enviar directamente uma mensagem suficientemente forte para ser ouvida e atendida pela alta finança alemã: fazer baixar significativamente os lucros das suas empresas.
Sabendo-se que 60% das exportações da Alemanha se destinam à Europa é urgente que os cidadãos europeus exerçam o seu direito à resistência contra a ofensiva em curso, começando desde já por enviar uma mensagem muito clara para Berlim: deixar de comprar produtos de origem alemã.
Se concordar com esta acção de defesa do país, é favor divulgar a mensagem.
* dados Eurostat»
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
O PUTO E MERKEL À LUZ DAS VELAS
«O primeiro-ministro tem encontro marcado esta quinta-feira com a chanceler alemã Angela Merkel. O encontro será um jantar de trabalho e a iniciativa partiu da chanceler, visando preparar a cimeira europeia do final do mês.
Angela Merkel receia, segundo fonte europeia, estar a ser vista como a decidir sozinha os destinos da Europa ao agendar apenas encontros com o Presidente francês e, por isso, decidiu alargar estas consultas a mais países europeus.»
E os números são estes: 20% do Portugal desempregado e com guia de marcha, o retorno à escravidão do século XIX, a agenda ideológica económica quase cumprida. Em compensação e por retorno um lugar na Europa que decide - que isto é um lugar muito pequenino e provinciano para as aspirações do moço de Ângelo Correia.
Pode ser até que Passos tenha direito a um ligeiro afago pouco Alemão, uma espécie de consolação: "estás a vender o teu País aos pedaços, mas mereces sempre uns poucos de dinheiros!"Numa verdadeira UE de uma Europa a 27, o lugar não seria a uma mesa de jantar bilateral, mas no lugar institucional próprio que é para isso que lá está a Comissão Europeia - infelizmente com iniciativa coartada pela lógica do intergovernamental dos Estados.
Dá-lhe Falâncio!
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