quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SERÁ QUE TS SE VAI DESPEDIR DOS BANQUEIROS?

O desvirtuamento do orçamento já começou. 
Os animais mais iguais que os outros, sejam os hospitais (pobres médicos), sejam os outros iguais que se consideram imprescindíveis já se posicionam. A crise não é financeira, é de valores.
Como num bom marketing num mau produto, o marketing viral já se espalha às múltiplas empresas públicas e derivados.
Será que TS desta vez inocente perante a máquina mafiosa vai entregar os pontos ou avisar que vai assobiar ao FMI?   
Não será que Portugal só lá vai com um regime tipo Khmeres Vermelhos?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

VOX POPULI

«Manel , | 24/11/10 12:20
A Alemanha e Sra. Merkel estão a tornar-se os coveiros da UE.
O espírito nacionalista sobrepõe-se.»

O NOVO ERRO DE PASSOS

A medida de apoiar a diferença é impensada por Passos?

Penso que sim, porque o vai fazer perder muitos votos.
Porque as empresas que fala são empresas do não transacionável, são empresas que verdadeiramente não vivem na concorrência. 

Uma coisa são empresas privadas em concorrência, outra as que vivem em monopólio.

Tudo o que seja empresa levemente beliscada pelo Estado devia sofrer cortes e profundos. Não concordam?

Fujam à iliteracia económica que tem afundado Portugal, Estudem Economia da Empresa, leiam a parte II de Mercados e empresas, leiam o José Mata, aprendam e mudem de ideias.

O CIVISMO ATÍPICO DO SR. CASTILHO DOS SANTOS

«O secretário de Estado da Administração Pública manifestou, esta quarta-feira, o desejo de que a greve geral decorra com «civismo e no espírito da lei», reiterando ainda que os serviços mínimos em diversos sectores públicos estão a funcionar com normalidade.

«O que importa sublinhar é que o direito à greve seja exercido num ambiente de civismo, de respeito pelo direito das pessoas, quer as que optam por aderir à greve, quer as que não. É isso que penso que num estado direito democrático se pede no respeito pela liberdade de todos», disse Gonçalo Castilho dos Santos, em declarações à agência Lusa.»

São estes indivíduos recrutados nas juventudes em quem nunca votamos, que não possuem a mínima legitimidade democrática, que demonstram um total falta de cuidado com os nossos impostos  que falam em civismo? 

HEIL MERKEL OU A PAGA DA HUMILHAÇÃO EM FORMA DE EUROPA A RASGAR OS TRATADOS

http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/search?q=merkel
«http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com
Está a ficar cada vez mais claro: os alemães não querem na “sua” Europa os países do sul. Parece haver uma estratégia concertada para expulsar do Euro os países do sul e a Irlanda. Assim se explicam as sucessivas declarações bombásticas por parte de Angela Merkel e de outros responsáveis franceses. Estes “desabafos” são obviamente concertados e ensaiados e se fossem apenas uma sincera vontade de, a partir de 2013, fazer recair sobre os especuladores uma parte dos prejuízos de eventuais reestruturações das dívidas públicas, então tal opção seria primeiro debatidas nas chancelarias, aperfeiçoada e aplicada de sopetão e nunca “soprada” para os Mercados desta forma lenta e vaga… O desejo de prejudicar as economias do sul é, portanto, evidente.
Se o “diretório dos grandes” não quer junto a si os países do sul (e presume-se que também não queira os do Leste, que estão ainda em pior situação económica) então é a própria base do edifício europeu que está a ser minada pela sua base, impondo-se assim uma severa reconstrução ou mesmo, a sua total demolição… havendo assim a necessidade de encontrar alternativas estratégicas para o rumo de Portugal.»
Realidade ou ficção? Não sabemos! Mas que começa a parecer-se muito com a realidade, parece-se!
E a ingratidão com a compra de dois submarinos é evidente!

Não é altura de procurarmos outras alternativas?

MIGUEL FRASQUILHO:SUBSCREVE-SE

«Irlanda vs. Portugal, ou Sociedade vs. Estado


Depois da Grécia, obrigada a recorrer à ajuda do FMI e do mecanismo de estabilização europeu em Abril último, eis que chegou a vez da Irlanda, que aceitou a criação de um plano de auxílio que decorre das urgen-tes necessidades de refinanciamento e recapitalização do sector bancário.

É conhecido que sou, desde há muito, um admirador confesso das opções que as autoridades irlandesas tomaram em matéria de política económica desde a segunda metade dos anos 80. Que, no espaço de pouco mais de uma década, guindaram o país para o topo do nível de vida europeu, só com o Luxemburgo acima.

Também não é novidade que, em Portugal, toda a esquerda (PS incluído) sempre viu com desconfiança o sucesso irlandês – pelo que não é surpreendente a mal disfarçada satisfação, e mesmo o sarcasmo, perante as tremendas dificuldades financeiras que desde há cerca de dois anos a chamada “ilha verde” tem vindo a viver crescentemente: “Oh, então a Irlanda não era um sucesso?!... Pois agora até está pior do que Portu-gal!...” – eis, entre outras, duas expressões que alguns, pouco informados e ávidos de mostrar que não esta-vam errados, (me) têm referido, com um sorriso nos lábios, nos últimos tempos.

Desengane-se quem pensa que mudei de opinião sobre a Irlanda. E não mudei por um motivo simples: as origens da crise irlandesa nada têm a ver com as opções de política económica das autoridades do país. O que, por outro lado, faz com que as dificuldades de curto prazo da economia irlandesa não sejam, felizmente para nós, minimamente comparáveis com o que se passa em Portugal. Explico porquê em seguida.

A crise financeira da Irlanda, que levará à intervenção do FMI e da Comissão Europeia tem a ver, única e exclusivamente, com uma gestão imprudente, irresponsável e, por isso, absolutamente condenável, dos ban-queiros e gestores do sector financeiro do país. Sobretudo devido ao desmedido avolumar de uma bolha imobiliária financiada internamente, e a uma elevada exposição ao fenómeno do subprime. Quando a crise conhecida por este nome rebentou nos EUA, originando uma forte quebra nos preços da habitação, começa-ram as dificuldades nos bancos irlandeses: os “buracos” foram sendo conhecidos pela abrupta perda de valor dos activos inscritos – quer os do outro lado do Atlântico, quer os resultantes do rebentamento da bolha imobiliária doméstica – nos balanços. E, quando a recapitalização total necessária no sector financeiro ainda está por apurar, mas se julga poder ascender a próximo de EUR 100 mil milhões (!), ou cerca de 60% do PIB irlandês, percebemos que não há Estado que resista – por mais acertadas que tivessem sido as políticas prosseguidas*. E foram: nos 12 anos entre 1996 (ano em que foi decidido que o projecto do euro se iniciaria em 1999) e 2007 (ano em que foram conhecidos os primeiros efeitos da crise), a Irlanda registou 10 (!) excedentes orçamentais, que em média representaram 1.5% do PIB por ano; a dívida pública média foi de 40% do PIB (25% em 2007); o défice externo (balança corrente) foi, em média, de 1% do PIB por ano e a dívida externa (medida pelas responsabilidades externas líquidas da economia) era pouco superior a 15% do PIB no fim de 2007. No mesmo período, o PIB cresceu a um ritmo médio anual superior a 7%; o nível de vida (PIB per capita corrigido pelas paridades do poder de compra) subiu de 106% da média da UE-27 para 144%; a produtividade cresceu, em média, quase 3% ao ano; a taxa de desemprego média foi de 5.8% da população activa (4.6% em 2007).

Já em Portugal, no mesmo período, em todos os anos existiram défices públicos e externos que, em média, representaram 3.6% e 8.8% do PIB, respectivamente; a dívida pública média anual foi de 57% do PIB (mais de 62% em 2007) e, em 2007, a dívida externa atingia mais de 90% do PIB (10% em 1996). O crescimento médio anual do PIB foi de 2.3% (abaixo da média europeia de 2.5%); o nível de vida desceu de 80.5% para 75.3% da média da UE-27; a produtividade cresceu, em média, 1.3% ao ano; a taxa de desemprego média foi de 6.1% (8.1% em 2007). Creio que os números falam por si, tornando notórias as diferenças…

Felizmente que em Portugal o sector bancário não foi gerido como na Irlanda (onde estaríamos agora se tivesse sido?...), o que faz com que a situação financeira não seja, nem de perto nem de longe, tão aflitiva como a irlandesa. Só para se ter uma ideia, a dívida pública celta deverá, em 2010, rondar 100% do PIB (recorde-se, 25% em 2007) e o défice público subirá, ainda que pontualmente, é certo, para cerca de 32% do PIB!... Tudo para evitar o colapso do sector financeiro (só o salvamento do Anglo Irish Bank será respon-sável pela deterioração do défice de 2010 em quase 20 pontos percentuais do PIB…).

Mas não tenhamos ilusões: se a curto prazo a situação portuguesa é financeiramente bem menos dramática do que a irlandesa, já a médio e longo prazo, estamos… pior. Uma vez salvos os bancos na Irlanda e coloca-das as contas públicas em ordem (num plano a 4 anos), aquele país tem todas as condições para recuperar o dinamismo que ainda recentemente o caracterizava. Já em Portugal… o problema é estrutural e prende-se com (falta de) competitividade, como os números atrás referidos bem mostram.

Essencialmente, porque o trabalho de casa – impopular, é certo, mas com repercussões positivas a médio prazo – não tem sido feito como devia pelos decisores políticos em múltiplas áreas que já muitas vezes apontei em escritos anteriores.

De forma simplista, creio não ser descabido concluir-se que na Irlanda foi a sociedade que tramou o Estado; já em Portugal, tem sido o Estado a tramar a sociedade. Uma diferença elucidativa que, felizmente, nos é favorável no imediato – mas cujas implicações a médio e longo prazo não podem deixar de nos preocupar.


* Claro que se pode sempre falar em falhas de supervisão e regulação na área financeira – mas deve recordar-se que elas não foram um exclusivo da Irlanda (muito pelo contrário) e têm mais a ver com a actuação das entidades reguladoras do sector (nomeadamente o banco central) do que propriamente com o Governo. E que dizer quando os dois bancos irlandeses (Bank of Ireland e Allied Irish Bank) submetidos aos stress tests realizados pelo Comité das Autoridades Europeias de Supervisão Bancária em conjunto com o Banco Central Europeu em Julho último cumpriram os requisitos mínimos exigidos?...

Nota: Este texto foi publicado no Jornal de Negócios em Novembro 23, 2010
posted by Miguel Frasquilho @ 22:47»

PS: PARTIDO DE CRIMINOSOS?

 «A geração mais qualificada de sempre está a deixar o país» Retrato de uma geração sem saída: um em cada 10 licenciados emigra»
Com a geração menos qualificada no poder, ignorante e "  Greedy"  , cometendo todos os dias erros de palmatória, Portugal continua a afundar-se.

JN: «Empresas do Estado fogem a corte salarial»
PS aprova regime de excepção para evitar fuga de quadros da Caixa Geral. Medida pode ser adoptada pela TAP, CTT, CP, Refer e ANA, entre outras
Esta medida do PS é mais uma medida criminosa que protege apenas os apaniguados do Partido, discriminatória, anti-democrática e anti-económica.

Passando por cima de todas as outras, o sector não transaccionável QUE SE CONFUNDE EM GRANDE MEDIDA COM AS EMPRESAS DO ESTADO OU COM MONOPÓLIOS NATURAIS PRIVATIZADOS, ao não diminuir os custos, e impor custos irreais a montante ao tecido que emprega, estrangulará o resto da economia nacional. 
Quando tiverem 30% de desempregados não se queixem.
Idiotas! 
É preciso criminalizar os idiotas que tomam estas medidas!


terça-feira, 23 de novembro de 2010

OS REGIMES DE EXCEPÇÃO

Já começou a caça ao regimes de excepção. 
Durante quanto tempo mais aguentaremos este gentinha?

O MERCADO DA BAIXA DO MINISTRO TS: NA ECONOMIA PRIVADA MANDAM OS QUE LÁ ANDAM

«Quando Sócrates decidiu cortar nos rendimentos à alta burguesia da Administração Pública, considerando como tal todos os que ganhem mais de 1.500 euros brutos, uma autêntica fortuna nos tempos que correm, o primeiro-ministro não deu grandes explicações, exibindo grande sofrimento explicou que esta era a última das medidas que ele decidiria.
Mas, Teixeira dos Santos, um economista reconhecido pelo seus dotes para as contas e previsões económicas, decidiu melhorar a sua imagem e transformou a excepção em exemplo. Afinal, o corte nos vencimentos não foi a última das medidas, como explicou Sócrates com um ar pesaroso, Teixeira dos Santos considerou-a como uma política de exemplo, um exemplo dado pelo Estado para que o sector privado lhe siga o exemplo, assegurando a contenção salarial.
Enfim, Teixeira dos Santos vingou-se de Vieira da Silva, o ministro da Economia deu o dito pelo não dito quanto a ir à pedincha do FMI e o Teixeira dos Santos vingou-se, decidiu entrar pela política salarial sugerindo aos patrões que façam como ele, cortem nos vencimentos dos seus empregados sem lhes dar explicações, mais ainda, aplicando cortes de forma discricionária e sem qualquer negociação.
É este o exemplo miserável que um Teixeira dos Santos desesperado pela queda da sua imagem decidiu dar ao sector privado, um exemplo de desrespeito pelas mais elementares regras da negociação laboral... em Câmara dos Comuns»
É tão certo como jogar à corda que a posição de TS, não confundir com TS de tarado sexual, não é brilhante. 
Não é brilhante porque imiscuir-se em gestões de empresas privadas é esquecer que nem todos são profissionais do amadorismo.

É que na economia privada mandam os que lá andam, e este ministro das finanças, uma verdadeira nulidade nacional, muito mais responsável que Sócrates que lhe venerou a (in)competência soberana, terá definitivamente um lugar no caixote de lixo da história da letra I do Guiness: incompetente!

Infelizmente saído também da pobre academia, que tais jumentos cria, o ministro Mendonça, louco de protagonismo, tenta tirar-lhe os louros!


SÓCRATES NA SOCIEDADE DAS NAÇÕES

Estando bem, ontem, inicialmente tenso, pois Sócrates sabe que Nuno Rogeiro é um entrevistador inteligente, informado e sem peias, foi interessante ver a melhor qualidade de Sócrates a vir ao de cima: a sua capacidade de resiliência e inteligência esperta, infelizmente anulada e negativada por uma incapacidade de abertura ao outro, que manifestamente lhe falta. 

A construção inteligente do mundo de Sócrates, mundo fechado, mundo onde sobressai a sua excelente capacidade de gestão das fraquezas próprias contrasta, infelizmente, com um excesso de narcisismo e incapacidade de empatia com o outro. 
 
Como dizia um amigo, Sócrates ficou (mal) marcado por muita coisa que lhe deve ter acontecido quando pequenino. 
E nós é que pagamos com isso?

O VÍTOR BAPTISTA, OS BLINDADOS PARA FAZER FACE AOS POPULARES, O FMI E A DEMOCRACIA

A festa na Assembleia da República continua. 
Por entre o cinismo de deputados como Vítor Baptista e Afonso Candal, o orçamento que aniquilará definitivamente Portugal não é nem minimamente retocado. A dita ""   democracia"   Portuguesa no seu melhor. Nenhuma alteração é feita quando proposta pelo(s) outro(s).
Repugnantes e de vómito, só havia um lugar para muitos destes personagens: o Campo Pequeno, onde o povo zangado os pudesse assobiar e vaiar como animais ferozes e insensíveis.

Talvez por antecipar revolta popular os blindados - e os 5.000.000 sem concurso público, verba pequena para os parasitas do sistema - estejam a chegar a Portugal. Serão utilizados amanhã na greve geral como antestreia?
Quanto terá havido de luvas para alguma desta gente de vómito e de náusea?

Numa democracia autêntica o fim dos ajustes directos estaria já há muito consagrado, e qualquer ajuste directo de verdadeira situação de emergência, teria de passar devidamente documentado por órgãos como o Tribunal de Contas e a própria AR. 
A democracia, no entanto, em Portugal, é um lugar muito mal frequentado. 
O FMI espreita, mas como Sócrates ontem disse na Sociedade das Nações, Portugal é diferente da Irlanda!
Obviamente que convêm ficar fora de olhares alheios! Obviamente para pior!

Pior não na qualidade de muitos quadros, que o demonstraram na organização da Cimeira da Nato e cujos frutos  são tirados por  homens como Sócrates - demonstrativos que há muita qualidade em muitos sectores em Portugal .
Pior, sim, mas na qualidade da democracia!

A GESTÃO DO COSTA E OS CUSTOS DE OPORTUNIDADE

«Dívida da Câmara de Lisboa acima dos 2 mil milhões
Derrapagem de 275 milhões só este ano
A Câmara Municipal de Lisboa deverá encerrar este ano com um passivo acumulado de cerca de 2,2 mil milhões de euros, avança o «Público».
Só este ano, o passivo anual deverá ser de 353,2 milhões de euros, mais 275 milhões do que o orçamentado para 2010, que não ia além de 77,9 milhões de euros. Este era o valor inscrito na proposta de Orçamento de 2010, que não chegou a ser aprovada.
O jornal escreve ainda que, no final do ano, o capital em dívida às instituições financeiras rondará os 464,7 milhões de euros, menos de 20 milhões do que no início de 2010.»

Uma avaliação de 4 em 4 anos é insuficiente para a manutenção da democracia. 
O Costa que foi a banhos para Cancun, é o exemplo perfeito do homem de Direito que invade o espaço do homem de gestão.
Curiosamente nalgumas áreas, como a do ensino desportivo este governo incongruente fechou as portas a outras formações com excepção dos licenciados em educação física. 
Porque não se faz o mesmo também na área da gestão? Talvez porque não convêm! 
É que o elemento custo de oportunidade, é um elemento económico fundamental para a gestão, irrelevante para o direito!

O CRIME TEM VÁRIOS ROSTOS

Qual a diferença entre um criminoso que comete um crime baseado no engodo do abuso de confiança, e um alegado legitimário que o é por enganar com falsidades e promessas?

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

XÔ FMI, XÔ FMI


«Sócrates diz que há quem deseje o FMI, mas garante Portugal não precisa»

Precisar, precisava. Mas não convêm que ninguém ponha as mãos nas contas, não é?

Antes foi o Desapareça de Soares. Agora o Xô de Sócrates.

Que mais irá acontecer?

 

UMA FRAUDE CHAMADA GOVERNO OU O SOCIALISMO DOS RICOS

«Mestrados em Portugal chegam a passar os 30 mil euros»

É por esta e outras que Sócrates e o seu governo não passam de fraudes.

RUI PEREIRA:O CRIME ECONÓMICO

O gasto de 5.000.000 em ambiente de crise brutal feito pela administração interna é criminoso!

Numa altura em que muitos Portugueses estão desempregados e já nem dinheiro para comer têm, este senhor demonstra como merece ser chutado de funções que exigem senso e responsabilidade.
A não ser que a ideia seja bater nos pobres e desempregados que irão começar a pulular à procura de alimento nos caixotes.

Vergonhoso!

domingo, 21 de novembro de 2010

INSIDE SOLIDÁRIO

Não há definitivamente dúvida que na vida há sempre pelo menos dois olhares, olhares que todos os dias se renovam. A política tem esse lado perverso de não nos deixar olhar neutralmente, quanto possível, os vários olhares da vida.

O bom político será com certeza aquele que se consiga libertar da box, e consiga viver em constante estado de empatia e humildade. Não é fácil, porque a luta de trincheiras e as lealdades afagam todos os dias o nosso o ego. O nosso porque somos todos políticos. Por isso o socialismo, a social democracia ou a democracia popular são apenas diferentes na ousadia dos putativos líderes.

Sendo um quase velho novo ou um novo quase velho para a vida e para o emprego, tenho ainda  a ambição de ver um mundo novo na política, com gente que sirva q.b., gente que faça da política e dos lugares públicos apenas mais uma profissão e se crie um novo paradigma de felicidade de vida.

Afinal não são a grande maioria dos políticos pobres alminhas infelizes, gente muito triste, sempre amarrada a um ego e a um anel de Frodo que os catapulta para as catacumbas de uma inside vida.

Não pudesse alguém aprender consigo! Eles são uma parte da sua aprendizagem, a mais feliz e a mais humanista!

PORTUGUESES SÃO DOS QUE FAZEM MENOS GREVE. PORQUE SERÁ?

Será bom, será mau?
É pelo menos indiciador de um país de gente consciente, mas simultaneamente descrente e em sobrevivência.

sábado, 20 de novembro de 2010

SEGURAMENTE UM DOS ÚNICOS VERDADEIRO SOCIALISTAS

«« O deputado socialista António José Seguro defendeu, hoje, na Trofa "uma estratégia que distribua os sacrifícios de modo proporcional aos rendimentos, com a consciência de que muitos dos nossos concidadãos já não têm mais furos para apertar no cinto".
"Portugal precisa de uma estratégia que tenha uma profunda dimensão ética e adopte medidas concretas no combate às desigualdades salariais e à distribuição dos rendimentos, particularmente nas empresas com capitais públicos", afirmou, frisando que "os exemplos têm de vir de cima, pelo que não pode haver lugar a decisões com sinais contrários".»

EMEL E CÂMARAS EM FALÊNCIA

Trabalhadores da EMEL também aderem à greve geral
«Funcionários estão contra «atitudes repressivas e provocatórias» da empresa»
Que aborrecimento! Provam do veneno do seu trabalho?
Por mim a EMEL podia até fechar as portas. Agradecia a felicidade dos cidadãos e os cofres do Estado!
Quanto às 50 Câmaras à beira da falência, um sexto do efectivo Camarário existente, que boa altura para fundir 100 delas nas outras 200, já não falando nas Freguesias, Governos Civis, ... Entretanto, enquanto isso, o nosso Costa do Castelo passeia-se e bronzeia-se pelo México de sombrero, levado pela angústia dos seus subordinados e pela necessidade de combater a crise.
Ele há gente fantástica na política, não há? Já cheira a fim de festa?Será que já se estão a abrir lojas e filiais fantásticas?
Notícia final fala na explosões sociais prestes a acontecer. 
É natural! Tirar subsídios de desemprego, sociais, criando o desespero do alimento, para manter estruturas anquilozadas não se fazendo o verdadeiramento necessário, a reforma estrutural rápida e profunda do Estado castrador da economia, para manter lealdades e hordas de seguidores, acabará em  banho de sangue?
A ver iremos, mas entretanto muitos dos responsáveis voarão para os paraísos fiscais onde se acolitou, só no ano passado, 1,6% do PIB de 2009.

O EXPRESSO DA MEIA NOITE DOS DIAS DA REFORMULAÇÃO DO CONCEITO NATO

Ontem no Programa de Ricardo Costa e Nicolau Santos com Monjardino, João F. Amaral, Sande e um outro empresário de origem Alemã, as ilacções foram:

1) a falta de solidariedade da Europa em situações de crise, o que obviamente não só vai contra os Tratados, como não abona em favor de um modelo incompleto ou cuja construção vinha já com propósitos definidos.
2) O eixo Merkel - Sarkozy é um eixo baseado numa Alemanha que vê o Euro como uma desforra política de humilhações seculares e como um instrumento de manutenção de uma solidez da moeda, que tem raízes históricas numa certa fixidez  idiossincrática. Esquece-se a Alemanha que o Euro significa uma Europa a várias velocidades, como acontece em qualquer país que não se dessolidariza com qualquer sua região por falta de competitividade. A economia regional ensina que só com instrumentos políticos solidários é possível evitar uma tendência de desenvolvimento centrífugo. Razão têm pois os pequenos países descentrados, de serem chamados à destruição do seu tecido produtivo sem contrapartidas reais de solidariedade na criação de ambiente competitivo.Os Alemãs tem definitivamente de ver para além da sua Volks caseira.
3) Países como Portugal têm possibilidades reais de reverter a sua situação de constante défice asfixiador da economia, haja vontade, visão política para isso e  mais importante, ética. O exemplo do empresário de origem Alemã é simbólico e demonstrativo de uma incapacidade Portuguesa de criar empreendedores, diferentes daqueles que andam já a correr para distribuir os dividendos este ano, entricheirados no seu monopóliozinho ou oligiopóliozinho, demonstrando serem maus Portugueses, e leais apenas com o interesse próprio. 

Em tempo de crise contam, ou deviam contar, os interesses gerais!

A SCHRODERS E KEITH WADE

«Keith Wade: 'É perigoso cortar salários'». Economista-chefe da Schroders critica a lógica do Governo: «Cortar salários numa altura de fraco crescimento económico é perigoso e pode criar desemprego e défice estruturais»
Depende obviamente dos salários que se cortarem!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O QUE PENSAM OS PORTUGUESES


«O verdadeiro político socretino é aquele que, quando já começa a ver luz ao fundo do túnel... compra mais túnel !!!!!!!»

terça-feira, 16 de novembro de 2010

OTOC E OS PREJUÍZOS QUE ESTE GOVERNO FAZ À NAÇÃO


 INFORMAÇÃO
DEDUÇÃO DE PREJUÍZOS FISCAIS


Conforme tem sido noticiado por diversos meios de comunicação social, bem como através da exposição enviada ao Senhor Ministro das Finanças, manifestamos a nossa profunda discordância com a proposta de adição de um novo n.º 11 ao artigo 52.º do Código do Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas, nos termos da qual, o direito à dedução dos prejuízos fiscais ficará condicionado à certificação legal das contas por um Revisor Oficial de Contas.
Não se vislumbra qualquer justificação para esta norma, pois confunde mera acidentalidade de exploração com eventuais situações crónicas de apresentação de prejuízos.
Porque posterior à formação dos factos e situações concorrentes para a formação do resultado contabilístico, de onde emerge o resultado fiscal, a mencionada certificação legal limitar-se-á à constatação dos factos, não lhe acrescentando qualquer mais-valia.
Por outro lado, indiscutivelmente, coloca o profissional da certificação numa situação complexa, pois não tem as mesmas condições objectivas e eficazes para, em tempo útil, agir em diligência no que concerne aos sinais de alerta, colocando em crise a responsabilidade prevista no n.º 2 do artigo 24.º da Lei Geral Tributária.
A medida, a ser aprovada, conflitua directamente com disposições estabelecidas no Código das Sociedades Comerciais e coloca em crise um conjunto muito significativo de princípios de doutrina tributária, acabando por desestabilizar todo o edifício da tributação, na medida em que transforma em letra morta o disposto no n.º 1 do artigo 75.º da Lei Geral Tributária.
Ou seja, a boa-fé e verdade tributária que aquele artigo atribui às declarações dos contribuintes pode ser agora colocado em causa, não subsistindo, consequentemente, qualquer declaração dos sujeitos passivos.
Mas, independentemente do descrito, a medida colide directamente com as responsabilidades por lei definidas para os profissionais através dos respectivos estatutos, invadindo competências que o legislador atribuiu a uma classe profissional, responsabilizando-a pelo seu cumprimento.
Para além do descrédito de uma forma injustificada e insustentada, esta proposta demoniza uma profissão, endeusando outra.
É esta situação que nos faz seriamente questionar sobre as razões que poderão ter estado na base desta norma:
1) Não tem preocupações de justiça tributária, pois, conforme verificamos, a certificação legal das contas limita-se à constatação de factos, não tendo os ROC competência para alterar o resultado contabilístico, visto ser essa uma competência da DGCI, através dos seus serviços de Inspecção e Prevenção Tributária;
2) É arbitrária e contrária à verdade tributária, uma vez que não procura enquadrar as situações de facto que conduziram ao resultado fiscal negativo, conceptualizando da mesma maneira eventuais situações crónicas que podem indiciar comportamentos fraudulentos e situações de verdadeira acidentalidade, acabando por penalizar, quem por força da má sorte já foi suficientemente castigado com as situações que conduziram ao resultado negativo;
3) Exterioriza um estado de espírito sobre a definição das pequenas e médias empresas num contexto de incumprimento, dando delas uma imagem incoerente, não observando o importante papel que as PME desempenham na estabilidade social e na substituição da protecção governamental, através da criação e manutenção dos postos de trabalho.
Pelos motivos apontados e muitos outros que por razões de espaço não se evidenciam, a Ordem tem vindo a encetar esforços e contactos, com vista a sensibilizar quem de direito para que a mencionada norma não ganhe a forma de lei.
Realizámos reuniões com os grupos parlamentares do PS, PSD e CDS/PP, os restantes não responderam em tempo útil à nossa solicitação - no sentido de os sensibilizar para as questões em apreço, bem como dos efeitos negativos que advirão para todos os sujeitos passivos com rendimentos da categoria B, por consequência da remissão prevista no artigo 32.º do CIRS.
Sabemos que nem sempre os resultados são directamente proporcionais ao esforço despendido, pelo que, independentemente do dever cumprido pela Ordem, a mobilização, neste domínio, revela-se também muito importante, pelo que sugerimos a todos os colegas que através de fax, e-mail ou outros meios que julguem adequados, façam chegar ao Primeiro-Ministro, ao Ministro de Estado e das Finanças e aos grupos parlamentares da Assembleia da República, a sua firme repulsa pela implementação desta medida.
Finalmente gostaria de esclarecer que nada nos move contra os Revisores Oficiais de Contas. Não são pessoas ou profissões que estão em discussão, são medidas que não têm qualquer justificação ou sustentabilidade.
Movem-nos princípios.
Na expectativa de que os colegas façam chegar àquelas entidades a vossa discordância com a medida apresentada, apresento as melhores saudações associativas.
Lisboa, 16 de Novembro de 2010
O Bastonário 
(A. Domingues Azevedo)

A GENTALHA DE PORTUGAL E OS OUTROS COMO P. RUFINO

 
«De nada! Ainda estou para ver um político a andar a pé, a prescindir de (quase) todas as mordomias, ou a limita-las (como os telemóveis), a emagrecer gabinetes, a prescindir de cartão de crédito, etc. O mesmo quanto a outras figuras, como gestores públicos e presidentes de organismos, ou institutos estatais. Noutros países, este tipo de comportamentos faz parte da ética política. Na Suíça, aqui há uns tempos, uma ministra, por ter utilizado o helicóptero para a transportar a casa, acabou por ter de se demitir. O aparelho servira, exclusivamente, para a transportar para uma cerimónia oficial. Uma vez concluída e terminado o dia de trabalho, era suposto regressar a casa pelos seus próprios meios. Ao ter enveredado pela “boleia” de helicóptero, caiu-lhe “o Carmo e a Trindade” em cima, ou seja, o clamor do público…contribuinte, sempre muito exigente por aquelas paragens. Em Portugal, tal seria impensável e nem mesmo o público se importaria, tão distanciado está de determinadas condutas e procedimentos éticos dos seus governantes. Que até acha normal! E há muitos mais exemplos. O monarca norueguês anda, muita das vezes, de bicicleta, e os ministros britânicos aceitaram perder muitas das suas mordomias, como a viatura, na maior parte dos casos.
Enfim, são estas as diferenças, estas as indiferenças, estas as atitudes que nos distinguem de outros povos, de outras democracias, que nutrem um profundo respeito pelo erário público…e por quem para ele contribui! Como a autora deste Blogue uma vez referi - e bem! há comportamentos que se deveriam reger por uma “coisa simples”: Ética. Acima de tudo em política! Esta ausência de ética, todavia, é, infelizmente, transversal na Política do nosso país.
P.Rufino»
Nem todos por certo caiem neste epíteto pouco agradável. 
Mas se caiem, caiem por omissão e por não terem coragem de não dizer basta a tanta desvergonha, falta de ética  e incompetência!

SALÁRIO DO GOVERNADOR SOFRE CORTE DE 1700€ POR MÊS.SÓ?

Salário do governador sofre corte de 1.700 euros por mês


Carlos Costa recebe cerca de 17,3 mil euros por mês brutos.
Carlos Costa recebe cerca de 17,3 mil euros por mês brutos.
«O Orçamento para 2011 prevê cortes salariais para toda a administração pública, incluindo o sector empresarial do Estado e entidades independentes, como é o caso do Banco de Portugal.
As reduções serão aplicadas a 1 de Janeiro de 2011 e afectam vencimentos superiores a 1.500 euros brutos.
As reduções serão de 3,5% para salários até 2 mil euros e a partir daí é aplicada uma taxa progressiva que vai até 10%. Esta taxa máxima será aplicada a salários superiores a 4.165 euros. O que significaria que se o corte defendido pelo Governo fosse aplicado ao Banco de Portugal, Carlos Costa, que recebe 243 mil euros anuais (cerca de 17,3 mil euros por mês brutos), teria um corte salarial de mais de 1.700 euros.
Outra das medidas que afecta o sector público é o congelamento das admissões em toda a administração pública. O Governo admite contratações excepcionais mas só com autorização prévia do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.
Também as promoções e progressões na carreira estão travadas desde Outubro na administração central. E o Governo já garantiu que em Janeiro de 2011 a regra será alargada às restantes administrações. Estas medidas de austeridade para o sector público são consideradas fundamentais pelo Governo para reduzir o défice para 4,6% em 2011.»
Obviamente que todos sabem que um País como Portugal não sustenta remunerações desta jaez. 
Remunerações destas só são possíveis na inversa medida de desempregados sem subsídio de desemprego e uma classe média a proletarizar.
A diferença desta situação relativamente ao passado, é que a arrogância e vaidade de alguns destes senhores no passado alicerçava-se numa falta de formação de grande dimensão.
Tal não é o caso actual. O aumento exponencial da formação nas classes médias faz com que hoje juristas, e toda um panóplia de profissões devidamente encartadas ou licenciadas, seja remunerada em média a metade do putativo corte salarial deste senhor.
É por isso que ninguém, nem os mercados, acredita que Portugal mude sem ser à força de intervenções externas ou uma eclosão social. 
É que arreigados aos seus poderes discricionários, a pseudoelite Portuguesa só acorda com uma valente bofetada.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

IMPERATIVO DE CIDADANIA

Começa cada vez mais a ser um imperativo de cidadania a revolta contra os governantes que têm as "  mãos sujas".
É preciso que cada Português de um vez por todas abandone o seu comodismo rasteiro ou a sua cobardia intestina.
Nunca tantos prejudicaram tantos em tão pouco tempo.
O desvario no Estado " apela"  à revolta popular democrática. Apela às consciências de boa vontade, contra criminosos que sobrecarregam todos os dias com mais taxas e impostos. 
A história dos povos está cheia de exemplos de má governação, de locupletação e de Estados de barbárie tomados por figuras sinistras.
A indiferença de uma parte da população Portuguesa pelo seu destino, alheando-se da sua condição de cidadania, em períodos de vacas gordas ou magras, levou a este resultado.
Mas está na altura de reverter a crise em oportunidade, oportunidade de, de uma vez por todas correr, com um cravo na lapela, com criminosos político-económicos que fizeram da política a sua caverna de Ali-Babás.  

O QUE DIZ O BLOG CLEPTOCRACIA PORTUGESA

«Depois da ressaca das novas medidas de austeridade que vêm aí ,os nossos governantes pedem poupança contenção e que façamos mais uma vez sacríficos.
Nem deixam assentar a poeira, adquirem de rajada uma viatura para convidados do Estado. Um Mercedes S450 CDI no valor de 140.876 euros. A "explicação" dada, foi pelo "custo de manutenção da anterior viatura e obrigações protocolares".
Um cidadão normal que tenha um carro antigo e a precisar de uma revisão geral o que faz ? Não brinquem connosco. Se não temos dinheiro e estamos em restrições alugue-se um carro por uns dias ou compre-se um carro híbrido e mais em conta. Receber com dignidade não é o mesmo que sumptuosidade.
É uma vergonha! Depois queixem-se , o povo - «o povo é sereno» - tem que acordar para isto e muito mais. Esta noticia veio a lume, mas haverá outras peripécias que não se sabem. Definitivamente o exemplo não vem de cima e assim não vamos lá.
O Presidente da República deveria inviabilizar esta compra. Devido à cimeira da NATO compramos carros, e por outro lado são estes senhores europeus que nos mandam apertar o cinto. Um verdadeiro paradoxo...
Não seria vergonha nenhuma pedir um carro emprestado à Europa para as nossas obrigações protocolares.
Que dirão a maioria dos portugueses que gostariam de trocar de carro e não têm possibilidades para isso. Não há dinheiro não há gastos.
Este episódio mostra a nossa cultura permissiva - «quanto mais me bates mais gosto de ti» - mas que deve ser denunciada e condenada
DIVULGUEM  E REVOLTEM-SE CONTRA ESTA CORJA DE L..!!»
Pergunta de Anjo. Será isto verdade?

HANS WERNER SINN E A MENSAGEM PARA AS ELITES POLÍTICAS, E NÃO SÓ, PARASITÁRIAS

«Quanto mais cedo se aperceberem que terão de reduzir os níveis de vida, mais fácil será». O aviso é de Hans-Werner Sinn, presidente do instituto IFO, e um dos mais importantes economistas alemães, que esta segunda-feira, numa entrevista ao «Jornal de Negócios» lamenta que países como Portugal, Irlanda e Grécia tenham vivido «um longo período de tempo acima das suas possibilidades, financiando parte do se uconsumo com fundos privados e públicos emprestados».

SANGUE FRESCO


A escroqueria continua a ganhar força.
Agora através de uma nova taxa. 
A ocupação dos solos do gás, taxa que os Portugueses pagarão na factura do gás natural.
Não há limite em Portugal À ESCROQUERIA, como não pode haver memória curta para com os escroques que "" matam"  aos poucos à fome a maioria dos cidadãos Portugueses, para manterem os seus empregos improdutivos ou fazerem lucros obscenos.