quinta-feira, 16 de agosto de 2012

FISCO, A CONTRADIÇÃO, O MUNDO DOS IDIOTAS

Recebida a reavaliação do imobiliário concluímos que vivemos no mundo da contradição.
Para efeitos de IMI o imobiliário tem um coeficiente devastador: o coeficiente de localização.
Para quem mora em Lisboa em bairros como Campo de Ourique, Campolide, bairros muitas vezes populares, o coeficiente significa não, 1, nem 2, nem 3... a diferença que vai entre uma avaliação final tripla: entre o IMI incidir (exemplo) num valor de 60.000 ou 180.000 €.

Ou seja, para o fisco viver numa cidade como Lisboa é um luxo, ao contrário do que nos diz a necessidade de reabilitação da cidade e da necessidade de atracção do factor suburbano que tanto pesa na economia.
Sejamos pois todos camponeses, pois então!
 
Há mais idiotas a governar para além destes? 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

ACABOU-SE O FUTEBOL GRÁTIS! MARAVILHA!

Maravilha!
Vamos lá ler, ir ao cinema, fazer formação, ir a museus, teatros, escrever, pintar, tocar, fazer desporto em vez de o distilar, participar de actividades de cidadania e políticas, controlar os dinheiros públicos, ...
Maravilha, este fim do futebol grátis, desta alienação e estupidificação semanal e diária...

CLIENTE OU UTENTE, ENGANO OU PROPÓSITO?


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A ASAE E A LANDSHAUSE BUNGALOWS


Mais uma machadada da ASAE na economia nacional.
Para quando a extinção desta anormalidade institucional?

sábado, 11 de agosto de 2012

PHILIPP ROSLER: THE VIETNAMESE GERMAN, TOO BAD TO BE TRUE

Philipp Rösler (born 24 February 1973, A physician by profession, has been the Federal Minister of Economics and Technology. 
Only with 38 years what does he knows about economics and Europe?  
Very few! 
Is this the quality of european politics our days!
 




sexta-feira, 10 de agosto de 2012

BCE: UMA INSTITUIÇÃO «COM MUITOS IDIOTAS» E ALGUNS CRIMINOSOS DENTRO?

Para aumentar a competitividade, o BCE considera «urgente» reduzir os «custos laborais e as margens de lucro excessivas», especialmente nos países com uma alta taxa de desemprego. Primeiro, o banco central sugere medidas como «reduzir o salário mínimo», «relaxar as leis de proteção laboral», «permitir o contrato individual de trabalho» e «abolir a correlação entre salários e inflação».

Mas reduzir os custos laborais não é suficiente para incrementar a produtividade «permanentemente». O BCE deixa como exemplos medidas adicionais, como privatizações, «inovação nos processos produtivos com a criação e invenção de novos produtos», «reforçar a formação da mão-de-obra» e «iniciativas para favorecer a criação de negócios».
Ao olhar para a receita do BCE chegamos à conclusão que este organismo desfocado de muitas realidades nacionais é tudo aquilo que lhe conseguirmos chamar.
Adriano Moreira já há muito avisava na sua teoria das relações internacionais sobre o perigo da informação globalizada, usada para fins pouco subsidiários. 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A MÁFIA DAS PARCERIAS

ASAE: MAIS UMA POLÉMICA NO CAMINHO DA DESTRUIÇÃO DE RIQUEZA NACIONAL

«Empreendimento tem espaço para autocaravanas sem qualquer licenciamento
O PÚBLICO tentou contactar a ASAE mas ainda não foi possível obter esclarecimentos. Durante a tarde, o proprietário, Manuel Brites, admitiu à Lusa que o empreendimento possui também um espaço para autocaravanismo sem qualquer licenciamento. “Nesse espaço é que o projecto ainda não deu entrada na Câmara [de Alcobaça], de resto está lá tudo”, disse Manuel Brites.
Segundo o administrador, a ASAE ordenou o encerramento das instalações até ao dia 14 de Agosto, mas Manuel Brites diz que vai recorrer da decisão. Neste momento já se pode falar em “milhares de euros de prejuízo”, porque, salientou, “depois da primeira ordem da ASAE foram enviados para o sul de Espanha 600 pessoas, através dos nossos operadores franceses”.
“Tudo temos feito para termos isto legal. Temos todos os projectos de especialidade aprovados, as vistorias da saúde, temos o presidente da região de turismo do Oeste a dizer que este é um projecto de interesse nacional e regional”, declarou. “Estamos a tratar da licença de utilização há dez anos”, destacou.
No interior do empreendimento vive-se o típico ambiente de férias e não há manifestações de preocupação por parte dos turistas, sobretudo franceses, mas também espanhóis.
Nos cinco minutos em que foi permitida à Lusa recolher imagens e falar com os utentes, pelo menos um grupo de quatro jovens franceses, oriundos de Paris, que estão integrados numa colónia de férias, expressou a sua surpresa sobre o possível encerramento do parque.
“Deixa-nos preocupados, claro, até porque não sabíamos de nada”, disse um dos jovens, que preferiu não revelar o seu nome. Já Pauline Grappin, outra jovem francesa que veio sozinha para um empreendimento aconselhado pelos pais, admitiu desconhecer a polémica.
“É verdade que ontem vi a polícia, mas julguei que fosse uma operação de rotina e eu continuei as...»

Basta isto para se perceber quais as entidades que são verdadeiros organismos de destruição de riqueza nacional.
As verdadeiras reformas passam pela extinção, ou pelo menos, retirada de competências a instituições como a ASAE: o liberalismo económico não se compadece com regras burocráticas demasiado estreitas que pouco mais fazem que ser potenciais geradores de corrupção.
O licenciamento, zero, que afasta os impedimentos e subdesenvolvimento, tarda!
Como também tarda a reforma do orçamento zero!
Bom senso exige-se aos agentes económicos, mas acima de tudo às corporações do regime, que impedem o desenvolvimento: esta a verdadeira reforma a fazer em Portugal!
Um governante inteligente fazia política sobre todos estes impedimentos que matam a motivação em portugal e criam corrupção e subdesenvolvimento: tudo o resto é palha e irrelevante!

sábado, 4 de agosto de 2012

OBRIGADO, PASSOS, PEDIRAM-ME PARA TE DIZER OS VELHOS DESTE PAÍS

«Mais de 41 mil idosos deixaram de comprar o passe

Número registado depois de deixaram de usufruir de desconto»

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

DISCURSO CLARO, DEMOCRACIA CLARA

1) o problema do mundo actual é um problema de valores e de exemplos.
2) as elites, são elites, não para se apropriarem dos bens públicos, mas para ser um exemplo.
3) a alteração do conceito de elites para elites do poder, trouxe a Portugal não elites forjadas nas artes, ciências... mas nos partidos políticos - falsas elites no exemplo. Os seus exemplos de subida no elevador social através do poder, o tal que frodo sentiu pelo anel, foi confundido pelo ter e não pelo ser. O povo de que eles provinham, seguiu-o, enebriado, não frugalmente, confundindo valores. 
O povo que somos todos quis sentir-se inclusivo mas da pior forma, através do consumismo induzido para além eventualmente do que o país lhe podia dar. A formação foi vista não como um enriquecimento, mas como um botão para a próxima paragem do elevador social.
4) só que o povo manteve-se em patamares baixos de rendimento e consumo, perfeitamente compreensíveis, não indo muito para além do essencial numa sociedade contemporânea - com as devidas excepções (ter uma habitação condigna não é pela certa ambição desmedida: desmedido foi o mercado que pendeu para a oferta com as margens excessivas para alguma indústria).
5) no meio de tudo isto a fraca democracia que temos, pouco participativa e completamente fosca, fez o resto. Os abusos do costume à mesa do orçamento, com políticos, jornalistas, grandes empresários, fez o resto... que não é uma novidade mas uma réplica e a imagem da nossa história.
6) o ideal era um país com igualdade de oportunidades à partida, sem deixar ninguém para trás; com um sistema político transparente e participação dos cidadãos nas decisões (para que é que servem hoje as novas tecnologias senão para diluir a representatividade, indo à fonte da democracia?); com o fim de todas as mordomias (reformas em duplicado, vitalícias, uso de bens públicos, contratação pública completamente transparente, orçamentos de base zero e totalmente justificados, combate sem tréguas à corrupção,sistema de justiça à inglesa, sistema de justiça escrutinado ...)
Talvez, assim, a cidadania já não precisasse dos carolas, que mais não querem do que ser carolas pela justiça, equidade mínima e liberdade...

FINALMENTE PELO CAMINHO CERTO?

Finalmente um medida que merece aplauso.
Que o governo encontre em si a força para poder nas PPP e rendas excessivas esticar muito mais a corda, sem parecer que as medidas de pequenas são apenas para Inglês ver e Português calar.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SERÁ MENTIRA O QUE ESTE CIDADÃO SENTE?

«Acho muito bem! Não posso ir de férias mas, só por causa disso sou capaz de lá dar uma saltada e espetar-vos com um molotov para cima. Não precisais nem mereceis ter férias: os portugueses também ficaram sem feriados, sem subsídios, muitos ficaram sem casa, sem saúde, sem dinheiro, sem paz, sem justiça, sem alegria, sem esperança, sem trabalho! …Já "governais" há um ano e a JUSTIÇA continua “aos papéis”, as PPP continuam praticamente na mesma, as fundações e institutos vão “de v ento em popa” e nem sequer prestam contas, as nomeações de boys não pararam, os ajustes diretos continuam, as fugas aos impostos aumentaram, a descapitalização do país aumentou mas cresceram as “off-shores”… no entanto tivestes tempo nacionalizar o que dá lucro, para o código de trabalho, cortes na saúde, na educação e nos salários de quem trabalha e aumentaram os impostos e o desemprego. Só vos favorecestes a vós próprios, aos administradores, gestores, à classe política, financeira e à maçonaria...» 

DE GOLPE EM GOLPE ATÉ À DESTRUIÇÃO ECONÓMICA FINAL

«Todos os dias fecham «entre 15 a 20 empresas» no distrito do Porto. O balanço foi revelado esta quarta-feira pelo presidente da Associação de Comerciantes do Porto (ACP), que alertou ainda para os impactos negativos que a nova lei do arrendamento terá no setor.

«Em 2012, estão a fechar entre 15 a 20 [estabelecimentos de comércio e serviços] no distrito do Porto e entre cinco a sete no concelho», adiantou à Lusa o presidente da ACP, Nuno Camilo. Estes encerramentos têm impacto no desemprego, já que «cada empresa terá três a quatro trabalhadores, pelo menos».

Em causa estarão, portanto, entre 45 a 80 postos de trabalhos a menos no distrito, por cada dia que passa, observa o responsável, pedindo medidas urgentes «sob pena de o desemprego aumentar de forma desmesurada».

Em «situação de alarme» está o setor da restauração, devido ao aumento da taxa de IVA de 13% para 23%, que está a deixar «muitos empresários em incumprimento».

«A taxa de esforço que está a ser pedia aos empresários é muito grande», critica o presidente da ACP.

Em setembro, a situação vai «agravar-se», devido «ao fim do trabalho sazonal» e a empresas que já resolveram «que não vão abrir mais».

Até o «terminal de pagamento automático por multibanco nas lojas está a desaparecer». Um «sinal de que as empresas estão a ir ao limite do corte dos custos».

O presidente da ACP lamenta que «até a lei do arrendamento», promulgada na segunda-feira pelo Presidente da República, «está a prejudicar as empresas».

«Imaginemos um café ou uma loja que paguem uma renda baixa. Estas rendas vão subir também para os empresários. O que está previsto na lei é que, se não houver acordo entre o proprietário e o inquilino, este seja indemnizado. Mas o valor dessa indemnização pode não chegar para o empresário pagar aos colaboradores».

Assim, acrescenta, «o empresário fica sem emprego, sem dinheiro e sem direito a subsídio de desemprego».

Tal coloca em causa também os restaurantes ou as farmácias, e, neste último caso, existem «determinados critérios relativamente aos locais aonde se podem instalar», o que pode dificultar a sua reabertura, alerta Nuno Camilo.

«A legislação que vai entrar em vigor deixa-nos com muita preocupação», afirma, considerando que as medidas vão «causar grandes transtornos aos empresários».

Observando que «a situação económica do país se está a deteriorar de forma muito rápida», Camilo defende «uma renegociação da dívida, para não haver este estrangulamento das empresas e das famílias».

VALOR DA CIDADANIA = 0

Tema: Equidade

Mensagem:

Exmº
Sr. Presidente da República
..., de ... anos de idade, com sessenta cadeiras semestrais efectivamente efectuadas e concluídas em Universidades públicas, com média de 17 valores, ... por efeito da destruição do Pequeno e Médio tecido empresarial Português, por excesso de rendas dos sectores protegidos e de todas as formas de amiguismo, tráfico de influências, inconsciência, falta de sentido de estado, falta de sentido patriótico e corrupção, que parecem grassar na sociedade Portuguesa, fruto de um sistema partidário aparentemente corrompido e sem pingo de ética na relação com a cidadania, apenas formal e pouco regular, sem qualquer tipo de apoio social ou hipótese de trabalho no actual quadro de destruição da economia nacional, sem qualquer tipo de conhecimentos construído em grupos de interesses que lhe permitam singrar por mérito, em face da falta de vergonha na atribuição ao ministro Miguel Relvas da equivalência em Universidade Privada, ao grau de licenciado, sem a respectiva transmissão e avaliação de conhecimento – mesmo que permitida na letra que não no espírito pelo Processo de Bolonha, podendo indiciar não ser caso isolado nos cargos que tantas consequências podem ter nos cidadãos através da governação, vem solicitar a Vª Excª. se digne mandar informar, se devo inferir vivermos num estado formal de direito ou, ao invés, numa aparente democrática República desprovida de valores aparentada com uma novel monarquia de nobreza de corte.
Porque sei que nos tempos que correm parece ser um privilégio poder manter os meus valores de carácter impolutos, o sentido de humanidade e equidade com os meus semelhantes e concidadãos, que preservarei até ao fim dos meus dias, mesmo face às iniquidades contínuas verificadas e constatadas através de canais formais e informais de informação e na avaliação e escrutínio dos comportamentos, mesmo com as consequências de... , face ao conhecimento do preenchimento de vagas por ajuste directo de lugares de jovens assessores e assessores jurídicos estratégicos – no quadro das privatizações - cada vez maior e por valores que são uma afronta aos rendimentos de pessoal mais qualificado e com muito maior experiência, numa sociedade onde o exemplo é o contrário ao desejado, resultante de actuais e passadas elites do poder, sendo em Portugal a meritocracia uma anedota, fico a aguardar resposta de V. Excª para saber se ainda há esperança e lugar, em Portugal, para cidadãos de carácter, descomprometidos com o carreirismo começado nas juventudes partidárias.
Com a certeza do sentido, impoluto, de carácter e patriótico de V.ª Excelência, aguardo atenciosamente resposta,

 «Resposta à cidadania pelo chefe da casa civil da PR.
 Acuso a recepção e agradeço a mensagem... bem como os comentários que entendeu fazer. »

Resposta pequena para uma cidadania diminuta! Alguma coisa, muda! Nada! O sol continuará a rodar por entre a terra... a história, no entanto, não será meiga para com estes personagens que como Barrabás lavaram as suas mãos e cuidaram das suas reformas douradas, pagas por aqueles a quem esbulham a cidadania, através de um sistema político esclerosado e inimigo do cidadão, em quem muitos votaram para serem figuras activas e equilibradoras!
Entretanto, soube-se que uma empresa do regime tomou para si em concurso, o pavilhão atlântico... os tempos estão difíceis!

NOSTALGIA DO FUTURO

Caro David Justino

Também o conheci, caro David Justino, numa célebre reunião camarária, ladeado pelo grande populista e amigo do seu povo, Isaltino, que muito fez por Oeiras e não só: a lei dos homens pode ser manipulada, o grande olho de deus, não! Já no anterior regime português havia quem votasse no deus, pátria e autoridade, e esquecesse que tudo se sabe na informalidade da cidadania: os canais informais são uma chatice para o poder! E, Oeiras, caro David Justino, entre a destruição de uma agradável vila e um actual dormitório de betão, é um case study para o futuro. Verdade, seja, caro David Justino, que muitas coisas se fizeram bem e comparam bem na generalidade do país das rotundas e dos pavilhões sem utilizadores... que o provincianismo arrogante e inchado que chegou há umas décadas à capital pela mão dos partidos políticos em geral, fez desta o deserto que conhecemos atirado para os subúrbios.
Aqui não há inimigos, nem adversários, caro David Justino, apenas cidadãos que debatem e concordam com muito do que diz, mas também se permitem discordar, porque discordar não é social democrata, é bolchevique, e demonstra uma tendência para o envelhecimento do espírito, incapaz da tolerância e de aceitar o outro: faz-me lembrar todos aqueles que nostalgicamente acham que no seu tempo é que era bom e exigente. E isto é uma crítica implícita ao bom do Nuno Crato, para quem a exigência não combinava com calculadoras e já percebeu que a realidade é bem mais complexa e o mundo da assumpção do conhecimento mudou e já não é igual ao que era no seu tempo de estudante de económicas. Há sempre outros que vale a pena ouvir e esse é um grande defeito português: fala-se de mais querendo impor, ouve-se de menos...e, assim, aprende-se pouco, pensando-se saber tudo, desvalorizando o que os outros dizem. As visões de um ponto são sempre mais enriquecedoras que a visão de um ponto. A vista, engana-se, sobremaneira, porque muitas vezes estamos demasiadamente pouco distendidos. 
E o que é certo é que há uma responsabilidade intrínseca das ditas elites de Gaetano Mosca, mas há também asneiras brutais com este governo...e acima de tudo, sistema político corrupto que vive na cama (sem a alexandra de outros tempos) com interesses que não são nem populares nem portugueses.  E estas, caro David Justino, os partidários de Portugal, não a podem calar, porque ameaçam a crispação quase doentia de uma política idiota em geral que diz branco sempre que o outro diz preto. Portugal tem sido sujeito a políticas erradas há muito tempo? Com certeza! Mas a crispação do miserável jogo político, não pode ocasionar cegueira nos seus agentes, que tem que ouvir e fazer participar todos os cidadãos nas medidas! Sob pena de irmos substituindo Portugal por reinos, sejam eles laranjas, rosas de outras colorações! 

PORTUGAL É MAIOR QUE AS BARRICADAS PARTIDÁRIAS

Ninguém nunca duvidou dos erros que se arrastam há muitos anos na sociedade portuguesa: e logo desde o início qualquer português com alguma escolaridade detectava no anterior governo o delírio anunciado previsível.
Neste país, normalmente quem tem voz é quem teve responsabilidades governativas ou partidárias e cujos actos por acção e omissão estão bem à vista de todos.
Sempre fui um combatente da justiça, da ética e da equidade, e sempre serei: tirei o pulso a Isaltinos, Loureiros, Sócrates e cias. que são reflexos do que há de pior na sociedade portuguesa.

O mérito em portugal não existe porque ninguém nunca assume as suas responsabilidades e a cidadania é frágil.
O que é feio, no entanto, é a cegueira de quem vive no branco ou preto e ataca quem factualmente nunca foi responsável pelo resultado que está à nossa frente. O ser contra ou favor não está no tudo, está nas medidas de per se: concordar ou discordar de tudo é muito, muito pequenino e dá uma imagem de um portugal parolo.
E é por isso que quem abraça a actividade política nunca é respeitado pela cidadania e vive fechado em barricadas. Espírito aberto, cidadãos sociais democratas, porque a vida não começa nem acaba nas trincheiras partidárias! Os partidos são um meio, não um fim!
O ovo da serpente está num sistema político errado, tomado por alguns em vez de participado por todos!
E é isso que diferencia as baratas tontas de quem tem Portugal como destino! 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

REGRESSÃO OLÍMPICA

Alguns dirão: só falta acusar este governo de regressão total nos resultados olímpicos!
O que é facto, no entanto, é que a regressão é real e não só nestes últimos tempos.
Um país onde 47% já não tem acesso em pleno à saúde, à educação e à mobilidade é um país de sucesso olímpico?
Quando será que o povo português deixará de ser cobarde e dá um murro na mesa onde estão instalados os alienados e os alienígenas de França, incompetentes e incongruentes e o ministro Passos que foi à polícia na esperança de que os portugueses se mantenham carneiros? 150.000 a emigrar por ano? Os melhores, pensarão alguns! Regressão olímpica!

sábado, 28 de julho de 2012

ATÉ TU, ORTIGA?

O Arcebispo de Braga acredita que há muitas famílias que já estão no limite da austeridade. Na última noite, numa conferência em Famalicão, D. Jorge Ortiga contestou o Governo quando diz que todos estão a fazer o mesmo esforço.


“Começo a convencer-me que as medidas são demasiado pesadas para um determinado tipo de pessoas”, lamentou D. Jorge Ortiga. O Arcebispo de Braga lembrou que “a luz sobe para todos, a água sobe para todos, os transportes sobem para todos, o IVA nos bens básicos sobe para todos”, porém, “100 euros num mês a mais nas coisas pode ser pouco para uma pessoa, mas para outra, cinco ou seis euros a mais por mês pode ser muito”.


Na conferência na última noite sobre o papel da Igreja em tempo de crise, o presidente da Conferência Episcopal da Pastoral Social pediu ainda transparência aos políticos.


“Devemos saber e devemos exigir aos governantes que digam exactamente quanto é que ganham por mês, que secretários têm, quantos motoristas têm, quanto é que pagam por cada reunião”, defende.


D. Jorge Ortiga dá ainda um exemplo: “Se forem para Guimarães Capital Europeia da Cultura, tem gente que ganha um x para vir uma vez ou outra, mas depois ainda tem ajuda nas deslocações, ainda recebem por cada participação numa reunião, 500 euros digamos assim”. “Isto continua a acontecer”.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

A VITÓRIA DE PASSOS

«Mais de 50% da população portuguesa está em risco de pobreza
Sérgio Aires confirma situação
Presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza na Europa alerta para o facto de a crise, a par das medidas de austeridade, estar a agravar a já difícil situação de crianças e idosos.»
O resultado da ignorância da realidade!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

GENRO DE CAVACO, LUÍS MONTEZ, GANHA O PAVILHÃO ATLÂNTICO!

O curioso no meio disto é que o futuro, pelo andar da carruagem da indignação geral, serão as expropriações e nacionalizações.
Os Portugueses estão fartos e indignados com tanta opacidade e falta de vergonha! 

AS BESTAS DOS RELATÓRIOS OU LANÇAR BARRO A VER SE PEGA!

«A OCDE recomenda que Portugal deve ir mais longe nas alterações à atribuição do subsídio de desemprego e defende a redução do prazo de atribuição desta prestação social para os desempregados mais velhos.
De acordo com o Relatório sobre a Economia Portuguesa 2012, divulgado hoje pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), "a duração da prestação social não deve depender da idade e deve ser reduzida para os trabalhadores mais velhos".»

Um tipo que faz uma recomendação destas... sim porque por detrás das instituições estão interesses escondidos, só tem um nome: besta! E AO QUADRADO.
Estes indivíduos, normalmente indivíduos bem aboletados através do tráfico de influências, deviam colocar a assinatura no que escrevem para serem penalizados por isto.

GUERRA ECONÓMICA!

«OCDE avisa: falta de reformas vai aumentar preço da luz
Organização defende todos os custos na eletricidade sejam «integralmente passados» para todos os consumidores».
O Sr. Pina que se diz economista e que é o rosto Português deste relatório da OCDE esquece-se de dizer é que a EDP tem lucros da ordem dos 1000 M€ anuais, mesmo em ambiente de crise.

Não seria natural  que esta receita descesse, sem afectar os preços?

A "OPINIÃO" DA OCDE

«OCDE: alargar cortes dos subsídios ao privado é «razoável». Organização espera que o Governo encontre solução rápida dada a importância da medida»

No mundo actual sem fronteiras o que está a dar é ter uns amigos em organizações aparentemente não comprometidas como a OCDE, o FMI, ou a própria Comissão Europeia, para poder manietar a belo prazer interesses.

No passado os interesses estavam adstritos exclusivamente aos países e eram facilmente detectáveis.
Hoje não, são transnacionais e falam línguas.

REPUGNANTE OU HONRADO?

«Segundo Galamba o discurso de Passos é repugnante.
Segundo Duarte Pacheco é honrado!
Honrado aonde Duarte Pacheco?
Na humanidade, na humildade subserviente, no irrealismo das medidas, nos resultados?»
Repugnante sem dúvida... entre Passos e M. F. Leite há um fosso enorme... mas ninguém quis no governo a dama de ferro Portuguesa!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

BEM PREGA FREI PASSOS E FREI GASPAR

«É lamentável, numa altura em que estamos a reduzir custos, e em boa parte custos com pessoal, ter que andar a pagar milhões de euros aos consultores externos, alguns que vêm de Londres, o que se torna ainda mais difícil de perceber, já que nem à Zona Euro pertencem», disse Fernando Ulrich, citado pela Lusa.

O presidente do BPI falava na conferência de imprensa de apresentação dos resultados semestrais, quando o banco surpreendeu os analistas com lucros de 85,1 milhões de euros.

«Só por causa do plano de capitalização tivemos 2,3 milhões de euros de custos com os consultores escolhidos pelo Ministério das Finanças. Mais 200 mil euros para o programa de inspeções do Banco de Portugal. No total, desde o ano passado, a fatura dos consultores escolhidos pelas autoridades portuguesas chegou a 5,3 milhões de euros», revelou Ulrich.
«Lanço aqui um pedido às autoridades portuguesas para que utilizem menos consultores e, se tiver mesmo que ser, que sejam portugueses. Prefiro ter concorrentes a analisar o banco do que estrangeiros, para que o dinheiro não vá para fora».

Isto chama-se cuidar da vidinha extra muros com olhos postos no futuro e estar-se nas tintas para os eleitores!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A CATÁSTROFE DO IMI: PORQUE QUER PASSOS DESTRUIR PORTUGAL?

«IMI: aumento será de 400%, uma «catástrofe tributária
Estimativas são da Associação Nacional de Proprietários»

O brutal aumento do IMI que se prepara significa que a classe média irá viver para a rua.
A Constituição da República Portuguesa permite que os Portugueses se defendam contra a falta de proporcionalidade das medidas, contra a injustiça e contra a morte lenta a que este governo  de traidores a Portugal, mentirosos, incompetentes e criminosos nos está a sujeitar. Os Portugueses estão a ser esbulhados não por não pagarem os seus impostos mas porque este governo passou e passa a toda a hora os limites da carga fiscal e parafiscal, fazendo com que os Portugueses entrem em incumprimento para lhes penhorarem as casas e entregar aos bancos para negócios chorudos.
A paciência está-se a esgotar com estes falsos sociais democratas e cristão democratas, como se esgotou para o mentiroso anterior que goza incólume com todos em Paris!
A dita classe política em Portugal não passa de bandos legalizados de 4 em 4 anos! 

MANSOS E BONS: QUANDO ESTOIRAR CHAMA-SE A POLÍCIA!

«A ideia é reduzir, no OE de 2013, a TSU paga pelo patronato, de modo a "animar" com mais 840 milhões de redução dos custos do trabalho quem, ao mesmo tempo que constantemente clama por "menos Estado", sempre se habituou, desde os idos da lei do condicionamento industrial, a viver à sombra da árvore das patacas públicas.
O FMI "admite" ir buscar esses 840 milhões ao aumento das taxas reduzidas de IVA que hoje incidem sobre alguns bens essenciais: carne, peixe, cereais, ovos, leite, azeite, legumes, jornais, livros e medicamentos. Já que, como diz o "troiko" Jurgen Kröger, ao contrário da Grécia e da Espanha, em Portugal "as pessoas são boas" e não reagem, além de que, como diz Cavaco, "a imprensa é muito suave", assistiremos assim a nova e brutal transferência de recursos dos mesmos de sempre para os mesmos do costume.»

CONFISCO!

«IMI: fatura dos proprietários dispara 60% Governo deverá receber mais 700 milhões, para um total de 1,9 mil milhões de euros daqui a três anos Os proprietários com prédios por reavaliar vão pagar 240 euros por ano com o Imposto sobre Imóveis (IMI). Este valor é o dobro do pago atualmente e, daqui a três anos, quando terminar o período transitório, o Governo estima receber mais 700 milhões de euros com este imposto, para um total de 1,9 mil milhões de euros.»

sexta-feira, 20 de julho de 2012

PARA ALÉM DE UMA MEDIDA DE CARIZ E TEOR FASCIZANTE ISTO É QUE DESTRÓI A ECONOMIA: NÃO PEDIR FACTURA DÁ DIREITO A MULTA!

«Não pedir factura pode dar multa até 2.000 euros
Emissão de factura passa a ser obrigatória a partir de 2013
DECO considera que esta punição remete para os tempos da ditadura. "Faz-nos lembrar o que acontecia antes do 25 de Abril, em que havia uns indivíduos que eram os fiscais dos isqueiros."olver até 250 euros do IVA pago em facturas

Os consumidores que não peçam facturas podem ser multados entre 75 e 2.000 euros. O alerta é dado pela DECO, que considera que se trata de uma medida de repressão.

O vice-presidente da DECO, Jorge Morgado, fala num trabalho que não compete ao consumidor: "A DECO sempre disse aos consumidores que deviam solicitar recibo, porque desta forma podem exigir os seus direitos. Mas daí a obrigarem os consumidores a serem fiscais e de poder haver a possibilidade de, conforme diz a lei, haver uma coima entre 75 e 2.000 euros por não pedir facturas, é um passo gigante".

Jorge Morgado considera que esta punição faz lembrar os tempos da ditadura: "Faz-nos lembrar o que acontecia antes do 25 de Abril, em que havia uns indivíduos que eram os fiscais dos isqueiros, que andavam pelos cinemas e pelos cafés a verificar se as pessoas acendiam o cigarro com isqueiro, para depois cá fora, na rua, verificarem se tinham licença de isqueiro".

A emissão de factura passa a ser obrigatória a partir de 2013. A medida foi aprovada quarta-feira em conselho de ministros.»

DESEMPREGO UMA REALIDADE A VÁRIAS DIMENSÕES

É indubitável que o desemprego é um flagelo. Flagelo a que ninguém, nem os mais improváveis, poderiam pensar lhes tocar à porta. A realidade é, no entanto, a que é: feita de erros consecutivos por parte de sucessivos governos, do governo Europeu, das elites nacionais e europeia, mas também da própria frágil cidadania. Cidadania com pouca memória, como se vê nos dramas dos incêndios, responsabilidade em parte de um tempo de memória curto que não desbasta as condições da propagação dos fogos. No desemprego o desbastar dos fogos chama-se emulação, organização, boas práticas: mas que fazer quando o mérito já não é a escolha?