quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A PERDA DE IDENTIDADE PELA FRACA ATENÇÃO DADA À HISTÓRIA E ARTES

«NÓVOA Há um pensamento notável de Olivier Reboul, filósofo francês (1925-1992). Ele diz que deve ser ensinado na escola tudo o que une e tudo o que liberta. O que une é aquilo que integra cada indivíduo num espaço de cultura, em determinada comunidade: a Língua, as Artes Plásticas, a Música, a História etc. Já o que liberta é o que promove a aquisição do conhecimento, o despertar do espírito científico, a capacidade de julgamento próprio. Estão nessa categoria a Matemática, as Ciências, a Filosofia etc. Com base nesse princípio, podemos selecionar o que é mais importante e o que é acessório na Educação das crianças.»

Hoje cada vez mais se percebe a necessidade da transmissão daquilo que une, para o país que é portugal.
A pouca atenção dada às artes e à história não cimenta um país já pouco solidário consigo próprio! 

UM CANO PELO CÚ POR JUAN JOSÉ MILLAS


Juan José Millás. 
«Se percebemos bem – e não é fácil, porque somos um bocado tontos –, a economia financeira está para a economia real como o senhor feudal está para o servo, o amo para o escravo, a metrópole para a colónia, o capitalista manchesteriano para o trabalhador explorado. A economia financeira é o inimigo de classe da economia real, com a qual brinca como um porco ocidental o faz com o corpo de uma criança num bordel asiático.
Esse porco filho da puta pode, por exemplo, fazer com que a tua produção de trigo se valorize ou desvalorize dois anos antes de ter sido semeada. Na verdade, pode comprar-te, sem que tomes conhecimento da operação, uma colheita inexistente e vendê-la a um terceiro, que a venderá a um quarto e este a um quinto, e pode conseguir, de acordo com os seus interesses, que no decorrer desse processo delirante o preço desse trigo quimérico dispare ou se afunde sem que tu ganhes mais caso suba, apesar de te deixar na merda se descer. Se o preço baixar demasiado, talvez não te compense semear, mas ficarás endividado sem ter o que comer ou beber para o resto da tua vida e podes até ser preso ou condenado à forca por isso, dependendo da região geográfica em que estejas – e não há nenhuma segura. É disso que trata a economia financeira.
Para exemplificar, estamos a falar da colheita de um indivíduo, mas o que o porco filho da puta compra, em geral, é um país inteiro e ao preço da chuva, um país com todos os cidadãos dentro, digamos que com gente real que se levanta realmente às seis da manhã e se deita de verdade à meia-noite. Um país que, na perspetiva do terrorista financeiro, não é mais do que um jogo de tabuleiro no qual um conjunto de bonecos Playmobil andam de um lado para o outro como se movem os peões no Jogo da Glória.
A primeira operação do terrorista financeiro sobre a sua vítima é a do terrorista convencional, a do tiro na nuca. Ou seja, retira-lhe o caráter de pessoa, coisifica-a. Uma vez convertida em coisa, pouco importa se tem filhos ou pais, se acordou com febre, se está a divorciar-se ou se não dormiu porque está a preparar-se para um concurso. Nada disso conta para a economia financeira nem para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país – este, ao acaso –, e diz "compro" ou "vendo" com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir.
Quando o terrorista financeiro compra ou vende, converte em irreal o trabalho genuíno dos milhares ou milhões de pessoas que antes de irem trabalhar deixaram na creche pública – onde estas ainda existirem – os filhos, também eles produto de consumo desse exército de cabrões protegidos pelos governos de meio mundo mas sobreprotegidos, desde logo, por essa coisa a que chamamos Europa ou União Europeia ou, em termos mais simples, Alemanha, para cujos cofres estão a ser desviados neste preciso momento, enquanto estás a ler estas linhas, milhares de milhões de euros que estavam nos nossos cofres.
E não são desviados num movimento racional, nem justo nem legítimo, são-no num movimento especulativo incentivado por Merkel com a cumplicidade de todos os governos da chamada zona euro. Tu e eu, com a nossa febre, com os nossos filhos sem creche ou sem trabalho, com o nosso pai doente e sem ajudas, com os nossos sofrimentos morais ou as nossas alegrias sentimentais, tu e eu já fomos coisificados por Draghi, por Lagarde, por Merkel, já não temos as qualidades humanas que nos tornam dignos da empatia dos nossos semelhantes. Já somos simples mercadoria que pode ser expulsa do lar de idosos, do hospital, da escola pública, tornámo-nos algo desprezível, como esse pobre tipo a quem o terrorista, por antonomásia, está prestes a dar um tiro na nuca em nome de Deus ou da pátria.
A ti e a mim, estão a pôr debaixo do comboio uma bomba diária chamada prémio de risco, por exemplo, ou chamada juros a sete anos, em nome da economia financeira. Avançamos com ruturas diárias, massacres diários, e há autores materiais desses atentados e responsáveis intelectuais dessas ações terroristas que ficam impunes entre outras razões porque os terroristas vão a eleições e até as ganham, e porque atrás deles há importantes grupos mediáticos que legitimam os movimentos especulativos de que somos vítimas.
A economia financeira, se começamos a perceber, significa que quem te comprou aquela colheita inexistente era um cabrão com os documentos todos regulares. Terias tu liberdade para não vender? De forma alguma. Tê-la-ia comprado ao teu vizinho ou ao vizinho deste. A atividade principal da economia financeira consiste em alterar o preço das coisas, crime proibido quando acontece em pequena escala, mas encorajado pelas autoridades quando os valores são tamanhos que transbordam os gráficos.
Estão a alterar o preço das nossas vidas todos os dias sem que ninguém dê solução; mais, enviando as forças da ordem contra quem tenta dar soluções. E, por Deus, as autoridades empenham-se a fundo para proteger esse filho da puta que te vendeu, recorrendo a um burla autorizada, um produto financeiro, quer dizer, um objeto irreal no qual tu investiste, provavelmente, toda a poupança real da tua vida. Vendeu fumo, o grande porco, apoiado pelas leis do Estado que já são as leis da economia financeira, já que estão ao seu serviço.
Na economia real, para que uma alface nasça, é preciso semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, é preciso colhê-la, claro, e embalá-la e distribui-la e faturá-la a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora estão a reduzir porque a economia financeira tropeçou e é preciso tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está dedicada a sugá-lo, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passe a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado.
Há já quatro anos que nos metem esse cano pelo rabo. E com a cumplicidade dos nossos.
Juan José Millasé um escritor espanhol. Alcançou a consagração literária com a obra "El desorden de tu nombre". Em 1990 obteve o prémio Nadal com "La soledad era esto". Atualmente alterna a sua dedicação literária com numerosas colaborações na imprensa. É professor da Escuela de Letras de Madrid desde a sua fundação.
Publicado no El País

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O BOM EXEMPLO

Hospital vende viaturas para formar pessoal

Caso registou-se no Centro Hospitalar de Guimarães

terça-feira, 28 de agosto de 2012

IGCP: GANDA PASSOS! ENGANA PORTUGAL!

O governo optou por converter o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) em empresa pública. Ontem foram publicados os respectivos estatutos, os quais determinam o direito à média de vencimentos que os três gestores auferiram nos últimos três anos. Resultado: mais uma excepção ao tecto salarial dos gestores públicos, o qual corresponde - na letra- ao salário do primeiro-ministro.

IEFP: FAZER PELA VIDA!


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

1% DOS AFORRADORES DETÉM UMA MÉDIA DE 1.625.000€

Muitos dos ligados ao actual governo (como muitos anteriormente ligados ao anterior) continuam a afirmar que a situação a que chegámos se deve a um consumo excessivo por parte da população em geral.

Dados hoje saídos afirmam, entretanto, que só 1% dos que têm poupanças nos bancos representam cerca de  65.000 M€, sendo que aos restantes depositantes se devem 93.000 M€.

Ora se pensarmos que este número é baseado em cerca de 4.000.000 de depositantes, rapidamente chegamos ao maior problema de todos (nomeadamente o que extravasa a própria distribuição por meios lícitos).  

É que 1% são 40.000, o que significa uma média de 1.625.000 € para cada um destes aforradores. 

Ao invés os restantes 3.960.000, detém uma média de 23.485€.


PAULO MORAIS: PARA MAIS TARDE RECORDAR!


Paulo Morais deixa-nos este testemunho bem realista, desvendando como o dinheiro dos nossos impostos, está desde sempre, condenado e com destino marcado, na mão de gananciosos sem escrúpulos e sem lei. 

"Armando Vara ou Dias Loureiro concluem as suas carreiras como empresários de sucesso. E ricos.
Porque será que tantos políticos se dedicam à vida empresarial? E o que irão eles fazer para as empresas? Negócios com o Estado, claro está. Quase sempre. Negócios de milhões. Os lugares dourados em empresas do regime são, aliás, o destino final das carreiras políticas dos mais habilidosos.
Armando Vara ou Dias Loureiro (e muitos de igual jaez) não teriam provavelmente sucesso em qualquer outro país. Mas por cá, graças à política, concluem as suas carreiras como empresários de sucesso. E ricos. Porque o regime compensa carreiras que são construídas de pernas para o ar e ao arrepio de toda a competência.
Na Europa ou nos Estados Unidos da América, os bons profissionais saem das universidades, vão trabalhar em empresas e instituições, criam riqueza. Depois de terem provado que sabem fazer alguma coisa de útil, alguns optam por disponibilizar os seus conhecimentos ao serviço da comunidade. E aí iniciam uma participação política. No final das suas carreiras, muitos vão para as universidades transmitir o saber que adquiriram ao longo da vida.
Em Portugal, o percurso é bem diverso. Concluída a formação universitária, os dirigentes partidários anseiam por um cargo político. Para o qual são nomeados por via do seu currículo partidário e jamais por qualquer competência académica ou profissional.
Empossados em funções públicas, a maioria logo esquece o povo e até a lei. Exerce o seu lugar ao serviço da teia perversa de negócios em que os partidos estão envolvidos. Ao fim de alguns anos, instala-se comodamente num qualquer "tacho" duma empresa privada, auferindo milhões.
Poderiam eles ser administradores em empresas de referência de países desenvolvidos? Obviamente que não. Apenas obtêm estes lugares porque no exercício das suas funções públicas favoreceram os grupos privados, que agora os gratificam. E que os recompensam pelo prejuízo que provocaram ao Estado português. Prejuízo que continuarão, aliás, a causar, obtendo favores do Estado para os grupos dos quais agora são assalariados. E para os quais afinal sempre trabalharam, mesmo enquanto políticos." CM

IGCP DE IP PARA EP: QUAL O SIGNIFICADO DESTA "OPERAÇÃO"?




IGCP torna-se numa empresa pública

Já a partir do próximo sábado, dia 1 de setembro

domingo, 26 de agosto de 2012

O POLVO!

Carta do Canadá: Portugal desamparado

«Com a lentidão meditativa  a que obrigam as informações importantes,  acabo de ler  uma obra de Marc Roche que, nestes tempos incertos de Pátria e Europa,  todos devíamos ler:  O BANCO – Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo. Ficamos a saber que, de forma secreta, praticamente de seita, laboriosamente,  persistentemente, ao longo dos anos, o Banco Goldman Sachs adquiriu a configuração de um polvo monstruoso, cujos tentáculos, sob a forma de homens de mão, está infiltrado em toda a parte. Objectivo: empobrecer países mal governados e passar o seu património para o capital selvagem e sem pátria.  Tudo isto o autor denuncia com grande pormenor e acervo de provas.
Na União Europeia, os homens principais do Goldman Sachs são Mario Draghi (presidente do BCE) e Mario Monti (primeiro ministro de Itália). O autor descreve, ao pormenor, as golpadas do banco sobre a Grécia, com a colaboração de governos da direita e da esquerda, para grande proveito e regozijo dos banqueiros alemães.
Em Portugal, segundo Marc Roche, os tentáculos do Goldman Sachs são António Borges, Carlos Moedas e, de forma sonsa, Victor Gaspar. Todos os figurantes da coisa pública  que com eles colaboram servilmente, são a repetição gananciosa e sem escrúpulos dos que, em 1580, entregaram Portugal à Espanha a troco de fortunas e títulos. Toda uma elite negativa e traidora que,ontem como hoje, cabe no grito desesperado de Almada-Negreiros: “maquereaux da Pátria que vos pariu ingénuos / e vos amortalha infames”.
Percebem-se agora claramente as privatizações ao desbarato em que o actual governo se tem empenhado, com o precioso serviço dos nunca por demais louvados Mexias, Catrogas, Montezes  e quejandos. E é agora claro o porquê das declarações de António Borges, primeiro a preconizar a descida dos salários,  depois a anunciar o desmantelamento da RTP  e a sua entrega a capitais privados que, para além de passarem a viver (à grande) com subvenções  milionárias  pagas pelos contribuintes, teriam inteira liberdade para despedir quantos funcionários quisessem. Ainda por cima com o conforto de uma empresa que passou, com a administração actual, a dar lucro.
A ausência de Relvas, grande mainato do capital obsceno, tem uma leitura: percebeu que ninguém o quer ver, nem pintado.  A atrapalhada explicação de Aguiar Branco, como se um ministro da Defesa fosse chamado para este assunto, quando o que lhe incumbe são submarinos, imersos ou submersos num mar de cobardia, tem uma leitura: toda esta gentinha tem vivido na maior impunidade, com a Justiça em cadeira de rodas,  de boca fechada e venda nos olhos. Fica de pernas bambas, essa gentinha, quando percebe que o país não  está completamente adormecido. Ainda reage ao desaforo, para grande surpresa de um primeiro ministro a quem sobra em pesporrência o que lhe falta em idoneidade.
Todos os países do primeiro mundo têm a sua televisão e rádio estadual que, pelo facto de garantir o pluralismo informativo e o património cultural colectivo, tem de ser subsidiada para não ficar sujeita à chantagem do capital via publicidade. São meios de comunicação prestigiados e respeitados.  Todos os países do primeiro mundo têm por garantido que o chefe do estado é obrigado a defender o país dos maus governos. E em Portugal como é?  Como tem sido?  Um PR que se cala quando deve falar, que fala quando deve estar calado, que na maior parte dos casos diz banalidades ou defende o que nunca deveria defender.
Restamos nós, o povo.  E somos muitos. É tempo de reflectir numa afirmação recente do jornalista Joaquim Letria: “Há  mais do que motivos para a insurreição popular e intelectual”.»

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

FISCO, A CONTRADIÇÃO, O MUNDO DOS IDIOTAS

Recebida a reavaliação do imobiliário concluímos que vivemos no mundo da contradição.
Para efeitos de IMI o imobiliário tem um coeficiente devastador: o coeficiente de localização.
Para quem mora em Lisboa em bairros como Campo de Ourique, Campolide, bairros muitas vezes populares, o coeficiente significa não, 1, nem 2, nem 3... a diferença que vai entre uma avaliação final tripla: entre o IMI incidir (exemplo) num valor de 60.000 ou 180.000 €.

Ou seja, para o fisco viver numa cidade como Lisboa é um luxo, ao contrário do que nos diz a necessidade de reabilitação da cidade e da necessidade de atracção do factor suburbano que tanto pesa na economia.
Sejamos pois todos camponeses, pois então!
 
Há mais idiotas a governar para além destes? 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

ACABOU-SE O FUTEBOL GRÁTIS! MARAVILHA!

Maravilha!
Vamos lá ler, ir ao cinema, fazer formação, ir a museus, teatros, escrever, pintar, tocar, fazer desporto em vez de o distilar, participar de actividades de cidadania e políticas, controlar os dinheiros públicos, ...
Maravilha, este fim do futebol grátis, desta alienação e estupidificação semanal e diária...

CLIENTE OU UTENTE, ENGANO OU PROPÓSITO?


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A ASAE E A LANDSHAUSE BUNGALOWS


Mais uma machadada da ASAE na economia nacional.
Para quando a extinção desta anormalidade institucional?

sábado, 11 de agosto de 2012

PHILIPP ROSLER: THE VIETNAMESE GERMAN, TOO BAD TO BE TRUE

Philipp Rösler (born 24 February 1973, A physician by profession, has been the Federal Minister of Economics and Technology. 
Only with 38 years what does he knows about economics and Europe?  
Very few! 
Is this the quality of european politics our days!
 




sexta-feira, 10 de agosto de 2012

BCE: UMA INSTITUIÇÃO «COM MUITOS IDIOTAS» E ALGUNS CRIMINOSOS DENTRO?

Para aumentar a competitividade, o BCE considera «urgente» reduzir os «custos laborais e as margens de lucro excessivas», especialmente nos países com uma alta taxa de desemprego. Primeiro, o banco central sugere medidas como «reduzir o salário mínimo», «relaxar as leis de proteção laboral», «permitir o contrato individual de trabalho» e «abolir a correlação entre salários e inflação».

Mas reduzir os custos laborais não é suficiente para incrementar a produtividade «permanentemente». O BCE deixa como exemplos medidas adicionais, como privatizações, «inovação nos processos produtivos com a criação e invenção de novos produtos», «reforçar a formação da mão-de-obra» e «iniciativas para favorecer a criação de negócios».
Ao olhar para a receita do BCE chegamos à conclusão que este organismo desfocado de muitas realidades nacionais é tudo aquilo que lhe conseguirmos chamar.
Adriano Moreira já há muito avisava na sua teoria das relações internacionais sobre o perigo da informação globalizada, usada para fins pouco subsidiários. 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A MÁFIA DAS PARCERIAS

ASAE: MAIS UMA POLÉMICA NO CAMINHO DA DESTRUIÇÃO DE RIQUEZA NACIONAL

«Empreendimento tem espaço para autocaravanas sem qualquer licenciamento
O PÚBLICO tentou contactar a ASAE mas ainda não foi possível obter esclarecimentos. Durante a tarde, o proprietário, Manuel Brites, admitiu à Lusa que o empreendimento possui também um espaço para autocaravanismo sem qualquer licenciamento. “Nesse espaço é que o projecto ainda não deu entrada na Câmara [de Alcobaça], de resto está lá tudo”, disse Manuel Brites.
Segundo o administrador, a ASAE ordenou o encerramento das instalações até ao dia 14 de Agosto, mas Manuel Brites diz que vai recorrer da decisão. Neste momento já se pode falar em “milhares de euros de prejuízo”, porque, salientou, “depois da primeira ordem da ASAE foram enviados para o sul de Espanha 600 pessoas, através dos nossos operadores franceses”.
“Tudo temos feito para termos isto legal. Temos todos os projectos de especialidade aprovados, as vistorias da saúde, temos o presidente da região de turismo do Oeste a dizer que este é um projecto de interesse nacional e regional”, declarou. “Estamos a tratar da licença de utilização há dez anos”, destacou.
No interior do empreendimento vive-se o típico ambiente de férias e não há manifestações de preocupação por parte dos turistas, sobretudo franceses, mas também espanhóis.
Nos cinco minutos em que foi permitida à Lusa recolher imagens e falar com os utentes, pelo menos um grupo de quatro jovens franceses, oriundos de Paris, que estão integrados numa colónia de férias, expressou a sua surpresa sobre o possível encerramento do parque.
“Deixa-nos preocupados, claro, até porque não sabíamos de nada”, disse um dos jovens, que preferiu não revelar o seu nome. Já Pauline Grappin, outra jovem francesa que veio sozinha para um empreendimento aconselhado pelos pais, admitiu desconhecer a polémica.
“É verdade que ontem vi a polícia, mas julguei que fosse uma operação de rotina e eu continuei as...»

Basta isto para se perceber quais as entidades que são verdadeiros organismos de destruição de riqueza nacional.
As verdadeiras reformas passam pela extinção, ou pelo menos, retirada de competências a instituições como a ASAE: o liberalismo económico não se compadece com regras burocráticas demasiado estreitas que pouco mais fazem que ser potenciais geradores de corrupção.
O licenciamento, zero, que afasta os impedimentos e subdesenvolvimento, tarda!
Como também tarda a reforma do orçamento zero!
Bom senso exige-se aos agentes económicos, mas acima de tudo às corporações do regime, que impedem o desenvolvimento: esta a verdadeira reforma a fazer em Portugal!
Um governante inteligente fazia política sobre todos estes impedimentos que matam a motivação em portugal e criam corrupção e subdesenvolvimento: tudo o resto é palha e irrelevante!

sábado, 4 de agosto de 2012

OBRIGADO, PASSOS, PEDIRAM-ME PARA TE DIZER OS VELHOS DESTE PAÍS

«Mais de 41 mil idosos deixaram de comprar o passe

Número registado depois de deixaram de usufruir de desconto»

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

DISCURSO CLARO, DEMOCRACIA CLARA

1) o problema do mundo actual é um problema de valores e de exemplos.
2) as elites, são elites, não para se apropriarem dos bens públicos, mas para ser um exemplo.
3) a alteração do conceito de elites para elites do poder, trouxe a Portugal não elites forjadas nas artes, ciências... mas nos partidos políticos - falsas elites no exemplo. Os seus exemplos de subida no elevador social através do poder, o tal que frodo sentiu pelo anel, foi confundido pelo ter e não pelo ser. O povo de que eles provinham, seguiu-o, enebriado, não frugalmente, confundindo valores. 
O povo que somos todos quis sentir-se inclusivo mas da pior forma, através do consumismo induzido para além eventualmente do que o país lhe podia dar. A formação foi vista não como um enriquecimento, mas como um botão para a próxima paragem do elevador social.
4) só que o povo manteve-se em patamares baixos de rendimento e consumo, perfeitamente compreensíveis, não indo muito para além do essencial numa sociedade contemporânea - com as devidas excepções (ter uma habitação condigna não é pela certa ambição desmedida: desmedido foi o mercado que pendeu para a oferta com as margens excessivas para alguma indústria).
5) no meio de tudo isto a fraca democracia que temos, pouco participativa e completamente fosca, fez o resto. Os abusos do costume à mesa do orçamento, com políticos, jornalistas, grandes empresários, fez o resto... que não é uma novidade mas uma réplica e a imagem da nossa história.
6) o ideal era um país com igualdade de oportunidades à partida, sem deixar ninguém para trás; com um sistema político transparente e participação dos cidadãos nas decisões (para que é que servem hoje as novas tecnologias senão para diluir a representatividade, indo à fonte da democracia?); com o fim de todas as mordomias (reformas em duplicado, vitalícias, uso de bens públicos, contratação pública completamente transparente, orçamentos de base zero e totalmente justificados, combate sem tréguas à corrupção,sistema de justiça à inglesa, sistema de justiça escrutinado ...)
Talvez, assim, a cidadania já não precisasse dos carolas, que mais não querem do que ser carolas pela justiça, equidade mínima e liberdade...

FINALMENTE PELO CAMINHO CERTO?

Finalmente um medida que merece aplauso.
Que o governo encontre em si a força para poder nas PPP e rendas excessivas esticar muito mais a corda, sem parecer que as medidas de pequenas são apenas para Inglês ver e Português calar.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SERÁ MENTIRA O QUE ESTE CIDADÃO SENTE?

«Acho muito bem! Não posso ir de férias mas, só por causa disso sou capaz de lá dar uma saltada e espetar-vos com um molotov para cima. Não precisais nem mereceis ter férias: os portugueses também ficaram sem feriados, sem subsídios, muitos ficaram sem casa, sem saúde, sem dinheiro, sem paz, sem justiça, sem alegria, sem esperança, sem trabalho! …Já "governais" há um ano e a JUSTIÇA continua “aos papéis”, as PPP continuam praticamente na mesma, as fundações e institutos vão “de v ento em popa” e nem sequer prestam contas, as nomeações de boys não pararam, os ajustes diretos continuam, as fugas aos impostos aumentaram, a descapitalização do país aumentou mas cresceram as “off-shores”… no entanto tivestes tempo nacionalizar o que dá lucro, para o código de trabalho, cortes na saúde, na educação e nos salários de quem trabalha e aumentaram os impostos e o desemprego. Só vos favorecestes a vós próprios, aos administradores, gestores, à classe política, financeira e à maçonaria...» 

DE GOLPE EM GOLPE ATÉ À DESTRUIÇÃO ECONÓMICA FINAL

«Todos os dias fecham «entre 15 a 20 empresas» no distrito do Porto. O balanço foi revelado esta quarta-feira pelo presidente da Associação de Comerciantes do Porto (ACP), que alertou ainda para os impactos negativos que a nova lei do arrendamento terá no setor.

«Em 2012, estão a fechar entre 15 a 20 [estabelecimentos de comércio e serviços] no distrito do Porto e entre cinco a sete no concelho», adiantou à Lusa o presidente da ACP, Nuno Camilo. Estes encerramentos têm impacto no desemprego, já que «cada empresa terá três a quatro trabalhadores, pelo menos».

Em causa estarão, portanto, entre 45 a 80 postos de trabalhos a menos no distrito, por cada dia que passa, observa o responsável, pedindo medidas urgentes «sob pena de o desemprego aumentar de forma desmesurada».

Em «situação de alarme» está o setor da restauração, devido ao aumento da taxa de IVA de 13% para 23%, que está a deixar «muitos empresários em incumprimento».

«A taxa de esforço que está a ser pedia aos empresários é muito grande», critica o presidente da ACP.

Em setembro, a situação vai «agravar-se», devido «ao fim do trabalho sazonal» e a empresas que já resolveram «que não vão abrir mais».

Até o «terminal de pagamento automático por multibanco nas lojas está a desaparecer». Um «sinal de que as empresas estão a ir ao limite do corte dos custos».

O presidente da ACP lamenta que «até a lei do arrendamento», promulgada na segunda-feira pelo Presidente da República, «está a prejudicar as empresas».

«Imaginemos um café ou uma loja que paguem uma renda baixa. Estas rendas vão subir também para os empresários. O que está previsto na lei é que, se não houver acordo entre o proprietário e o inquilino, este seja indemnizado. Mas o valor dessa indemnização pode não chegar para o empresário pagar aos colaboradores».

Assim, acrescenta, «o empresário fica sem emprego, sem dinheiro e sem direito a subsídio de desemprego».

Tal coloca em causa também os restaurantes ou as farmácias, e, neste último caso, existem «determinados critérios relativamente aos locais aonde se podem instalar», o que pode dificultar a sua reabertura, alerta Nuno Camilo.

«A legislação que vai entrar em vigor deixa-nos com muita preocupação», afirma, considerando que as medidas vão «causar grandes transtornos aos empresários».

Observando que «a situação económica do país se está a deteriorar de forma muito rápida», Camilo defende «uma renegociação da dívida, para não haver este estrangulamento das empresas e das famílias».

VALOR DA CIDADANIA = 0

Tema: Equidade

Mensagem:

Exmº
Sr. Presidente da República
..., de ... anos de idade, com sessenta cadeiras semestrais efectivamente efectuadas e concluídas em Universidades públicas, com média de 17 valores, ... por efeito da destruição do Pequeno e Médio tecido empresarial Português, por excesso de rendas dos sectores protegidos e de todas as formas de amiguismo, tráfico de influências, inconsciência, falta de sentido de estado, falta de sentido patriótico e corrupção, que parecem grassar na sociedade Portuguesa, fruto de um sistema partidário aparentemente corrompido e sem pingo de ética na relação com a cidadania, apenas formal e pouco regular, sem qualquer tipo de apoio social ou hipótese de trabalho no actual quadro de destruição da economia nacional, sem qualquer tipo de conhecimentos construído em grupos de interesses que lhe permitam singrar por mérito, em face da falta de vergonha na atribuição ao ministro Miguel Relvas da equivalência em Universidade Privada, ao grau de licenciado, sem a respectiva transmissão e avaliação de conhecimento – mesmo que permitida na letra que não no espírito pelo Processo de Bolonha, podendo indiciar não ser caso isolado nos cargos que tantas consequências podem ter nos cidadãos através da governação, vem solicitar a Vª Excª. se digne mandar informar, se devo inferir vivermos num estado formal de direito ou, ao invés, numa aparente democrática República desprovida de valores aparentada com uma novel monarquia de nobreza de corte.
Porque sei que nos tempos que correm parece ser um privilégio poder manter os meus valores de carácter impolutos, o sentido de humanidade e equidade com os meus semelhantes e concidadãos, que preservarei até ao fim dos meus dias, mesmo face às iniquidades contínuas verificadas e constatadas através de canais formais e informais de informação e na avaliação e escrutínio dos comportamentos, mesmo com as consequências de... , face ao conhecimento do preenchimento de vagas por ajuste directo de lugares de jovens assessores e assessores jurídicos estratégicos – no quadro das privatizações - cada vez maior e por valores que são uma afronta aos rendimentos de pessoal mais qualificado e com muito maior experiência, numa sociedade onde o exemplo é o contrário ao desejado, resultante de actuais e passadas elites do poder, sendo em Portugal a meritocracia uma anedota, fico a aguardar resposta de V. Excª para saber se ainda há esperança e lugar, em Portugal, para cidadãos de carácter, descomprometidos com o carreirismo começado nas juventudes partidárias.
Com a certeza do sentido, impoluto, de carácter e patriótico de V.ª Excelência, aguardo atenciosamente resposta,

 «Resposta à cidadania pelo chefe da casa civil da PR.
 Acuso a recepção e agradeço a mensagem... bem como os comentários que entendeu fazer. »

Resposta pequena para uma cidadania diminuta! Alguma coisa, muda! Nada! O sol continuará a rodar por entre a terra... a história, no entanto, não será meiga para com estes personagens que como Barrabás lavaram as suas mãos e cuidaram das suas reformas douradas, pagas por aqueles a quem esbulham a cidadania, através de um sistema político esclerosado e inimigo do cidadão, em quem muitos votaram para serem figuras activas e equilibradoras!
Entretanto, soube-se que uma empresa do regime tomou para si em concurso, o pavilhão atlântico... os tempos estão difíceis!

NOSTALGIA DO FUTURO

Caro David Justino

Também o conheci, caro David Justino, numa célebre reunião camarária, ladeado pelo grande populista e amigo do seu povo, Isaltino, que muito fez por Oeiras e não só: a lei dos homens pode ser manipulada, o grande olho de deus, não! Já no anterior regime português havia quem votasse no deus, pátria e autoridade, e esquecesse que tudo se sabe na informalidade da cidadania: os canais informais são uma chatice para o poder! E, Oeiras, caro David Justino, entre a destruição de uma agradável vila e um actual dormitório de betão, é um case study para o futuro. Verdade, seja, caro David Justino, que muitas coisas se fizeram bem e comparam bem na generalidade do país das rotundas e dos pavilhões sem utilizadores... que o provincianismo arrogante e inchado que chegou há umas décadas à capital pela mão dos partidos políticos em geral, fez desta o deserto que conhecemos atirado para os subúrbios.
Aqui não há inimigos, nem adversários, caro David Justino, apenas cidadãos que debatem e concordam com muito do que diz, mas também se permitem discordar, porque discordar não é social democrata, é bolchevique, e demonstra uma tendência para o envelhecimento do espírito, incapaz da tolerância e de aceitar o outro: faz-me lembrar todos aqueles que nostalgicamente acham que no seu tempo é que era bom e exigente. E isto é uma crítica implícita ao bom do Nuno Crato, para quem a exigência não combinava com calculadoras e já percebeu que a realidade é bem mais complexa e o mundo da assumpção do conhecimento mudou e já não é igual ao que era no seu tempo de estudante de económicas. Há sempre outros que vale a pena ouvir e esse é um grande defeito português: fala-se de mais querendo impor, ouve-se de menos...e, assim, aprende-se pouco, pensando-se saber tudo, desvalorizando o que os outros dizem. As visões de um ponto são sempre mais enriquecedoras que a visão de um ponto. A vista, engana-se, sobremaneira, porque muitas vezes estamos demasiadamente pouco distendidos. 
E o que é certo é que há uma responsabilidade intrínseca das ditas elites de Gaetano Mosca, mas há também asneiras brutais com este governo...e acima de tudo, sistema político corrupto que vive na cama (sem a alexandra de outros tempos) com interesses que não são nem populares nem portugueses.  E estas, caro David Justino, os partidários de Portugal, não a podem calar, porque ameaçam a crispação quase doentia de uma política idiota em geral que diz branco sempre que o outro diz preto. Portugal tem sido sujeito a políticas erradas há muito tempo? Com certeza! Mas a crispação do miserável jogo político, não pode ocasionar cegueira nos seus agentes, que tem que ouvir e fazer participar todos os cidadãos nas medidas! Sob pena de irmos substituindo Portugal por reinos, sejam eles laranjas, rosas de outras colorações! 

PORTUGAL É MAIOR QUE AS BARRICADAS PARTIDÁRIAS

Ninguém nunca duvidou dos erros que se arrastam há muitos anos na sociedade portuguesa: e logo desde o início qualquer português com alguma escolaridade detectava no anterior governo o delírio anunciado previsível.
Neste país, normalmente quem tem voz é quem teve responsabilidades governativas ou partidárias e cujos actos por acção e omissão estão bem à vista de todos.
Sempre fui um combatente da justiça, da ética e da equidade, e sempre serei: tirei o pulso a Isaltinos, Loureiros, Sócrates e cias. que são reflexos do que há de pior na sociedade portuguesa.

O mérito em portugal não existe porque ninguém nunca assume as suas responsabilidades e a cidadania é frágil.
O que é feio, no entanto, é a cegueira de quem vive no branco ou preto e ataca quem factualmente nunca foi responsável pelo resultado que está à nossa frente. O ser contra ou favor não está no tudo, está nas medidas de per se: concordar ou discordar de tudo é muito, muito pequenino e dá uma imagem de um portugal parolo.
E é por isso que quem abraça a actividade política nunca é respeitado pela cidadania e vive fechado em barricadas. Espírito aberto, cidadãos sociais democratas, porque a vida não começa nem acaba nas trincheiras partidárias! Os partidos são um meio, não um fim!
O ovo da serpente está num sistema político errado, tomado por alguns em vez de participado por todos!
E é isso que diferencia as baratas tontas de quem tem Portugal como destino! 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

REGRESSÃO OLÍMPICA

Alguns dirão: só falta acusar este governo de regressão total nos resultados olímpicos!
O que é facto, no entanto, é que a regressão é real e não só nestes últimos tempos.
Um país onde 47% já não tem acesso em pleno à saúde, à educação e à mobilidade é um país de sucesso olímpico?
Quando será que o povo português deixará de ser cobarde e dá um murro na mesa onde estão instalados os alienados e os alienígenas de França, incompetentes e incongruentes e o ministro Passos que foi à polícia na esperança de que os portugueses se mantenham carneiros? 150.000 a emigrar por ano? Os melhores, pensarão alguns! Regressão olímpica!

sábado, 28 de julho de 2012

ATÉ TU, ORTIGA?

O Arcebispo de Braga acredita que há muitas famílias que já estão no limite da austeridade. Na última noite, numa conferência em Famalicão, D. Jorge Ortiga contestou o Governo quando diz que todos estão a fazer o mesmo esforço.


“Começo a convencer-me que as medidas são demasiado pesadas para um determinado tipo de pessoas”, lamentou D. Jorge Ortiga. O Arcebispo de Braga lembrou que “a luz sobe para todos, a água sobe para todos, os transportes sobem para todos, o IVA nos bens básicos sobe para todos”, porém, “100 euros num mês a mais nas coisas pode ser pouco para uma pessoa, mas para outra, cinco ou seis euros a mais por mês pode ser muito”.


Na conferência na última noite sobre o papel da Igreja em tempo de crise, o presidente da Conferência Episcopal da Pastoral Social pediu ainda transparência aos políticos.


“Devemos saber e devemos exigir aos governantes que digam exactamente quanto é que ganham por mês, que secretários têm, quantos motoristas têm, quanto é que pagam por cada reunião”, defende.


D. Jorge Ortiga dá ainda um exemplo: “Se forem para Guimarães Capital Europeia da Cultura, tem gente que ganha um x para vir uma vez ou outra, mas depois ainda tem ajuda nas deslocações, ainda recebem por cada participação numa reunião, 500 euros digamos assim”. “Isto continua a acontecer”.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

A VITÓRIA DE PASSOS

«Mais de 50% da população portuguesa está em risco de pobreza
Sérgio Aires confirma situação
Presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza na Europa alerta para o facto de a crise, a par das medidas de austeridade, estar a agravar a já difícil situação de crianças e idosos.»
O resultado da ignorância da realidade!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

GENRO DE CAVACO, LUÍS MONTEZ, GANHA O PAVILHÃO ATLÂNTICO!

O curioso no meio disto é que o futuro, pelo andar da carruagem da indignação geral, serão as expropriações e nacionalizações.
Os Portugueses estão fartos e indignados com tanta opacidade e falta de vergonha! 

AS BESTAS DOS RELATÓRIOS OU LANÇAR BARRO A VER SE PEGA!

«A OCDE recomenda que Portugal deve ir mais longe nas alterações à atribuição do subsídio de desemprego e defende a redução do prazo de atribuição desta prestação social para os desempregados mais velhos.
De acordo com o Relatório sobre a Economia Portuguesa 2012, divulgado hoje pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), "a duração da prestação social não deve depender da idade e deve ser reduzida para os trabalhadores mais velhos".»

Um tipo que faz uma recomendação destas... sim porque por detrás das instituições estão interesses escondidos, só tem um nome: besta! E AO QUADRADO.
Estes indivíduos, normalmente indivíduos bem aboletados através do tráfico de influências, deviam colocar a assinatura no que escrevem para serem penalizados por isto.