quinta-feira, 16 de maio de 2013

TEODORA CARDOSO: POLÍTICA FISCAL TEM DE SER SIMPLIFICADA

Teodora Cardoso: política fiscal tem de ser simplificada
Economista diz que atual crise em Portugal «não é de todo conjuntural»
Finalmente uma voz inteligente: mas como se entregar prémios aos interessados (ver as benesses dos da AT em confronto com outros funcionário públicos).

quarta-feira, 15 de maio de 2013

LUÍS FILIPE MENESES: OUTRO ENTRE IGUAIS!

«Está suspensa a providência cautelar apresentada pelo Movimento Revolução Branca e que impedia Luís Filipe Menezes de ser candidato pelo PSD à CM do Porto. Fonte da candidatura de Menezes disse ao Porto Canal que já foram notificados da decisão.
O Juiz de Primeira Instância que tinha decidido validar a Providência Cautelar aceitou um dos recursos apresentado pelos advogados de Luís Filipe Menezes onde se pedia apreciação do Tribunal Constitucional e suspensão do efeito da Providência Cautelar. Agora a decisão será do Tribunal Constitucional.
Em causa está a interpretação da Lei de Limitação de Mandatos, não havendo consenso entre os juristas. Uns defendem que lei imita o número de mandatos no concelho, outros dizem que a lei limita a função e que ninguém pode ser presidente mais do que três vezes seguidas, independente da autarquia.»
Portugal é isto! Até este Tribunal, dito Constitucional, com membros cooptados pelos.. 
E ainda se quer que os portugueses afirmem a sua democracia...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

FALTA DE ADERÊNCIA À REALIDADE

«...investimento, permite criar nova riqueza que, depois, poderá ser taxada no futuro. O sector da energia é um caso típico de uma área em que se está basicamente à espera, e onde a resposta poderia ser muito rápida porque o centro de decisão está em Portugal. Este conceito ‘vamos diminuir a taxa de IRC e os investidores internacionais vão ver e vão vir imediatamente' não corresponde à realidade.»
A eficiência da diminuição do IRC é uma falácia própria de desconhecedor da realidade.
A realidade hoje é «descompressão dos impostos sobre consumos sem impacto externo», que permita manter a pequena economia: aquela que destruiu mais de 400.000 postos de trabalho por pressão fiscal,  com sentido inverso ao pretendido: a receita fiscal.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

TETO DE REFORMA: OS ESBULHADORES CONTINUAM NOS GOVERNOS

Não aceitando o teto de reforma nos 5030 € mensais como alvitrado pelo FMI, ao contrário dos 3000€ Suíços, o governo mostrou novamente que na nossa terra os governos são instrumentos de esbulho de uma camada, ou elite parasitária de poder, que se aproveita do estado, mesmo que tenha de empobrecer os restantes cidadãos: e isto é uma visão social-democrata.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

E DEPOIS ISTO DE MARQUES GUEDES DEMONSTRANDO UM TOTAL E PROFUNDO DESCONHECIMENTO DA REALIDADE PORTUGUESA

«"São números muitíssimo elevados, mas que são resultado natural de dificuldades  profundíssimas que a economia portuguesa sofre em termos estruturai, que  levou (...) ao programa de assistência económica e financeira", comentou  Luís Marques Guedes no final da reunião de Conselho de Ministros de hoje.
O governante comentava os dados mais recentes do Instituto Nacional  de Estatística (INE), hoje revelados, que indicam que a taxa de desemprego  subiu em Portugal para os 17,7% no primeiro trimestre, face aos 16,9% observados  no trimestre anterior, com o número de desempregados em Portugal a ultrapassar  os 950 mil.» 
De políticas mal construídas, de um total perceção do que é a economia nacional, ... de um olhar da macro para a microeconomia de cima para baixo em vez de baixo para cima.

IVA DE CAIXA: FINALMENTE UMA MEDIDA INTELIGENTE

«Aprovado IVA de Caixa que permitirá a empresas pagar o imposto após receberem»

PASSISMO

«Pareceres sobre reprivatização dos Estaleiros de Viana custaram 343 mil (SOL)
O Estado fez 10 contratos de ajuste directo com empresas de advogados e consultoria para estudar a reprivatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), de que acabou por desistir na sequência de uma intervenção da Comissão Europeia.»

segunda-feira, 6 de maio de 2013

CORRUPÇÃO: O DRAMA NACIONAL (um empreendedor que tenta criar um negócio numa sociedade enferma é como uma semente num vaso que nunca é regado: por mais talentoso que seja esse empreendedor, o negócio nunca poderá florescer)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O PRÉ OBSTINADO GASPAR

Gaspar o predestinado ou Gaspar o pré-obstinado para quem os resultados são sempre diferentes à partida e à chegada daquilo que deveriam ser.

O EURO COMO ARMA DE DIVERGÊNCIA

Quer queiram quer não os defensores acérrimos do Euro porque não vislumbram EU sem Euro, como se a Comunidade não fosse já uma realidade anterior à última fase da União Monetária e Económica, a assimetria nas condições de financiamento continua a consolidar-se na zona euro, com a Alemanha e a França a conseguirem financiar o seu endividamento a 10 anos a taxas inferiores a 2%.
Obviamente que um argumento com esta “latitude”, poderia ser ele próprio um argumento para a necessidade ingente de novo passo em frente. O problema que se coloca, no entanto, é que desde que a unanimidade e a dimensão da União se colocaram, a tendência do processo decisório parece ir no sentido da concentração decisória polar e não da dispersão pelo consenso. Muito à medida da concentração da prosperidade e da não convergência, esse elemento central para a abdicação da soberania. E não nos esqueçamos que a União foi construída não só na ideia de paz mas também da prosperidade: e nem um, nem outro, destes elementos da “Visão” europeia sobrevive sem essa parceria.
«A hierarquia descendente de níveis de yields das obrigações soberanas a 10 anos é a seguinte entre os países "periféricos" do euro: 10,28% para a Grécia; 5,92% para Eslovénia; 5,66% para Maravilhas De Portugal Portugalgal; 4,04% para Espanha; 3,76% para Itália; e 3,5% para a Irlanda.»

quinta-feira, 2 de maio de 2013

VALORES HUMANISTAS, VISÃO ESTRATÉGICA, SENSIBILIDADE: DIZ A AMI E NOBRE

JORGE VASCONCELOS, O SEQUESTRADO DO SETOR ELÉTRICO

«O primeiro presidente da ERSE, que saiu em ruptura com a posição do Governo de limitar o aumento do preço da electricidade em 2006, considerou que o discurso da 'troika' "não tem em conta a realidade do país", rejeitando que o preço da electricidade afecte a
competitividade da economia portuguesa.

Em Março, em entrevista à Lusa, o chefe da missão do FMI, Abebe Selassie, considerou muito desapontante o facto dos preços da electricidade e das telecomunicações não terem descido e que esta questão é importante para garantir que os sacrifícios são repartidos de forma justa.
"Com essas declarações o que fez foi criar um clima muito negativo. Os investidores estrangeiros afastaram-se praticamente todos", declarou.
Jorge Vasconcelos criticou ainda a actuação da 'troika' em relação às rendas, ou margens de lucro excessivas, dos produtores de energia, no momento em que estavam à venda as participações do Estado na EDP e na REN, desvalorizando assim as empresas.
"Se havia a convicção de que existiam situações inaceitáveis deviam ter sido tratadas antes e nunca durante o processo. Não é honesto, não credibiliza a imagem do país e afasta o investimento estrangeiro
do nosso país", acrescentou.
O antigo presidente da ERSE e agora presidente da consultora em energia NEWES considera que foi "uma política de comunicação desastrosa", considerando que "restabelecer a credibilidade neste sector vai exigir muito esforço e muito empenho durante muitos anos".
"Houve no passado várias ocasiões em que esse problema podia e devia ter sido tratado. Agora, é inútil e duplamente nocivo", acrescentou.»

Antigo presidente da ERSE, agora presidente de consultora em energia. 
Grandes reguladores?!

PASSOS, A ESQUIZOFRENIA!

«Passos Coelho responde. “Podemos lançar as bases de um crescimento mais sustentado. Sabemos que iremos recuperar lentamente, mas recuperar. Que o desemprego não vai baixar rapidamente, mas tem de baixar e procurar manter esse rumo de orientação de justiça em todos os sacrifícios que tenhamos de fazer. E sim, ainda temos de fazer sacrifícios.”

Sim, ainda vêm aí mais sacrifícios, mas não vale a pena fingir, defende o chefe do Governo, que é possível cumprir os compromissos sem fazer a reforma do Estado. “É uma demagogia inaceitável vir dizer que haveremos de cumprir as nossas obrigações e respeitar os nossos compromissos sem diminuir resta despesa.”

“Isto pode ser dito, mas é uma demagogia pura. Temos de encontrar um entendimento sobre a realidade e não sobre a ficção, e a realidade é esta - não interessa quem governa, dizia bem o senhor presidente da República, a realidade é esta”, afirma Passos Coelho.»
Os agentes económicos são racionais. 
São racionais porque são seres humanos, que respondem a estímulos.
Quando os sacrifícios impostos significam fome, desemprego, negação de expetativas, os agentes económicos reagem negativamente. 
Como reagem quando são confrontados com a esperança e com o apelo à mobilização com um caminho visível.
Tudo isto em Passos falha.
Falha a mobilização, impera a desconfiança (tão necessária nos processos de produção/consumo), as medidas consecutivas para não positivar o seu falhanço. 
A esquizofrenia de Passos é total. Para ele o crescimento não é caminho. É preciso ajustar a despesa à receita. Mesmo que a diminuição indiferenciada e cega, afete cada vez mais a receita: até ao infinito e à morte de uma economia e de um povo. Um louco?
Um indivíduo estranho, como estranho (impressionante, dizia um dos elementos da Troika com um sorriso trocista nos lábios), Gaspar, o mago, que faz cair o cabelo em vez de potenciar «a sua poção de mágico". 
Mereceria este povo Passos, Gaspar, Sócrates, ...?  



terça-feira, 30 de abril de 2013

BRUTO DA COSTA E UMA NOVA VISÃO PARA A SEGURANÇA SOCIAL

«O economista e investigador na área da pobreza sublinhou que cada benefício da Segurança Social (SS) tem um objetivo. No caso da pensão de reforma é «permitir ao idoso viver uma vida digna, que esteja num contraste mínimo possível com a vida que tinha em tempo laboral».

Contudo, lamentou, «temos pensões mínimas que não dão para viver. A isso eu chamo falência social».

Bruto da Costa defendeu a mudança do sistema de financiamento da SS, que deve passar a ter como referência o valor acrescentado da empresa.

«Hoje a Segurança Social não pode ser apenas uma instituição de solidariedade da classe trabalhadora. Tem de ser uma instituição que reflita a solidariedade de toda a sociedade» e, como tal, tem de ser «financiada por todas as formas de rendimento».

À margem do encontro, Bruto da Costa disse à agência Lusa que «o financiamento da SS não se resolve da forma como tem sido encarada até agora, tendo as contribuições sobre os salários como a principal fonte da Segurança Social».

A sociedade mudou e hoje há situações no mercado de trabalho muito mais precárias e uma «substituição progressiva da mão-de-obra por tecnologia», como tal «o célebre rácio» população ativa/população idosa já «não faz sentido nenhum».

«Se a contribuição continuar baseada apenas nos salários vai ser cada vez menor», disse.

Para o especialista, tem de haver «um salto qualitativo de política de financiamento da Segurança Social». Se isso não acontecer, «vamos arrastar os problemas do financiamento da Segurança Social», com a consequente redução dos benefícios.

Alertou ainda para o «grande risco» de remodelar o Estado Social a partir de preocupações orçamentais: «Vamos destruir valores que estão subjacentes à vida da sociedade sem darmos conta disso».

MERCADO ÚNICO DO DESEMPREGO

O mapa mais preocupante da Europa: o desemprego

segunda-feira, 29 de abril de 2013

ÁLVARO SANTOS PEREIRA, BARÃO DE S.JOÃO E...

«Barão de São João é uma pequena e pacata aldeia localizada a cerca de uma dezena de km. da cidade de Lagos. A povoação já conheceu dias melhores, nos últimos anos  o abandono de Portugal (e particularmente da aldeia) por parte de residentes estrangeiros, a partida em massa de emigrantes que aqui se tinham estabelecido, a fuga de jovens em direcção às cidades, conjuntamente com a crónica falta de emprego pioraram as coisas. O abandono da agricultura tradicional e o quase desaparecimento da construção imobiliária (grande parte dos homens trabalhavam actualmente na construção civil, como pedreiros, pintores, carpinteiros, canalizadores, etc.) deixaram a comunidade local em estado de letargia quase total.
Um único acontecimento animava a localidade, proporcionando algum fluxo de dinheiro aos cafés, bares, restaurantes , pequenos produtores agrícolas e artesãos: a chamada feira de velharias de Barão de São João, um mercado informal realizado no último Domingo de cada mês, onde se vendia sobretudo velharias, objectos em segunda mão e artesanato. Gente das proximidades aproveitava assim para, uma única vez por mês, arredondar os seus quase nenhuns proventos.
A feira foi crescendo pouco a pouco e, com o seu colorido e diversidade, atraía gente de vários pontos, como vendedores, clientes ou simples visitantes que, após o passeio pelo mercado, se aventuravam pelo interior da aldeia.
Ontem, uma mega operação conjunta da GNR, ASAE e SEF, deu uma machadada quase final neste quadro quase edílico. Dezenas e dezenas de pessoas foram multadas por, segundo me narraram, falta de cartões de venda ambulante, por estacionamento deficiente (a feira realiza-se num descampado junto a uma pequena estrada) e por, pasme-se, participarem numa feira não licenciada. As estradas em redor da localidade foram fechadas e alguns vendedores que procuravam fugir foram mandados parar em busca de guias de transporte e facturas provando que objectos em segunda mão lhes pertenciam.
Uma publicação online em língua inglesa o Algarve Daily News titula sobre os acontecimentos “Polícia de intervenção portuguesa usada em acção desproporcionada num mercado de Domingo” e descreve:
O mercado é descrito como o único evento social na área que atrai novos e velhos…
…numa das áreas mais pobres do Algarve, onde o desemprego atingiu o seu pico histórico máximo e muita gente está desesperadas por alguns poucos euros
Ou adiante
Adolescentes vendendo roupas usadas foram multados num mínimo de 12euros pela ASAE, mesmo se a maioria não tinha ainda vendido nada.
e
Seis polícias da força de intervenção em uniformes pretos com bastões pendurados alinhavam-se ameaçadores em frente à feira como uma barreira visual para todos os que quisessem partir, protestar ou fazer uma cena.
Mais à frente
Uma professora local, reformada, que começou a tirar fotografias foi avisada de que a sua máquina seria confiscada. Que lei estaria com isso a infringir não foi explicado.
Segundo o jornal
Toda a experiência, para moradores em dificuldades, serviu como um lembrete assustador de que a polícia de Portugal funciona como instrumento de uma máquina de estado que está sendo usada para coibir liberdades, acabar com a criatividade, cobrar impostos a cada operação por mais insignificante que seja, e multar crianças pela a venda de roupas velhas ..
E conclui
Os diversos serviços da polícia comportando-se como fizeram hoje numa pequena rural no meio do nada, vão conseguir o oposto do que eles foram incumbidos de conseguir. As multas não serão recolhidas, mas apenas o suficiente para cobrir o custo da “operação”. Mais importante ainda, várias centenas de membros do público estarão agora mais inclinados a desrespeitar a lei, fugir do IVA, pagar em dinheiro, não pedir recibos, a sub-declarar em suas declarações de imposto de renda, e e a não colaborar com as autoridades em todas as oportunidades.
Mas continua
Outra testemunha disse: “Eles não estavam apenas perseguindo vendedores de alimentos, eles multaram cada barraca aberta: Eu vi com meus próprios olhos um senhor português de idade ser multado por ter a ousadia de vender dois sacos plásticos cheios de roupas usadas.
Mesmo o filho de um amigo meu foi multado por vender os seus brinquedos antigos: o garoto tem 13 anos, mas os tipos uniforme não ligaram uma **** a isso, a criança apanhou uma multa (a propósito: ninguém sabe o quão alta a multa será).
Mais
Outra vendedora local comentou: “Um vendedor foi espancado e toda a acção foi horrível, especialmente a maneira como eles trataram algumas das pessoas É tão triste: todos os eventos sociais importantes ​​são destruídos E não é só mau para a reputação do estado entre os portugueses (algumas mulheres choravam), mas também para os muitos estrangeiros que gostam de vir a esse mercado e para os turistas. “
E finaliza
É um sistema tolo que tenta esmagar esforço humano por assédio e intimidação por parte do estado. Acções como esta, que não são originais, podem ter efeitos surpreendentes sobre o funcionamento da máquina estatal.
Um casal de Derbyshire, de férias na Praia da Luz durante duas semanas de descanso e relaxamento, estava na feira, quando esta foi invadida e comentou: “Portugal tem sido maravilhoso e apaixonei-me pelo lugar e pelas pessoas, mas se esse tipo de comportamento da polícia é normal, então nós certamente não gostariamos de viver aqui. “
Depois disto, resta-me pouco para acrescentar, apenas duas perguntas:
1- Foi-me dito que a própria feira estaria ilegal, no sentido de que não estaria licenciada, e isso terá sido motivo para algumas multas. A assim ser, como poderiam os utilizadores sabê-lo se a feira é publicitada oficialmente pela Junta de Freguesia de Barão de São João, pela Câmara Municipal de Lagos ou pelo Ministério da Cultura?
2- Durante a crise actual, numa zona tão deprimida e fustigada pelo desemprego, num Algarve que busca oferecer algo mais do que sol e praia, numa aldeia que sofre de grave envelhecimento e desertificação humana, este tipo de acção pretende o quê de realmente positivo?»

quarta-feira, 24 de abril de 2013

CRATO, O ANTI-MÁQUINAS PARA UMA NOVA INFO-EXCLUSÃO!

«As máquinas calculadoras vão desaparecer das salas de aula. O ministro da Educação, Nuno Crato, quer pôr os alunos a fazer contas de cabeça e limitar o uso das calculadoras nos primeiros anos de estudo.

Nuno Crato já tinha limitado o uso de calculadora no ano passado, no exame do sexto ano. Agora, quer que as máquinas sejam utilizadas apenas nos anos mais avançados, sendo mesmo aconselhada no 9º ano, para a aprendizagem das trigonometrias.»
Nuno Crato até é um tipo simpático, embora muito conservador.
Mas sobre o uso ou não das máquinas de calcular nas classes está completamente enganado, como o futuro o comprovará. 

DESPACHO DE GASPAR CADUCOU: TOCA A GASTAR, QUE O TROUXA DO CONTRIBUINTE É QUE PAGA!

«O despacho que congelava a nova despesa pública foi levantado esta quarta-feira pelo ministro das Finanças.

Vítor Gaspar determinou a cessação da vigência, por caducidade, do despacho assinado em 8 de abril.

«O presente despacho produz efeitos a partir de 23 de abril de 2013, inclusive», de acordo com uma nota publicada no site da Direção-Geral do Orçamento (DGO).»

POLÍTICOS DE PLÁSTICO SEGUNDO TAVARES: E AINDA POR CIMA BURROS!



ECONOMIA INEFICIENTE

Uma razão que pouco transparece na sociedade civil como argumento de controlo dos monopólios (como a EDP, a GALP, ...) é o efeito social negativo do poder de mercado.
Porquê? Porque as empresas com poder de mercado estão menos sujeitas a pressões externas para operarem com custos tão baixos quanto possível.
E isso é facilmente constatável num índice apenas: a alta remuneração das suas administrações, que não têm motivo para NÃO se «banquetearem» com parte dos custos passados aos consumidores.
Nos mercados concorrenciais, esta pressão é máxima, como sabem os donos dos cafés e restaurantes, que fecham sempre que a capacidade instalada pressiona as suas margens.
Em equilíbrio, e essa é a virtude de uma economia de mercado, o preço de mercado chega apenas para remunerar os fatores pelo seu custo de oportunidade. Empresários e gestores tentam evitar a ineficiência X: ineficiência que pode assumir formas TÉCNICAS de produção ineficientes.
Este preço de mercado é uma espécie de madre Teresa de Calcutá das consciências, um substituto perfeito do Estado com e grande, tantas vezes sequestrado (estado com e pequeno) por grandes interesses que distorcem o mercado com a arma da lei.

EIXOS PARA O CRESCIMENTO

Há mais de quatro milhões de potenciais agentes económicos investidores em portugal. São eles os activos que tem um efeito de alavancagem sobre a economia como consumidores. Na medida de consumidores, há já quase 10.600.000. 
Para que o eixo do crescimento funcione é preciso que a arte do possível permita reativar o consumo interno, já que só gaspar e as suas fórmulas permitem pensar que há só crescimento, com crescimento de vendas externas.  As empresas funcionam para os dois mercados. E quando as empresas funcionam no mercado interno significa que se substituem a empresas externas
O primeiro eixo do crescimento chama-se diminuição de impostos. Do IVA em primeiro lugar; de todas as taxas e parataxas em segundo. O IRC sim, mas um IRC progressivo. Os grandes monopólios deviam pagar mais do que as pequenas empresas.
O segundo eixo do crescimento chama-se legislar menos e melhor ouvindo sempre, em primeiro e último lugar, os agentes económicos; sem exceção.  Desburocratizar e simplificar é o lema; não o seu contrário.
Devolver a cidadania e acabar com reversões fiscais e com a autonomia destruidora da economia da AT, de modo a que não tenhamos o pior de dois mundos: o mau do liberalismo e o mau do estatismo (estava a lembrar-me do grande impulso no século XVIII, XIX, com a criação da figura da responsabilidade limitada, que dava aos agentes económicos muita liberdade de criar com alguma segurança pessoal limitando a responsabilidade empresarial ao capital investido nas suas empresas.  

  

terça-feira, 23 de abril de 2013

APOSTAR NAS EXPORTAÇÕES É ERRO QUE SE PAGA CARO

«Apostar (exclusivamente) só nas exportações é “erro que se tem pago caro”

No dia em que decorre o Conselho de Ministros extraordinário para estudar medidas de impulso à economia, o presidente da PME Portugal deixa algumas considerações sobre o crescimento económico.»

MIGUEL GONÇALVES, MAIS UM IGNORANTE «VENDEDOR DA BANHA DA COBRA»

«Miguel Gonçalves "Muitos dos desempregados não querem trabalhar"
Uma das últimas ‘contratações’ de Miguel Relvas enquanto ministro, Miguel Gonçalves, que foi nomeado para embaixador do programa ‘Impulso Jovem’, considera, em entrevista publicada esta segunda-feira no jornal i, que “há muita gente em Portugal que não trabalha por que não quer”, garantindo que “há muito trabalho” no País.»
Como é possível dar-se atenção a ignorantes como este?

segunda-feira, 22 de abril de 2013

NOVA CIDADANIA

A crise que vivemos não é apenas uma crise económica, mas o reflexo de uma crise de um sistema político que já não responde num mundo global e glocal.
A proposta da Nova Cidadania é simples. Os governos passavam a ser um lugar pequeno, uma administração de topo, seguindo e ascultando os conselhos dos cidadãos a cada sua nova proposta. Sem essa praga de intermediários que são os partidos, que não representam ninguém e não dão respostas concretas a problemas concretos Hoje o governo faz uma proposta de licenciamento zero para o comércio. Eu cidadão, faço outra. 
Um sistema de negociação fiscal com cada novo agente económico. Uma espécie de contrato com prazo,  não amovível com cada agente económico. Começando por proteger minimamente os investidores.  

COMISSÃO: DE RIR E CHORAR POR MAIS. PRIMEIRO NÃO OUVEM NINGUÉM, DEPOIS SACODEM A ÁGUA DO CAPOTE

«O presidente da Comissão Europeia admitiu esta segunda-feira que a Comissão Europeia cometeu erros na política de austeridade imposta aos países sob resgate, como Portugal.

José Manuel Durão Barroso diz que, apesar de a política seguida nestes países estar correta na teoria, «ela atingiu os seus limites em muitos aspetos».

«Porquê? Porque uma política, para ter êxito, não pode apenas estar bem desenhada, tem que ter um apoio político e social mínimo. Sei que há conselheiros tecnocratas que nos dizem qual o melhor modelo, mas que quando perguntamos como o implementar, dizem que isso já não é com eles», disse.

«Isto não pode acontecer ao nível europeu. Precisamos de uma política que seja correta, mas, ao mesmo tempo, precisamos ter os meios para a sua implementação e da sua aceitação política e social. E foi aqui que penso que não fizemos tudo bem», concluiu.»

BARRAGENS, BLINDADOS , TÚNEL: TRÊS BURACOS DO TRISTE PORTUGAL

Blindados nos armazéns do barreiro a apodrecer, túnel do Marão parado, barragens do oeste sem funcionarem.
Três exemplos, apenas três, de má utilização de dinheiros públicos; três exemplos de um país que não se pode queixar da Alemanha, mas apenas de falta de accountability; e de gente corrupta e irresponsável.
Como nas barragens que perdem água, um exemplo de buracos por o dinheiro público é sugado.   

quinta-feira, 18 de abril de 2013

DESVALORIZAÇÃO MONETÁRIA VERSUS DESVALORIZAÇÃO SALARIAL

Começa a ser muito claro que uma desvalorização monetária tem benefícios superiores em  países não competitivos como portugal, de periferia, à desvalorização salarial.
Porquê? Porque o primeiro ajusta o país uniforme e rapidamente, enquanto o segundo mantêm os desequilíbrios económicos já existentes - nomeadamente a relação entre consumidores e rentistas -, mantendo a destruição por anos infindos e agravando cada vez mais as condições de concorrência interna. 
Permite, além disso, contrariar automaticamente exportações e fomentar produção interna substitutiva.
Poderia ser de outra maneira, no quadro da zona euro em países com endividamento não pagável
Podia, se a componente solidariedade se tivesse mantido entre países centrais e periféricos da zona euro, entre países de pouco competitivos de partida - e sem escala - com países com processos produtivos mais estabilizados e polarizadores.
E a quem serve o euro no quadro de um país com mais de um milhão de desempregados sem apoios sociais mínimos? Aos rentistas e a todos aqueles que se equiparam à «europa rica» na distribuição de riqueza, perpetrada por meio de transferências iníquas e abusivas: talvez isso explique como é difícil baixar impostos e para - impostos numa «economia de estado» como a portuguesa, o único instrumento que podia dinamizar uma economia em destruição e espoliação!    

O NOVO PREC, HOJE PCEC (PROCESSO CONSERVADOR EM CURSO)

Enquanto os juros à Troika já nos custaram mais de mil milhões de euros em menos de dois anos, esta perigosa anarquista é detida por aqueles cujo trabalho é estarem aos serviço da má consciência nacional. Até quando?

A INTELIGÊNCIA NACIONAL: ESTAMOS A AFUNDAR A RECEITA FISCAL COM OS IMPOSTOS, MAS...

«Governo «dificilmente» evitará novo aumento do IVA este ano. Fiscalista Pedro Marinho Falcão admite que alterações podem ser feitas no regime de isenção, na taxa mínima ou até na taxa máxima»