RUI MACHETE, AVELÃS NUNES, ANTÓNIO CAPUCHO E JERÓNIMO DE SOUSA
Schauble ao disser que,
«Schäuble diz que Gaspar tem perfil para liderar Eurogrupo»
, já disse tudo de Gaspar, o eurocrata.
É que na óptica de Gaspar, primeiro que uma lealdade soberana há uma lealdade comunitária.
Tudo estaria bem se se conseguisse perceber «quem está por detrás dos interesses que movimentam hoje a lealdade Europeia?»
«A quem serve esta comunidade global?»
«Serve todos por igual?»
Obviamente que a resposta é negativa.
E esses interesses são hoje cada vez menos coincidentes com o interesse de pequenas soberanias como Portugal.
O debate de ontem que colocou frente a frente Rui Machete e Avelãs Nunes, demonstrou como uma Europa conformada e conformista se antepõe a uma Europa de causas.
E o problema não é em Portugal fundamentalmente ideológico, mas um problema de um controlo de órgãos por parte de uma elite geracional parasitária.
E é muito triste ouvir Rui Machete a dizer que todos vivemos acima das nossas posses, porque é mentira.
Como o futuro irá provar!
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