Ontem o talhante de Lisboa não ouviu o Expresso da Meia Noite e a exposição clara e sensata de um nosso compatriota da ONU. A clareza do que era necessário fazer é linear. A responsabilidade da Alemanha com o seu Hypobank também, mas o talhante de Lisboa que ontem estúpida e cinicamente foi desejar Bom Natal a reformados a quem lhes tira o pão, também.
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