Mostrar mensagens com a etiqueta Política Nacional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Política Nacional. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de setembro de 2012

ESTE HOMEM COMEÇA A SER PERIGOSO PARA O BOM FUNCIONAMENTO DA SOCIEDADE

«O expediente anunciado para a baixa da TSU para os patrões e a subida desta para os trabalhadores é simplesmente escandaloso.Este homem começa a ser perigoso para o bom funcionamento da sociedade.»
Isto diz Medeiros Ferreira sobre Passos. 
Com muita razão!
Porque medidas que destroem mais um milhão de empregos e toda a esperança de sairmos deste atoleiro estão nas mãos de um burro teimoso. 
A dignidade já se foi para milhões e antes desta sabemos nós que já só falta a vida.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

PASSOS, GOVERNAS PARA QUEM? MIGUEL DE VASCONCELOS!

O ERRO DE PASSOS E GASPAR

Um dos aspectos mais lamentáveis no modo de fazer economia no governo de Passos Coelho é a sua total incompetência e do bluff (pelo desconhecimento do país que produz) que é Vítor Gaspar.
Portugal não deve entrar em deflação para tentar cumprir o défice público ou fiscal. Se Passos quiser alterar a situação de uma espiral recessiva sem fim à vista deve fazer o inverso. E não se esquecer como "economista" que as expectativas e a fidúcia são um dos mais importantes instrumentos do crescimento económico. Sem ele, não há economia!
Não mais despesa pública, mas tentar preservar os sectores dos pequenos negócios que não tem nem influência no défice público, nem no défice externo.
Esses sectores são os serviços às pessoas feitos por pessoas nacionais que contribuirão via IVA e IRS para contrariar o défice público, como: a formação, os serviços culturais, a restauração, ...ectam os dois mais importantes desequilíbrios nacionais: o défice público e o défice externo. Há serviços que têm uma enorme capacidade de manutenção de emprego e que não af


São, no entanto, muito sensíveis ao aumento dos impostos; quando Passos aumentou o IVA deste serviços deu um tiro no pé das receitas fiscais e no rendimento nacional.

ERRO CRASSO! AVISÁMO-LO!

Mas só alguns tem capacidade de ouvir mais do que se querer fazer ouvido!

domingo, 9 de setembro de 2012

O CORTE DE 4000M€ E O EFEITO MULTIPLICADOR NA DESTRUIÇÂO ECONÓMICA: PASSOS ESTUDOU ECONOMIA? DUVIDO!

O corte de 4000M€ no rendimento disponível dos Portugueses vai ter um efeito multiplicador muito superior sobre a economia.
Cortar ao rendimento interno este montante significará muito menos emprego e apenas mais lucros para as grandes empresas. 
O mais dramático, no entanto, irá ser aumentar de forma exponencial a incapacidade dos portugueses solverem os seus compromissos, nomeadamente os resultantes dos impostos: IMI, IRS, ... Face a isto centenas de milhar serão esbulhados de parte substancial do que já pagaram à banca! Um modo inteligente de roubo por parte de um governo com criminosos dentro e em conluio com alguns banqueiros!
Em consequência proponho que todos os portugueses dêem um prazo de duas semanas ao governo para repensar estas medidas, nomeadamente o assalto da taxa de segurança social (quando sabemos que na Suíça esta prestação está plafonada por reformas de 2000€), sob pena de se tal não verificar retirarmos todo o dinheiro do sistema bancário fazendo-o implodir.
O direito constitucional à defesa da democracia permite-nos contrariar o esbulho da representatividade do poder pela mentira! 

sábado, 8 de setembro de 2012

ESTA MENSAGEM É PARA OS EMPREGADOS: MEDITE!

SÃO PASSOS E PORTAS TRAIDORES A PORTUGAL?

Empresários, trabalhadores, economistas, todos criticam as medidas de Passos que irão destruir a economia Portuguesa.

A mexida na TSU vai derrubar mais o mercado interno e todas as 90% de empresas que trabalham voltadas para ele e que mantêm o equilíbrio da economia a nível do emprego.

Em contrapartida facilita a vida às grandes empresas, sem resultados apreciáveis senão a preparação de Passos para saltar para um conselho de administração das empresas a privatizar.

Com estas medidas Passos e Portas assumem-se como traidores a Portugal, continuando a cavar cada vez mais a implosão de Portugal!
É esse o objectivo de Passos? 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

PASSOS: BURRO, BURRO, BURRO! ÀS ARMAS!

O aumento de 11 para 18% significará menos mercado interno, menos dinheiro para as pessoas que já não o têm para pagar IMI. 
Ficarão sem casa e sem dinheiro para alimentar os filhos, as empresas cairão na mesma!

O ESPECIAL CONTEXTO DE INTERSUBJECTIVIDADE MATERIALMENTE RELEVANTE

«A Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL) revela, nesta sexta-feira, no seu site, que o inquérito foi arquivado porque «não foi possível extrair qualquer elemento fático que permita afirmar a existência de condutas empreendidas com a intenção de obter benefício ilegítimo ou de causar prejuízo».

«Pese os elementos objectivos apurados, não foi possível extrair qualquer elemento fáctico que permita afirmar a existência de condutas empreendidas com a intenção de obter benefício ilegítimo ou de causar prejuízo, nomeadamente por não se ter detectado qualquer especial contexto de intersubjectividade materialmente relevante - seja com a magistrada em questão, seja com os demais intervenientes no procedimento nos Serviços do Ministério da Justiça -, indiciador de tal atitude interna», refere a PGDL.»

PASSOS, O COVEIRO DE PORTUGAL

IMI a mais, Penhoras a mais, Confiança a menos.
Num ambiente já deprimido como vivemos, Passos prepara-se para dar o golpe de misericórdia em Portugal.
No PSD já o deu! Centenas de milhar de Portugueses que sempre deram o voto ao PSD, ao PSD nas autárquicas dirão nada!
No país darão agora, um país onde pais de classe média já não conseguem alimentar os filhos e vêem-se na contingência de ficar sem casa. 
Mais 40.000 professores serão atirados para a rua com a insensibilidade deste novo carniceiro e incompetente que dá a mão ao seu irmão Relvas. 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

NÃO NOS TROIKEN POR MST

«A troika quer reformas estruturais? Ora, imponha ao Governo que faça uma lei retroactiva — sim, retroactiva — que declare a nulidade e renegociação de todos os contratos celebrados pelo Estado com privados em que seja manifesto e reconhecido pelo Tribunal de Contas que só o Estado assumiu riscos, encaixou prejuízos sem correspondência com o negócio e fez figura de anjinho. A Constituição não deixa? Ok, estabeleça-se um imposto extraordinário de 99,9% sobre os lucros excessivos dos contratos de PPP ou outros celebrados com o Estado. Eu conheço vários.
------
Quer outra reforma, não sei se estrutural ou conjuntural, mas, pelo menos, moral? Obrigue os bancos a aplicarem todo o dinheiro que vão buscar ao BCE a 1% de juros no financiamento da economia e das empresas viáveis e não em autocapitalização, para taparem os buracos dos negócios de favor e de influência que andaram a financiar aos grupos amigos.
--------
O que podemos nós pensar quando o ex-ministro Teixeira dos Santos ainda consegue jurar que havia um risco sistémico de contágio se não se nacionalizasse aquele covil de bandidos do BPN? Será que todo o restante sistema bancário também assentava na fraude, na evasão fiscal, nos negócios inconfessáveis para amigos, nos bancos-fantasmas em Cabo Verde para esconder dinheiro e toda a restante série de traficâncias que de há muito — de há muito! — se sabia existirem no BPN? E como, com que fundamento, com que ciência, pode continuar a sustentar que a alternativa de encerrar, pura e simplesmente, aquele vão de escada “faria recuar a economia 4%”? Ou que era previsível que a conta da nacionalização para os contribuintes não fosse além dos 700 milhões de euros?
------
O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado? Como poderíamos adivinhar que havia uns contratos secretos, escondidos do Tribunal de Contas, em que o Estado garantia aos concessionários das PPP que ganhariam sempre X sem portagens e X+Y com portagens? Mas como poderíamos adivinhá-lo se nos dizem sempre que o Estado tem de recorrer aos serviços de escritórios privados de advocacia (sempre os mesmos), porque, entre os milhares de juristas dos quadros públicos, não há uma meia dúzia que consiga redigir um contrato em que o Estado não seja sempre comido por parvo?
-------
NÃO PODE DE SE DEIXAR A PERGUNTA... Se há pessoas que abertamente acusam os antigos governantes, não só de má gestão, mas enriquecimento ilícito, qual a razão que leva este novo governo a não trazer à justiça todos aqueles que, colocaram o povo?!! português na situação de pedintes.

Não Nos Troiken»

É mentira?
Não! É verdade!
E é por isso que os portugueses honestos deviam exigir (sim, exigir!) um livro negro dos últimos anos da democracia e o julgamento imediato dos criminosos e traidores do nosso povo!

OS FABULOSOS ASSESSORES: PARA QUANDO CONCURSOS PELO MÉRITO, PELA NOTA?

«O fabuloso destino dos jovens assessores do Governo Passos»

VENDER AS LUCRATIVAS, MANTER AS DO PREJUÍZO

A estratégia das privatizações é do mais estranho que há. 
Vender as empresas que dão lucro ficando com as que dão prejuízo não lembra ao diabo... ou talvez seja mesmo aos diabos que lembre! Cândida acha que não há corrupção em Portugal!

domingo, 2 de setembro de 2012

MOTA SOARES, O NOVO ESCLAVAGISTA

O partido 6% teve a hipótese de tomar a medida mais mesquinha e esclavagista que ver se vê.
Em vez de combater a fraude em quem quer acumular trabalho com RSI, faz dos beneficiários desta prestação de última instância um instrumento de trabalho escravo.
Como tal e à luz da Constituição da República Portuguesa, não passa de um criminoso, de um esclavagista dos tempos modernos.
Daqueles que a Constituição diz que nos devemos defender por todos os meios.
Antes de ser governo o Mota Soares, licenciado na Independente com 11, era muito simpático nas injustiças do anterior desgoverno.

Portugal precisa de uma vassourada destes políticos das Universidades de Verão!

«GOVERNO PROMOVE TRABALHO ESCRAVO COMO NA ANTIGUIDADE!
É isso mesmo, tal como no tempo da escravatura. Esta noite comprovei tal prática de trabalho escravo por uma pessoa que o vai exercer, no pólo de Silves do Instituto de Emprego e Formação Profissional - dar formação e trabalhar na jardinagem durante 14 meses. Este verdadeiro escravo vai receber por mês 146,00 € de RSI, a que acresce 4,17 € de
subsídio de refeição por dia. Como trabalha 20 dias mensais (o valor dos subsídios de refeição atinge 83,40 €) a importância a receber no fim do mês totaliza 229,40 €. Como trabalha 35 h por semana, ou seja 140 h por mês, o preço a pagar por hora de trabalho dá 1,64 € (por arredondamento). O que é isto senão trabalho escravo?
Vejamos melhor: ao fim de 7 h diárias de trabalho, o escravo recebe 11,48 € e que tem de dar para o pequeno-almoço, almoço e jantar! Com esta importância diária só pode passar fome. Na Antiguidade os escravos nada recebiam, a não ser a alimentação, cujo valor da mesma até seria em muitos casos superior a 11,48 €, descontando as diferenças do tempo, claro.
Então qual a diferença entre os tempos da escravatura praticada, por exemplo, pelo antigos egípcios ou pelo Império Romano, ou mesmo praticada pelos impérios coloniais da Europa sobre os escravos negros durante os Descobrimentos, ou mesmo a praticada pelo regime nazi, e a escravatura praticada pelo governo do PSD/CDS? A diferença reside apenas nos maus tratos, na tortura e na morte dos escravos. Mesmo assim, os escravos deste governo que "tem tanta sensibilidade social" (que não passa de uma cambada de patifes e de novos esclavagistas contemporâneos), também estão sujeitos a todo o tipo de violência psicológica, pois para sobreviverem têm de sujeitar-se a esta nova escravatura.
Já vai sendo tempo - antes que seja tarde demais - para os cidadãos de boa vontade deste país, dos democratas, dos jovens, dos desempregados, dos precários, dos novos escravos, se unirem e expulsarem do poder os esclavagistas contemporâneos!
João Vasconcelos»

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A PERDA DE IDENTIDADE PELA FRACA ATENÇÃO DADA À HISTÓRIA E ARTES

«NÓVOA Há um pensamento notável de Olivier Reboul, filósofo francês (1925-1992). Ele diz que deve ser ensinado na escola tudo o que une e tudo o que liberta. O que une é aquilo que integra cada indivíduo num espaço de cultura, em determinada comunidade: a Língua, as Artes Plásticas, a Música, a História etc. Já o que liberta é o que promove a aquisição do conhecimento, o despertar do espírito científico, a capacidade de julgamento próprio. Estão nessa categoria a Matemática, as Ciências, a Filosofia etc. Com base nesse princípio, podemos selecionar o que é mais importante e o que é acessório na Educação das crianças.»

Hoje cada vez mais se percebe a necessidade da transmissão daquilo que une, para o país que é portugal.
A pouca atenção dada às artes e à história não cimenta um país já pouco solidário consigo próprio! 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O BOM EXEMPLO

Hospital vende viaturas para formar pessoal

Caso registou-se no Centro Hospitalar de Guimarães

terça-feira, 28 de agosto de 2012

IGCP: GANDA PASSOS! ENGANA PORTUGAL!

O governo optou por converter o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) em empresa pública. Ontem foram publicados os respectivos estatutos, os quais determinam o direito à média de vencimentos que os três gestores auferiram nos últimos três anos. Resultado: mais uma excepção ao tecto salarial dos gestores públicos, o qual corresponde - na letra- ao salário do primeiro-ministro.

IEFP: FAZER PELA VIDA!


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

PAULO MORAIS: PARA MAIS TARDE RECORDAR!


Paulo Morais deixa-nos este testemunho bem realista, desvendando como o dinheiro dos nossos impostos, está desde sempre, condenado e com destino marcado, na mão de gananciosos sem escrúpulos e sem lei. 

"Armando Vara ou Dias Loureiro concluem as suas carreiras como empresários de sucesso. E ricos.
Porque será que tantos políticos se dedicam à vida empresarial? E o que irão eles fazer para as empresas? Negócios com o Estado, claro está. Quase sempre. Negócios de milhões. Os lugares dourados em empresas do regime são, aliás, o destino final das carreiras políticas dos mais habilidosos.
Armando Vara ou Dias Loureiro (e muitos de igual jaez) não teriam provavelmente sucesso em qualquer outro país. Mas por cá, graças à política, concluem as suas carreiras como empresários de sucesso. E ricos. Porque o regime compensa carreiras que são construídas de pernas para o ar e ao arrepio de toda a competência.
Na Europa ou nos Estados Unidos da América, os bons profissionais saem das universidades, vão trabalhar em empresas e instituições, criam riqueza. Depois de terem provado que sabem fazer alguma coisa de útil, alguns optam por disponibilizar os seus conhecimentos ao serviço da comunidade. E aí iniciam uma participação política. No final das suas carreiras, muitos vão para as universidades transmitir o saber que adquiriram ao longo da vida.
Em Portugal, o percurso é bem diverso. Concluída a formação universitária, os dirigentes partidários anseiam por um cargo político. Para o qual são nomeados por via do seu currículo partidário e jamais por qualquer competência académica ou profissional.
Empossados em funções públicas, a maioria logo esquece o povo e até a lei. Exerce o seu lugar ao serviço da teia perversa de negócios em que os partidos estão envolvidos. Ao fim de alguns anos, instala-se comodamente num qualquer "tacho" duma empresa privada, auferindo milhões.
Poderiam eles ser administradores em empresas de referência de países desenvolvidos? Obviamente que não. Apenas obtêm estes lugares porque no exercício das suas funções públicas favoreceram os grupos privados, que agora os gratificam. E que os recompensam pelo prejuízo que provocaram ao Estado português. Prejuízo que continuarão, aliás, a causar, obtendo favores do Estado para os grupos dos quais agora são assalariados. E para os quais afinal sempre trabalharam, mesmo enquanto políticos." CM

IGCP DE IP PARA EP: QUAL O SIGNIFICADO DESTA "OPERAÇÃO"?




IGCP torna-se numa empresa pública

Já a partir do próximo sábado, dia 1 de setembro

domingo, 26 de agosto de 2012

O POLVO!

Carta do Canadá: Portugal desamparado

«Com a lentidão meditativa  a que obrigam as informações importantes,  acabo de ler  uma obra de Marc Roche que, nestes tempos incertos de Pátria e Europa,  todos devíamos ler:  O BANCO – Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo. Ficamos a saber que, de forma secreta, praticamente de seita, laboriosamente,  persistentemente, ao longo dos anos, o Banco Goldman Sachs adquiriu a configuração de um polvo monstruoso, cujos tentáculos, sob a forma de homens de mão, está infiltrado em toda a parte. Objectivo: empobrecer países mal governados e passar o seu património para o capital selvagem e sem pátria.  Tudo isto o autor denuncia com grande pormenor e acervo de provas.
Na União Europeia, os homens principais do Goldman Sachs são Mario Draghi (presidente do BCE) e Mario Monti (primeiro ministro de Itália). O autor descreve, ao pormenor, as golpadas do banco sobre a Grécia, com a colaboração de governos da direita e da esquerda, para grande proveito e regozijo dos banqueiros alemães.
Em Portugal, segundo Marc Roche, os tentáculos do Goldman Sachs são António Borges, Carlos Moedas e, de forma sonsa, Victor Gaspar. Todos os figurantes da coisa pública  que com eles colaboram servilmente, são a repetição gananciosa e sem escrúpulos dos que, em 1580, entregaram Portugal à Espanha a troco de fortunas e títulos. Toda uma elite negativa e traidora que,ontem como hoje, cabe no grito desesperado de Almada-Negreiros: “maquereaux da Pátria que vos pariu ingénuos / e vos amortalha infames”.
Percebem-se agora claramente as privatizações ao desbarato em que o actual governo se tem empenhado, com o precioso serviço dos nunca por demais louvados Mexias, Catrogas, Montezes  e quejandos. E é agora claro o porquê das declarações de António Borges, primeiro a preconizar a descida dos salários,  depois a anunciar o desmantelamento da RTP  e a sua entrega a capitais privados que, para além de passarem a viver (à grande) com subvenções  milionárias  pagas pelos contribuintes, teriam inteira liberdade para despedir quantos funcionários quisessem. Ainda por cima com o conforto de uma empresa que passou, com a administração actual, a dar lucro.
A ausência de Relvas, grande mainato do capital obsceno, tem uma leitura: percebeu que ninguém o quer ver, nem pintado.  A atrapalhada explicação de Aguiar Branco, como se um ministro da Defesa fosse chamado para este assunto, quando o que lhe incumbe são submarinos, imersos ou submersos num mar de cobardia, tem uma leitura: toda esta gentinha tem vivido na maior impunidade, com a Justiça em cadeira de rodas,  de boca fechada e venda nos olhos. Fica de pernas bambas, essa gentinha, quando percebe que o país não  está completamente adormecido. Ainda reage ao desaforo, para grande surpresa de um primeiro ministro a quem sobra em pesporrência o que lhe falta em idoneidade.
Todos os países do primeiro mundo têm a sua televisão e rádio estadual que, pelo facto de garantir o pluralismo informativo e o património cultural colectivo, tem de ser subsidiada para não ficar sujeita à chantagem do capital via publicidade. São meios de comunicação prestigiados e respeitados.  Todos os países do primeiro mundo têm por garantido que o chefe do estado é obrigado a defender o país dos maus governos. E em Portugal como é?  Como tem sido?  Um PR que se cala quando deve falar, que fala quando deve estar calado, que na maior parte dos casos diz banalidades ou defende o que nunca deveria defender.
Restamos nós, o povo.  E somos muitos. É tempo de reflectir numa afirmação recente do jornalista Joaquim Letria: “Há  mais do que motivos para a insurreição popular e intelectual”.»