«Portugal não tem uma estrutura estatística nem de avaliação dos impactos. Quando se faz uma coisa, o que é que altera no outro lado? E esse é que é o problema. Nós verificamos que há erros permanentes», respondeu.
O presidente do conselho de administração da Sonae questionou o que é que acontece com a economia «quando se sobe uma taxa ou se desce uma taxa», afirmando, por exemplo, que «quando se tira dinheiro ao povo falta dinheiro para comprar coisas, quer seja na economia quer seja nas empresas».
«Isso depois tem um impacto tremendamente negativo para a atividade económica, que desaparece. Nós não temos instrumentos de estudo em Portugal como muitos países têm. É tudo navegação à vista. Faz, não dá certo, corrige porque não há informação», sublinhou.»
Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
ATÉ BELMIRO DE AZEVEDO ESTÁ CONTRA O AUMENTO DA TSU
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Economia
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
A TAP E AS CONCLUSÕES DE SANTOS PEREIRA
Face ao que o próprio ministro diz a conclusão é: PRIVATIZE-SE!«A TAP é uma grande empresa que tem produtos que poucas outras empresas aéreas têm», disse o governante, ao salientar que o «hub de Lisboa e Portugal tem uma valência enorme, principalmente no mundo da lusofonia».
Com 70 voos semanais para o Brasil, Álvaro Santos Pereira destacou que a companhia portuguesa tem uma quota de mercado de 24% nos voos entre a Europa e aquele país sul-americano e que a TAP tem ainda mais 70 voos de Portugal para África, ligações que também considerou de grande valor estratégico.
«O hub de Lisboa e a centralidade de Portugal no mundo da lusofonia jogam a favor de termos uma empresa que é fundamental e estratégica para o país e também para o desenvolvimento da chamada lusofonia económica», concluiu o ministro.»
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Economia
O ERRO DE PASSOS E GASPAR
Um dos aspectos mais lamentáveis no modo de fazer economia no governo de Passos Coelho é a sua total incompetência e do bluff (pelo desconhecimento do país que produz) que é Vítor Gaspar.
Portugal não deve entrar em deflação para tentar cumprir o défice público ou fiscal. Se Passos quiser alterar a situação de uma espiral recessiva sem fim à vista deve fazer o inverso. E não se esquecer como "economista" que as expectativas e a fidúcia são um dos mais importantes instrumentos do crescimento económico. Sem ele, não há economia!
Não mais despesa pública, mas tentar preservar os sectores dos pequenos negócios que não tem nem influência no défice público, nem no défice externo.
Esses sectores são os serviços às pessoas feitos por pessoas nacionais que contribuirão via IVA e IRS para contrariar o défice público, como: a formação, os serviços culturais, a restauração, ...ectam os dois mais importantes desequilíbrios nacionais: o défice público e o défice externo. Há serviços que têm uma enorme capacidade de manutenção de emprego e que não af
São, no entanto, muito sensíveis ao aumento dos impostos; quando Passos aumentou o IVA deste serviços deu um tiro no pé das receitas fiscais e no rendimento nacional.
ERRO CRASSO! AVISÁMO-LO!
Mas só alguns tem capacidade de ouvir mais do que se querer fazer ouvido!
Portugal não deve entrar em deflação para tentar cumprir o défice público ou fiscal. Se Passos quiser alterar a situação de uma espiral recessiva sem fim à vista deve fazer o inverso. E não se esquecer como "economista" que as expectativas e a fidúcia são um dos mais importantes instrumentos do crescimento económico. Sem ele, não há economia!
Não mais despesa pública, mas tentar preservar os sectores dos pequenos negócios que não tem nem influência no défice público, nem no défice externo.
Esses sectores são os serviços às pessoas feitos por pessoas nacionais que contribuirão via IVA e IRS para contrariar o défice público, como: a formação, os serviços culturais, a restauração, ...ectam os dois mais importantes desequilíbrios nacionais: o défice público e o défice externo. Há serviços que têm uma enorme capacidade de manutenção de emprego e que não af
São, no entanto, muito sensíveis ao aumento dos impostos; quando Passos aumentou o IVA deste serviços deu um tiro no pé das receitas fiscais e no rendimento nacional.
ERRO CRASSO! AVISÁMO-LO!
Mas só alguns tem capacidade de ouvir mais do que se querer fazer ouvido!
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terça-feira, 4 de setembro de 2012
O AJUSTAMENTO EXTERNO POR MENOS ECONOMIA
” (…) Sendo indiscutível que o ajustamento externo registado na economia portuguesa é impressionante, há razões para olhar com cautela para o que está a acontecer.Por um lado, metade do ajustamento comercial deve-se à queda das importações (carros dão um contributo importante, mas menos maquinaria e investimento produtivo foram também decisivos). Por outro, Portugal está a pagar muito menos rendimentos ao exterior, em grande parte porque está em recessão, remunerando menos os investimento dos estrangeiro, o que está longe de ser animador.Estas são dinâmicas com efeitos potencialmente perversos para o futuro da economia e que apontam um elevado risco de insustentabilidade a médio prazo da correcção do défice externo que Governo e troika tanto elogiam. Notícias sobre a morte do défice externo são, neste momento, claramente exageradas. “
Desde logo se percebia que o ajustamento externo sendo positivo, principalmente do lado das exportações, só é positivo na medida em que se pense um portugal muito, muito pequenino.
Esta dinâmica é alimentada por níveis económicos de um país muito pobre, sem capacidade de importar bens reprodutivos. Uma anemia destas só é possível com um país de poucos milhões de habitantes, empobrecidos e envelhecidos.
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Economia
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
UM CANO PELO CÚ POR JUAN JOSÉ MILLAS
Juan José Millás.
Esse porco filho da puta pode, por exemplo, fazer com que a tua produção de trigo se valorize ou desvalorize dois anos antes de ter sido semeada. Na verdade, pode comprar-te, sem que tomes conhecimento da operação, uma colheita inexistente e vendê-la a um terceiro, que a venderá a um quarto e este a um quinto, e pode conseguir, de acordo com os seus interesses, que no decorrer desse processo delirante o preço desse trigo quimérico dispare ou se afunde sem que tu ganhes mais caso suba, apesar de te deixar na merda se descer. Se o preço baixar demasiado, talvez não te compense semear, mas ficarás endividado sem ter o que comer ou beber para o resto da tua vida e podes até ser preso ou condenado à forca por isso, dependendo da região geográfica em que estejas – e não há nenhuma segura. É disso que trata a economia financeira.
Para exemplificar, estamos a falar da colheita de um indivíduo, mas o que o porco filho da puta compra, em geral, é um país inteiro e ao preço da chuva, um país com todos os cidadãos dentro, digamos que com gente real que se levanta realmente às seis da manhã e se deita de verdade à meia-noite. Um país que, na perspetiva do terrorista financeiro, não é mais do que um jogo de tabuleiro no qual um conjunto de bonecos Playmobil andam de um lado para o outro como se movem os peões no Jogo da Glória.
A primeira operação do terrorista financeiro sobre a sua vítima é a do terrorista convencional, a do tiro na nuca. Ou seja, retira-lhe o caráter de pessoa, coisifica-a. Uma vez convertida em coisa, pouco importa se tem filhos ou pais, se acordou com febre, se está a divorciar-se ou se não dormiu porque está a preparar-se para um concurso. Nada disso conta para a economia financeira nem para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país – este, ao acaso –, e diz "compro" ou "vendo" com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir.
Quando o terrorista financeiro compra ou vende, converte em irreal o trabalho genuíno dos milhares ou milhões de pessoas que antes de irem trabalhar deixaram na creche pública – onde estas ainda existirem – os filhos, também eles produto de consumo desse exército de cabrões protegidos pelos governos de meio mundo mas sobreprotegidos, desde logo, por essa coisa a que chamamos Europa ou União Europeia ou, em termos mais simples, Alemanha, para cujos cofres estão a ser desviados neste preciso momento, enquanto estás a ler estas linhas, milhares de milhões de euros que estavam nos nossos cofres.
E não são desviados num movimento racional, nem justo nem legítimo, são-no num movimento especulativo incentivado por Merkel com a cumplicidade de todos os governos da chamada zona euro. Tu e eu, com a nossa febre, com os nossos filhos sem creche ou sem trabalho, com o nosso pai doente e sem ajudas, com os nossos sofrimentos morais ou as nossas alegrias sentimentais, tu e eu já fomos coisificados por Draghi, por Lagarde, por Merkel, já não temos as qualidades humanas que nos tornam dignos da empatia dos nossos semelhantes. Já somos simples mercadoria que pode ser expulsa do lar de idosos, do hospital, da escola pública, tornámo-nos algo desprezível, como esse pobre tipo a quem o terrorista, por antonomásia, está prestes a dar um tiro na nuca em nome de Deus ou da pátria.
A ti e a mim, estão a pôr debaixo do comboio uma bomba diária chamada prémio de risco, por exemplo, ou chamada juros a sete anos, em nome da economia financeira. Avançamos com ruturas diárias, massacres diários, e há autores materiais desses atentados e responsáveis intelectuais dessas ações terroristas que ficam impunes entre outras razões porque os terroristas vão a eleições e até as ganham, e porque atrás deles há importantes grupos mediáticos que legitimam os movimentos especulativos de que somos vítimas.
A economia financeira, se começamos a perceber, significa que quem te comprou aquela colheita inexistente era um cabrão com os documentos todos regulares. Terias tu liberdade para não vender? De forma alguma. Tê-la-ia comprado ao teu vizinho ou ao vizinho deste. A atividade principal da economia financeira consiste em alterar o preço das coisas, crime proibido quando acontece em pequena escala, mas encorajado pelas autoridades quando os valores são tamanhos que transbordam os gráficos.
Estão a alterar o preço das nossas vidas todos os dias sem que ninguém dê solução; mais, enviando as forças da ordem contra quem tenta dar soluções. E, por Deus, as autoridades empenham-se a fundo para proteger esse filho da puta que te vendeu, recorrendo a um burla autorizada, um produto financeiro, quer dizer, um objeto irreal no qual tu investiste, provavelmente, toda a poupança real da tua vida. Vendeu fumo, o grande porco, apoiado pelas leis do Estado que já são as leis da economia financeira, já que estão ao seu serviço.
Na economia real, para que uma alface nasça, é preciso semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, é preciso colhê-la, claro, e embalá-la e distribui-la e faturá-la a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora estão a reduzir porque a economia financeira tropeçou e é preciso tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está dedicada a sugá-lo, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passe a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado.
Há já quatro anos que nos metem esse cano pelo rabo. E com a cumplicidade dos nossos.
Juan José Millasé um escritor espanhol. Alcançou a consagração literária com a obra "El desorden de tu nombre". Em 1990 obteve o prémio Nadal com "La soledad era esto". Atualmente alterna a sua dedicação literária com numerosas colaborações na imprensa. É professor da Escuela de Letras de Madrid desde a sua fundação.
Publicado no El País.»
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Economia
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
1% DOS AFORRADORES DETÉM UMA MÉDIA DE 1.625.000€
Muitos dos ligados ao actual governo (como muitos anteriormente ligados ao anterior) continuam a afirmar que a situação a que chegámos se deve a um consumo excessivo por parte da população em geral.
Dados hoje saídos afirmam, entretanto, que só 1% dos que têm poupanças nos bancos representam cerca de 65.000 M€, sendo que aos restantes depositantes se devem 93.000 M€.
Ora se pensarmos que este número é baseado em cerca de 4.000.000 de depositantes, rapidamente chegamos ao maior problema de todos (nomeadamente o que extravasa a própria distribuição por meios lícitos).
É que 1% são 40.000, o que significa uma média de 1.625.000 € para cada um destes aforradores.
Ao invés os restantes 3.960.000, detém uma média de 23.485€.
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012
FISCO, A CONTRADIÇÃO, O MUNDO DOS IDIOTAS
Recebida a reavaliação do imobiliário concluímos que vivemos no mundo da contradição.
Para efeitos de IMI o imobiliário tem um coeficiente devastador: o coeficiente de localização.
Para quem mora em Lisboa em bairros como Campo de Ourique, Campolide, bairros muitas vezes populares, o coeficiente significa não, 1, nem 2, nem 3... a diferença que vai entre uma avaliação final tripla: entre o IMI incidir (exemplo) num valor de 60.000 ou 180.000 €.
Ou seja, para o fisco viver numa cidade como Lisboa é um luxo, ao contrário do que nos diz a necessidade de reabilitação da cidade e da necessidade de atracção do factor suburbano que tanto pesa na economia.
Sejamos pois todos camponeses, pois então!
Há mais idiotas a governar para além destes?
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
ASAE: MAIS UMA POLÉMICA NO CAMINHO DA DESTRUIÇÃO DE RIQUEZA NACIONAL
«Empreendimento tem espaço para autocaravanas sem qualquer licenciamento
O PÚBLICO tentou contactar a ASAE mas ainda não foi possível obter esclarecimentos. Durante a tarde, o proprietário, Manuel Brites, admitiu à Lusa que o empreendimento possui também um espaço para autocaravanismo sem qualquer licenciamento. “Nesse espaço é que o projecto ainda não deu entrada na Câmara [de Alcobaça], de resto está lá tudo”, disse Manuel Brites.
Segundo o administrador, a ASAE ordenou o encerramento das instalações até ao dia 14 de Agosto, mas Manuel Brites diz que vai recorrer da decisão. Neste momento já se pode falar em “milhares de euros de prejuízo”, porque, salientou, “depois da primeira ordem da ASAE foram enviados para o sul de Espanha 600 pessoas, através dos nossos operadores franceses”.
“Tudo temos feito para termos isto legal. Temos todos os projectos de especialidade aprovados, as vistorias da saúde, temos o presidente da região de turismo do Oeste a dizer que este é um projecto de interesse nacional e regional”, declarou. “Estamos a tratar da licença de utilização há dez anos”, destacou.
No interior do empreendimento vive-se o típico ambiente de férias e não há manifestações de preocupação por parte dos turistas, sobretudo franceses, mas também espanhóis.
Nos cinco minutos em que foi permitida à Lusa recolher imagens e falar com os utentes, pelo menos um grupo de quatro jovens franceses, oriundos de Paris, que estão integrados numa colónia de férias, expressou a sua surpresa sobre o possível encerramento do parque.
“Deixa-nos preocupados, claro, até porque não sabíamos de nada”, disse um dos jovens, que preferiu não revelar o seu nome. Já Pauline Grappin, outra jovem francesa que veio sozinha para um empreendimento aconselhado pelos pais, admitiu desconhecer a polémica.
“É verdade que ontem vi a polícia, mas julguei que fosse uma operação de rotina e eu continuei as...»
Basta isto para se perceber quais as entidades que são verdadeiros organismos de destruição de riqueza nacional.
As verdadeiras reformas passam pela extinção, ou pelo menos, retirada de competências a instituições como a ASAE: o liberalismo económico não se compadece com regras burocráticas demasiado estreitas que pouco mais fazem que ser potenciais geradores de corrupção.
O licenciamento, zero, que afasta os impedimentos e subdesenvolvimento, tarda!
Como também tarda a reforma do orçamento zero!
Bom senso exige-se aos agentes económicos, mas acima de tudo às corporações do regime, que impedem o desenvolvimento: esta a verdadeira reforma a fazer em Portugal!
Um governante inteligente fazia política sobre todos estes impedimentos que matam a motivação em portugal e criam corrupção e subdesenvolvimento: tudo o resto é palha e irrelevante!
O licenciamento, zero, que afasta os impedimentos e subdesenvolvimento, tarda!
Como também tarda a reforma do orçamento zero!
Bom senso exige-se aos agentes económicos, mas acima de tudo às corporações do regime, que impedem o desenvolvimento: esta a verdadeira reforma a fazer em Portugal!
Um governante inteligente fazia política sobre todos estes impedimentos que matam a motivação em portugal e criam corrupção e subdesenvolvimento: tudo o resto é palha e irrelevante!
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
AS BESTAS DOS RELATÓRIOS OU LANÇAR BARRO A VER SE PEGA!
«A OCDE recomenda que Portugal deve ir mais longe nas alterações à atribuição do subsídio de desemprego e defende a redução do prazo de atribuição desta prestação social para os desempregados mais velhos.De acordo com o Relatório sobre a Economia Portuguesa 2012, divulgado hoje pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), "a duração da prestação social não deve depender da idade e deve ser reduzida para os trabalhadores mais velhos".»
Um tipo que faz uma recomendação destas... sim porque por detrás das instituições estão interesses escondidos, só tem um nome: besta! E AO QUADRADO.
Estes indivíduos, normalmente indivíduos bem aboletados através do tráfico de influências, deviam colocar a assinatura no que escrevem para serem penalizados por isto.
Estes indivíduos, normalmente indivíduos bem aboletados através do tráfico de influências, deviam colocar a assinatura no que escrevem para serem penalizados por isto.
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segunda-feira, 23 de julho de 2012
CONFISCO!
«IMI: fatura dos proprietários dispara 60% Governo deverá receber mais 700 milhões, para um total de 1,9 mil milhões de euros daqui a três anos Os proprietários com prédios por reavaliar vão pagar 240 euros por ano com o Imposto sobre Imóveis (IMI). Este valor é o dobro do pago atualmente e, daqui a três anos, quando terminar o período transitório, o Governo estima receber mais 700 milhões de euros com este imposto, para um total de 1,9 mil milhões de euros.»
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
PARA ALÉM DE UMA MEDIDA DE CARIZ E TEOR FASCIZANTE ISTO É QUE DESTRÓI A ECONOMIA: NÃO PEDIR FACTURA DÁ DIREITO A MULTA!
«Não pedir factura pode dar multa até 2.000 euros
Emissão de factura passa a ser obrigatória a partir de 2013
DECO considera que esta punição remete para os tempos da ditadura. "Faz-nos lembrar o que acontecia antes do 25 de Abril, em que havia uns indivíduos que eram os fiscais dos isqueiros."olver até 250 euros do IVA pago em facturas
Os consumidores que não peçam facturas podem ser multados entre 75 e 2.000 euros. O alerta é dado pela DECO, que considera que se trata de uma medida de repressão.
O vice-presidente da DECO, Jorge Morgado, fala num trabalho que não compete ao consumidor: "A DECO sempre disse aos consumidores que deviam solicitar recibo, porque desta forma podem exigir os seus direitos. Mas daí a obrigarem os consumidores a serem fiscais e de poder haver a possibilidade de, conforme diz a lei, haver uma coima entre 75 e 2.000 euros por não pedir facturas, é um passo gigante".
Jorge Morgado considera que esta punição faz lembrar os tempos da ditadura: "Faz-nos lembrar o que acontecia antes do 25 de Abril, em que havia uns indivíduos que eram os fiscais dos isqueiros, que andavam pelos cinemas e pelos cafés a verificar se as pessoas acendiam o cigarro com isqueiro, para depois cá fora, na rua, verificarem se tinham licença de isqueiro".
A emissão de factura passa a ser obrigatória a partir de 2013. A medida foi aprovada quarta-feira em conselho de ministros.»
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DESEMPREGO UMA REALIDADE A VÁRIAS DIMENSÕES
É indubitável que o desemprego é um flagelo. Flagelo a que ninguém, nem os mais improváveis, poderiam pensar lhes tocar à porta.
A realidade é, no entanto, a que é: feita de erros consecutivos por parte de sucessivos governos, do governo Europeu, das elites nacionais e europeia, mas também da própria frágil cidadania. Cidadania com pouca memória, como se vê nos dramas dos incêndios, responsabilidade em parte de um tempo de memória curto que não desbasta as condições da propagação dos fogos.
No desemprego o desbastar dos fogos chama-se emulação, organização, boas práticas: mas que fazer quando o mérito já não é a escolha?
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domingo, 15 de julho de 2012
MÁ DESPESA PÚBLICA! LEMBRA-SE DISTO GASPAR EM VEZ DE AUMENTAR OS IMPOSTOS?
Sabia que a presidência da república portuguesa, que deixa por omissão acontecer casos como o do Vítor Ramalho (diz-se, recebeu da própria entidade 5.000 € para lhe dar uma entrevista), representa um gasto (despesa) para cada português 1,6 €, enquanto a casa real inglesa representa 0,93 €?
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
RESOLUÇÃO RÁPIDA DA CRISE DA DÍVIDA EUROPEIA
«...e retirássemos 40% às fortunas das personalidades mais ricas da Zona Euro, com esse dinheiro conseguíriamos pagar não só a dívida de Portugal, como a de todos os países que partilham a moeda única. É o que revela um estudo publicado esta sexta-feira pelo jornal alemão «Süddeutsche Zeitung», citado pelo espanhol «20 minutos».
Com a crise da dívida da Zona Euro ainda longe de estar resolvida, esta seria uma maneira fácil - e rápida - de equilibrar as contas dos Estados-membros, evitando cimeiras atrás de cimeiras com (algumas) boas intenções, mas sucessivas decisões adiadas.»
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
FINANÇAS NÃO ACTUALIZAM IDADE DOS IMÓVEIS
«Finanças devem actualizar idade dos imóveis
O coeficiente de vetustez depende unicamente da idade do imóvel. Todavia, se o proprietário não fizer alguma coisa, o coeficiente não é actualizado pelo fisco à medida que o prédio envelhece. Ao não ser actualizado automaticamente, são colectados impostos e taxas em excesso. Exige-se que o Estado actue em conformidade com a lei, não tirando proveito do desconhecimento ou da inércia dos contribuintes. Além disso, não se entende porque as Finanças cobram um mínimo de 765 euros (pode ir aos 3060 euros) por uma segunda avaliação, um valor não reembolsável. No âmbito da avaliação geral dos prédios, o valor mínimo é de 204 euros, ainda assim excessivo. Claramente que é um desincentivo aos pedidos de actualizações do valor patrimonial, pois o seu valor é despropositado em relação ao seu custo real. As Finanças, no âmbito do processo de avaliação geral, estão a pagar um máximo de 5,50 euros aos técnicos por cada avaliação. Exige-se que o valor cobrado esteja em consonância com o custo efectivo de uma segunda avaliação e que só seja imputado no caso do valor contestado não baixar.»
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quinta-feira, 5 de julho de 2012
MIGUEL FRASQUILHO
Gostei de ouvir, ontem, Miguel Frasquilho.
Realista, ponderado, capaz até de concordar em muitos itens com Honório Novo. Uma diferença substancial face a uma camada de políticos que militam no vermelho ou negro. A falta de credibilidade dos políticos e da política também está nisso. Numa enorme incapacidade de conjugar pontos positivos de uns e outros, sem perderem a identidade.
Mas obviamente Miguel Frasquilho não é detentor de um diploma oferecido!
Realista, ponderado, capaz até de concordar em muitos itens com Honório Novo. Uma diferença substancial face a uma camada de políticos que militam no vermelho ou negro. A falta de credibilidade dos políticos e da política também está nisso. Numa enorme incapacidade de conjugar pontos positivos de uns e outros, sem perderem a identidade.
Mas obviamente Miguel Frasquilho não é detentor de um diploma oferecido!
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
UMA ANEDOTA CHAMADA ERSE
«Os aumentos dos preços da eletricidade e do gás até ao final do ano «não serão punitivos». A garantia parte do presidente da Entidade reguladora da Energia (ERSE).
Vitor Santos adiantou esta quarta-feira que, até ao final do ano, o regulador vai «criar as condições para que as tarifas reflitam a variação dos custos».
«Não pode acontecer que as tarifas reguladas estejam abaixo dos preços de mercado», acrescentou, citado pela Lusa, à margem de uma conferência promovida pelo «Diário Economico» subordinada ao tema da «Energia: os desafios da liberalização do mercado».
Qualquer economista de empresa que não tenha tirado o curso em um ano com equivalências a cadeiras que estava a pensar fazer, sabe, que o poder de mercado significa ineficiências das próprias empresas que têm pouco propensão para diminuir os seus custos.
É isso que acontece com a Galp e Edp pelo que a regulação da EDP e GALP são «uma fraude» no sentido de que estas empresas apresentam os custos à medida da sua criatividade. Não é por acaso que não se percebe como a EDP tem mil milhões de lucros em ano de crise e quando todos os sectores se ajustam pela baixa.
Pelo contrário a EDP continua a ajustar-se em alta ganhando na divisão entre consumidor/ produtor.
Assim, está sempre protegida da crise.
Quanto menos consumidores, mais cobra para cobrir a perda de consumos.
Pelo contrário a EDP continua a ajustar-se em alta ganhando na divisão entre consumidor/ produtor.
Assim, está sempre protegida da crise.
Quanto menos consumidores, mais cobra para cobrir a perda de consumos.
É por isso que o regulador é apenas uma anedota (e o melhor amigo dos monopólios e duopólios) e um custo acrescido para o consumidor que perde na relação - e ainda por cima é que paga.
A EDP entretanto é uma empresa apetecida com os seus salários milionários nas administrações!
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A DIFERENÇA ENTRE PORTUGAL E ESPANHA ESTÁ NOS PORMENORES, O MAIOR DOS QUAIS SE CHAMA CORRUPÇÃO
«Auto-estrada do BES e Mota-Engil declara falência
Concessionária deve 380 milhões à banca e 150 milhões a proprietários de terrenos expropriados
A concessionária da auto-estrada que liga Madrid a Toledo, participada pelo BES e pela Mota-Engil, solicitou voluntariamente a falência junto do Supremo Tribunal de Justiça de Albacete. É a primeira falência do setor, que se encontra praticamente em coma no país vizinho, escreve o «Jornal de Negócios».
A empresa apresenta uma dívida de 380 milhões à banca, a que se juntam mais 150 milhões de dívidas a proprietários de terrenos expropriados para a construção da auto-estrada.»
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terça-feira, 3 de julho de 2012
MAIS UMA HIPOCRISIA POLÍTICA: A LEI DO CINEMA E AS NOVAS TAXAS A PAGAR PELOS OPERADORES!
«TVI incapaz de suportar “carga de impostos” da Lei do Cinema
Estação enviou um documento aos deputados que votam esta sexta-feira a nova legislação, que inclui um agravamento das taxas pagas pelos operadores.
A TVI garante que "não tem capacidade" para "fazer face à carga de impostos e obrigações de investimento" exigidos pela nova Lei do Cinema. A declaração consta do documento enviado ontem aos deputados da Comissão de Educação, Ciência e Cultura, a que o Diário Económico teve acesso.
A análise de quase 30 páginas, da autoria de José Fragoso, director-geral da estação de Queluz-de-Baixo, sugere algumas alterações ao documento aprovado em Conselho de Ministros, que será discutido e votado na próxima sexta-feira, dia 6, e que descerá depois à especialidade. No documento, a estação da Media Capital acusa o Estado de não auxiliar as televisões privadas no cumprimento das obrigações que constam da actual Lei da Televisão e de não assegurar também a existência de incentivos e medidas fiscais à produção audiovisual de ficção.»
A lei da Televisão é um monumento à hipocrisia de uma classe política que diz ser liberal.
Em
vez de deixar os operadores ao mercado, o estado através da
incompetência e falta de seriedade da grande maioria da classe política
Portuguesa, encontra sempre formas de torpedear a concorrência e
prejudicar o mercado através de todo o tipo de cargas e obrigações.
É caso para perguntar aos actuais senhores que se dizem liberais.
Isto é que é libertar o mercado?
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