Muito tem andado Sócrates por terras da Líbia, da Venezuela e outras terras cinzentas e enevoadas pouco recomendadas.
O que eu dava por saber o interesse desmedido e recorrente por estas paragens!
Mas desconfio!
Ai isso, desconfio!
Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
«Novos preços: casar fica 20% mais caroRegistos de prédios rústicos disparam 400% A nova tabela de preços dos serviços dos registos e do notariado foi publicada quinta-feira em Diário da República. Muitos dos valores mantêm-se, mas também há alguns que sobem. Por exemplo, se está a pensar em dar o nó, saiba que os registos de casamento ficam 20% mais caros.O novo preçário, que entra em vigor a 1 de Outubro, vai obrigar os noivos a pagar mais 20 euros pelo registo do enlace, num custo total de 120 euros.Pelo contrário, quem quiser cortar laços com o cônjuge, paga o mesmo. Os divórcios por mútuo consentimento não sofrem qualquer actualização e continuam a custar 250 euros.Mas o aumento mais gritante nem é o do casamento, e sim o registo de prédio rústico, cujo preço dispara nada mais nada menos que 400%, passando dos 50 para os 250 euros.Em comunicado, emitido após a reunião do Conselho de Ministros onde o diploma foi aprovado, o Governo explicava tratar-se de uma actualização «em função da modernização em curso do sistema de registos português e ajustando-o aos custos decorrentes dos serviços efectivamente prestados».
Revista uma reportagem sobre a indisciplina que grassa nas nossas escolas, fruto de um sociedade doente e decadente e de agentes que cultivam a hipocrisia, a cobardia e o politicamente correcto, reviramos os olhos para a sociedade do Dubai, onde a disciplina, a contenção, o pudor, dão as mãos ao desenvolvimento, ao mérito e ao esforço, à segurança nos transportes, no trabalho, no lazer.Com mais de 75% de imigrantes relativamente aos autóctones do jus sanguinis, a sociedade do Dubai é uma sociedade vigiada, ornada de regras e de disciplina férrea.Para os politicamente correctos o Dubai peca por falta de democracia, para os realistas, um tal mistura de raças, seria um mel pot explosivo sem mão tão firme e energética.O resultado visível é um espaço de enorme segurança, onde apesar da enorme desproporção e ratio homens/mulheres, estas não são molestada e onde os roubos, assaltos e quejandos se quedam a níveis muito baixos relativamente ao tolerado no Ocidente.
Quando se sai do aeroporto do Dubai entra-se num estranho mundo multicultural onde pululam Árabes nos seus trajes brancos, hoje já salpicados a castanho claro e outras colorações, Indianos, Paquistaneses, Filipinos, Ocidentais da Velha Albion, Nórdicos, aos pobres descendentes da exígua Lusitânia.
A metrópole conquistada ao deserto, este apenas divisado nas enormes clareiras dos enormes e modernaços edifícios King Size, micro desertos citadinos, a contrastar com a fraca altura dos senhores do ex-deserto, estende-se aberta com magníficas avenidas de seis faixas onde veículos automáticos avançam a velocidades também elas fantásticas.O recente pôr do sol não trás, nesta altura do ano, brisa que valha sendo a brasa, de 40º C à noite, a definição certa, que até para o pobre Lusitano já conhecedor de outros calores, como os Sul Americanos ou os Africanos, não compara.
Os expats, expatriados ao serviço do Emirado, que Árabe pouco trabalha apenas banca uma de senhor, são nesta monarquia onde a figura e a imagem do Sheik sobressai por muitas esquinas, pequenas formigas disciplinadas e controladas que só arriscam um olhar à passagem de uma figura feminina que os atrai pela raridade da presença.
Terra de emigrados temporários, controlados a Irís do olho, o Dubai ladeado pela Arábia Saudita e por Omãn, vive o sonho das mil e uma noites numa das cidades mais progressivas e modernas do mundo, mesmo se a crise mundial a deixou aparentemente fragilizada.
(Cont.)
A primeira sensação é avassaladora. Chega não de mansinho, mas como um vómito de um bafo quente, demasiado quente ao inalar, para se comparar e assemelhar às portas do 999 inferno. Mas antes, o ritual da chegada, ou não, da bagagem, revela um insólito e estranho episódio.Em terra das Árabias uma mala vermelha plástica, demasiado familiar para ser mentira, escorrega rápida para as mãos de um homem de tez escura, que se afasta rapidamente para a porta do inferno. Um corridinha rápida, coração a baquear por uma entrada de leão e... que não, que é igual, igualzinha, não fosse uma pequenina mossa indiciar um outro master. Saída de Sendeiro, ainda por cima o putativo dono era um compatriota daqueles que são empurrados, todos os dias, porta fora pelo magnífico leader, não fosse um pouco à frente uma moça de igual tez escura mediterrânea perguntar: vocês são do país de S? É que já tal tinha percebido em Frankfurt! Podem-me ajudar a perceber a saída? É que venho ter com o meu irmão, que aqui trabalha, e o meu Inglês deixa muito a desejar!Despachada a moça, possivelmente para fazer companhia ao seu expatriado irmão, e a mais alguns milhões de Asiáticos e a centenas de milhar de Ocidentais em terra de castas, Árabes primeiros , os senhores do lugar, Ocidentais a seguir, Europeus e Americanos por esta ordem, Indianos, Paquistaneses, Filipinos e tudo o mais que compõe o mapa-mundo Asiático, eis chegado o grande momento, a saída do terminal onde abundava meia Ásia de mãos dadas com África e Ocidente!E a hora, onze da noite, foi a hora do bafo, murro seco pulmonar de 40ºC, ao luar!
(Cont.)
«As dívidas ao Fisco não param de aumentar. Mais de metade dos devedores que estão na lista negra do Fisco são administradores e gerentes de empresas.
Segundo um comunicado do Ministério das Finanças divulgado esta sexta-feira, a lista de devedores conta agora com mais 3.098 nomes, num total de 24.318 faltosos. Deste total, 8.149 são empresas e 16.169 são pessoas singulares.
Nestas estão incluídos 8.773 administradores e gerentes de sociedades que foram responsabilizados pelo pagamento dos impostos que estão em falta por essas empresas.
Pois, pois
- Por julia formigal
Devem ser os gerentes das grandes empresas, bancos, seguradoras e monopolistas incluindo hipers , pois os das pequenas e medias empresas estao de tanga e nao as conseguem aguentar pois tem sido espremidos como limoes, pelos impostos, banca , estado, para os boys viverem na opulencia , agora ainda querem acabar com os pequenos investidores! Estejam quietos antes que tudo se afunde ainda mais.»
«A culpa é tua, besta de falta de civismo, alimária de falta de educação, representante do novo lúmpen proletariado, excluído desta meia cracia de Instalados. É das tuas costelas que têm saído os falsos profetas, os judas escariotes que te vendem por 350 milhões de moedas, o sistema renano Bismarkiano democrático, o sistema judicial baseado na fonte do mau costume e da palavra dos mil e um sentidos!
És tu que exiges empresas municipais, duzentos e trinta deputados, governadores civis qb; és tu que odeias os sistemas Constitucionais participativos Americano e o Suíço; és tu que vês o referendo, o uninominalismo responsabilizante, como milho atirado aos pombos inertes e vazios de conteúdo, aos pombos a quem a viatura da democracia de quatro em quatro anos atropela.»