sábado, 2 de julho de 2011

ELITE FATAL

Cavaco Silva
“Situação actual do nosso país não é uma fatalidade” 
 
De facto, não é! 
A fatalidade é esta pobre democracia em que uns se locupletam à custa de outros. 
Não é felizmente o caso do sr. PR, nem da pseudo-elite Portuguesa, mas do olho vesgo de quem lava as mãos como Judas. 
Aliás não é estadista quem quer, mas quem pode.

COLBERT E MAZARINO: OS RICOS, OS POBRES, OS OUTROS

Colbert e Mazarino: cobrança de impostos durante o reinado de Luís XIV?
E a história repete-se .....
Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV:
Colbert:
Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar [o contribuinte] já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino:
Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert:
Ah sim? O Senhor acha isso mesmo? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino:
Criam-se outros.
Colbert:
Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino:
Sim, é impossível.
Colbert:
E então os ricos?
Mazarino:
Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert:
Então como havemos de fazer?
Mazarino:
Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente entre os ricos e os pobres: os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tirámos. É um reservatório inesgotável.

STRAUSS - KAHN A PRESIDENTE DA REPÚBLICA FRANCESA

... enquanto as estratégias evoluem, o impoluto abaixo assinado

«Strauss-Kahn foi libertado pelo tribunal» 

MALDITA FUNCIONÁRIA!

ESTRATÉGIAS DA DISTRACÇÃO E OUTRAS INIBIÇÕES REACTIVAS

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRACÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distracção que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distracções e de informações insignificantes. A estratégia da distracção é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.


2 - CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reacção-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reacção no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise económica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.


3 - A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconómicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.


4 - A ESTRATÉGIA DO DIFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado.


5 - DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entoação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adoptar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reacção também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos, ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.


6 - UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e pôr fim ao sentido crítico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…


7 - MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma a que a distância da ignorância que exista entre as classes inferiores e as classes sociais superiores permaneça e seja impossível de superar pelas classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.


8 - ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover no público a achar que é moda o facto de ser estúpido, vulgar e inculto…


9 - REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades, ou dos seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema económico, o indivíduo se auto-desvaloriza e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua acção. E, sem acção, não há revolução!


10 - CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à Biologia, à Neurobiologia e à Psicologia Aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto fisica, como psicologicamente.

segundo Noam Chomsky, "linguista Americano" que elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através dos meios de comunicação.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

GOVERNO SÓCRATES APAGOU DADOS DOS COMPUTADORES!

«Governo Sócrates apagou dados dos computadores, diz jornal

Os funcionários dos gabinetes dos ministérios das Finanças e da Economia perderam, na semana que antecedeu a tomada de posse do novo Governo, a informação que mantinham nos computadores com que trabalhavam, o histórico dos emails profissionais, a lista de contactos e até tudo o resto que continham nos discos rígidos. A notícia faz manchete na edição desta quinta-feira do jornal i, citando um funcionário não-identificado de um gabinete do Ministério das Finanças, segundo o qual «foi como começar de novo, apesar de já trabalhar aqui há anos e de ir continuar a trabalhar aqui».
Ainda de acordo com testemunhos ouvidos pelo jornal, a ordem, executada pelo Ceger, organismo responsável pela gestão da rede informática do governo (RiNG) e que está na dependência da presidência do Conselho de Ministros, terá sido não deixar qualquer informação nos computadores profissionais e limpar, inclusivamente, a RiNG, local onde ficam armazenados os emails profissionais e por onde circula toda a informação interministerial, em circuito restrito.»
Se esta notícia é verdadeira está na altura do povo Português se levantar e pedir a criminalização de todos os responsáveis. Todos os documentos decorrentes de actos públicos fazem parte do acervo de uma democracia. em nenhum Estado democrático é admissível apagar dados públicos. O sector público e a governance não são um bem privado de que alguns se possam apropriar.

Quem não deve, não teme. Se isto é verdade, Portugal está a saque e todos os Portugueses de bem tem de se levantar para expurgar a democracia dos criminosos políticos.  

quarta-feira, 29 de junho de 2011

PASSOS QUER TRANSPOR A GRÉCIA PARA PORTUGAL VIA RENDAS E IMI'S

Numa altura em que a grande maioria dos portugueses já se começa a alimentar mal, Passos quer fazer dois em um: aumentar as rendas de casa com o falso argumento que as anteriores a 1990 não aumentaram (o que é falso) e aumentar o IMI. Ou seja emparedar os Portugueses, enviá-los para a rua, deixá-los no desespero.

Nem rendas, nem casa própria, numa espiral de rendas altíssimas que os portugueses não podem pagar, numa espiral de entrega de casas aos bancos por não poder pagar IMI's, condomínios, empréstimos bancários.

É assim que se vai criar uma nova economia e uma nova distribuição? Será Passos outro aprendiz de economista?

VOTAR NUM PARTIDO SÓ, É COMO PEDIR APENAS UMA MEIA DE LEITE

Um dos problemas das economias modernas é a democracia em pacotes.
Votar politicamente em pacotes é algo quase impossível de engolir nos nossos tempos. Muitas vezes perguntam-me de que partido sou? E eu fico confuso. Partido, mas como é que é eu posso pertencer a um Partido se concordo com isto ou aquilo de um, ou aquilo e aqueloutro de outro, ou... portanto eu sou verdadeiramente aquilo que se denomina de um Independente.

Este governo ufana-se de se escudar em medidas que têm 80% do apoio nas urnas.
Só que estes 80% não votaram nestas medidas Troikianas. Votaram, para começar, na queda de Sócrates...

CHOQUE LIBERAL

Vem aí o choque liberal. 
Quanto tempo até que as ruas fiquem cheias de descontentes a pedirem a cabeça deste governo?
Tinha esperança que este governo substituísse algumas medidas da Troika por medidas menos impactantes na sociedade Portuguesa. Tinha esperança que Passos fosse a Bruxelas, a Atenas, a Dublin, a Madrid dizer que a Europa precisa de outras soluções. Tal não se verifica. O bom aluno fará as delícias do cínico liberal de Bruxelas. Tal não se verifica!
Iva sobre produtos de luxo? Não! Aumento dos produtos essenciais! Num país onde a margem da generalidade da população Portuguesa já não existe, aumentar impostos é tudo o que não se devia fazer. Mas continua a optar-se pela solução mais fácil! 
Privatização da TAP? Veremos a TAP a ser brevemente desmontada, avião a avião, rota a rota, substituída pela Lufthansa, mais de 1000 milhões de Euros perdidos para outros cofres.
Acabou-se o período de estado de graça deste governo!

Aliás, até Miguel Relvas, até agora tão célere em sorrisos já não ri. 

Vem aí o efeito "quero, posso e mando", tão diferente da democracia Islandesa que percebeu que os tempos exigem ascultação das populações . E mais decadência para Portugal!

SOFIA PINTO COELHO E A JUSTIÇA

«Sofia Pinto Coelho adiantou que se tratava de "matéria noticiosa de  evidente interesse público em que estava em causa uma enorme desinformação"  e que o tribunal sedeado em Estrasburgo reconheceu isso mesmo, considerando  que era "necessário dar credibilidade à informação com um documento oficial".
Em outubro de 2006, a jornalista especializada em temas de justiça,  foi considerada culpada por ter divulgado cópias de atos que constavam do  processo, "o que é proibido e automaticamente condenado pelo Código do Processo  Penal"»
Entre a justiça de Bruxelas e a justiça de Lisboa vai um mundo. Um mundo de diferença entre a verdadeira  justiça e a justiça ao serviço de interesses pouco gerais e abstractos.

domingo, 26 de junho de 2011

MARCELO, O SNOB

«O comentador sublinhou que «é preciso explicar a Álvaro Santos Pereira que ele agora não é Álvaro Santos Pereira. Ele agora é o ministro da Economia de Portugal»
Quando se pergunta a um estrangeiro qual o problema de Portugal, rapidamente  o estrangeiro responde: a elite Portuguesa!  

sábado, 25 de junho de 2011

ESPAÇO PETIÇÃO PÚBLICA: DEMOCRACIA EM MOVIMENTO

OS RESPONSÁVEIS DA CRISE: EXIJAMOS UMA DEMOCRACIA DESTAS



O reino de Portugal há muito que está podre! Olhem bem o que diz um nosso cidadão! 
Para uma parte da elite? Portuguesa, trabalhar é dizer duas ou três banalidades e alimentar formalismos idiotas e faustosos!
«...divididos por totos. Pois claro...A Presidência da República emprega agora 500 pessoas. Numa recente publicação, é referido que o Palácio de Buckingham emprega 300. Será que Cavaco e a sua Maria necessitam de mais cuidados que a Rainha e o seu consorte? Ou será antes a eterna questão dos serviços públicos em Portugal empregarem muito mais gente do que aquela que realmente necessita, pagos por todos nós? No mesmo trabalho de investigação, referia-se que o orçamento da Casa Real britânica era de 46,6 milhões de euros e o da casa republicana de Portugal era de 16 milhões. Aparentemente, a monarquia é mais dispendiosa. Errado. Se dividirmos 46,6 milhões por cerca de 50 milhões de ingleses, dá bastante menos (0,93euro) que 16 milhões por dez milhões de portugueses (1,6euro). Neste mesmo raciocínio, o melhor é nem referir o exemplo de Espanha. Com metade do orçamento, o Rei é antes um enorme investimento em vez de um enorme custo que representa o nosso Presidente.»

A DIMINUIÇÃO DA TSU

A diminuição da TSU para toda a Economia é uma falácia que não terá efeito prático! Porque como bem diz Ferreira do Amaral, servirá apenas para aumentar os lucros de alguns empresários que rapidamente os transferirão out of Portugal, como pelo facto de ter de ser compensada com aumentos de impostos que trarão o efeito contrário do aumento da competitividade. 
Que raio de medidas contraditórias são estas? Ou o objectivo da Troika é transferir o máximo dinheiro possível para pagar o nosso endividamento sem querer saber de Portugal e dos Portugueses? Porque não perguntam aos empresários os que lhes facilitava a vida. Talvez ouvissem responder coisas tão simples como: a diminuição dos custos de contexto, da electricidade, do gás, das penalidades, dos entraves burocráticos, ... Porque o problema actual de Portugal é falta de concorrência dos sectores que estrangulam Portugal e que por mais que aumentem os factores de contexto os irão sempre buscar à pequena e média economia do transaccionável. Ninguém estudou economia de empresa?

ESCOLAS DE PENSAMENTO ECONÓMICO

O Euro, a Austeridade ou o Caos! Será? 
O desdobramento do porquê de abandonarmos o Euro, foi bem descrito por João Ferreira do Amaral. Não à pressa, não caoticamente, mas encontrando forma de manter os créditos e dívidas nomeados em Euros através de um apoio comunitário para a saída. Portugal não tem economia nem dívida para prescindir de instrumentos tão importantes como a política cambial. Numa Europa de interesses divergentes, numa zona Euro do interesse do Euro forte por parte da Alemanha, a história da reunificação do espaço Alemão é bem fácil de compreender e entender. Encharcar os países periféricos de subsídios não cola, porque o problema é a estrutura produtiva (e diria  a cultura produtiva das periferias, sempre menos polarizadoras, sempre com maiores custos de contexto na relação com o centro). Não perceber que Portugal precisa de uma moeda a quase metade da relação com que foi fixada a paridade Escudos/Euros é não perceber que o caminho será inevitavelmente o dia em que ninguém nos emprestará mais um Euro. Que escola de pensamento económico é esta que nem analisa casos de integração monetária como o da(s) Alemanha(s) da reunificação?  

E o leitor, emprestava Euros a quem não quisesse ter uma cana de pesca, ou pescasse num mar sem peixe?

MATAR O DOENTE DA CURA

«Passos Coelho anuncia mais um plano de austeridade. Medidas ultrapassam exigências da troika para evitar cenário grego»

Talvez por viver há mais tempo no olho da crise, penso que não há margem para mais medidas de austeridade fora do controlo e eficiência das despesas públicas.
A tese do bom aluno pode nos ser prejudicial, aconselho eu Passos (enquanto os lambe botas do costume não enganarem o líder com o discurso do caminho com palas), a debruçar-se com atenção sobre a tese de João Ferreira do Amaral na entrevista a José Gomes Ferreira.
É que caro Passos, eu por mim já não estou disponível para mais austeridade e penso que na actual Europa não há espaço para Portugal.

Privatizar tudo o que mexe, para ser comprado para abate por Estrangeiros? É a solução? Não me parece, pois depois até aparecer um Chávez português ficaremos eternamente como passageiros de segunda na carruagem Europeia!
Como dizem alguns mais à esquerda, os ricos (cada vez serão menos) que paguem a crise, nomeadamente os ricos do não transaccionável, das reformas douradas e duplicadas, ...

sexta-feira, 24 de junho de 2011

SUBSÍDIO DE RENDA DOS JUÍZES E MAGISTRADOS

Mas porque raio os magistrados que já recebem ordenados muito acima da média dos ordenados dos Portugueses ainda têm de auferir subsídio de renda, no valor do ordenado da grande maioria dos Portugueses? 
Com esta contínua ida ao pote dos Portugueses, Portugal não tem futuro.
Para além disso, o sr. Alberto Costa com a atitude abaixo mostrou o que valia! 

«A Inspecção-Geral de Finanças (IGF) põe em causa a actualização do subsídio de renda dos juízes e magistrados superior aos critérios legais e que foi determinada por despacho do ex-ministro da Justiça, Alberto Costa, a 31 Março de 2008, sem o aval das Finanças.
A determinação acabaria por fixar o chamado subsídio de compensação em 775 euros a partir de Janeiro do mesmo ano, alegando o ex-governante que este não sofrera alterações desde 1 de Julho de 2005. Uma actualização que resultou num aumento de despesa pública, não aprovada pelo ex-ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, totalizando um encargo adicional para os cofres do Estado com pagamentos superiores ao valor de actualização das rendas, em 2009, de 3,2 milhões de euros, no total de 39,2 milhões de euros de subsídios de renda pagos.»

PORTUGAL CORTADO À TESOURA: MÁFIA PORTUGUESA?

 «Escutas a Sócrates cortadas à tesoura»

Só um operação mãos limpas de grande escala, encarcerando quem se tem de encarcerar por gestão danosa e outras práticas que inclua magistrados, até hoje uma classe imune ao escrutínio da cidadania, pode fazer retornar a confiança a Portugal.

E isto para evitar a "vingança" do povo, de um povo que é lento mas lá chegará à justiça popular se a outra continuar ausente e demitida.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

PASSOS EM ECONÓMICA

«Passos Coelho já poupa: viaja em económica para Bruxelas

Primeiro-ministro solicitou troca para não seguir em executiva»

ONU A CONTRACICLO OU A UNIÃO DA FINANCEIRIZAÇÃO?

«As medidas de austeridade tomadas por alguns países excessivamente endividados, como a Grécia ou a Espanha, ameaçam o emprego no sector público e a despesa social como tornam a retoma mais incerta e mais frágil».
«Os governos devem reagir com prudência às pressões para a consolidação orçamental e para a adopção de políticas de austeridade se não querem correr o risco de interromper a recuperação da sua economia.
E a situação pode ser agravada pelas políticas de austeridade, alerta o relatório 2011 do Conselho Económico e Social da ONU, aconselhando prudência aos governos. »

A GRANDE DEBANDADA

«Cerca de três em cada dez portugueses mostram-se dispostos a procurar melhor emprego noutro país. Esta tendência acentua-se sobretudo junto dos mais jovens e com formação superior.São as conclusões de um estudo realizado pela empresa de estudo de mercados internacional (GfK) a 29 países e que foi divulgado esta quarta-feira.
No que toca a Portugal, 43% da população activa está à procura de outro emprego e três em cada dez equaciona emigrar. Destes, 54% têm entre os 30 e os 39 anos e 42% formação superior.»
Mete-se pelos olhos dentro que os Portugueses já chegaram ao seu limite. Arrastam-se inertes dia após dia no anúncio das suas elites que é necessário mais sacrifícios. Sacrifícios que tornaram o país, um país de profundas desigualdades onde não dá vontade de viver. Ontem uma notícia da EDP Renováveis dizia que os Administradores subiram para 17 e que tinham limitado o valor das compensações a valores que são absurdos para a nossa realidade. Uma realidade feita de constantes aumentos de preços levados por custos de aproveitamento por uma click que aproveita a pouca concorrência e a enorme rigidez dos seus produtos. 
Nesse sentido não espanta uma parte substancial dos Portugueses quererem emigrar. Muitos mais serão quando lhes aumentarem os passes, o direito à saúde, os transportes públicos, os IMI, as rendas de casa, o IVA de produtos essenciais da vida moderna, em nome da necessidade de um deficit de cuja responsabilidade não se lhes conhece. Enquanto isso poucos continuam a engordar à conta de uma moeda única que lhes dá uma sensação de igualdade e riqueza lá fora.   

terça-feira, 21 de junho de 2011

OS DESEMPREGADOS DO POTE PÚBLICO

«Pois é senhor António Galamba o seu "tacho" acabou. É por isso que vem para aqui reclamar e tentar amedrontar os Portugueses. Os bombeiros e as forças policiais têm quem os comande e os supervisione.»

EUROPA: ENCONTRAREMOS DRAGÕES!

No pós visualização de um programa denominado de, Amor e Sexo na França Ocupada foi ver, nos primórdios da ocupação do “Hexágono”, os chamados “Hunos” marcharem Champs Elisées acima envoltos num ritmo tonitruante mas festivo de um futuro Joe Dassin, convencidos da sua condição não de ocupantes mas de libertadores, longe de saberem como uma Fénix Europeia se faria, pouco mais de uma dezena de anos após, com um desses argumentos rebuscados e revisitados pan - Europeus da Europa da paz na unidade. 
Talvez os invasores já sentissem o apelo universal do novo mundialismo e das novas formas de integração que viriam com o desbaste das soberanias que o fenómeno global ampliará, por ventura, mais tarde, até ao derrube total. Caberia lugar, aqui, eventualmente, a uma menção aos pais fundadores dos futuros espaços de integração, Kalergi, Briand, Monnet, Schuman, ao mais recente Delors ou mesmo ao moreno Durão Barroso o que me obrigaria, por certo, a nomear os construtores longínquos da identidade Europeia, desde o mitológico Touro a Carlos Magno, Rex Europa, na criação do mais fabuloso espaço de integração regional que é, indubitavelmente, este espaço de integração geográfica, económica e de mercados - com um quê de integração monetária e de harmonização de políticas sociais e fiscais - de uma supranacionalidade que dá pelo nome de União Europeia.
Tudo com um sabor feito no possível e inacabado dos pequenos passos, tudo com um sabor a dificuldade de confluência, convergência e harmonização de interesses, tudo com um sabor a edifício frágil por acabar ou ruir - fruto da negação, tão ao sabor das crises, de princípios tão básicos como o da solidariedade e/ou o da subsidiariedade.

Mas valerá a pena continuar a caminhar um caminho que nos fará encontrar dragões?

O MATADOURO EUROPEU

«But time is running out, and Europe has two choices. It can continue hammering the economies of Greece, Ireland and soon Portugal deeper into crisis, while their already furious voters become increasingly resentful about the pain being imposed by their European "partners"; or it can accept that the scale of debts has simply become unsustainable, and open negotiations now about an orderly default.»

SRª PRESIDENTA

A alegria contagiante de Assunção Esteves é bom prelúdio para um novo país e um novo caminho.

Afinal somos só um país e não um país de partidos.

O ANCHULUSS SOLAR

«O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, sugeriu esta terça-feira, em declarações ao semanário «Die Zeit», que a Grécia exporte energia solar para a Alemanha, como forma de combater o problema da sua dívida soberana.
«Podíamos integrar os países mediterrânicos na nova política energética alemã», disse Schäuble, acrescentando que «não basta a pressão dos parceiros da Zona Euro para a Grécia recuperar a sua economia, são precisas também perspectivas de crescimento».

O cinismo  deste senhor Alemão destruirá brevemente a UE. O problema da Europa é a Alemanha! 
Os Alemães decididamente não aprendem!

PORTUGAL VISTO DO BRASIL VISTO DE PORTUGAL

SR. EX-MINISTRA DO EMPREGO! RIA-SE DE QUÊ?

Muito bom o discurso de Passos Coelho no meio de um sorriso trocista da ex - ministra do emprego e segurança social quando Passos levantou a bandeira de não deixar ninguém para trás. Estaria a ministra a rir-se de quê? Do facto de Passos ir encontrar os cofres tão vazios que essa mensagem lhe parecer um repositório de boas intenções sem adesão à realidade?
Confio, apesar disso, em Passos, dado as muitas gorduras e desperdícios que podiam ter sido bem desviadas para o lado dos espoliados. 

SUGESTÃO A PASSOS COELHO

De Gestor a Gestor lhe deixo uma sugestão para inverter rapidamente a situação de não empreendedorismo que permita tirar Portugal da situação aflitiva em que se encontra.

Num mundo em que a falência das empresas pode ser mais rápida que a sua própria consolidação é necessário dar o mínimo de segurança pessoal aos investidores. Assisti recentemente ao chamamento à reversão de putativa dívida da segurança social sobre gerentes após mais de dez anos das empresas fechadas por motivos tão fúteis como não entrada dos dados responsabilidade da própria máquina institucional.

Acabe com a reversão de dívidas fiscais para além do capital social das empresas, dê aos investidores alguma segurança pessoal na linha do que foi afinal o desenvolvimento das empresas de responsabilidade limitada nos fins do século XVIII, XIX e diga à máquina fiscal que seja mais célere no controlo dos putativos relapsos. O investimento directo Português será sempre o mais leal e menos deslocalizável na hora da contenção de custos.

REFORMAS OU SAQUE ÀS FAMÍLIAS?

«A primeira impressão do Governo português eleito a 5 de Junho "é positiva" mas a reputação terá de ser confirmada pela implementação das reformas acordadas com a troika, disse à Lusa um analista da Economist Intelligence Unit, o gabinete de estudos ligado à revista The Economist.
"A primeira impressão do novo Governo é em geral positiva, reflectindo uma orientação pragmática e objectiva", afirmou Kevin Dunning, em declarações à agência Lusa.
Porém, avisa que a reputação do Governo, que esta terça-feira toma posse, "será determinada pelo balanço da implementação de reformas acordadas com a UE e FMI e não pelo currículo pessoal dos ministros".
Sobre o nome do futuro ministro das Finanças, Vítor Gaspar, Dunning está convencido de que a experiência nas instituições europeias será preciosa.»
Todos falam das alterações propostas pela Troika como se elas fossem todas positivas a prazo, o que é totalmente mentira.
O aumento do IMI é uma medida altamente negativa porque vai ocasionar o incumprimento de centenas de milhar de famílias que não terão como pagar mais um imposto sem sentido. Em vez de se cortar só nas gorduras do estado aniquila-se mais os cidadãos, impactando no consumo de uma forma que nos fará recuar dezenas de anos. Alguém estudou verdadeiramente o impacto desta medida? 

segunda-feira, 20 de junho de 2011

XII LEGISLATURA. PARA QUANDO A DIMINUIÇÃO DE CEM DEPUTADOS?

Olhando para a actual XII Legislatura o povo Português tem razão para pensar que as medidas exigidas pela Troika deviam ser antecedidas da diminuição de cem deputados na Assembleia da República. 

De outro modo o respeito mínimo popular continua.