Numa Europa comunitária onde as exigências de segurança alimentar parece serem o que são, onde as exigências e a burocracia parece ser ao milímetro (no caso das redes de pesca) e ao tostão, parece começar a fazer sentido perguntar: então e a exigência e a emergência social são parentes ausentes desta filial desta Europa dos burocratas?
Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
Posts recentes Causa Vossa:
segunda-feira, 6 de julho de 2009
EUROPA DAS PESSOAS OU DO BETÃO?
Numa Europa comunitária onde as exigências de segurança alimentar parece serem o que são, onde as exigências e a burocracia parece ser ao milímetro (no caso das redes de pesca) e ao tostão, parece começar a fazer sentido perguntar: então e a exigência e a emergência social são parentes ausentes desta filial desta Europa dos burocratas?
TAXEM-SE OS DESEMPREGADOS
domingo, 5 de julho de 2009
PODEM-SE REPLICAR NÃO SE PODEM É UFANAR DE NOS ENGANAREM
Este texto da SANTA ALIANÇA dá o retrato deste Estado de Corleonis!
A DEBANDADA
Depois de um pequeno período pós-25 de Abril em que parecia que desta vez é que era, a regeneração do tecido social Português, e uma nova postura de best-help, muito diferente da do estranho self-help (um self-help de pilha galinhas do galinheiro nacional) que apodrece Portugal, o cinzentismo (agora a rosa) e o Portugal do vencidismo cá regressa novamente.
O caminho do exílio e da descrença faz-se hoje através da Portela com Samsonites coloridas!
sexta-feira, 3 de julho de 2009
REVERSÃO INDIVIDUAL DOS PREJUÍZOS
«Não há império da lei quando o Governo é o primeiro a defraudar os mecanismos de transparência e fiscalização da actuação da administração pública, afastando mesmo o Tribunal de Contas do exercício das suas competências legais.
A actuação tortuosa do Governo no negócio dos computadores terá consequências políticas a nível nacional, competindo a cada português avaliar nas próximas eleições os governantes responsáveis. Mas a actuação do Governo terá também consequências jurídicas altamente nefastas para o País, na medida em que as instâncias europeias venham a sancionar Portugal pela utilização do artifício da Fundação fictícia. Nessa altura serão todos os portugueses a pagar pela política ilegal do Governo. »
A PROPÓSITO DA RENÚNCIA DE NACIONALIDADE DE MARIA JOÃO PIRES
«Há muito que reneguei uma nacionalidade e uma gente que me repugna. Tornei-me estrangeiro num território pessimamente administrado pelo Estado português.»
Estes comentários de anónimos da bloga descrevem com rigor o estado de espírito dos cidadãos deste pobre Estado de poucofeitores feitos capacitados, num país onde os actores não são as Maria João, nem os Joaquim de Almeida, nem os Saramagos, nem os Damásio, ... mas os Sócrates, os Pinho, os Isaltinos, os Ronaldos, os Vieira, ...!
O SPEENHAMLAND SYSTEM PORTUGUÊS
Serve esta recordação do passado para pensar como Portugal, esta sociedade ainda com traços de pré-modernidade, parece ainda viver num pré - speenhamland system ao negar por autismo e cegueira política um mínimo real de sustentabilidade aos novos pobres resultantes do desemprego sem direitos e qualquer tipo de protecção social.
Segundo cálculos de entidades no terreno haverá já mais de 500.000 desempregados oficiais, mais 300.000 ou 400.0000 dos que trabalhando como individuais ou não se inscrevendo nos centros de emprego foram por este governo dito "socialista", mas muito aparentado com políticos liberais Whigs, abandonados à sua sorte.
PORTUGAL MURALHADO
A resultante é uma falta de mexida impressionante, o atraso estrutural, o sentido único do pensamento, o aniquilamento da imaginação criadora com claro desperdício de massa cinzenta e vontades individuais em favor da macrocefalia reinante das vontades dos apaniguados do momento.
O RETORNO À CIDADANIA E À NORMALIDADE
Que a ASAE se transforme numa entidade civil e com civilidade, numa entidade não com contornos de polícia criminal mas com contornos pedagógicos. A bem da economia, da democracia, e do combate a formas só utilizadas num Estado policial!
O CALIBRE DO MINISTRO JAIME SILVA
«vida vegetativa
José Mendonça da Cruz
A União Europeia houve por bem emendar na passada semana mais um desses gestos largos, nada liberais e néscios com que dificultava a vida a quem produz e agravava o orçamento de quem consome: acabou com a necessidade de calibrar (de impor a uniformização de aspecto e tamanho) vários tipos de vegetais e legumes. Há, consequentemente, menos desperdícios, e os preços, consequentemente, baixam.
Um benefício para nós, não é verdade?
Não, não é verdade, graças a este governo e aos sempre inestimáveis serviços do senhor ministro da Agricultura.
O qual, num acesso de zelo, e para evitar transições bruscas (eu não invento), conseguiu negociar com Bruxelas (insisto, eu não invento), excepções para Portugal.
Ou seja, a calibragem de vários dos produtos que a Europa deixou de discriminar, e o consequente desperdício, e o consequente não-abaixamento de preços continuam em Portugal. Para bem de todos nós, é claro.»
Se isto se confirmar o ministro Jaime Pinho ficará neste fim de festa como um verdadeiro inimigo de Portugal e da sua agricultura!
AZUL, AZUL, DA COR DO CÉU
«Isaltino Morais: «Sempre houve sacos azuis nos partidos»
Se essa "azulada" era algo que não escapava ao homem comum, as suas consequências são elas também profundamente visíveis na sociedade Portuguesa: o desprezo que os mesmos têm pela política e pelos políticos, algo que só se reverterá com uma alteração profunda do modo de fazer política em Portugal, e de que a resultante é um país decadente e sem energia.
Campeão do azul , Isaltino ficará na má história como um pequeno déspota arvorado em Marquês, com a diferença de pelo menos não se livrar da fama de ... cada obra cada azulada!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
INVESTIDA DE PINHO
O acto irreflectido de Manuel Pinho é, no entanto, reflexo do modo de fazer política e da arrogância do chefe. "Marram sempre no mesmo sentido - parece querer dizer por gestos Manuel Pinho, tradução do "como eu os compreendo, como eu os compreendo de José Sócrates".
É verdade que é difícil ser-se governo. É-se preso por ter cão e preso por não ter. A realidade vai sendo cada vez mais uma miragem. Perde-se o Sul e o Norte e governar deixa de ser pelo povo e para o povo e passa a ser para um círculo fechado onde abundam as palmadas e as fachadas e onde os resultados já se confundem com os enunciados.
Mas não será este o fado de todos os governos? Pelo menos para aqueles que quiserem continuar a confundir povo com apaniguados e não cultivarem todos os dias a humildade, o serviço aos outros e o desprezo pela nebulosa adulação.
terça-feira, 30 de junho de 2009
PROPAGANDA NEGATIVA
«Alberto João Jardim comparou o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, ao ministro da Informação de Saddam Hussein, devido às declarações que proferiu sobre a actual crise financeira.
«O homem fez-me lembrar aquele ministro da Informação de Saddam, quando tinha os americanos dentro de Bagdad e dizia que os Iraque estava a ganhar a guerra», afirmou sobre as declarações de Teixeira dos Santos que disse que Portugal pode estar a chegar ao fim da crise.
Para o líder madeirense «o problema de Portugal é que se dizem as coisas para manipular para fins eleitorais».
A inteligência não é, de facto, o forte de TS, porque querer manipular para fins eleitorais dessa forma revela basismo e não têm em conta que só acredita quem já acreditado está.
GREVE DE FOME EM DIRECTO
Num País ainda com alguma saúde, o caso de GAlves perpassaria nas televisões, nas rádios, nos blogs, nos jornais, mas num país doente e em coma como Portugal, onde a palavra de ordem é a sobrevivência mesquinha de muitos cobardes e de muitos mais acomodados e dos habituais rapaces da coisa pública, uma cortina de silêncio abate-se sobre as janelas das más e tristes consciências!
GAlves, independentemente das razões é a imagem de um País condenado a medíocres, que criaram com a sua rapacidade um dos Estados mais descompensados, injustos e inertes da Europa. Este grito de revolta é bem a imagem de uma sociedade que caminha rapidamente na senda da falta de valores e na decadência como comunidade.
O ESGOTO A QUE JÁ CHAMARAM PORTUGAL
Se há algo que Portugal precisa é de Homens de coragem! Infelizmente a elite que nos domina e empobrece é feita de cobardia e de falta de valores!
domingo, 28 de junho de 2009
VONTADE DE MUDAR
Empresários vão conhecer critérios da ASAE»
Um país onde entidades públicas fazem o grande favor e obséquio de tornar públicos os critérios que lhes dá a grande mão pública , é também um país demasiado brando com a utilização e objectivo público destas entidades.
QUEM TRAMOU JOSÉ SÓCRATES?
Talvez por muitas destas características andarem por aí à solta no imenso Portugal, onde a massificação e a educação tolerou, a falta de ética, a falta de rigor, o desprendimento e uma enorme e inconsequente ambição.
No quadro destas características de personalidade a Teimosia, tanto virtude como defeito, se não aliada da arrogância mas aliada do empenho, será talvez uma das únicas características que queríamos voltar a ver num novo actor da política!
O PARTIDO INDEPENDENTE
A questão que se coloca é como poderemos fazer parte de um partido se só concordamos com uma pequena parte das suas respostas aos problemas. Como poderemos fazer parte de um partido se a nossa posição queda-se móvel e não é nem dogmática nem final?
Dificuldade imensa esta, hoje, de nos situarmos em qualquer lugar. Por isso não seria de os partidos se reformarem e tornarem uma espécie de núcleo organizativo, uma espécie de rocha do mar, onde nós como livres lapas nos pudessemos agarrar episodicamente sem querer saber da próxima volta do mar, sem querer saber de marés e marinheiros?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
CONDENADOS À PUTREFACÇÃO OU EXPATRIADOS NO PRÓPRIO PAÍS?
Há quem diga, também, que a partir de hoje a escolha de homens públicos se deixe de fazer por ideários, mas por currículos de maculidade!
Afinal é Portugal uma grande caverna de Ali-Bábás onde já não há mesmo esperança para os pobres contribuintes do regabofe público!
PONTARIA ERRADA OU NA CAMA COM OS ESPECULADORES FINANCEIROS
A história apontará esta década como a década horribilis para Portugal, uma década a que só faltará saber se será início da espiral futura da decadência ou um gap de conjuntura.
Para mim esta década significa políticas económicas, regulatórias e sociais erradas. Época de "secamento" da iniciativa individual com regulação do que devia, a não ser feita, e regulação estrangulamento da iniciativa essa "de todos os dias." ASAE'S e excesso de impostos, taxas, reguladores incriadores, imposições e normalizações, a tirarem definitivamente o fôlego e a energia aos agentes produtivos. Época de paradoxos a demonstrar que a intervenção necessita de bom senso e pequena medida, de outro modo torna-se carrasca do crescimento!
Os tempos para além da falta de visão primam também pela falta de ética e uma enorme deturpação de racional visão. Ao excesso de intervencionismo dos sectores criadores, a falta de controle dos negócios financeiros a criar uma paradoxal histeria de mais intervencionismo e normalização que abafará até ao infinito a iniciativa e o empreendedorismo.
Afinal a responsabilidade dos tiros no porta-aviões da mediocridade, não estará nos responsáveis políticos que abafaram a iniciativa criadora enquanto dormiam promiscuamente, com interesseira e individual ambição futura, com a especulação financeira?
quinta-feira, 25 de junho de 2009
TEMPO DE ENTERRO DE MALABARISMOS
Abre-se, espera-se, agora, uma nova fase na política à Portuguesa. E que seja, no cansaço e desespero dos Portugueses por um dia a dia cada vez mais sofrido, uma fase onde o interesse colectivo e individual de todos os Portugueses seja uma realidade e os motive a uma nova esperança.
O ANUNCIADO AFASTAMENTO DE MONIZ
Aliás continuamos à espera de justificações, plausíveis, para a alegada fundação às ordens do ministério das obras aparentemente pouco públicas!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
OS CUSTOS DA INDIFERENÇA
«Almeida Santos foi o primeiro a sair da reunião com o Presidente da República, com o objectiva de auscultar os partidos sobre a data das eleições autárquicas e legislativas. O socialista confirmou que o PS mantém a intenção de realizar os escrutínios em dias diferentes.«A democracia é importante demais para nos preocuparmos com custos desta dimensão, acho que estão valores sérios demais em jogo para nos preocuparmos com problemas financeiros, porque isso em nosso entender tendo algum significado é um significado diminuto comparado com os argumentos a encontrar», disse»
Almeida Santos pode dar pelo nome de Almeida Santos, não deixa é de demonstrar porque é este PS um partido não credível e intensamente em contra ciclo com um País mais informado e farto de partidos onde o interesse nacional é apenas um pormenor.
Em que partido é que este PS se tornou que minimiza os cidadãos e os confunde com a superficialidade das bancas de feiras? É que mesmo nas feiras se a abordagem for à pessoa e não ao folclore das personagens que trabalham com o suor da sobrevivência , este PS encontraria muito mais complexidade e muito menor desprezo pelo povo que diz querer representar!
O MODELO SOCIAL EUROPEU OU OS MODELOS SOCIAIS EUROPEUS?
Numa Europa a 27, a voz comunitária tem também destes dramas. Porque afinal estamos a falar de qual modelo social Europeu? A dos países mais ricos da UE, ou a de países como Portugal onde o desemprego já deve andar à volta de 15 ou 17% se tivermos em conta todos aqueles que trabalham até meia dúzia de horas por semana, e que são cada vez mais graças a um governo que pactua com a precariedade e os trabalhos a verde, e onde centenas de milhar não possuem qualquer apoio do Estado, estando este na pessoa do engenheiro, de Teixeira dos Santos e de Vieira da Silva olhando e assobiando para as nuvens?
DE NEGAÇÃO EM NEGAÇÃO
«O Governo rejeita estas conclusões, argumentando que as únicas comparações adequadas são as que são feitas em termos líquidos. Isto porque em Portugal "não se pagam contribuições sobre as pensões e os impostos são também menores". Além disso, afirma fonte do Ministério do Trabalho, as prestações destinadas a compensar baixos rendimentos têm em Portugal maior expressão. O mesmo relatório revela que 77% dos pensionistas estão actualmente abrangidos por pensões contributivas mínimas, pensões sociais ou complementos.»
segunda-feira, 22 de junho de 2009
O ESTADO DO ESTADO
A função das empresas é criar riqueza. A função do Estado é apoiar os seus cidadãos, sejam eles pessoas individuais ou pessoas colectivas.
Se o governo em vez de apoiar, aponta agulhas à iliteracia de gestão das empresas é porque das duas uma: ou não passa a informação de um modo universal e simplificado (informação aqui não privilegiada!) ou vive num patamar de irrealidade tipo nomenclatura face ao quadro real do país. Querer mudar a realidade, assacando responsabilidades aos Portugueses, é que parece estranho.
Em qualquer dos casos não fica bem na fotografia, num país onde a iliteracia é muitas vezes usada como álibi para a manutenção de privilégios e separações de cidadãos pouco consentâneo com um regime dito democrático representativo.
Afinal, haverá alguma iliteracia de gestão em empresas como a J.P.Sá Couto, Mota-Engil ... ? ou é o Governo ele próprio um case - study de iliteracia sobre o seu próprio País?
terça-feira, 16 de junho de 2009
OBVIAMENTE DEMITIA-OS: AOS DECRETOS LEIS E ÀS BURROCRACIAS DE ESTADO QUE MATAM AOS POUCOS AS POUCAS INICIATIVAS DOS QUE SE ATREVEM A ENFRENTAR A P...
«Oceanário do Porto sem licença e sem parecer do ICN para além da não existência da licença necessária, nem das autorizações para a circulação dos peixes, acresce a falta de um parecer do ICNB», adiantou o gabinete de imprensa do MA, que tutela a DGV.»
«A licença emitida pela Câmara do Porto e uma primeira visita da DGV, que segundo disse à Lusa Luís Rocha, director-geral do Sea Life Porto, deu «parecer positivo» ao equipamento, foram considerados suficientes para a abertura»
«Da nossa parte está tudo tratado. Já recebemos a visita da DGV, que deu aprovação a tudo. Agora, são eles que decidem quando marcam a segunda visita, para passar a licença final», frisou o responsável.
«Relativamente ao projecto científico, temos de perceber se existe algum contributo para a ciência pelo facto de as espécies estarem ali presas. Temos de ver se é feita alguma investigação, se existe uma equipa científica», nota Anabela Trindade.
O licenciamento de equipamentos como o Sea Life obedece às disposições do Decreto-Lei nº 59/2003 de 1 de Abril.
Quando um País se torna refém de um poder pelo poder, não feito de bom senso nem de simplificação, mas do quero, porque eu é que posso e eu é que mando, esse País está doente e mais grave, faz adoecer o País. Obviamente que similarmente à ASAE, organismo que se notabilizou por destruir a pequena economia nacional, sendo geradora por certo de muito desemprego actual e de custos acrescidos para o Estado, o ICNB e o seu poder de avaliar...
«Quanto ao projecto pedagógico, o ICNB avalia se «a mensagem que se quer passar necessita de ter animais vivos»
... deviam fazer parte de um compêndio do que é o Portugal profundamente decadente e imperativo que nos últimos anos tentacularmente se tem instalado.
domingo, 14 de junho de 2009
ANTÓNIO BARRETO
Tudo o mais são cadáveres adiados que nos consomem e que nada criam!
A REPÚBLICA DOS DESEQUILÍBRIOS
A percepção que faz caminho é o da positividade da adesão, mas será a actual manutenção provida de uma verdadeira dimensão positiva? Poderá fazer-se uma análise quantitativa dos ganhos e perdas da adesão, não limitado às transferências entre Portugal e a União? Qual o verdadeiro peso dos regulamentos comunitários na vida da nação? Não será a idiosincrassia perdida a par com o desmantelamento da auto-sustentabilidade um factor altamente negativo para a qualidade de vida da grande maioria dos cidadãos? Será que as vantagens competitivas funcionam num mercado de excesso de oferta? Será que similarmente à França dos desequilíbrios internos dos finais do século XIX e da macrocefalia Parisiense, não falta a componente mais importante de reequilíbrio, a regionalização, ou pelo menos para não ofensa dos que pensam com esplendor radical a unidade territorial, uma importante revisão do quadro administrativo? O que se tem feito em Portugal pelo reordenamento do território e pela correcção dos desequilíbrios litoral-interior e zonas macrocéfalas de Lisboa-Porto? Onde estão as chamadas metrópoles de equilíbrio e os tecnopólos geradores de nova riqueza e equilíbrio nacional? Para quando, à semelhança da 5ª República Gaullista, os actores desta 3ª República vão perceber que sem regionalização ou alteração do quadro administrativo, sem as óbvias sobreposições de estruturas do Estado de partidos, Portugal tem o seu futuro empenhado pelo empobrecente equilíbrio migratório? Os verdadeiros patriotas desinteressados de interesses próprios que respondam ... se puderem!
