«Carlos Moedas
Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro
Carlos Moedas nasceu em Beja em 1970, tendo-se licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico em 1993. Fez o último ano do curso na Ecole Nationale des Ponts et Chaussées de Paris e trabalhou até 1998 na área de engenharia para o grupo Suez Lyonnaise des Eaux, em França.
Obteve um MBA (Master in Business Administration) pela Harvard Business School (E.U.A.) em 2000. Regressou à Europa para trabalhar na área de fusões e aquisições no Banco de Investimento Goldman Sachs.»
Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
Posts recentes Causa Vossa:
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
MOEDAS O OUTRO EX-GOLDMAN SACHS
CINISMO E HIPOCRISIA DA AUTORIDADE T
«Não se esqueça de que ao exigir sempre fatura está a prestar um importante serviço a Portugal e a cumprir um dos mais importantes deveres de cidadania. O seu papel é decisivo no combate à evasão fiscal. Se o cumprir, a AT faz o resto. Não colabore com a evasão, a fraude, a economia paralela e a corrupção do sistema.»
Hoje o excelso AT enviou-me isto no seu papel excelso de ética tributária. Pena que se esqueça de pedir isto aos BPN'S, BPP's, PPP'S desta vida e ao estado de partidos, num país onde nem há uma verdadeira contabilidade pública analítica e onde a manjedoura pública serve aos verdadeiros criminosos da coisa pública. E estes em grande medida vêm do mesmo sítio de onde se escolhem as múltiplas autoridades castradoras do cada vez mais longínquo desenvolvimento português.
A CRISE E OS VERDADEIROS RESPONSÁVEIS POR COSTA (ANTÓNIO DE SEU NOME)
Clap, Clap... aplausos e subscrição... na íntegra!
«...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.
«...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.
E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de
pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que
viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável.
Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função
das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em
função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi
proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes
económicos em função de uma política induzida pela União Europeia.
Portanto não é aceitável agora dizer? podemos todos concluir e acho que
devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um
erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da
União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia
entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser
simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!
A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque
andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta
mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à
austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de
consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem
castigo, nem a austeridade é inevitável.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas
foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme
manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local
enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis,
fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe
juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos
sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade,
gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo.
Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas
e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de
Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de
Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um
rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos
estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus
tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos.
E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio
do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois,
enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos
antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que
renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida
pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e
poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe
política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o
regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à
austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se
anuncia."»
MOEDAS, COELHO, MOREIRA E OS MISERÁVEIS
Num país onde um passe de transporte (para vir trabalhar!) para quem mora na margem Sul custa 80€; onde a alimentação de um só elemento da família não custa menos de 150€; onde água, gás, electricidade não custa menos de 100€; onde a tudo isto se tem de acrescentar vestuário, calçado, ... pergunta-se: quem se esqueceu de ver os miseráveis?
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
PORQUE CARLOS COTTALLERI DIZ QUE É PREFERÍVEL AUSTERIDADE GRADUAL
Carlo Cottarelli, diretor do Departamento de Assuntos Orçamentais do Fundo Monetário Internacional
A primeira mudança recente no pensamento do FMI ocorreu em 2008, no pico da crise financeira. "Houve um acontecimento ainda menos habitual nesse ano: o FMI, pela primeira vez, apelou a uma expansão orçamental. Isto foi novidade, pois a política monetária era, então, encarada como a ferramenta adequada para a resposta ao declínio da atividade económica", afirmou Cottarelli.Subitamente, o FMI virou keynesiano, apostou numa política orçamental expansionista "apesar do estado das finanças públicas em muitas economias desenvolvidas não ser particularmente bom", frisou. "Este era um mundo em que o livro relevante de estudo era "A Teoria Geral" de John Maynard Keynes", confessou o italiano em San Diego, quatro anos depois do sucedido. "Primeiro, sentiu-se que a magnitude do choque era tal que havia o risco das coisas ficarem fora de controlo - não se tratava de uma recessão normal. Em segundo lugar, percebeu-se que, apesar de a recessão ter nascido num boom do preço do imobiliário e de derivar de uma disfunção do sector financeiro, rapidamente se transformou num recessão na procura - uma recessão em que a falta de procura agregada estava a causar mais e mais declínio da atividade, e, como resultado, o desemprego estava a aumentar e crescia muita incerteza sobre as perspetivas económicas de futuro. Em terceiro lugar, entendeu-se que, com os mercados de crédito a não funcionarem adequadamente, a política monetária esgotou a sua margem com taxas de juro diretoras nominais perto de zero por cento".No calor do debate em San Diego, Cottarelli adiantou mesmo: "Tínhamos a ideia, claramente, que o dinheiro canalizado para os sectores de mais baixo rendimento tem um efeito multiplicador mais elevado. Esse era o tipo de estímulos que estávamos a recomendar em 2008 e 2009 - transferir dinheiro para os pobres"»
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
PEDRO ROSA MENDES E O REGIME DE INDIGÊNCIA COLECTIVA ASSINADA COM A TROIKA: A VISÃO DE UM HOMEM AO LADO DOS CEGOS
«O dogma de quem governa hoje em Lisboa é que não há alternativa ao regime de indigência colectiva assinado com a troika. O Orçamento de Estado português para 2013 é um marco histórico. Põe fim a uma época ao rasgar o contrato com uma sociedade que, após a Revolução dos Cravos, sonhou ser outra coisa do que aquilo que hoje, sem dó, a «Europa» lhe diz que é: já não o novo-rico entre os pobres mas o velho-pobre entre os ricos. O orçamento, corolário de uma inclemência ideológica lancinante, anuncia uma era de trevas. É o réquiem pela III República. É um orçamento que concretiza o desmantelamento acelerado do Estado social construído em e pela democracia. Isto, em si, não é apenas uma tragédia portuguesa mas, em primeiro lugar, um ruidoso fracasso europeu. Na construção como na demolição, os maiores sonhos e as maiores loucuras em Portugal têm e tiveram as oportunidades e os limites permitidos pelos interesses dos nossos fiéis amigos estrangeiros. Foi assim que tivemos o nosso império e que, acessoriamente, mantivemos o holograma a que chamamos a independência nacional.
Excerto do ensaio-manifesto «Portugal - finis terrae», de Pedro Rosa Mendes, publicado na edição de janeiro da LER.»
sábado, 5 de janeiro de 2013
PEDRO PINTO VERSUS MOTA AMARAL: A GORDURA INTELECTUAL DE UM GESTOR QUE NÃO O É EMBORA TENHA AJUDADO A AFUNDAR O METRO DE LISBOA VERSUS A SERIEDADE DE MOTA AMARAL
A má moeda versus a boa moeda. A burrice versus a inteligência. Sociais democratas sem facção avisam-no. A má moeda, cheia de gordura física e intelectual, no entanto, não gosta de ouvir. Um tribunal de gestão danosa para estes negocistas é imperioso.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
GOVERNO INIMIGO DO POVO, DOS AGENTES ECONÓMICOS E DE PORTUGAL: A ANTIDEMOCRACIA NA IDEOLOGIA E NA PRÁTICA
«A reforma do regime de facturação entrou em vigor a 1 de Janeiro (terça-feira), "sem excepções", como afirmou o Ministério das Finanças, sendo que a fiscalização do cumprimento das novas normas vai ser feita por equipas especiais da Autoridade Tributária (AT) logo no início do ano.
Os comerciantes queixaram-se das dificuldades que estão a ter em actualizar ou modificar os seus sistemas de pagamento em tempo útil e a CCP pediu tolerância ao Ministério de Vítor Gaspar para os comerciantes que comprovassem terem feito a encomenda dos novos equipamentos até 31 de Dezembro, evitando penalizações.
"Por parte do Ministério das Finanças, não houve qualquer resposta. Inclusivamente houve declarações públicas no sentido habitual de pura e simplesmente não ligar às preocupações das empresas", critica Vieira Lopes.
"Como existe, associado a este sistema, uma obrigatoriedade de comunicação em termos informáticos, independentemente das máquinas, as pessoas têm que testar o sistema, que não é neste momento claro. Prevemos que vá haver problemas técnicos nos primeiros meses com o sistema informático", adianta ainda o presidente da CCP, sublinhando que as dificuldades iniciais deviam bastar para justificar uma maior tolerância por parte do Executivo»
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
SUSANA ARAÚJO
«Em Portugal temos um excelente modelo governamental do que é governar sem ideias, governar através de números (“drawing by numbers”), colorindo a nação em tons de cinzento; um país já anémico pela sangradura social a que tem sido sujeito. Continuam a falar do bem da nação e a citar Camões, sem no entanto terem qualquer interesse em compreender, como de facto, a “dívida” será paga pelo cidadão comum nem quais serão os seus sacrifícios reais. O que representa a “dívida” para a mãe solteira que já tem longas dívidas no hospital porque lhe foi diagnosticada uma leucemia? O que representa ela para o pai de três filhos, desempregado, que vai voltar a emigrar para a Bélgica aos 53 anos de idade?; o que representa ela para o rapaz de dezoito anos que desistiu de estudar para trabalhar como guarda prisional? O que representa a dívida para a avó de seis netos que já vive a recibos verdes há duas décadas, trabalhando como costureira para uma cadeia internacional de ponto a vestir? O que representa a dívida para um país pobre, sujo, seco e sem lágrimas?»
domingo, 30 de dezembro de 2012
GRANDE PEDRO LAINS: FALTA EM DEMOCRACIA PUBLICAR BOLETINS SOBRE A SAÚDE DOS POLÍTICOS - E TODOS SABEMOS A QUE TIPO DE SAÚDE ELE SE REFERE
«...como "nas democracias avançadas de publicar boletins sobre a saúde" dos políticos»
sábado, 29 de dezembro de 2012
DE EDUARDO PITTA, DE JOSÉ VÍTOR MALHEIROS, ...
«José Vítor Malheiros, O ano em que Passos Coelho matou o Natal, hoje no Público, excertos, sublinhados meus (De Eduardo Pitta, Citação 426):
«[...] Tudo o que se esconde atrás desta mascarada de austeridade que Passos Coelho, Vítor Gaspar, Miguel Relvas e Mota Soares representam é desigualdade, favorecimento, empobrecimento, benefícios aos ricos, subserviência perante os fortes, despotismo perante os fracos, hipocrisia, descaramento, desumanidade. O contrário do que gostamos de pensar que é o espírito de Natal. Surpreende que um dos feriados eliminados não tenha sido o Natal, tal é a sanha anti-humanista dos rufias no poder. [...] O que fazer quando um primeiro-ministro tem uma tal desfaçatez que acusa no Parlamento uma deputada de dizer falsidades, em tom intimidatório, quando esta cita uma declaração sua, feita meses antes, no mesmo Parlamento e que todo o país viu e ouviu? O que fazer quando se tem um Miguel Relvas no Governo? [...] O que fazer enfim quando se tem um primeiro-ministro tão escassamente instruído, tão infantilmente birrento, tão desprovido de consciência social quanto de competências sociais, tão determinado quanto aos fins, tão indiferente quanto aos meios e tão flexível quanto aos princípios? O que fazer quando se tem um primeiro-ministro tão indiferente a Portugal e aos portugueses e tão subserviente perante poderes estrangeiros? No quadro constitucional português, a instância a quem cabe resolver este nó górdio é o Presidente da República. Mas o que fazer quando este está demasiado ocupado a comer bolo-rei? Vamos perder a vida e o futuro e a liberdade por delicadeza, como no poema de Rimbaud?
PS para PPC: Rimbaud é um poeta francês, mas não se incomode a ler. Leia antes Lettres et le Néon, um livro sobre publicidade do seu filósofo de cabeceira, Jean-Paul Sartre, que tem certamente na prateleira dos livros.»
MENSAGEM A GASPAR, O BURRO, E AO SEU AFILHADO, PASSOS!
«A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional afirmou ao jornal alemão "Die Zeit" que a consolidação orçamental "não deve acontecer ao mesmo ritmo em todo o lado" na zona euro e que a organização passou a dar mais atenção às "consequências potenciais de reduções de défice excessivamente rápidas".»
Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)10:34 Sábado, 29 de dezembro de 2012
EXEMPLO ISLANDÊS (BANQUEIROS CONDENADOS POR EMPRÉSTIMOS FRAUDULENTOS): DE QUE É FEITA A MAGISTRATURA PORTUGUESA?
«Banqueiros islandeses condenados a 9 meses de prisão
Tribunal condenou dois banqueiros por terem autorizado empréstimos fraudulentos antes da crise»
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
O COMBATE DO XIX GOVERNO CONTRA A BUROCRACIA, OS CUSTOS E PELA COMPETITIVIDADE
«Pequeno comércio obrigado a comprar registadoras novas
Associações queixam-se da burocracia e despesas implicadas pelas novas regras de faturação»
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
PORTUGAL: UM ESTADO FALHADO DE LADRÕES? DOIS RESPONSÁVEIS, UM SISTEMA!
«Nogueira Leite decidiu sair da Caixa Geral de Depósitos (CGD) pelo facto de não concordar com a gestão do banco.
O jornal «Público» noticia que uma das razões da demissão de Nogueira Leite foi o facto do presidente da Caixa, José de Matos, ignorar denúncias de alegados ilícitos criminais cometidos no passado por diretores que ainda estão em funções na instituição.
Entre os alegados atos ilícitos estão roubos, falta de rigor na aquisição de equipamento de segurança, crimes de coação e corrupção envolvendo altos quadros do banco público.
Nogueira Leite, que estava no grupo CGD há mais de um ano, apresentou a demissão há uma semana»
MOVIMENTO PARA A CRIMINALIZAÇÃO DOS VENDILHÕES DOS BENS PÚBLICOS VIA PRIVATIZAÇÕES
A ANA está prestes a ser vendida.
Monopólio estratégico para Portugal, um governo indigno, não representativo e tomado por uma «seita partidária» que se diz social democrata prepara-se para alienar mais um sector estratégico.
Em pouco mais de cinco anos, a empresa que ficará com os aeroportos de portugal recuperará todo o capital investido na privatização, restando 45 anos de lucros - que no actual quadro de parasitagem fiscal mundial, à imagem do capital que procura lugares mais apetecidos, significa um capitalismo selvagem sem consciência social.
Que legado deixaremos aos nossos filhos, nesta partilha desigual que alguns andam a forjar para benefícios imediatos?
sábado, 22 de dezembro de 2012
FISCO E GNR JUNTAM-SE PARA COMBATER A FRAUDE E EVASÃO FISCAL
A recente notícia que fisco e GNR se juntam para combater a fraude fiscal é daquelas que os agentes económicos dispensavam ... e que tem um efeito muito mais negativo do que positivo pelo clima policial e pouco democrático instalado.
Uma das percepções que os agentes económicos tem, hoje, em Portugal, é que este estado controlador e esbulhador de tudo o que mexe, já se move não para prover a essencialidade da vida das pessoas mas para alimentar vários monstros (os juros da dívida das comparticipações comunitárias... a cleptocracia instalada...).
A dimensão da carga fiscal instalada é também ela por si um monstro, já que complementa com uma carga para - fiscal brutal e rendimentos excessivos dos sectores rentários. O rendimento disponível já está indisponível, tendo o estado entrado no esbulho do pouco que estes foram acumulando ao longo de décadas e que faz parte do fundo de maneio mínimo dos agentes económicos para investirem na economia.
Os agentes económicos são racionais e funcionam na base da confiança. Sem confiança não há economia e quando o estado se torna demasiado controleiro, anti-democrático e de rapina, o país económico fenece. Não se pode querer fazer da árvore da evasão a floresta, numa fuga para a frente de queda de receitas pela destruição da economia.
O fisco para além do limite do razoável mata e torna um deserto por onde passa!
O CINISMO, HIPOCRISIA E VISÃO CURTA DO TALHANTE PASSOS
Ontem o talhante de Lisboa não ouviu o Expresso da Meia Noite e a exposição clara e sensata de um nosso compatriota da ONU. A clareza do que era necessário fazer é linear. A responsabilidade da Alemanha com o seu Hypobank também, mas o talhante de Lisboa que ontem estúpida e cinicamente foi desejar Bom Natal a reformados a quem lhes tira o pão, também.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
XIX GOVERNO: GOVERNO ANTICONSTITUCIONAL E DE TRAIÇÃO NACIONAL
«Endeudada, avejentada (aunque con beneficios), incapaz de recapitalizarse a base de inyecciones estatales debido a que lo prohíbe la normativa europea, la TAP se encuentra en un aparente callejón sin salida. En los últimos meses, durante el proceso de venta, varias compañías internacionales se han interesado por las condiciones pero, al final, solo hay un candidato y una oferta encima de la mesa: la de Efromovich, presidente del conglomerado Synergy, con una veintena de empresas, varias compañías aéreas, entre las que se cuenta Avianca, con una facturación anual de 5.000 millones de euros, 30.000 empleados y, según el diario Público, ciertos contactos con el poderoso ministro de Asuntos Parlamentarios, el polémico Miguel Relvas. Efromovich, según la prensa portuguesa, promete enjugar la deuda de TAP, recapitalizar con 315 millones la compañía y, además, aportar otros 36 a las magras arcas del Estado. A cambio, obtiene una compañía renqueante pero con una posición estratégica ideal como plataforma para saltar al mercado europeo y al oriental. Algo así como lo que hicieron con la electricidad hace un año los chinos de Three Gorges, pero en sentido contrario.»“No se puede vender así la soberanía nacional”, dice un sindicalista»
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
ATÉ AUTARCAS SOCIAIS DEMOCRATAS FALAM EM GESTÃO ECONÓMICA DANOSA DE AMIGOS PARA AMIGOS
«O social-democrata presidente da Junta de Castelo de Neiva, Viana do Castelo, suspendeu o mandato para voltar a emigrar, depois de a crise económica e as portagens na A28 terem arruinado o restaurante que geria.
«Nunca imaginei chegar à situação de voltar ao Canadá, muito menos 18 anos depois de ter regressado ao meu país. Mas Portugal obrigou-me a isso», afirmou à agência Lusa Augusto Bandeira, de 49 anos, que regressa no dia 24 de dezembro a Toronto, para reconstruir a vida.
«Infelizmente o meu país assim quis e tenho de voltar a partir» porque «em Portugal, ainda se continua a fazer gestão danosa e a favorecer amigos. Se um dia as coisas mudarem conto regressar ao meu país», afirma o social-democrata, antigo empresário de restauração que viu o seu restaurante fechar em maio deste ano, colocando seis pessoas no desemprego.
Eleito em 2009 pelo PSD, partido em que milita há seis anos, Augusto Bandeira será substituído pelo tesoureiro, Paulo Torre, por um período inicial de três meses.
«Depois vou renovando até às eleições e não devo recandidatar-me. Mesmo assim fica tudo organizado e quero acompanhar os meus colegas sempre que possível e vou tentar regressar para as assembleias», explicou, resignado com a crise que o obriga a voltar à vida de emigrante, onde um emprego já o espera em Toronto.
O restaurante, onde investiu 400 mil euros, fechou há uns meses e agora Augusto Bandeira deixou de acreditar na retoma económica.»
GASPAR O FRAUDULENTO: DESVIOS DE PREVISÃO SÃO NORMAIS DIZ O LATOSO
Como é possível um dos maiores responsáveis da aniquilação do mercado interno vir dizer que os desvios de previsão são normais?
Como é possível alguém sem dois dedos de testa não perceber o delírio de gaspar e a sua total incompetência?
Como é possível gaspar tentar sistematicamente justificar-se com base numa eventual superioridade intelectual?
Um verdadeiro cromo que pode enganar pobres de espírito não economistas ou gestores.
É O GOVERNO DE PASSOS UM GOVERNO DE TEOR FASCISANTE?
O governo cobarde e proto - fascista de Passos, que estrangula cada vez mais as liberdades, atraiçoa todos os dias o espírito da matriz da social democracia erigida por Sá Carneiro.
A grande maioria dos sociais democratas sentem-se hoje traídos e defraudados com um homem mentiroso e completamente irresponsável e pelo seu papel na destruição de milhões de famílias portuguesas e no seu total empobrecimento. Entretanto crescem o número de boys e a opacidade de organismo como o do Crédito Público.
No passado, bastava arvorar o seu título duvidoso de doutor. Hoje num país de pessoas conscientes, e cada vez mais formadas, a sua falta de inteligência não o deixa perceber o ódio cada vez maior que perpassa transversalmente na sociedade portuguesa.
Pelo caminho não só atraiçoa os verdadeiros sociais democratas, como negoceia à boa maneira Socrática no escuro, abocanhando negócios e traindo o povo português em geral. Até quando?
ANA E TAP: UMA QUESTÃO DE PATRIOTISMO E DE TRAIÇÃO
Já todos percebemos, menos o governo ilegítimo de Portugal, de passos e gaspar, a importância dos HUBs, na manutenção de uma estratégia nacional.
Franceses e Alemães não se libertam de Air France e Lufthansa, como não se libertam e conjugam-nas com os seus aeroportos nacionais.
Ao vender por três mil milhões (um valor recuperado em 5 anos pela Vinci) nada nos garante que, em pouco tempo, a capacidade instalada das suas companhias e os seus aeroportos não irão substituindo aos poucos os nossos, abocanhando o mais querido, as relações com África e Brasil.
«Em cima da mesa estão quatro propostas, de diferentes geografias, currículos e investidores. Uma delas, liderada pela Vinci, ganha vantagem pelo preço (três mil milhões de euros) e ganha pontos com a intenção de dar prioridade à ANA como um eixo estratégico de desenvolvimento e ser porta-estandarte das ambições internacionais do grupo francês. Outra proposta, dos alemães da Fraport, destaca-se pelo segundo melhor preço e pela vasta experiência e portefólio, o que a torna, primeiro, num respeitável gigante mundial do sector e, depois, numa alavanca no peso que os aeroportos portugueses podem (e devem) ganhar à escala global. A esta corrida juntam-se os brasileiros da CCR e os argentinos da Corporación America, com propostas de valor mais baixo e, aparentemente, trunfos menos valiosos.»
GASPAR: SIMPLESMENTE CRIMINOSO
«O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, tem recusado divulgar os vencimentos auferidos por altos cargos na Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, que, segundo a edição desta segunda-feira do Correio da Manhã, rondam os 300 mil euros anuais no caso do presidente do IGCP, João Moreira Rato. Também a vogal Cristina Casalinho recebe um valor muito superior ao ordenado do primeiro-ministro.
João Moreira Rato, anteriormente no Morgan Stanley, e Cristina Casalinho, antiga economista-chefe do BPI, beneficiam de um regime de excepção no IGCP após este ter sido transformado em empresa pública. Assim, os dois gestores optaram por auferir o salário médio que receberam nos últimos três anos.Questionado a 10 de Setembro pelo Correio da Manhã, Vítor Gaspar não respondeu.Também o PS apresentou um requerimento ao primeiro-ministro sobre esta matéria, mas Passos Coelho recusou responder «dizendo que a responsabilidade não era dele, mas do ministro das Finanças», disse Carlos Zorrinho, líder parlamentar socialista. O PS fez então um requerimento a Vítor Gaspar, o qual ainda não obteve qualquer resposta.João Moreira Rato, de 41 anos, era director executivo do Morgan Stanley desde 2010 antes de assumir a presidência do IGCP. Anteriormente tinha passado pelo Goldman Sachs.Cristina Casalinho, de 44 anos, ocupava o cargo de economista-chefe do BPI e tinha antes trabalhado no Gabinete de Estudos do Departamento de Estatísticas do Banco de Portugal.Ambos os gestores do IGCP não entregaram as declarações de rendimentos junto do Tribunal Constitucional, o que deviam ter efectuado até 18 de Agosto.»
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