Quando uma «portuguesa» do cazaquistão nos ensina muita coisa.
«O que vai estar sempre na moda é a inteligência»
... E A CULTURA, ACRESCENTO EU!
Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
«São previsões do nosso Governo», mas «também estão corroboradas» pelos «nossos parceiros, Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia (CE) e Banco Central Europeu (BCE)», disse esta sexta-feira Carlos Moedas, depois de ter participado na cerimónia do dia do Instituto Politécnico de Beja, que hoje celebra 33 anos.
Assim, a previsão é «fruto» do trabalho do Governo, no qual o Executivo «acredita», mas «tem riscos».
«Hoje em dia, governar e olhar para o futuro é gerir um conjunto de riscos e obviamente que eles existem e sempre existiram, desde o princípio» do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) de Portugal, frisou.
Carlos Moedas reagiu assim após ter sido questionado pelos jornalistas sobre as posições de várias instituições, como o Conselho das Finanças Públicas (CFP) e Conselho Económico e Social (CES), em relação às previsões económicas do OE2013.»
«Todas as zonas a que Angela Merkel se vai deslocar - residências oficiais do primeiro-ministro e do Presidente da república e Centro Cultural de Belém - vão ser "blindadas" com perímetros de segurança com vedações e elementos policiais. Os percursos e caminhos alternativos também serão alvo de medidas de segurança reforçada.A PSP garante que não vai haver ruas fechadas ao trânsito, mas apenas "condicionamentos pontuais durante a passagem das comitivas" nos itenerários previstos para as deslocações da chanceler alemã. Na Avenida da Índia, entre o Centro Cultural de Belém e a Presidência da República, será interdita a circulação automóvel a partir das 08:30 de segunda-feira.»
«A Tecnoforma, empresa de formação que Pedro Passos Coelho administrou entre 2005 e 2007, foi declarada insolvente pelo 1.o Juízo do Tribunal do Comércio de Lisboa, avança hoje o jornal i. A sentença foi proferida na passada terça-feira pela juíza Maria de Fátima dos Reis Silva, dia em que se ficou a conhecer o nome do administrador de insolvência: José Estêvão Pinto de Oliveira.»
Não tens dinheiro, não tens emprego.Merkel diz que Portugal não tem dinheiro para criar emprego (DE)
Portugal não tem dinheiro para responder de forma adequada ao drama do desemprego. Foi a própria chanceler Angela Merkel que o reconheceu ontem no Parlamento Europeu em Bruxelas, cinco dias antes da visita planeada para Portugal.
«Há cada vez mais dentistas a emigrarem
Para quem fica, a vida não está fácil. Têm cada vez menos horas de trabalho e já há mesmo 5,6 por cento sem trabalho»
«Anda a otária da ministra da justiça, a fazer novas leis de insolvência (revitalização de empresas), a dizer que e tal o estado vai colaborar, e o cromo do amigo dela, o penteadinho Paulo Núncio, assim que passa um dia de atraso, tá a penhorar tudo o que aparece à frente. Nas finanças é um fartote, ficam todos contentes por penhorar o vizinho.
Não são só particulares que tem dividas às finanças ..... A maior parte são empresas. E com estas penhoras são perfeitamente queimadas. Com este automatismo as finanças vão aos clientes dos anos anteriores e penhoram os saldos das empresas nos clientes.... chegam a ser 100 de uma vez .....
Aos papagaios das repartições de finanças (muitos deles com a 4ª classe), são-lhes atribuídos poderes iguais aos juízes dos tribunais normais, e eles penhoram tudo quanto lhes aparece à frente ...... contas bancarias, terrenos, fabricas, dividas de clientes, instalações, etc Queimam as empresas todas, em vez de serem proactivos e arra...»
«O Papa defendeu esta segunda-feira «o direito a não emigrar» como um direito fundamental e convidou os governantes a fazerem tudo para que as populações permaneçam nos respetivos países.«Antes mesmo do direito de emigrar, é necessário reafirmar o direito a não emigrar, isto é, o de ficar na sua própria terra», sublinhou Bento XVI na mensagem para preparar a Jornada dos migrantes e refugiados, que será celebrada em janeiro.O Papa recordou que «o direito da pessoa a emigrar está inscrito nos direitos humanos fundamentais», mas sublinhou a importância de ter «sob controlo os fatores que empurram para a emigração».Em vez de uma «peregrinação animada pela confiança, pela fé e pela esperança», «numerosas migrações são consequência da precariedade económica, da falta de bens essenciais, de catástrofes naturais, de guerras e de desordens sociais».
«Em vez de fazer reformas «absurdas», realçou Marinho e Pinto, Paula Teixeira da Cruz deveria ter a «modéstia» de falar com os cidadãos, a quem serve a justiça, autarcas, advogados e magistrados.
«Esta reforma é o resultado de quem vive fechado no bunker das suas certezas e não tem a humildade de contactar o país», afirmou.»
«A disciplina de voto é uma prática antidemocrática que envergonha o nosso parlamento. Liberdade de voto para todos os deputados JÁ!!!!!»
«A economista Cristina Semblano, investigadora e professora universitária em França, afirmou hoje, em Paris, que «Portugal pagou a entrada no Euro com a estagnação da sua economia», defendendo que os portugueses no exterior podem ajudar na saída da crise.«Portugal pagou a entrada na zona euro com a estagnação da sua economia, na medida em que entrou no Euro com uma moeda sobreavaliada [em cerca de] 30%, o que fez diminuir muito a competitividade da economia», disse à Lusa Cristina Semblano, primeira oradora no 9.º Encontro Nacional das Associações Portuguesas de França, que decorre hoje.Essa perda de competitividade, explicou, «foi acentuada pela abertura [do mercado comum] aos mercados dos países de Leste, e mais tarde à China, que, como Portugal, têm uma produção pouco diferenciada, mas muito mais barata».Cristina Semblano, também coordenadora do gabinete de estudos de uma entidade bancária na capital francesa, disse ainda que «todos podem entrar nas soluções para a saída da crise», incluindo as comunidades portuguesas no estrangeiro.«As comunidades portuguesas podem participar porque [acredito] que o que pode mudar a situação são os povos», acrescentou, dando o exemplo da Islândia, onde, por pressão «de um terço» do povo, se conseguiu uma «renegociação da dívida, um alargamento dos prazos, e uma anulação de parte da dívida».«Há uma única resposta: a resposta é o povo. E as comunidades são parte do povo português, podem ter voz activa», concluiu.O 9.º Encontro Nacional das Associações Portuguesas de França é organizado pela Coordenação das Colectividades Portuguesas em França (CCPF), em parceria com outras associações da comunidade.As associações juntaram-se hoje em Paris para debater a situação de crise em Portugal, o papel das associações face aos novos emigrantes em França, e o ensino do português neste país.»
«Segundo o ministério, «a contratação de assessoria especializada, independente e com experiência específica nestas matérias foi um fator essencial para o sucesso das operações de recapitalização já realizadas, cuja complexidade e relevância em face dos interesses públicos envolvidos justificam amplamente».
O comunicado realça ainda que «é justamente o know-how [capacidade técnica] e experiência destes assessores que continua atualmente a ser usado pelos bancos beneficiários de capitais públicos para a análise e aperfeiçoamento dos planos de reestruturação que terão de submeter a aprovação da Comissão Europeia (Direção-Geral de Concorrência)».
No documento, as Finanças explicam quais os critérios que usaram para a escolha destes assessores, que passam pela «complexidade e especificidade técnica das matérias», pelos «conflitos de interesse, tendo por referência as instituições de crédito a recapitalizar e os seus acionistas de referência», pelo «montante significativo de capitais públicos a injetar nas instituições de crédito», pelo «modelo de responsabilidade pretendido pelo Estado português, por via do qual os assessores são diretamente responsáveis pelo aconselhamento prestado no âmbito dos processos de recapitalização» e, por fim, pelos «fees praticados em operações congéneres na Europa».
O presidente do Banco BPI, Fernando Ulrich, voltou na quarta-feira a criticar os custos que suporta com os consultores do Ministério das Finanças para o plano de recapitalização, considerando que os mesmos não trazem mais-valias, pelo contrário, para o banco.
Segundo o banqueiro, entre janeiro e setembro, só com os consultores do Ministério das Finanças foram gastos 2,3 milhões de euros, ao passo que os consultores do Banco de Portugal custaram 300 mil euros.»
«Muitas vezes, os investimentos ficam impedidos por burocracias e procedimentos excessivos. Por isso mesmo, tudo o que podemos fazer para diminuir a regulação, primeiro, e, em segundo, combatermos essa burocracia, será feito de uma forma decisiva e sem contemplações», acrescentou.
Depois de ter afirmado, na sessão de encerramento do seminário hoje promovido pelo Ministério da Economia, que «a burocracia é amiga da corrupção, e que é necessária uma legislação mais amiga das empresas e do investimento», Santos Pereira reforçou à Lusa que «não há o mínimo de dúvidas que uma burocracia excessiva não só penaliza o investimento como também fomenta a corrupção».
E explicou: «Se damos o poder a alguém que tem que emitir um papel ou uma guia, e se esse poder não é supervisionado ou inspecionado como devia ser, existe um grau de discricionariedade que fomenta a corrupção. Por isso mesmo, o combate à corrupção também passa pelo combate à burocracia».
«Representantes das micro, Pequenas e Médias Empresas (PME) convocaram para segunda-feira uma vigília à porta do ministério da Economia para protestar contra o aumento da carga fiscal e a quebra do poder de compra, revelou a confederação CPPME, citada pela Lusa.
«Com esta austeridade prevemos uma debacle [mau resultado] completa. Muitas empresas estão já a vender património e muitas outras ainda não fecharam por vergonha. Na próxima segunda-feira estaremos na rua com todas as nossas forças para protestar», afirmou o presidente da CPPME ¿ Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas, João Pedro Soares.
A quebra no poder de compra dos portugueses está a atingir em «larguíssima escala» estes empresários, assim como o aumento da carga fiscal através de agravamentos na derrama, no IMI ou no pagamento por conta.
«O orçamento do Estado para o próximo ano é uma desgraça total», adianta, salientando que «Portugal tem de perceber que tem de fazer uma aposta em certos setores, como o turismo ou a gastronomia» e que aumentar o IVA é «fazer o caminho inverso».
A CPPME acha que a proposta de orçamento «pode ser fatal para milhares» de PME e defende que, em lugar de um choque fiscal, o país precisa de uma revolução fiscal que crie condições favoráveis ao investimento produtivo, à dinamização do mercado interno e à criação de postos de trabalho.»
«José Maria Ricciardi admitiu que telefonou a Pedro Passos Coelho «para falar sobre as privatizações em curso». O presidente do Banco Espírito Santos Investimento (BESI) terá questionado o primeiro-ministro sobre o facto de o Governo ter atribuído a supervisão do processo a uma consultora financeira norte-americana.O Ministério Público (MP), por via da procuradora Rosário Teixeira, solicitou ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que investigasse o telefonema no âmbito de um eventual crime de tráfico de influências.Ricciardi, num comunicado enviado às redacções, esclareceu que telefonou «a vários membros do Governo» para discutir o tema das privatizações.Mas o presidente do BESI não considera que tal tenha constituido uma «ilicitude, irregularidade ou sequer censura», ao defender que apenas questionou «sobre se há intenção de ceder a pressões políticas promovidas pelas lideranças europeias».O executivo atribuiu a supervisão do dossier das privatizações à Perella, uma consultora financeira norte-americana, por «ajusto directo», em relação ao qual o presidente do BESI terá transmitido a sua «discordância», dizendo que «na observância do rigor e da ética», a escolha deveria ter sido efectuada «através de concurso público».