sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

AVALIAÇÃO DE TOPO!

«Cavaco Silva condecora Santana Lopes
O ex-primeiro-ministro era o único antigo chefe de Governo que não tinha sido ainda agraciado»

Muito bom! 
Obviamente que só no ensino é que há quotas. Elite Portuguesa dixit!

O "UM PONTO"

Fenomenal o papel de ponto de Teixeira dos Santos: «temos mais sucesso e menos abandono ... temos mais sucesso e menos abandono ... temos mais sucesso e menos abandono!»

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

MENDONÇA E A ENORME AMBIÇÃO DE SER MINISTRO

Mendonça, um até agora calmo e pacato professor do ISEGI foi tomado da enorme ambição de ser ministro. Ambicionando ficar ligado a obras megalómanas, bem se pôs em bicos dos pés e esquecendo a cátedra pôs-se a defender da melhor maneira possível a dama TGV Madrid - Lisboa. Posto perante a inocente pergunta de um jornalista do porquê de querer transformar a zona de Lisboa na praia Madrilena com Low Costs a 20 € por viagem e 40 minutos de voo, perante os 100 previsíveis do TGV e as 2h30 da viagem, lá se engasgou e atirou defendendo o indefensável: as 2h30 são do centro ao centro - e quem quer tirar o aeroporto da cidade? - e é muito diferente vir de comboio! Virão às resmas!


Bem nos pareceu que andam a brincar aos comboios com a fome dos Portugueses!

GENTE DE BEM

«Presidente da Amadora arguido em processo com nove anos
Joaquim Raposo confirmou à TVI que vai prestar declarações em breve»

"ESTADO" DO ALGARVE


Os custo - benefícios dos investimentos socialistas!

 Já não bastando estes custos - benefícios,  o problema de segurança, gravíssimo, alimenta o monstro da destruição do Algarve como destino turístico!

VIDA AIRADA DE UM CONSTANTE SOI - DISANT SOCIALISTA

Candidato Vítor Constâncio examinado no Parlamento Europeu

Será que o exame versará sobre lealdade, fidelidade, competência técnica, ambição, desprendimento soberano, capacidade previsional, acervo privilegiado, ...?

Será que depois da saída deste grande e fiel socialista, o Banco de Portugal vai ajudar a combater o deficit colocando como patamar salarial máximo o ordenado de primeiro-ministro?


Sempre eram umas dezenas de milhões que se poupavam para pagar as dívidas dos hospitais ou para cortar no deficit destes senhores, do Estado de privilégio, que matam todos os dias um bocado o nosso saqueado e desgraçado País!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

IMAGENS COMPARADAS


DESAPARECIDO EM PALAVRA OU VOANDO SOB UM NINHO DE CUCOS

Rui Mateus
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Rui Fernando Pereira Mateus (Covilhã, 16 de Abril de 1944), foi um político português, actualmente retirado da politica, lecciona nos EUA. Em 1996, na sequência do caso do Fax de Macau e do processo judicial relativo, publicou o livro Contos Proibidos - Memórias de um PS desconhecidoISBN 972-20-1316-5), Publicações Dom Quixote, Lisboa. (

[editar] Biografia

Rui Mateus estudou na Covilhã até 1961, quando obteve uma bolsa de estudos para os Estados Unidos através da American Field Services, para Cedars Rapids no Iowa, onde permaneceu até 1963. Durante a sua estadia conheceu o presidente John F. Kennedy numa recepção a alunos estrangeiros nos jardins da Casa Branca.
Regressado a Portugal, decide exilar-se para fugir à Guerra Colonial; primeiro em Inglaterra, e depois na Suécia, onde se licenciou em Ciências Sociais e Politicas, na Universidade de Lund. Em ambos os países criou e organizou grupos da Acção Socialista.
Em 1973 fui um dos fundadores do PS, criando uma ligação ao PS que iria durar vários anos, durante os quais ocupou vários cargos, sobretudo a nível das relações internacionais.
Foi eleito deputado pelo PS em 1979 pelo distrito de Leiria, e em 1980, 1983 e 1985. Pertenceu a várias comissões, e grupos de trabalho da Internacional Socialista.
Envolvido no Caso do Fax de Macau, abandonou a politica.

[editar] Ligações externas

RELEMBRAR RUI MATEUS




«A justiça Portuguesa é uma espécie de roleta Russa onde tudo pode acontecer. É demasiado palavrosa  e pouco eficaz.»

A MORTE LENTA DA ECONOMIA PORTUGUESA

Quando ainda hoje se ouviu a multa de 5.000.000 € a laboratórios farmacêuticos por parte da autoridade da concorrência, apercebemo-nos  rapidamente porque morre de morte lenta a economia Portuguesa. O Estado, mais papista que qualquer Papa, mata com garrote tudo o que economicamente mexe!
O verdadeiramente dramático dada a claridade dos problemas, é a falta de percepção do que já se vêm arrastando há muito e que é a criação de dificuldades recorrentes  postas aos sectores produtivos Portugueses, por parte do sector não transaccionável da sociedade, e por parte das exigências constantes por parte da asfixiante "burrocracia" Portuguesa - hoje infelizmente também ajudada por alguma "burrocracia" de Bruxelas. Não há economia e força anímica por parte dos agentes económicos que resista a esta esquizofrenia governante!
«Portugal está a sangrar e a perder recursos a um ritmo elevado. O risco de uma morte lenta é elevado», diz a Moody's no seu relatório sobre a dívida soberana dos países europeus, divulgado esta quarta-feira.
Para a Moody`s, Portugal e Grécia são «dois exemplos de países que exibem uma baixa competitividade estrutural» na Zona Euro, reflectida nos défices externos muito elevados.
O cenário é alarmista e, embora exclua a possibilidade de «morte súbita», considera provável uma «morte lenta» já que esta falta de competitividade pode resultar numa «sangria do potencial de crescimento». Esta, por sua vez, vai levar a um «aumento dos impostos se a situação não se inverter», pode ler-se no mesmo documento.
O aumento da carga fiscal é, no entanto, criticado pela casa de «rating» que considera que «impostos mais elevados podem sufocar o investimento e o potencial económico e resultar na emigração dos segmentos mais abastados e flexíveis da economia».

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

CRESCIMENTO FANTÁSTICO, MELGA! A PREVISÃO DA DÉCADA E MEIA PERDIDA!


«PIB cresce 0,7% este ano e 1,4% em 2011»



ISABEL JONET A MINISTRA DO EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL!

Que melhor classificação entre solidariedade e caridade que a de Isabel Jonet, Portuguesa de P grande : a caridade é a solidariedade com amor!

LABORATÓRIO VENEZUELANO

Venezuela: Oposição contesta câmbio dual decidido por Chávez

Partidos acusam Chávez de desvalorizar a moeda


Quando a cobardia dos povos deixa os loucos tomarem o poder!

MERECER OS FAVORES DE SUA EXCELÊNCIA O ENGº JOSÉ SÓCRATES

Universidades «merecem» os 100 milhões, diz Sócrates. «Contrato de confiança» surge em resultados do esforço de poupança dos últimos quatro anos.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O PARADOXO ESTATAL: O REINO DOS DIFICULTISTAS!

Carrosséis: «Isto é que é segurança? Nós não queríamos isto»
Associação Portuguesa de Empresários de Diversão descontente com o texto do Ministério da Economia

Enquanto o Prós e Contras decorre falando-se sobre as preocupações do país, sobre uma atitude activa individual como somatório para um  colectivo, deparamos com este paradoxo. O paradoxo do Estado criador de dificuldades!

domingo, 10 de janeiro de 2010

COM O DECURSO DO TEMPO E COM MUITO GOLPE DE ASA O, CONCEDAMOS, BOM E CORRIQUEIRO VITAL MOREIRA CHEGOU AO TOPO DA CARREIRA DOS YES PRIME-MINISTER: FOI ELEITO DEPUTADO DO PUTATIVO GOVERNO ECONÓMICO DA EUROPA!

Ninguém diz a Vital que não passa de um medíocre político, que por via da medíocre democracia de deputados não directamente avaliados pelo povo, conseguiu um lugar de topo de carreira no parlamento dos bons mas não excelentes Europeus!

Além de que os professores não combatem o inimigo ignorância em brigadas, mas na solidão dos iguais!

O PÓS CONSTRUÇÕES, PÓS INVESTIMENTO PÚBLICO CRIMINOSO

Câmaras pagam 13 milhões por ano pelos estádios do Euro

Juros e amortizações das dívidas contraídas para a construção asfixia municípios

Ao contrário dos países do Norte da Europa que pesam os custos-benefícios e os custos pós-construção em todos os investimentos que produzem, o que faz deles sociedades equilibradas, Portugal adopta a estratégia megalómana e o pós-avestruz. Os resultados estão à vista. O resultado do TGV estará à vista no pós-construção! A benefício dos vendedores de ilusões e a prejuízo do povo Português!

DA ÚLTIMA FILA, A PRIMEIRA DE LAIVOS DE DEMOCRACIA!

Um pequeno algo que mudou no reino da Dinamarca! Os deputados de boca e ouvidos! 
da última fila da Assembleia da República, primeira fila da democracia!

sábado, 9 de janeiro de 2010

CALA-TE PRIMO!

Freeport: primo de Sócrates ouvido pela PJ

O PRÉMIO: O SACO AZUL DO CONSTRANGIMENTO POLÍTICO

Maria de Lurdes Rodrigues na presidência da FLAD

ex-ministra da Educação substitui Rui Machete

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

REPITA LÁ MIL VEZES MENINO ZÉZINHO: AO MAIOR PESO DA DESPESA PÚBLICA CORRESPONDEU O MENOR CRESCIMENTO DO PIB, AO MENOR PESO DA DESPESA PÚBLICA CORRESPONDEU O MAIOR CRESCIMENTO DO PIB, ...

Para que não lhe doa tanto a voz, Pinho Cardão!

«Até que a voz me doa!...


Em artigo hoje no Público, o Prof. Campos e Cunha faz-se eco de um estudo recente (tem uma semana...) de um macroeconomista, Prof. Rogoff, que abrangeu 44 países, num período de 200 anos, em que demonstrava que as economias mais endividadas, em termos de dívida pública, eram as que menos cresciam. Também tinha estudado o caso português, nos últimos 150 anos: quando o nível de dívida pública estava abaixo dos 30%, a economia tinha um crescimento médio de 4,8%; quando se situava entre os 30% e os 60%, a economia crescia 2,5%; e quando o nível de dívida pública estava entre os 60% e os 90%, a economia crescia 1,4% ao ano. Não foi estudado o efeito do crescimento com dívida pública superior a 90% do PIB, porque tal nunca aconteceu. Estamos agora a caminho!... Ressalvando alguma imprecisão estatística para os períodos mais recuados, a conclusão não poderia ser outra.
Como é óbvio e neste Blog não nos cansamos de referir, mais endividamento significa mais impostos, agora e no futuro. Mais endividamento significa maiores custos financeiros, agora e no futuro, por força da deterioração de risco do país.
Mais impostos e maiores custos coarctam o investimento e a vontade de investir. Sem investimento, não há crescimento, ponto final.
Ao nosso nível, temos vindo persistentemente a chamar a atenção para esta realidade. Mesmo não sendo um macroeconomista, e talvez por isso, estudei o comportamento da evolução da Despesa pública e do PIB nos 27 países da EU, conclusões que constam do post sobre o mito da despesa pública como dinamizadora da economia. Sinteticamente, as conclusões eram as seguintes:
-Ao menor peso de despesa pública correspondeu o maior crescimento do PIB
-Ao maior peso de despesa pública, correspondeu o menor crescimento do PIB
-Ao peso intermédio da despesa pública, correspondeu um crescimento intermédio do PIB.
-Mas, mesmo que não se concorde com estas conclusões, uma, a mais minimalista, é inegável: a de que a despesa pública não foi factor de crescimento nos países da UE27.
É de saudar os economistas que já vão acordando e deixaram de sonhar que a realidade de hoje reproduz a realidade de Keynes, em que o peso da Despesa Pública não atingia sequer os 10% do PIB e a carga fiscal não tinha qualquer comparação com a de agora.
E alguns até se apresentam como campeões da descoberta. Não faz mal. Tirando a presunção de uns e o oportunismo de outros, vieram ter ao caminho certo.»

HABITUEMO-NOS AOS FUTUROS NOIVOS DE S.ANTÓNIO

DO APRENDIZ DE SOCIÓLOGO

UMA ESTÓRIA

Uma professora do ensino básico pediu aos alunos que fizessem uma redacção sobre o que gostariam que Deus fizesse por eles.
Ao fim da tarde, quando corrigia as redacções, leu uma que a deixou muito emocionada. O marido, que, nesse momento, acabava de entrar, viu-a a chorar e perguntou:
- O que é que aconteceu?
Ela respondeu:
- Lê isto.
Era a redacção de um aluno.


Senhor, esta noite peço-te algo especial: transforma-me num televisor. Quero ocupar o lugar dele. Viver como vive a TV da minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família à volta... Ser levado a sério quando falo... Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar.. E ainda, que os meus irmãos lutem e se batam para estar comigo. Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos. Senhor, não te peço muito...Só quero viver o que vive qualquer televisor.


Naquele momento, o marido disse:
- Meu Deus, coitado desse miúdo! Que pais!
E ela olhou-o e respondeu:
- Essa redacção é do nosso filho!

RESPEITINHO E SUBSERVIÊNCIA!

A cacha do Diabo "políticos gastam-nos mil milhões em carros" mesmo parecendo excessiva, tem a virtude de reconduzir a política e os seus agentes à sua verdadeira dimensão: quem lhes paga os ordenados e as mordomias somos nós, por isso basta de arrogância e autoritarismo! Reversão, já, de atitudes e comportamentos. Respeitinho e subserviência com ... os cidadãos! 

CIGARETTEPRESSIONS

TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES

«Inês de Medeiros com estatuto privilegiado». Inês de Medeiros, deputada por Lisboa mas residente em Paris, poderá ter um estatuto equiparado aos deputados pelo círculo da Europa, com viagens pagas à cidade de residência.»

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

PARE, ESCUTE, OUÇA!


BCE rejeita ajuda financeira da UE à Grécia

Atenas «geriu mal as contas públicas» nos últimos anos

O DEDO NA FERIDA OU A SOCIEDADE SERIAL KILLER

Repisando as vezes que forem necessárias este Imperdoável de Ana Vidal: 


TOO BIG TO BE QUIET

Ana Gomes tem destas coisas.

Vítor Constâncio - "too big to fail?"

Chama as coisas pelos nomes, mesmo a prejuízo dos seus. E os seus são em primeiro lugar os Portugueses. E é por isso que não se consegue deixar de simpatizar com ela!


SERRASQUEIRO, INIMIGO DA ACTIVIDADE ECONÓMICA


Em nome dos direitos do consumidor - que melhor direito do que o do trabalho! - este amigo da ASAE, tem-se revelado ao longo dos anos como um dos maiores inimigos da actividade produtiva e do empreendedorismo! O princípio da proporcionalidade é um princípio que lhe diz pouco!  

«... Nos últimos anos a coberto de uma falsa ideia de modernidade e de normativas europeias, instalaram-se um conjunto de agências fiscalizadoras, que ao contrário do acontece noutros países, exercem uma acção repressiva e intimidatória sobre as empresas, não raramente para além da legalidade, e que são na prática mais um desincentivo ao trabalho e ao empreendedorismo.
Basta falar com os empresários, para conhecer os casos concretos.
As fiscalizações tornaram-se autênticos raides militares, com cercos de instalações, agentes armados e encapuçados, ameaças físicas e de encerramento dos negócios, penhoras de contas bancárias, exigências ridículas, prepotências, etc…
Em vez de exercer uma fiscalização pedagógica e construtiva, promotora de mais qualidade e modernidade, as empresas são “atacadas” simultaneamente por grupos de fiscais das finanças, inspecção do trabalho, Asae, serviços de estrangeiros, pondo em causa o trabalho de uma vida de muitas empresas
que lutam diariamente para sobreviver.
A esta acção destruidora e desmoralizadora, acresce o drama de que muitas das leis e regulamentos que suportam estas investidas, não são exequíveis, não são claras, e quando os agentes económicos procuram esclarecer as suas obrigações, nem as ditas agências fiscalizadoras sabem ou querem informar, nem os advogados conseguem dar garantias de protecção jurídica, dada a situação de morosidade da justiça e a imprevisibiliade das sentenças judiciais.
Tudo isto gera um ecosistema hostil para as empresas e os investidores em que a insegurança jurídica e a atitude da administração são os primeiros desencorajadores do investimento de qualidade.
É claro que para alguns, a coberto de protecções várias e boas relações, este ambiente é propício e estão “como peixe na água”.
Pergunta-me que solução proponho.
Sem querer ter a solução mágica, penso que:
O fim dos excessos legislativos e da ignorância de quem legisla sobre a realidade seria um grande passo em frente.
Uma mudança da atitude dos agentes administrativos, no sentido de servir as actividades económicas e os cidadãos em vez da atitude contrária.
Uma reforma do sistema judicial, que dê aos cidadãos na prática o direito de se defenderem dos abusos.
O restabelecimento do princípio de que o que não é proibido é permitido.
E quanto à liberalização penso que deve ser a regra e não a excepção.
Na prática o que estamos a fazer é liberalizar para os que deliberada e impunemente não cumprem a lei, e afastar os que querem trabalhar de forma séria e numa optica de longo prazo.» por Ricardo Saramago no blog da SEDES.