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sábado, 17 de janeiro de 2009

A CEGUEIRA E AS CONTAS DO VITINHO

Dados do Financial Times referentes à Irlanda. Para Vital Moreira é o descalabrado, comparado com Portugal! «Onde nós estaríamos sem o sucesso do combate ao deficit dos timoneiros Sócrates e Teixeira?», PENSA ELE!

Só que se olharmos bem, chegamos à conclusão que o desemprego não é maior que o Português! Para além dos 100.000 em formação que não contam para as estatísticas em Portugal, falta acrescentar todos aqueles independentes que a estatística nacional e a segurança social fazem de conta que não existem! E o que dizer do deficit orçamental: aguentar-se-à ela nos 3,9 % com a diminuição brutal de receitas que se avizinham? Ou o governo já prepara um programa de locupletação dos pobres contribuintes, tipo quem não entregar um relatório e contas da sua vida pessoal apanha uma coima de 124 €!

Quanto ao crescimento do produto dos últimos anos diria a Vital Moreira que é só somar! A vida, de facto, deve estar a correr muito bem a Vital e à sua trupe!

sábado, 10 de janeiro de 2009

MAIS UNS LUGARES PARA O PARTIDO

Vital Moreira faz parte daquele mundo de políticos ideologicamente trânsfugas que nos fazem descrer na bondade dos eternamente políticos. Como diria Mário Soares a Daniel Bessa: não seja anjinho! Não se esqueça, caro amigo, que a lei nem sempre é um espelho de equidade, mais a mais nas mãos de um governo que é legitimamente governo porque mentiu! Afinal tirando os professores, os recibos verdes e os precários, os militares, grande parte dos funcionários públicos, os desempregados, os reformados, uma parte substancial dos socialistas, os pequenos e médios empresários, para quem governa Sócrates?

Ah, pois, caro amigo, é que já só restam os aggiornados, os grandes empresários, e algumas franjas da sociedade que sempre apoiaram o elegante corte do totalitarismo!

Demitam-se, pois
[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
Segundo o DN, os conselhos directivos que discordam da avaliação de desempenho dos professores admitem apresentar a demissão.
É justamente o que devem fazer, se acham que a sua discordância não lhes permite cumprir as obrigações que a lei e as orientações da tutela lhe impõem e por cujo leal cumprimento são disciplinarmente responsáveis.