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terça-feira, 31 de março de 2009

HISTÓRIA SEMPRE CONTEMPORÂNEA DE PORTUGAL


Quando se fizer a história do fim do século, início do século Português, muito se rirão os contemporâneos. A história comparada, então, encontrará traços profundos na monarquia constitucional, como na 1ª república, como na 3ª república, onde os bons substituíram os maus da república Salazarenta e Marcelista, acrescentando-lhes os laivos costumeiros da partidocracia corrupta e corrumpível.

Os nomes, então, desfiarão um após outro já, no entanto, quase todos engalanados de comendas e ordens republicanas. Como ontem, onde se vêem os homens e não se vêem os comportamentos, o que ficará é um grande buraco negro e uma arreliadora inércia de um país imemorial e centenariamente em decadência: a decadência da corrupção e da falta da educação para o civismo e ética!

sábado, 7 de março de 2009

NOTÁVEIS E HIPÓCRITAS

Depois de acabar de reler a «Identidade Nacional» de José Mattoso, foge-me a palavra para um dos últimos parágrafos « como é evidente o passado Português caracteriza-se por os poderes políticos, sociais e económicos terem sempre estado nas mãos de uma minoria social intimamente dependente do Estado e proporcionalmente mais reduzida do que na maioria dos países Europeus».

A realidade é que Portugal nunca abandonou a sociedade de ancient regime que se replica de notáveis em notáveis. Assim, percebo e entendo cada vez melhor o importante papel e as espadeiradas que de quando em vez, os militares como último esteio de alguma ponta de carácter, sincretizado no companheirismo de armas, e a necessidade do levantamento do rancho, proporcionaram a Portugal, mesmo que aqueles que sempre foram responsáveis pelo Estado mais desigual da Europa e pelas manobras locupletórias mais eticamente condenáveis o vejam como um escândalo e um atraso nacionais. Há alturas que é necessário pontos de ordem à mesa do anedotário e da hipocrisia nacional!

sexta-feira, 6 de março de 2009

ZACA TRÁS, ZACA TRÁS, ZACA TRÁS


Como ex do Colégio o que vos posso dizer é que se a nossa sociedade fosse formada pelo espírito de correcção, entreajuda, camaradagem, ética, carácter, que a todos nós os ex-alunos foi transmitido e orgulhosamente ostentamos, este pequeno mundo Português de sordidez, de mesquinhez, de promiscuidade e de falta de carácter seria bem mais diluído. Possivelmente haveria menos Freeports, casas de 350.000 declaradas por 240.000, ...

Obviamente para se perceber este mundo e este espírito, é preciso tê-lo vivido; obviamente, também, porque fazendo parte da sociedade, não está imune ao que é hoje a sociedade de falta de valores, eventuais abusos, mas esses o próprio colégio sabe-os internamente com espírito de justiça e comunitariamente filtrar e corrigir.
O individualismo rasteiro e a mediocridade, felizmente, não é prática corrente nem objectivo do Colégio.

Ostentassem as escolas deste Portugal o sucesso e fossem uma pálida imagem do Colégio!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

SISTEMA UNIVERSITÁRIO SUECO
ALGUNS ELEMENTOS COMPARATIVOS


II. L'accès aux universités :
a) Conditions d'admission à l'Université
Les étudiants désireux de s'inscrire dans une Université suédoise doivent avoir passé un examen validant la fin de leurs études secondaires. Il est également possible de s'inscrire après une expérience professionnelle de quatre ans, auquel cas le candidat doit être âgé d'au moins 25 ans, et prouver qu'il a suivi une formation secondaire complète en anglais et en suédois. Outre ces critères, il est possible que le nombre de places offertes par les institutions ne corresponde pas au nombre de postulants, ce qui laisse le droit aux établissements de refuser les étudiants excédentaires, en fonction de leurs résultats antérieurs ou de tests spécifiques.
b) Frais d'inscriptions et de scolarité
Les frais d'inscription et de scolarité sont en général inexistants
, puisqu'il s'agit d'une condition nécessaire pour que les institutions puissent recevoir les financements publics.
c) Aides aux étudiants
Le système de bourses développé au plan national combine des critères sociaux d'éligibilité, ainsi que des critères de mérite. Il s'agit d'un système combinant des bourses et des prêts remboursables, permettant au total de couvrir un coût de la vie étudiante généralement estimé à 750 euros par mois. Pour attirer les étudiants étrangers, des systèmes d'aides financières permettant de venir étudier en Suède sont développés, avec des accords bilatéraux développés entre la Suède et le pays d'accueil.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

SERMÃO DE JPP AOS PEIXES!


Podemo-nos irritar com JPP pelo seu enorme snobismo, pela sua recusa à normal vulgaridade, não nos podemos é irritar com JPP é com o seu amor ao Padre António Vieira, porque chega de sermos peixes nesta poça inquinada e barrenta que dá pelo nome de Portugal!

«O texto de Santo Agostinho fala geralmente de
todos os reinos, em que são ordinárias semelhantes opressões e injustiças, e diz
que, entre os tais reinos e as covas dos ladrões — a que o santo chama
latrocínios — só há uma diferença. E qual é? Que os reinos são latrocínios, ou
ladroeiras grandes, e os latrocínios, ou ladroeiras, são reinos pequenos:
Sublata justitia, quid sunt regna, nisi magna latrocinia? Quia et latrocinia
quid sunt, nisi parva regna? É o que disse o outro pirata a Alexandre Magno.
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo Mar Eritreu a conquistar a Índia,
e como fosse trazido à sua presença um pirata que por ali andava roubando os
pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém, ele,
que não era medroso nem lerdo, respondeu assim. — Basta, senhor, que eu, porque
roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois
imperador? — Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o
roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. Mas
Séneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a
uns e outros definiu com o mesmo nome: Eodem loco pone latronem et piratam, quo
regem animum latronis et piratae habentem. Se o Rei de Macedónia, ou qualquer
outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata, o ladrão, o pirata e o rei, todos
têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.
Ponhamos o exemplo da culpa, onde a não pode
haver. Pôs Deus a Adão no Paraíso, com jurisdição e poder sobre todos os
viventes, e com senhorio absoluto de todas as coisas criadas, excepta somente
uma árvore. Faltavam-lhe poucas letras a Adão para ladrão, e ao fruto para furto
não lhe faltava nenhuma. Enfim, ele e sua mulher — que muitas vezes são as
terceiras — aquela só coisa que havia no mundo que não fosse sua, essa roubaram.
Já temos a Adão eleito, já o temos com ofício, já o temos ladrão. E quem foi o
que pagou o furto? Caso sobre todos admirável! Pagou o furto quem elegeu e quem
deu o ofício ao ladrão. Quem elegeu e quem deu o ofício a Adão foi Deus: e Deus
foi o que pagou o furto tanto à sua custa, como sabemos. O mesmo Deus o disse
assim, referindo o muito que lhe custara a satisfação do furto e dos danos dele:
Quae non rapui, tunc exolvebam . Vistes o corpo humano de que me vesti, sendo
Deus; vistes o muito que padeci, vistes o sangue que derramei, vistes a morte a
que fui condenado, entre ladrões. Pois, então, e com tudo isso, pagava o que não
furtei. Adão foi o que furtou, e eu o que paguei: Quae non rapui, tunc
exolvebam.
Mas estou vendo que com este mesmo exemplo de
Deus se desculpam ou podem desculpar os reis, porque, se a Deus lhe sucedeu tão
mal com Adão, conhecendo muito bem Deus o que ele havia de ser, que muito é que
suceda o mesmo aos reis, com os homens que elegem para os ofícios, se eles não
sabem nem podem saber o que depois farão? A desculpa é aparente, mas tão falsa
como mal fundada, porque Deus não faz eleição dos homens pelo que sabe que hão
de ser, senão pelo que de presente são. Bem sabia Cristo que Judas havia de ser
ladrão; mas quando o elegeu para o ofício em que o foi, não só não era ladrão,
mas muito digno de se lhe fiar o cuidado de guardar e distribuir as esmolas dos
pobres. Elejam assim os reis as pessoas, e provejam assim os ofícios, e Deus os
desobrigará nesta parte da restituição. Porém as eleições e provimentos que se
usam não se fazem assim. Querem saber os reis se os que provêem nos ofícios são
ladrões ou não? Observem a regra de Cristo: Qui non intrat per ostium, fur est
et latro . A porta por onde legitimamente se entra ao ofício, é só o
merecimento. E todo o que não entra pela porta, não só diz Cristo que é ladrão,
senão ladrão e ladrão: Fur est latro. E por que é duas vezes ladrão? Uma vez
porque furta o ofício, e outra vez porque há de furtar com ele. O que entra pela
porta poderá vir a ser ladrão, mas os que não entram por ela já o são. Uns
entram pelo parentesco, outros pela amizade, outros pela valia, outros pelo
suborno, e todos pela negociação. E quem negocia não há mister outra prova: já
se sabe que não vai a perder. Agora será ladrão oculto, mas depois ladrão
descoberto, que essa é, como diz S. Jerônimo, a diferença de fur a
latro.
Suponho finalmente que os ladrões de que falo
não são aqueles miseráveis, a quem a pobreza e vileza de sua fortuna condenou a
este género de vida, porque a mesma sua miséria, ou escusa, ou alivia o seu
pecado, como diz Salomão: Non grandis est culpa, cum quis furatus fuerit:
furatur enim ut esurientem impleat animam.O ladrão que furta para comer, não
vai, nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são
outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera, os quais debaixo do
mesmo nome e do mesmo predicamento, distingue muito bem S. Basílio Magno: Non
est intelligendum fures esse solum bursarum incisores, vel latrocinantes in
balneis; sed et qui duces legionum statuti, vel qui commisso sibi regimine
civitatum, aut gentium, hoc quidem furtim tollunt, hoc vero vi et publice
exigunt: Não são só ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas ou espreitam os
que se vão banhar, para lhes colher a roupa: os ladrões que mais própria e
dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os
exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das
cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. — Os
outros ladrões roubam um homem: estes roubam cidades e reinos; os outros furtam
debaixo do seu risco: estes sem temor, nem perigo; os outros, se furtam, são
enforcados: estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista
que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça
levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: — Lá vão os ladrões grandes
a enforcar os pequenos. — Ditosa Grécia, que tinha tal pregador!»

É bom revisitarmos e recordarmos o Padre António Vieira, para nos pormos em dia com o nosso passado e vermos aonde e como perdemos a nossa dignidade como povo!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

FAITH IN THE CHILDREN ... IN THE TEACHERS, IN THE SYSTEM!

À atenção da socióloga, ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues:

«... faith in the children, in the system, in the teachers! ...»

NEW WAY OF CARE?
OR ONLY GOOD INTENTIONS?
BEGINNING OR NEW FOUNDATION?

Mesmo que o futuro não possa concretizar todas as boas intenções, vale a intenção de um novo começo, de uma refundação da democracia!
Por cá, como o país do contra-ciclo, faz-se precisamente o contrário, refunda-se a democracia do "heel" até ao mais profundo dos infernos!

«O aplauso ao encerramento das «pequenas e ineficazes escolas do primeiro ciclo (do ensino básico)», à «oferta da escola a tempo inteiro» e recomendações sobre o enriquecimento curricular integram os resultados de uma avaliação internacional a apresentar esta segunda-feira, escreve a Lusa.
Na ocasião estarão presentes o primeiro-ministro, José Sócrates, e a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues. Também marcará presença a responsável pelo departamento das Políticas da Educação e Formação da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), Deborah Roseveare
Recomendava o bom senso que se governasse sem auto-propaganda, golpes, truques ou outros episódios, que é essa atitude que cria votos e confiança, não o inverso fruto da oportunidade de alguns que se julgam "xicos-espertos" da governação.

sábado, 24 de janeiro de 2009

HOMEM TOTAL

MUITO BOM ESTE HOMEM TOTAL ... GLOBAL! A CIÊNCIA ECONÓMICA COMO APROXIMAÇÃO, NUNCA COMO RESOLUÇÃO OU PRETENSÃO! ESSA FICA A CARGO DO HOMEM TOTAL, DE PREFERÊNCIA EM AMBIENTE GLOBAL!

POR ISSO TEIXEIRA DOS SANTOS DIXIT: ESTA CRISE NÃO VEM NOS MANUAIS; É ALGO INTEIRAMENTE NOVO! SE ASSIM É, E É, MAIS ATENÇÃO EM VELOCIDADE DE CRUZEIRO À CONDIÇÃO E RAZÃO DOS SEUS CONCIDADÃOS!

EM ECONOMIA E FINANÇAS ANA ROQUE, BRILHANTE JURISTA DE DIREITO ECONÓMICO DIZIA-ME: SEJA RACIONAL, SEJA POLITICAMENTE CONSTANTE! SE ASSIM FOSSE TECNOCRATICAMENTE ASSERTIVO, ASSEPTICAMENTE CONSTANTE, FALTAR-ME-IA ARGUMENTOS PARA RESPONDER A TEIXEIRA DOS SANTOS: TÃO ARRUMADINHO, TÃO CERTINHO, TÃO CONSTANTE, MAS TÃO
PROFUSAMENTE INIMAGINATIVO FACE A UM MANUAL AINDA EM BRANCO!

«Não é suficiente ensinar a um homem uma especialidade.Através dela ele pode tornar-se uma espécie de máquina útil mas não uma personalidade desenvolvida harmoniosamente.A sobrecarga necessariamente leva à superficialidade.EINSTEIN, Albert, cit.PAIS, Abraham, Einstein viveu aqui: 271.
NÃO HÁ RAMO sem excessão, mas à Economia lhe é essencial, no sentido de exceder as parcas fronteiras acadêmicas. Nesses bancos, como nos congêneres financistas, o que mais importa são contabilidades; mas enquanto nesses coexistem apenas duas operações, nos estudos econômicos é mister uma infinidade de cálculos. São milhares os vetores incidentes sobre nossas casas, e seu guardião, tal qual se apresenta o designativo eco, e tampouco qualquer computador de última geração, não tem capacidade para dimensioná-los. O futuro faz-se a cada instante, por cada átomo do Universo. Impossível calculá-los. O que pode emprestar guarida são os muros arrimados da Física, esta abandonada porque taxada complexa, a Filosofia, relegada por estéril, mesmo a História, olvidada pelo tempo transcorrido, e fundamentalmente a Ciência Política, desprezada porque dúbia, portanto, pretensamente ideológica, ainda que pragmática. Mas é deste delta, e não da simplória metafísica pitagórica, que a realidade pode ser melhor aprendida. Os sistemas matemáticos não podem dar conta de todas as verdades matemáticas; haverá sempre um conjunto de axiomas que estará fora de seu sistema. Fulgurantes catedráticos, todavia, ainda se baseiam nesses moldes cartesianos, em parcas coletas, não raras vezes embaladas em invólucros mais ou menos marxistas. A fim de dourar a pílula, costumam propalá-la social, e geralmente altruística. No entanto, a doutrina prescinde de âncoras jurídicas e filosóficas, consideradas motivo de atraso:
Essa perda da compreensão dos fatores que determinam tanto o valor do dinheiro como os efeitos dos eventos monetários sobre o valor de bens específicos é um dos principais danos que a avalanche keynesiana causou ao entendimento do processo econômico.HAYEK, F. 1986: 73Von Mises (1990: 112), com pesar, já identificara:"O que ocorreu foi que as premissas tecnocráticas quanto à natureza do homem, da sociedade e da natureza, deformaram-lhe a experiência na fonte, tornando-se assim os pressupostos esquecidos de que se originam o intelecto e o julgamento ético."Evidentemente é deplorável que a loco motiva atropele ética, leis e costumes através de maciça divulgação de dúbias estatísticas, vários macetes numéricos, e arranjada publicidade, em nome de um suposto progresso material. Malgrado o ideal que projeta, a ciência mater já demonstrou, na simplicidade de E=Mc2, que o materialismo é desprovido do próprio objeto; todavia, a mais famosa equação, como sói acontecer nas congêneres, ainda não parece assimilada no interior da academia. Urge atenção. A viagem da Economia é repleta de infortúnio, e se dirige ao despenhadeiro:"Não é de causar espanto que a economia seja, com freqüência, chamada de ‘triste ciência'!" (PILZER , Paul, Deus quer que você enriqueça : a teologia da economia: 35)
Assim, a economia, a ciência social matemáticamente mais avançada, é também a ciência social e humanamente mais fechada, pois se abstrai das condições sociais, históricas, políticas, psicológicas, ecológicas, etc., inseparáveis das atividades econômicas. Por isso, os seus experts são cada vez mais incapazes de prever e de predizer o desenvolvimento econômico, mesmo a curto prazo.MORIN, Edgard, Compreender não é preciso; cit. MARTINS e SILVA: 30Na carência dessarte, ficam por aí colhendo e difundindo boatos e fatos, sem distinções:
A ciência econômica é a ciência humana mais sofisticada e mais formalizada. Contudo, os economistas são incapazes de estar de acordo sobre suas predições, geralmente errôneas. Por quê? Porque a ciência econômica está isolada das outras dimensões humanas que lhes são inseparáveis.MORIN, E., Em busca dos fundamentos perdidos : textos sobre o marxismo: 16
O pensamento econômico contemporâneo é esquizofrênico. A teoria clássica foi quase virada de ponta-cabeça.CAPRA, 1995: 207)As relações inerentes à matéria em tela, social por excelência, não podem ignorar nenhuma fonte do conhecimento:.Qualquer economista deveria ser, mesmo que pouco, matemático, historiador, homem de Estado e filósofo. PASSET, René, Economia: da unidimensionalidade à transdisciplinaridade; cit. MORIN, E., 2002: 224.Um denominador traçou o psiquiatra ex-Deputado Federal Dr. Eduardo Mascarenhas (1994: 3):
Tanto o psicanalista quanto o economista proclamam o poder de influência desse inconsciente coletivo composto de mitos, lendas, crenças, ideologias, valores e ideais - o imaginário social - sobre as subjetividades individuais. Ou seja, ambos, psicanalista e economista, sublinham a importância dos investimentos efetuados por cada uma destas subjetividades nas suas circunstâncias. Entre o psicanalista e economista existe uma poderosa convergência: ambos estudam as reações e as expectativas das pessoas (agentes econômicos) quando imersa no espaço social. Até porque desse formigueiro intersubjetivo ninguém escapa.Como todas as ciências, especialmente a econômica, que deve ter por objeto o ser humano, e não apenas quantificações, tem obrigação de ser multidimensional e interdisciplinar, com isto melhor aferindo, podendo e até devendo ampliar seus horizontes, pelos faróis das ciências mais tradicionais:
Uma concepção adequada de desenvolvimento deve ir muito além da acumulação de riqueza e do crescimento do Produto Nacional Bruto e de outras variáveis relacionadas à renda. Sem desconsiderar a importância do desenvolvimento econômico, precisamos enxergar muito além dele.SEN, Amartya: 28Talvez por isso o ex-todo poderoso Alain Greenspan tenha escrito:
O problema essencial é que os nossos modelos tanto os de risco quanto os econométricos, por mais complexos que se tenham tornado, ainda assim são simples demais para capturar a ampla gama de variáveis que definem a realidade econômica mundial.É óbvio:“Há infinitos universos paralelos formando ramificações. Em cada um se atualiza uma realidade." (TOFFLER, Alvin e TOFFLER, Heidi, p. 20)
Não podem as bifurcações ajudar-nos a entender a inovação e a diversificação em áreas outras do que a física ou a química? Como resistir à tentação de aplicar essas noções a problemas da esfera da biologia, da sociologia e da economia? Demos alguns passos nesta direção e hoje muitas equipes de pesquisa em todo o mundo seguiram este caminho. Só na Europa, foram fundados nestes últimos dez anos mais de cinqüenta centros interdisciplinares especializado em estudo dos processos não-lineares.PRIGOGINE, I.,: 74"Tudo o que é humano é ao mesmo tempo psíquico, sociológico, econômico, histórico, demográfico. É importante que esses aspectos não sejam separados, mas concorram para uma visão 'poliocular'." (MORIN, Edgar, Contrabandista dos saberes, cit. PESSIS-PASTERNAK: 86)
Hoje a Antropologia não pode abster-se de uma reflexão sobre: o princípio de relatividade einsteniano; o princípio de indeterminação, de Heisenberg; a descoberta da ‘antimatéria’, desde o anti-elétron (1932) até o antinêutron (1956); a cibernética, a teoria da informação; a química biológica; o conceito de realidade. Tudo o que diz respeito ao homem nos revela ao mesmo tempo o homem em movimento e o homem permanente; o homem diverso e o homem uno.MORIN, E.: 64.We can change. I hope. »Não é suficiente ensinar a um homem uma especialidade.Através dela ele pode tornar-se uma espécie de máquina útil masnão uma personalidade desenvolvida harmoniosamente.A sobrecarga necessariamente leva à superficialidade.EINSTEIN, Albert, cit.PAIS, Abraham, Einstein viveu aqui: 271.
NÃO HÁ RAMO sem excessão, mas à Economia lhe é essencial, no sentido de exceder as parcas fronteiras acadêmicas. Nesses bancos, como nos congêneres financistas, o que mais importa são contabilidades; mas enquanto nesses coexistem apenas duas operações, nos estudos econômicos é mister uma infinidade de cálculos. São milhares os vetores incidentes sobre nossas casas, e seu guardião, tal qual se apresenta o designativo eco, e tampouco qualquer computador de última geração, não tem capacidade para dimensioná-los. O futuro faz-se a cada instante, por cada átomo do Universo. Impossível calculá-los. O que pode emprestar guarida são os muros arrimados da Física, esta abandonada porque taxada complexa, a Filosofia, relegada por estéril, mesmo a História, olvidada pelo tempo transcorrido, e fundamentalmente a Ciência Política, desprezada porque dúbia, portanto, pretensamente ideológica, ainda que pragmática. Mas é deste delta, e não da simplória metafísica pitagórica, que a realidade pode ser melhor aprendida. Os sistemas matemáticos não podem dar conta de todas as verdades matemáticas; haverá sempre um conjunto de axiomas que estará fora de seu sistema. Fulgurantes catedráticos, todavia, ainda se baseiam nesses moldes cartesianos, em parcas coletas, não raras vezes embaladas em invólucros mais ou menos marxistas. A fim de dourar a pílula, costumam propalá-la social, e geralmente altruística. No entanto, a doutrina prescinde de âncoras jurídicas e filosóficas, consideradas motivo de atraso:
Essa perda da compreensão dos fatores que determinam tanto o valor do dinheiro como os efeitos dos eventos monetários sobre o valor de bens específicos é um dos principais danos que a avalanche keynesiana causou ao entendimento do processo econômico.HAYEK, F. 1986: 73Von Mises (1990: 112), com pesar, já identificara:"O que ocorreu foi que as premissas tecnocráticas quanto à natureza do homem, da sociedade e da natureza, deformaram-lhe a experiência na fonte, tornando-se assim os pressupostos esquecidos de que se originam o intelecto e o julgamento ético."Evidentemente é deplorável que a loco motiva atropele ética, leis e costumes através de maciça divulgação de dúbias estatísticas, vários macetes numéricos, e arranjada publicidade, em nome de um suposto progresso material. Malgrado o ideal que projeta, a ciência mater já demonstrou, na simplicidade de E=Mc2, que o materialismo é desprovido do próprio objeto; todavia, a mais famosa equação, como sói acontecer nas congêneres, ainda não parece assimilada no interior da academia. Urge atenção. A viagem da Economia é repleta de infortúnio, e se dirige ao despenhadeiro:"Não é de causar espanto que a economia seja, com freqüência, chamada de ‘triste ciência'!" (PILZER , Paul, Deus quer que você enriqueça : a teologia da economia: 35)
Assim, a economia, a ciência social matemáticamente mais avançada, é também a ciência social e humanamente mais fechada, pois se abstrai das condições sociais, históricas, políticas, psicológicas, ecológicas, etc., inseparáveis das atividades econômicas. Por isso, os seus experts são cada vez mais incapazes de prever e de predizer o desenvolvimento econômico, mesmo a curto prazo.MORIN, Edgard, Compreender não é preciso; cit. MARTINS e SILVA: 30Na carência dessarte, ficam por aí colhendo e difundindo boatos e fatos, sem distinções:
A ciência econômica é a ciência humana mais sofisticada e mais formalizada. Contudo, os economistas são incapazes de estar de acordo sobre suas predições, geralmente errôneas. Por quê? Porque a ciência econômica está isolada das outras dimensões humanas que lhes são inseparáveis.MORIN, E., Em busca dos fundamentos perdidos : textos sobre o marxismo: 16
O pensamento econômico contemporâneo é esquizofrênico. A teoria clássica foi quase virada de ponta-cabeça.CAPRA, 1995: 207)As relações inerentes à matéria em tela, social por excelência, não podem ignorar nenhuma fonte do conhecimento:.Qualquer economista deveria ser, mesmo que pouco, matemático, historiador, homem de Estado e filósofo. PASSET, René, Economia: da unidimensionalidade à transdisciplinaridade; cit. MORIN, E., 2002: 224.Um denominador traçou o psiquiatra ex-Deputado Federal Dr. Eduardo Mascarenhas (1994: 3):
Tanto o psicanalista quanto o economista proclamam o poder de influência desse inconsciente coletivo composto de mitos, lendas, crenças, ideologias, valores e ideais - o imaginário social - sobre as subjetividades individuais. Ou seja, ambos, psicanalista e economista, sublinham a importância dos investimentos efetuados por cada uma destas subjetividades nas suas circunstâncias. Entre o psicanalista e economista existe uma poderosa convergência: ambos estudam as reações e as expectativas das pessoas (agentes econômicos) quando imersa no espaço social. Até porque desse formigueiro intersubjetivo ninguém escapa.Como todas as ciências, especialmente a econômica, que deve ter por objeto o ser humano, e não apenas quantificações, tem obrigação de ser multidimensional e interdisciplinar, com isto melhor aferindo, podendo e até devendo ampliar seus horizontes, pelos faróis das ciências mais tradicionais:
Uma concepção adequada de desenvolvimento deve ir muito além da acumulação de riqueza e do crescimento do Produto Nacional Bruto e de outras variáveis relacionadas à renda. Sem desconsiderar a importância do desenvolvimento econômico, precisamos enxergar muito além dele.SEN, Amartya: 28Talvez por isso o ex-todo poderoso Alain Greenspan tenha escrito:
O problema essencial é que os nossos modelos tanto os de risco quanto os econométricos, por mais complexos que se tenham tornado, ainda assim são simples demais para capturar a ampla gama de variáveis que definem a realidade econômica mundial.É óbvio:“Há infinitos universos paralelos formando ramificações. Em cada um se atualiza uma realidade." (TOFFLER, Alvin e TOFFLER, Heidi, p. 20)
Não podem as bifurcações ajudar-nos a entender a inovação e a diversificação em áreas outras do que a física ou a química? Como resistir à tentação de aplicar essas noções a problemas da esfera da biologia, da sociologia e da economia? Demos alguns passos nesta direção e hoje muitas equipes de pesquisa em todo o mundo seguiram este caminho. Só na Europa, foram fundados nestes últimos dez anos mais de cinqüenta centros interdisciplinares especializado em estudo dos processos não-lineares.PRIGOGINE, I.,: 74"Tudo o que é humano é ao mesmo tempo psíquico, sociológico, econômico, histórico, demográfico. É importante que esses aspectos não sejam separados, mas concorram para uma visão 'poliocular'." (MORIN, Edgar, Contrabandista dos saberes, cit. PESSIS-PASTERNAK: 86)
Hoje a Antropologia não pode abster-se de uma reflexão sobre: o princípio de relatividade einsteniano; o princípio de indeterminação, de Heisenberg; a descoberta da ‘antimatéria’, desde o anti-elétron (1932) até o antinêutron (1956); a cibernética, a teoria da informação; a química biológica; o conceito de realidade. Tudo o que diz respeito ao homem nos revela ao mesmo tempo o homem em movimento e o homem permanente; o homem diverso e o homem uno.MORIN, E.: 64.We can change. I hope. »

http://allmirante.blogspot.com/2009/01/economia-interdisciplinar.html

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

UM GOVERNO EM GUERRA COM O PAÍS!
É ESTE GOVERNO UM GOVERNO PATRIÓTICO?

«Projecto do CDS-PP gera polémica. Ministro Santos Silva já canta vitória»
Vitória de quê? De se governar constantemente em confronto com o País? Vai a educação melhorar contra os professores? A quem aproveita este estado constante de confronto? A Portugal e aos Portugueses?

sábado, 10 de janeiro de 2009

MAIS UNS LUGARES PARA O PARTIDO

Vital Moreira faz parte daquele mundo de políticos ideologicamente trânsfugas que nos fazem descrer na bondade dos eternamente políticos. Como diria Mário Soares a Daniel Bessa: não seja anjinho! Não se esqueça, caro amigo, que a lei nem sempre é um espelho de equidade, mais a mais nas mãos de um governo que é legitimamente governo porque mentiu! Afinal tirando os professores, os recibos verdes e os precários, os militares, grande parte dos funcionários públicos, os desempregados, os reformados, uma parte substancial dos socialistas, os pequenos e médios empresários, para quem governa Sócrates?

Ah, pois, caro amigo, é que já só restam os aggiornados, os grandes empresários, e algumas franjas da sociedade que sempre apoiaram o elegante corte do totalitarismo!

Demitam-se, pois
[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
Segundo o DN, os conselhos directivos que discordam da avaliação de desempenho dos professores admitem apresentar a demissão.
É justamente o que devem fazer, se acham que a sua discordância não lhes permite cumprir as obrigações que a lei e as orientações da tutela lhe impõem e por cujo leal cumprimento são disciplinarmente responsáveis.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

PEDRA, O FEITIO DO DONO!

Trinta anos após o 25 de Abril homens como Jorge Pedreira, que faz jus ao nome, maus convivas democráticos, voltam a fazer parte do pesadelo dos verdadeiros democratas.
Coligados com outros homens do quero, posso e mando, a democracia Portuguesa arrasta-se na fraude e na mentira dos pretensos legitimários!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A CORAGEM DOS INTRANSIGENTES!

«Há situações em que é preciso mais coragem para ceder do que para manter a intransigência. Às vezes é preciso mais coragem para fazer a paz do que para manter a intransigência».

Chapa 10 (em 10) para Manuel Alegre! O que é que se ganha com a intransigência? Quem ganha com ela? Não seremos todos perdedores?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

GOVERNANTES DE PARADIGMAS PASSADOS

Sobre um interessante artigo de Fernando Adão da Fonseca postado aqui no espaço BlogSedes.

«A avaliação de desempenho dos professores, com reflexos salariais e de progressão na carreira, só faz sentido num sistema educativo em que as escolas têm uma forte autonomia no domínio da gestão pedagógica, financeira e, sobretudo, dos recursos humanos.»


A escola hoje é o recreio, escola da vida, espaço social ... a aprendizagem, a diversidade, o conhecimento estão a um click! A diversidade não se compadece com a normalização e a difusão única do conhecimento!

Afinal, quem é quem tem medo da autonomia e da diversidade no espaço da unidade na diversidade? Os professores? Parece-me bem que não!

Como em outros múltiplos palcos há que dar o protagonismo aos verdadeiros actores e saber ouvir, ouvindo, porque o tempo das elites criadoras, alheias ao mundo alargado já finou!

E não ouvir apenas o umbigo, neste novo espaço mundo, é tão bonito, criador e motivador!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

FRAUDE PSEUDO SOCIALISTA


DREN ameaça professores com processos disciplinares.
A directora regional de Educação do Norte garante que será «inflexível» se detectar professores a pressionar colegas a boicotar o processo de avaliação de desempenho e avançará com processos disciplinares contra estes docentes.
Em declarações à TSF, Margarida Moreira garante: «Se for uma situação de coacção não hesitarei». Aliás, disse, na segunda-feira já esteve reunida com alguns colegas e avisou-os: «É melhor não continuarem por aí».
Da leitura dos «prós e contras» da última noite-madrugada, duas ilações se podem tirar. A primeira é a falta de inteligência no processo; a segunda é que essa falta de inteligência só terá como fim último a destruição daquilo que dizem defender.

Que sociedade é esta que cria dificuldades a si própria, com governantes que mais parecem estar votados a alimentar uma surda guerra civil.

E o que dizer deste estilo agressivo pouco próprio de um regime democrático desta senhora responsável pela DREN, de seu nome Margarida Moreira?

Como esta gente se enquadraria igualmente bem em qualquer regime totalitário!

Se este estilo Socratiano continuar a fazer escola, estilo tapar com agressividade as inúmeras impreparações e insuficiências, tempos graves e pouco democráticos se aproximam a passos largos!

Para os detractores do estilo Guterres, quantas saudades devem hoje sentir!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

OS SINISTROS

«Alegre está sempre disponível a dar razão menos ao Governo»

Já se tinha percebido que Sócrates tinha um problema grave de má convivência com a humildade. Isto para não falar da má relação com o ensino e com os professores.

Incapaz de se retratar tem de haver por detrás deste traço de carácter, uma frustração, um trauma, algo que o tenha marcado para a vida, tornando-se um case studie dos políticos da "sua geração" conflituosos, tortuosos, infelizes e que espalham a infelicidade.

Noutros tempos, graças a Deus já passados, nos tempos dos homens de carácter e de coragem, Sócrates acabaria mal, por já há muito ter saltado por uma qualquer janela, ajudado por exasperados conspiradores ou amigos da Pátria.

Assim, será um case studie de um político da "sua geração" muito parecido com políticos de gerações totalitárias de um poder velho, passadista e criminoso do "quero, posso ou mando", podendo-se gabar de ter levado a política a parecer-se mais com os velhos, novos, anos trinta.

Para um político que está no poder "fraudulentamente", porque a mentira é uma fraude, é obra e ficará nos anais da democracia pouca ou nada representativa e participativa.

A diferença entre Alegre e Sócrates é que Alegre acredita no socialismo, Sócrates acredita no poder do umbigo.

NASCI PARA TE INFERNIZAR A VIDA

«Deverá, agora, suspender:
· A elaboração escrita do Plano de Aula assistida?
· A entrega do mesmo?
· A assistência da aula?
· A elaboração do Portfólio?
Deste constam:
1. O Projecto Educativo de Escola;
2. O Plano Anual de Actividades;
3. Os programas das disciplinas e níveis que lecciona:
4. A Planificação Anual das disciplinas e níveis que lecciona;
5. A Planificação Trimestral das disciplinas e níveis que lecciona;
6. A Planificação das Unidades didácticas das disciplinas e níveis que lecciona;
7. As grelhas de avaliação, a partir das quais vai ser avaliada;
8. A redacção da reflexão crítica de todas as aulas que deu até ao momento;
9. A redacção da reflexão crítica de todas as leituras que fez até ao momento,
10. A análise dos resultados anteriores dos alunos, para verificação do cumprimento da taxa final de sucesso escolar.
11. Não constam as taxas de abandono escolar, por terem sido consideradas desprezíveis nesta Escola.»

Portugal está cheio de uma espécie de gente "pequenina" que para fugir ao "trabalho criador de riqueza" se refugia numa espécie de sacrosanta "ética" reformadora e reformuladora.

O País avança pois nesta linha pequenina, a linha da "burrocracia" da hierarquia mandante, que para fingir que não faz coisa nenhuma delicia-se com a feitura de pérolas "aos seus porcos"

E, é por isso, que andamos todos a "grunhir" há muitos anos!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

INANIDADE MENTAL,
INDIGNIDADE TOTAL
OU O ESTADO DA FORMAÇÃO

Que os professores andavam cansados, pelo estado deste Estado, baldas, indisciplinado, de dupla personalidade, esquizofrénico e dirigista ... já todos sabíamos! ... mas que se tenha chegado a este estado de quase compulsão e concertação para a inanidade total ... nem nas clínicas psiquiátricas das piores revoluções culturais, dos piores estados totalitários, dos piores gulags!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

DIA MUNDIAL DO PROFESSOR

O que é que a declaração universal dos direitos do homem tem a ver com o dia mundial consagrado aos professores? Se calhar em alguns países, tem quase tudo!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O NOVO MAGALHÃES

com a devida vénia de http://www.worldlingo.com/:

em cena Dº Pinto de Sousa «el'comandante e conquistador, cognome o Magalhães», "a sinistra" «navegadora e timoneira da nova Revolução-Involução Cultural e educacional e o monge CaminhadaSilva «frade da ordem faz que caminha até às pantufas finais». Por detrás a tripulação esfaimada e deprimida por uma longa jornada sem fim à vista! P.S: na cena há um elemento infiltrado por trás da sinistra e ao lado do CaminhadaSilva, não identificado, que se apela a este povo, dando-se alvíssaras, a que seja desmascarado!

FALTA DE MANEIRAS


Frente a frente, ontem, com Mário Crespo por detrás, Teresa Caeiro e Fernando Rosas!

De registar os maus fígados de Rosas, a "aziar" a cravos, perante a angélica Isabeliana bondade das rosas de Teresa, a colocar transparente que os arrufos da intransigência não são exclusivo de qualquer centro, esquerda ou direita.

Será que Rosas, à socapa do seu ódio visceral pelo mercado, no seu corte burguês, apostou tudo nos pouco transparentes mercados? Se assim é temos pena, mais não seja pela sua Rosiana e doméstica brutalidade!