Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
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sábado, 10 de janeiro de 2009
RESPUBLICA SURDA
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
A BELA DA REPARTIÇÃO
Europe à 25:4,8
Suède: 3,3
Danemark: 3,4
Autriche: 3,8
Belgique: 4,0
Pays-Bas: 4,0*
France: 4,2
Allemagne: 4,4
Irlande: 5,0
Pologne: 5,0*
Espagne: 5,1
RU: 5,3*
Italie: 5,6
Grèce: 6,0
Portugal: 7,2
* données 2003
Source : Eurostat. Année des données : 2004
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
O PAÍS DOS TODOS RALHAM E TODOS TÊM RAZÃO

«O único responsável essencial, que tomou as decisões erradas, chama-se Governo de José Sócrates», acusou, num encontro com militantes do BE realizado em Gaia, onde disse lembrar-se do líder do PS «em 2005, na campanha [eleitoral] fazer aquele ar espantado porque se tinha sabido que o desemprego tinha atingido os sete por cento».
«Dizia ele: não pode haver melhor prova da incompetência das políticas económicas que sete por cento de desemprego. Estamos em oito por cento», acrescentou Louçã.
O coordenador do Bloco considerou que se atingiu «um nível histórico: há três anos que estamos nos máximos dos últimos 30 anos» e alertou que os máximos de hoje podem ser os mínimos do futuro.»
Pode-se discordar de muito do que diz Louçã e da sua forma agressiva de fazer política. Mas que a verdade dói, dói!
O drama de Portugal é que a estas verdades indesmentíveis, a praxis política do bloco de esquerda agravaria ainda mais os problemas. A não ser que a ideologia exacerbada não correspondesse à posteriori a praxis política. O grande drama é não se perceber que ao Estado o que é do Estado, ao empresariado, principalmente aos pequenos e aos médios, o que é do privado.
Estranhissimo também, no Bloco, o facto da grande maioria dos seus dirigentes, embora com formulações agressivas de esquerda quase radical, muitas delas correctas na sua constatação, pertencerem à maioria de privilegiados Portugueses com bons ordenados e rendimentos.
O que é preciso em Portugal é as energias voltadas para o trabalhar não para o constante "bitatar"!
MÁRIO, MÁRIO, MÁRIO ... CRESPO!
E TU, VÊS ALGUMA COISA COM ESSES ÓCULOS? ... MÁRIO, ... MÁRIO ... CRES...
E TU, VÊS ALGUMA COISA COM ESSES ÓCULOS? ... MÁRIO, ... MÁRIO ... CRES...

«2008-08-04
Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados.
Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação. Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas. Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência. Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar.
Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo. Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos. Imaginem que país seremos se não o fizermos.»
Dez por cento? Porque não trinta, quarenta ou cinquenta ... e o sorriso voltaria a estas bocas, todas elas, até a quem perderia os trinta, quarenta ou cinquenta %, porque usufruiriam do contacto da alegria dos outros ... rostos!
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
OS ABUTRES
«Se vendeu ou pensa vender casa através de uma agência, saiba que pode e deve deduzir a comissão no cálculo das mais-valias»
muitos dos seus cidadãos querem vender património para sobreviver, lhes quer sugar uma parte do seu património?
INANIDADE MENTAL,
INDIGNIDADE TOTAL
OU O ESTADO DA FORMAÇÃO
INDIGNIDADE TOTAL
OU O ESTADO DA FORMAÇÃO
Que os professores andavam cansados, pelo estado deste Estado, baldas, indisciplinado, de dupla personalidade, esquizofrénico e dirigista ... já todos sabíamos! ... mas que se tenha chegado a este estado de quase compulsão e concertação para a inanidade total ... nem nas clínicas psiquiátricas das piores revoluções culturais, dos piores estados totalitários, dos piores gulags!
terça-feira, 14 de outubro de 2008
AINDA HÁ DISTO NESTE MUNDO?

Há coisas que nos tiram do sério, há coisas que nos dão a volta ao estômago, mas tamanho seguidismo e idolatria, já não cheiram a ranço, cheiram a ... nacional-porreirismo?«Vencer duas crises
Se, com as medidas anunciadas, o sector financeiro recuperar da crise em que está mergulhado e a economia portuguesa sair relativamente incólume da mesma, sem entrar em recessão, então Sócrates poderá reclamar que conseguiu vencer duas crises, ou seja, primeiro a crise orçamental que herdou do anterior governo e, agora, a crise financeira que veio dos Estados Unidos.
Isso torna-lo-á praticamente imbatível nas eleições de 2009. Por mérito próprio.»
terça-feira, 7 de outubro de 2008
CONFLITO DE BARBEIROS

Para quem não conhece os barbeiros eu apresento-os: do lado esquerdo o barbeiro de Lisboa Do lado direito um antigo barbeiro da Moscóvia, ao que consta explorado a "supremos recibos verdes", ali para os "pauliteiros ou ... trauliteiros, já não sei !!! ... do largo do Rato!" quarta-feira, 1 de outubro de 2008
CENSURADO, ARRASTADO OU SOMENTE ... TRANSVIADO?


