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sábado, 10 de janeiro de 2009

RESPUBLICA SURDA

Os tiques de autismo são já tão grandes que não só o o causa nossa de Vital Moreira como o novo Outubro do respublica fundação, se posicionam como blogs de postura unívoca: fazem-se ouvir mas não ouvem!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A BELA DA REPARTIÇÃO

Revenu des 20 % les plus riches rapporté à celui des 20% les plus pauvres
Europe à 25:4,8
Suède: 3,3
Danemark: 3,4
Autriche: 3,8
Belgique: 4,0
Pays-Bas: 4,0*
France: 4,2
Allemagne: 4,4
Irlande: 5,0
Pologne: 5,0*
Espagne: 5,1
RU: 5,3*
Italie: 5,6
Grèce: 6,0
Portugal: 7,2
* données 2003
Source : Eurostat. Année des données : 2004
Le Pib par habitant en Europe En euros* par habitantBase 100 pour l'Union européenne
Union européenne à 27: 23 500 100
Zone Euro: 25 900 110,2
Irlande: 34 200 145,5
Pays-Bas: 30 700 130,6
Autriche: 30 000 127,7
Danemark: 29 600 126
Suède: 29 300 124,7
Belgique: 28 200 120
Royaume-Uni: 27 700 117,9
Allemagne: 26 900 114,5
France: 26 100 111,1
Espagne: 24 700 105,1
Italie: 24 300 103,4
Grèce: 23 000 97,9
République Tchèque: 18 500 78,7
Portugal: 17 500 74,5
Estonie: 16 100 68,5
Hongrie: 15 300 65,1
Pologne: 12 300 52,3
Roumanie: 9 100 38,7
Bulgarie: 8 600 36,6
* Données en parité de pouvoir d'achat, qui tient compte des différences de coût de la vie dans chaque pays.Source : Eurostat. Année des données : 2006
PARA QUANDO UM CONTRATO COM OS PORTUGUESES, O FIM DOS AUMENTOS EM PERCENTAGEM, O CONGELAMENTO DOS ESCALÕES MAIS ALTOS DURANTE UNS ANOS PARA REPOR A DESIGUALDADE A PATAMARES NÃO ESCANDALOSOS E PERCEPTÍVEIS PELOS CIDADÃOS: AGRADECIAM OS MAIS POBRES E O PAÍS EM GERAL PELO CRESCIMENTO QUE IRIA INDUZIR!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

terça-feira, 21 de outubro de 2008

O PAÍS DOS TODOS RALHAM E TODOS TÊM RAZÃO


«O líder do BE Francisco Louçã afirmou segunda-feira à noite que «o único responsável» pela crise em Portugal é o «Governo de José Sócrates», que ao longo dos anos «tomou as decisões erradas».

«O único responsável essencial, que tomou as decisões erradas, chama-se Governo de José Sócrates», acusou, num encontro com militantes do BE realizado em Gaia, onde disse lembrar-se do líder do PS «em 2005, na campanha [eleitoral] fazer aquele ar espantado porque se tinha sabido que o desemprego tinha atingido os sete por cento».

«Dizia ele: não pode haver melhor prova da incompetência das políticas económicas que sete por cento de desemprego. Estamos em oito por cento», acrescentou Louçã.

O coordenador do Bloco considerou que se atingiu «um nível histórico: há três anos que estamos nos máximos dos últimos 30 anos» e alertou que os máximos de hoje podem ser os mínimos do futuro.»

Pode-se discordar de muito do que diz Louçã e da sua forma agressiva de fazer política. Mas que a verdade dói, dói!

O drama de Portugal é que a estas verdades indesmentíveis, a praxis política do bloco de esquerda agravaria ainda mais os problemas. A não ser que a ideologia exacerbada não correspondesse à posteriori a praxis política. O grande drama é não se perceber que ao Estado o que é do Estado, ao empresariado, principalmente aos pequenos e aos médios, o que é do privado.

Estranhissimo também, no Bloco, o facto da grande maioria dos seus dirigentes, embora com formulações agressivas de esquerda quase radical, muitas delas correctas na sua constatação, pertencerem à maioria de privilegiados Portugueses com bons ordenados e rendimentos.

O que é preciso em Portugal é as energias voltadas para o trabalhar não para o constante "bitatar"!

MÁRIO, MÁRIO, MÁRIO ... CRESPO!
E TU, VÊS ALGUMA COISA COM ESSES ÓCULOS? ... MÁRIO, ... MÁRIO ... CRES...


Imagine all the top people ...
«2008-08-04
Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados.

Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação. Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.

Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas. Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.

Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.

Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência. Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.

Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar.

Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.

Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.

Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo. Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos. Imaginem que país seremos se não o fizermos.»

Dez por cento? Porque não trinta, quarenta ou cinquenta ... e o sorriso voltaria a estas bocas, todas elas, até a quem perderia os trinta, quarenta ou cinquenta %, porque usufruiriam do contacto da alegria dos outros ... rostos!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

OS ABUTRES


«Se vendeu ou pensa vender casa através de uma agência, saiba que pode e deve deduzir a comissão no cálculo das mais-valias»

Só? E o restante? Quando se sabe que a inflação andou pelos 2 dígitos nos últimos vinte anos? Que Estado é este que numa situação de crise em que muitos dos seus cidadãos querem vender património para sobreviver, lhes quer sugar uma parte do seu património?

Uma coisa são mais-valias de um mercado de especulação outra do mercado de poupança! E que sinais contraditórios minam a confiança nas instituições? Será apenas o mercado e alguns abutres do mesmo? Ou o Estado, através de alguns dos seus representantes, faz a mesma figura? De quem foi esta ideia brilhante que penaliza a poupança?

INANIDADE MENTAL,
INDIGNIDADE TOTAL
OU O ESTADO DA FORMAÇÃO

Que os professores andavam cansados, pelo estado deste Estado, baldas, indisciplinado, de dupla personalidade, esquizofrénico e dirigista ... já todos sabíamos! ... mas que se tenha chegado a este estado de quase compulsão e concertação para a inanidade total ... nem nas clínicas psiquiátricas das piores revoluções culturais, dos piores estados totalitários, dos piores gulags!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

CONFLITO DE BARBEIROS

Para quem não conhece os barbeiros eu apresento-os: do lado esquerdo o barbeiro de Lisboa Do lado direito um antigo barbeiro da Moscóvia, ao que consta explorado a "supremos recibos verdes", ali para os "pauliteiros ou ... trauliteiros, já não sei !!! ... do largo do Rato!"

Do Sr. Luís só tenho a dizer bem! Já lá trabalhei como massagista até ser substítuido pelas bonitas manicures que o Sr. Luís sempre enfeita a fachada! É que o Sr. Luís moderniza-se, é arejado e não alinhado, acompanha os tempos!

Do outro barbeiro, um tal de causanossa, não gosto do apelido com que se apresenta, porque rima com causanostra ... a lembrar-me um clássico da minha "youth" ... o desumano «casanostra»!

Na barbearia do sr.Luís tudo é feito às claras, as obrigações não se regem pelo Direito das Obrigações, regem-se pela ética do escanhoar.

Noutras barbearias onde o barbeiro de navalha em punho adora estripar a torto e a direito, a Lusitana Indecência à mistura com a Lusitana Decência, os clientes são estripados com uma navalha artigo de lei, reconstruída de um foice e amaciada por um martelo, pior não tendo direito ao contraditório, que isso é democracia de outras barbearias!

São essas barbearias que de "causanossa" pouco têm, porque já provada a cicuta, o cálice - espada - cavalo do poder, que a causa "causavossa.blogspot.com, denuncia" ... a talhe de foice, navalha de ponta e ... mole!

Assim, Força barbeiro ... Alfacinha, Lisboeta, mesmo que ... Português de Braga!


quarta-feira, 1 de outubro de 2008

CENSURADO, ARRASTADO OU SOMENTE ... TRANSVIADO?


Se há coisa que adoro ser é ... censurado! Censurado não por arremessar janela fora um gato, agredir um cão, ou rasteirar um cego, mas por ser um independente ... não alinhado!


Já seria assim no anterior regime se lá tivesse vivido, já seria assim no alucinado período Gonçalvista, se lá estivesse crescido, já era assim com o P.D. se lá me tivesse mantido, já parece vir a ser assim com o Arrastão ... esse blog de liberdade de esquerda ... não contrariada?