Com este discurso adaptado à prática, o bloco de esquerda, será inevitavelmente alternativa ao PS que perdeu com Sócrates qualquer tipo de credibilidade e que só a recuperará com homens como António José Seguro!
«Perante a actual conjuntura, «a nossa opção é a solidariedade e não a de cada um por si e que vença o mais forte», sublinhou o eurodeputado bloquista.
«O BE costuma ser atacado pelo primeiro-ministro» todos os dias «por ser moralista», disse, frisando quer pela primeira vez José Sócrates «tem toda a razão, porque a esquerda não vê a política como um jogo ou um exercício frio e calculista do poder».
Miguel Portas assegurou ainda que cada uma das propostas do Bloco de Esquerda tem por trás critérios de natureza ética e moral, considerando que essa é a única forma de responder à actual crise financeira, económica e social.»
Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
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sábado, 7 de fevereiro de 2009
O BLOCO COMO OPÇÃO?
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terça-feira, 21 de outubro de 2008
O PAÍS DOS TODOS RALHAM E TODOS TÊM RAZÃO

«O líder do BE Francisco Louçã afirmou segunda-feira à noite que «o único responsável» pela crise em Portugal é o «Governo de José Sócrates», que ao longo dos anos «tomou as decisões erradas».
«O único responsável essencial, que tomou as decisões erradas, chama-se Governo de José Sócrates», acusou, num encontro com militantes do BE realizado em Gaia, onde disse lembrar-se do líder do PS «em 2005, na campanha [eleitoral] fazer aquele ar espantado porque se tinha sabido que o desemprego tinha atingido os sete por cento».
«Dizia ele: não pode haver melhor prova da incompetência das políticas económicas que sete por cento de desemprego. Estamos em oito por cento», acrescentou Louçã.
O coordenador do Bloco considerou que se atingiu «um nível histórico: há três anos que estamos nos máximos dos últimos 30 anos» e alertou que os máximos de hoje podem ser os mínimos do futuro.»
Pode-se discordar de muito do que diz Louçã e da sua forma agressiva de fazer política. Mas que a verdade dói, dói!
O drama de Portugal é que a estas verdades indesmentíveis, a praxis política do bloco de esquerda agravaria ainda mais os problemas. A não ser que a ideologia exacerbada não correspondesse à posteriori a praxis política. O grande drama é não se perceber que ao Estado o que é do Estado, ao empresariado, principalmente aos pequenos e aos médios, o que é do privado.
Estranhissimo também, no Bloco, o facto da grande maioria dos seus dirigentes, embora com formulações agressivas de esquerda quase radical, muitas delas correctas na sua constatação, pertencerem à maioria de privilegiados Portugueses com bons ordenados e rendimentos.
«O único responsável essencial, que tomou as decisões erradas, chama-se Governo de José Sócrates», acusou, num encontro com militantes do BE realizado em Gaia, onde disse lembrar-se do líder do PS «em 2005, na campanha [eleitoral] fazer aquele ar espantado porque se tinha sabido que o desemprego tinha atingido os sete por cento».
«Dizia ele: não pode haver melhor prova da incompetência das políticas económicas que sete por cento de desemprego. Estamos em oito por cento», acrescentou Louçã.
O coordenador do Bloco considerou que se atingiu «um nível histórico: há três anos que estamos nos máximos dos últimos 30 anos» e alertou que os máximos de hoje podem ser os mínimos do futuro.»
Pode-se discordar de muito do que diz Louçã e da sua forma agressiva de fazer política. Mas que a verdade dói, dói!
O drama de Portugal é que a estas verdades indesmentíveis, a praxis política do bloco de esquerda agravaria ainda mais os problemas. A não ser que a ideologia exacerbada não correspondesse à posteriori a praxis política. O grande drama é não se perceber que ao Estado o que é do Estado, ao empresariado, principalmente aos pequenos e aos médios, o que é do privado.
Estranhissimo também, no Bloco, o facto da grande maioria dos seus dirigentes, embora com formulações agressivas de esquerda quase radical, muitas delas correctas na sua constatação, pertencerem à maioria de privilegiados Portugueses com bons ordenados e rendimentos.
O que é preciso em Portugal é as energias voltadas para o trabalhar não para o constante "bitatar"!
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