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quinta-feira, 2 de abril de 2009

A PARTILHA DO CELEIRO

Assino o que Zuricher diz e continuo a pensar que o problema capital (até aqui se fala de capital!), é um problema de escala e de ética. Ética privada e ética pública (ou falta dela!) não se combatem com capitalismo de Estado versus economia de mercado. Combatem-se com a educação, o civismo, o combate à ganância, ao egoísmo, ao assalto ao celeiro colectivo. Afinal, se quisermos, se nos centrarmos no outro sem olhos gananciosos, invejosos ou necessidade de reconhecimento, vivemos com pouco: uma pitada de alimentação frugal para não entupirmos as coronárias, uma pazada de livros para nos conhecermos uns aos outros, uma humilde mansarda, um triciclo ergonómico para nos deslocarmos para o emprego, um TGV e uma ponte apenas em desenhos de visionários e de redistribuidores para azuis sacos, uma libido acalmada na parceira sem querer a dos outros ... e para quê o capitalismo e o Estado, se o Estado somos nós formigas diligentes a contribuirmos com pequenas migalhas?

O problema CAPITAL, será sempre, ASSIM, a partilha do celeiro!

terça-feira, 31 de março de 2009

AQUI VAI DE ALHO!

«Gerente do BPN vivo e milionário»
Tantos bons exemplos no catálogo das aleivosias nacionais que Alho se bem o pensou melhor o fez: e aqui vai de Alho ...!

segunda-feira, 30 de março de 2009

SÓCRATES É UM CRIMINOSO?

NA OPINIÃO DE CÉSAR DAS NEVES ALGUNS DECISÕES PODEM SER TIDAS COMO TAL!

E NA MINHA E NA SUA?

domingo, 29 de março de 2009

A RAZÃO DA POBREZA


Para quem não percebia o atraso crónico e contínuo de Portugal, o primeiro decénio do séc. XXI é uma amostra do que tem sido as causas sistémicas da arte de mal governar e empobrecer um País.

Falta de recursos naturais, posicionamento e periferização mundial, falta de escolaridade, falta de empenhamento para o trabalho, falta de empreendedorismo ... tudo isto parece secundário face ao problema número um de Portugal a captura constante do Estado por uma não marginal mão cheia de gente com falta de ética e carácter.
O problema número um de Portugal é pois, assim, um problema de carácter de gente que, sistematicamente por falta de comparência daqueles que ainda a demonstram, açambarca e fazem de Portugal um sítio cronicamente pobre e mal frequentado.

Sem uma verdadeira educação para a cidadania, sem uma verdadeira educação para o respeito do outro Portugal continuará a afundar-se na miséria e na locupletação de poucos.

quinta-feira, 26 de março de 2009

AS TRAJECTÓRIAS DOS MERCADOS

«Petróleo em trajectória ascendente»

Notícia preocupante e que contrariará a força anímica para a retoma! Os países da OPEP não perceberam que baixas na produção terão efeitos contrários ao desejado, afectando os países de investimento das poupanças e as transacções e o equilíbrio mundial e acelerando o desenvolvimento e a substituição do petróleo por energias renováveis. A introdução e disseminação próxima e expectável pelos consumidores ocidentais, do automóvel electrico, está não só a um passo da concretização como das expectativas dos consumidores cansados da ditadura das energias fósseis !

sábado, 21 de março de 2009

TRÊS TRISTES TIGRES!

Será a maledicência sina Nacional ou resultado da indecência e do Chavismo Socratiano que grassa no rectângulo Português?

«Sol: «Políticos pobres que ao fim de anos estão milionários» Há algum milionário que o tenha sido a trabalhar?

CM: «Fisco penhora 212 mil salários»
ou penhora o País! Do oito ao oitenta!

«Expresso: «Chávez suspende mega contrato com Portugal» Mais um episódio da campanha negra!

A construção de casas sociais pré-fabricadas foi congelada. O negócio de dois milhões, anunciado com pompa está em risco.»

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR

Diz César: até tu Brutus queres replicar a asneira tantas vezes cometida!
Responde Sócrates: a César o que é de César, a Sócrates o que é de Sócrates! A Coelhone o que é de Coelhone! Ou não sabes que é ano de eleições e há que compor o ramalhete?

João César das Neves escreveu na segunda feira

"O erro económico de José Sócrates está em acreditar que o investimento público é bom em si mesmo. O primeiro-ministro demonstra uma fé cega na virtualidade imperativa dos projectos: basta anunciá-los e gastar dinheiro para a economia arrancar. Esquece que todo o dinheiro que gasta vai tirá-lo ao bolso dos contribuintes. Tal como o investimento privado, os projectos do Estado têm de ter utilidade e justificação. Aliás até têm de ter mais, pois usam o dinheiro dos pobres.
Apostar milhões em obras faraónicas nunca resolveu nenhuma crise.Pior ainda, na ânsia de realização, esquecem-se os custos lançados sobre as próximas gerações. Além das enormes despesas de manutenção, ao garantir aos concessionários das futuras auto-estradas mínimos de tráfego que nunca vão ser cumpridos, o actual Governo hipoteca os orçamentos nacionais no horizonte previsível. Tal política raia os limites da infâmia."

domingo, 8 de fevereiro de 2009

PORTUGAL 2009

QUANDO SE OLHA PARA ISTO FICA-SE COM A CERTEZA QUE O NOSSO SISTEMA DE SEGURANÇA SOCIAL SÓ SERVE PARA UMA COISA! PARA MANTER REFORMAS FAUSTOSAS À CONTA DA MAIORIA DO POVO PORTUGUÊS. PERANTE ISTO VIEIRA DA SILVA MERECE O MÍNIMO DE CREDIBILIDADE? SOCIALISTAS? BAH!
«Procurar no lixo o pão para a boca
Restos dos supermercados que diariamente são colocados nos contentores de rua constituem a fonte de alimentação de várias famílias que, embora tendo um lar, enfrentam sérias dificuldades económicas
00h30m
CRISTIANO PEREIRA
São 19 horas em ponto de uma noite de Inverno onde não falta a chuva. Numa rua do centro de Lisboa, abre-se uma porta das traseiras do supermercado de uma cadeia bem conhecida dos portugueses. Em poucos minutos, uma empregada coloca uma dezena de contentores de lixo no passeio.
Escassos metros ao lado, uma senhora búlgara faz de conta que olha para a montra de uma sapataria. A porta das traseiras do supermercado fecha-se e, sem demoras, aproxima-se dos contentores, abre a tampa e desata a mexer no que está lá dentro. Tem fome. Não sabe falar português. Diz-nos apenas, os dedos todos na mão aberta: "Cinco filhos, cinco filhos". Também têm fome.
Num ápice, surgem dois senhores de sacos na mão, um idoso e outro de meia idade. Debruçam-se sobre o interior dos contentores, os braços agitados a revolver o lixo. Que lixo? Os restos do dia, as sobras daquilo que ninguém comprou. E muita comida com o prazo de validade esgotado: frangos ou coelhos inteiros, peixe ou hortaliças. Pão, croissants e outros bolos, então, - ui! - são às dezenas. Ainda embalados nos sacos, com o respectivo preço, código de barras e data de validade a expirar no próprio dia (atente-se que o lixo foi depositado às 19 horas, 120 minutos antes do horário de encerramento do supermercado).
O JN aproxima-se, observa, tenta a abordagem. Eles mostram-se desinteressados, os olhos sempre postos no contentor. Não parecem querer grande conversa. Desconfiam. E mexem e remexem em embalagens, sacos plásticos, caixas de esferovite. A senhora búlgara, convencida de que ali estamos para o mesmo, estranha ver-nos quedos e toma a iniciativa de estender o braço para nos dar um saco de croissants.
É esta a dura e crua realidade diária de muita gente: procurar a comida no lixo que os supermercados deixam na rua. Não são pessoas sem abrigo. É gente perfeitamente integrada na sociedade, mas que vive à rasca, no desemprego ou com parcas reformas. O fenómeno não é novo, nem tão pouco circunscrito a este estabelecimento em particular. É algo que acontece em todo o país, onde quer que a fome aperte. E há fome em muitos lados. Como na casa de um idoso, que diz receber 350 euros de reforma, não tendo orçamento para o mês inteiro. É isso que o faz vir aqui mexer em restos de fiambre, separar as fatias que se lhe deparem decentes de outras mais impróprias.
Não passam mais de quatro minutos até chegar uma senhora com os seus 70 anos e aspecto cuidado. Assusta-se com a presença de uma máquina fotográfica, mas aceita falar sob anonimato. É uma história como tantas outras: trabalhou durante décadas como empregada doméstica, nunca descontou, foi despedida e agora vive sem reforma:
"Enrolaram-me, sabe? Era muito ignorante", lamenta. "Há muita gente que vem aqui, mas diz que é para levar comida para os animais", observa, antes de criticar aqueles "que vêm aqui mexer e deixam tudo espalhado no chão". Diz-nos que o mais habitual é aproveitar para levar pão e massa. "Eu acho que não estou a roubar nada a ninguém", afirma, antes de nos perguntar: "Isto não pecado, pois não?". É que se for eu não venho cá mais". »

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A EUROPA A 27 VELOCIDADES,
ALIMENTADA PELA FORNALHA DOS EGOÍSMOS DOS 27 DESEMPREGADOS

«British jobs for British workers»
Aberta a fornalha dos self-egoísmos, está instalada a coprafagia da união, da diversidade e solidariedade do mundo real!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O GRANDE BRANQUEAMENTO

«A EUROPA NA CRISE
No Finantial Times, de 27Janeiro 2009, um interessante artigo sobre a realidade da crise económica nos estados da União Europeia e suas consequências sociais, políticas e “europeias”:»
http://claro.motime.com/ Claro ou claro-escuro?

Mas afinal para que serve este arquivo: para branquear a excelente governação caseira, ou para afirmar preto no branco que nunca deveríamos ter aderido à zona Euro?

Branquear e desculpabilizar a excelente governação socialista da década de crescimento de 1,1%, da sociedade cada vez mais crispada, manietada e corrupta?

É que ad contrário a zona Euro não é responsável pelas políticas internas erradas, por um estado manietador, controleiro e desmotivador da criação de riqueza! Nem da suspeita utilização de dinheiros públicos!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

CAUSA DE NÁUSEA

Chocante! Para além de todos os limites! Nos limites da esquizofrenia pura a lembrar regimes como o Hitleriano.
Se há uma diminuição da inflação para 1%é porque a riqueza nacional diminuiu; produz-se menos, porque se vende menos que no ano passado; se se vende menos há menos rendimento para quem produz! Para aqueles que tem aumentos acima da inflação porque não estão em sectores de criação de riqueza directa, como funcionários públicos, possivelmente haverá uma infinitesimal melhoria este ano!

MAS ESTAMOS A FALAR DE 600.000 PESSOAS, QUE ANDAM TAMBÉM HÁ ANOS COM PERDAS DE PODER REAL! MAS É SÓ PARA ESSES QUE SÓCRATES GOVERNA? E OS OUTROS 4.000.000 DE ACTIVOS, E OS QUE ESTÃO SEM EMPREGO OU VÃO FICAR SEM ELE?

VIVEMOS JÁ NO SURREAL COM UM PRIMEIRO-MINISTRO COM UMA POSTURA POLITICAMENTE CRIMINOSA E ANTI-DEMOCRÁTICA QUE VIVE DA DIVISÃO, DO CONTROLE E DA MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO ATRAVÉS DE ESBIRROS! ISTO JÁ PARA NÃO FALAR NUM CARÁCTER NO FIO DA NAVALHA DA ESQUIZOFRENIA!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

ASSINA E SUBSCREVA QUEM QUISER ENTENDER

Opinião de Tavares Moreira - 4R:

«7. A economia portuguesa - Famílias, Empresas, Estado – está altamente endividada (e, não obstante, a endividar-se a ritmo frenético), enfrenta um grave problema de produtividade (sistematicamente mal explicado ou não pelos nossos “pensadores de serviço”), não dispõe de mecanismos de ajustamento amarrado que está à âncora (agora letal) do Euro...é a quadratura do círculo enfrentar uma crise nestas condições!8. A opção de resposta à crise não podia, em minha modesta opinião, ser pior: concentrar ainda mais recursos (que não existem, têm de ser obtidos no exterior a preço altíssimo) em mais-do-que discutíveis investimentos nos sectores protegidos da economia...é esta a inacreditável “resposta” à crise!9. Essa “resposta” terá pelo menos as seguintes consequências: (i) aumento insustentável do défice externo e do endividamento; (ii) agravamento do fosso da produtividade; (iii) crescentes dificuldades para os sectores expostos à concorrência; (iv) aumento do desemprego de forma duradoura; (v) consolidação/eternização da divergência em relação aos outros países europeus...10. É o que se pode chamar uma opção de caminho para o abismo...mas se é a que os “media” claramente sufragam, então que assim seja! O País precisa do Estado, assim tem de ser!»

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O ESTADO DA NAÇÃO:DEZ. 2008

«Solidariedade: Presidente da União das Misericórdias assinala aumento da pobreza envergonhada»


Será só reflexo da crise Internacional? Ou será reflexo do esvaziar económico-financeiro dos últimos anos, operado pela fixação da correcção do deficit da poupança , a qualquer custo, de muitas famílias e empresas?

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A GUERRA CIVIL DA INFORMAÇÃO



A propósito disto, ou de quando os
os jornalistas se tornaram elementos comunicadores de propaganda.

Há uma cadeira, educação para a ética, que nas faculdades de comunicação social ou de jornalismo, deviam ter precedência sobre todas as restantes, só estando o discente apto à passagem literal depois de uma espécie de omissão de inquérito sobre o seu carácter, sentido de ética e assumpção da percepção da palavra comunicar. Afinal há muito mais áreas para exercer o verbo avaliar que a corporação dos professores!

Aliás os estatutos das Faculdades de Jornalismo e Comunicação Social, deviam ser fornecidos à priori, a todos os putativos candidatos a profissão tão nobre, com um pedido de auto percepção informativa se tal seria possível de cumprir, devendo realçar de uma forma rigorosa e transparente que comunicação não é deturpação ou manipulação de informação, mas a nobre arte de bem transmitir factos do nosso quotidiano.

E é por esse motivo que as nossa televisões, com as excepções que confirmam as regras, se têm tornado espaços exíguos de boa informação, bem como espaços de olhares vagos, tristes, amordaçados, impotentes e outros profícuos de enorme desinformação e mediocridade.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

RESPOSTA AO GURU DA ECONOMIA CÉSAR DAS NEVES

Para "o microeconomista" César das Neves a solução é simples. Mantenha-se os ordenados minímos a nível da miséria, pois assim o equilíbrio do mercado rapidamente se dará com alguns milhões a morrerem de fome. Aí, então, os ordenados subirão por equilíbrio natural!

Mas, César das Neves, não haverá outra solução diminuindo as ganâncias secularmente instaladas, destruindo monopólios, custos de contexto, aumentando produtividades por via de minímos reais de subsistência? Onde está o mercado perfeito justo redistribuidor? Será este possível na sociedade da desigualdade dos homens, nos homens desiguais e na ganância, na relação do homem lobo do homem? O mundo já não é do "Magalhães", o mundo será dos filhos do "Magalhães"!

Não é essa a esperança corporizada em Obama? Um mercado mais amigo da igualdade, contribuindo para a felicidade dos povos? Ou temos que continuar a comer e calar, sob a falsa candura e inexorabilidade dos mercados os milhões das Edp´s, Constâncio´s, Teixeira Pinto's, Cadilhe´s e muitos outros milhares de exemplos de um mercado dito perfeito?

Se se "decreta" o fim da história porque é que não se decreta o fim da desigualdade?

Ah, pois é, só algumas "patifarias" é que se fazem por decreto! Uma nova democracia precisa-se!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

E A VIDA AQUI TÃO PERTO

Mais um ida e regresso a uma melhor irmandade.

Barcelona estava quente, nestes idos de Outubro, mais quente que Lisboa! As praças e ruas cheias, os restaurantes e cafés nem tanto, as ruas quadriculadas e direitas decoradas de indígenas saracoteando nas "pasteleiras" do ajuntamento. Havia um ténue cheiro a crise, embora a cidade cheirasse a vida! Mas um cheiro leve, tão diferente da tristeza e do cheiro a injustiça do nosso ajuntamento!

Barcelona continua a ser uma cidade acolhedora, organismo vivo tão distante desta linda Lisboa, morta, sem vida, destruída por multitudes de homens e Gebalis que a crucificam, que a parasitam, que a sugam como vampiros.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A NAÇÃO EM DECRESCENDO


A analisar com atenção o boletim do instituto de estudos demográficos Franceses, para perceber o caminho descendente da nossa insignificância no palco mundo no ano 2025 (daqui a 17 anos), e a visão obtusa e de palas que nos tem norteado, relativamente a um dos assuntos mais graves e a que pouco se dá atenção.: a demografia nacional!

Alguns acham que é abrindo o país à imigração, que o problema se resolve, outros como eu desesperam por políticas activas de natalidade, mas também políticas activas de desincentivo da emigração Portuguesa. Não faz muito sentido escancarar as portas à imigração (que não é em si se equilibradamente, negativo), mas deixá-las escancaradas aos nossos jovens (dando-lhes um empurrão em forma de piparote) no sentido inverso. A não ser que se pretenda a breve trecho um Portugal totalmente sem identidade!

Para isso, no entanto, há que reformular todas as políticas a montante, a saber: as salariais, as respeitantes aos apoios às pequenas e médias empresas, em detrimento da quase exclusividade das grandes multinacionais criadoras de riqueza aparente (porque a prazo), percebendo que uma política onde o estado detém quase 50% da riqueza nacional está talhada para o insucesso. Positivo, apenas, se real, se não fazendo parte do "show off" institucional, a aposta nas creches públicas!

Ver, então, como Portugal caminha dos 10.700.000 habitantes de meados de 2007 para os projectados 10.400.000 em 2025.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

OS ABUTRES


«Se vendeu ou pensa vender casa através de uma agência, saiba que pode e deve deduzir a comissão no cálculo das mais-valias»

Só? E o restante? Quando se sabe que a inflação andou pelos 2 dígitos nos últimos vinte anos? Que Estado é este que numa situação de crise em que muitos dos seus cidadãos querem vender património para sobreviver, lhes quer sugar uma parte do seu património?

Uma coisa são mais-valias de um mercado de especulação outra do mercado de poupança! E que sinais contraditórios minam a confiança nas instituições? Será apenas o mercado e alguns abutres do mesmo? Ou o Estado, através de alguns dos seus representantes, faz a mesma figura? De quem foi esta ideia brilhante que penaliza a poupança?

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

RECUPERADO E REPESCADO DOS INFERNOS, A AMIZADE DA INTELIGÊNCIA



A BOLHA! O LUGAR IDEAL PARA ESTAR DURANTE A CRISE DOS MERCADOS

Para nos protegermos da histeria dos mercados, das cólicas do estertor do capitalismo-materialismo-individual mundial.
A usar antes dele se levantar novamente e andar.
Eficaz, também ou igualmente, para nos protegermos dos agoiros dos projécteis das gaivotas.
E, lá ao longe, as marés vão e regressam!