«Perante membros da comunicação social portuguesa e sueca, o primeiro-ministro reforçou esta ideia, dizendo, em inglês, que Portugal não vai enfrentar uma recessão maior «por causa de um ciclo vicioso de austeridade, mas sim porque a procura externa é menor do que era esperado» para este ano.»
Blog da nossa consciência, do n/ umbigo, da solidariedade, da ética, do egoísmo, da ganância, da corrupção, do faz de conta, do desinteresse, do marketing, das sondagens, da elite do poder, do poder dos sem poder, do abuso do poder, da miscigenação com o poder, da democracia participativa, do igualitarismo, dos interesses, do desprezo pelos excluídos...da política, da democracia de partidos e da classe política Portuguesa séc.XXI! A VOZ DA MAIORIA SILENCIOSA AO SERVIÇO DA CONSCIÊNCIA PÚBLICA!
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sexta-feira, 9 de março de 2012
A CAMINHO DO DELÍRIO
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Economia
quarta-feira, 7 de março de 2012
MORTE LENTA E A ESTRATÉGIA CUSTE O QUE CUSTAR
"Estamos a ajustar a economia portuguesa a um ritmo muito superior ao estimado. O primeiro-ministro sustentou hoje que o Governo está a ajustar a economia portuguesa a um "ritmo muito superior ao estimado" e a realizar reformas a um "ritmo extremamente intenso", o que terá efeitos junto dos mercados.»
Será esta a melhor estratégia para Portugal "a do para além da Troika"? (o ritmo?) tornando-se neste "para além" contraditória com a estratégia da Troika - que avisava para se não esquecer o crescimento (e ia nesse sentido o desagravamento da taxa social única, taxa que não foi desagravada porque não há aparentemente coragem? (será coragem?) de colocar um tecto máximo às reformas ou à sua duplicação).
Não me parece! E o que é verdade é que os números e os factos do descontrolo emprego/receitas fiscais o demonstra (o arsenal de impostos, coimas e penhoras aí está em toda a sua sensibilidade!)
Há até alguns Portugueses que recomendam outras mezinhas para além da Troika!
«Se matar os funcionários públicos, as crianças, os reformados e os estudantes e não fizer nada pelos doentes, no final de Março tem a economia com excedentes. Os arsenais e os venenos existentes, portanto sem necessidade de compra com dinheiro publico, devem chegar para a tarefa. Porque não fazer dessa maneira em vez da morte lenta que estamos a usar Sr. 1º Ministro?»
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Economia
PONTE TRANSPARENTE
Um dos aspectos que mais me chocou relativamente à percepção da vida política foi a expressão trocista de um ex-secretário de estado, com raízes cruzadas familiares, sobre a bondade dos resultados pelo esforço e ética empreendedora, versus o posicionamento e a ética de muitos governantes saídos das “caldeiras” partidárias no decurso das suas passagens por cargos públicos governamentais.
Fiquei, assim, a saber para a vida, que em Portugal a ética é uma espécie difícil de encontrar. Num tempo de apelo às reformas ingentes e urgentes que nos abrirão as portas do céu, custa perceber que pouco se fale das reformas mais importantes e verdadeiramente capazes de alterar o panorama nacional, as reformas que permitam transparência e real representatividade.
E porque será que esta reflexão veio em linha com o duplo encaixe de verbas públicas na Lusoponte?
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Política Nacional
LUSOPONTE! PODERÃO OS PORTUGUESES ESTAR DESCANSADOS COM AS MÁS PRÁTICAS HERDADAS?
«A decisão consta de um despacho assinado no dia 21 de Novembro do ano passado, depois de a Lusoponte ter reclamado à Estradas de Portugal a compensação de 4,4 milhões de euros, apesar de ter retido o dinheiro das portagens. E tanto o dinheiro das portagens como o dinheiro da compensação continuam nas mãos da concessionária.No mesmo despacho, o secretário de Estado avança mesmo com razões para a Lusoponte ter retido o dinheiro: «A concessionária (Lusoponte) não se encontra obrigada a entregar à Estradas de Portugal o valor das portagens recebidas e arrecadadas», lê-se no documento, ao qual o SOL teve acesso.O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho disse ainda que «não houve duplo pagamento à Lusoponte», informação contraditória à prestada ao SOL pela Lusoponte e à que consta no despacho assinado pelo secretário de Estado Sérgio Silva Monteiro.Passos Coelho prometeu, no final, «corrigir» a situação.»
Se estes enganos acontecem nas portagens imagine-se nas privatizações de bens públicos cujos contornos são desconhecidos.
O maior problema da política é sem dúvida a ética, a ética de uma representatividade inexistente.
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Política Nacional
PROBLEMAS DOS PORTUGUESES NÃO SE RESOLVEM COM AMOR E CARINHO
«Problemas dos portugueses não se resolvem com amor e carinho»
Tendo uma raiz social democrata não compreendo esta insensibilidade e frieza do PM.
Até Mariano Rajoy compreende a necessidade de uma austeridade inteligente e moderada que não tenha o efeito contrário ao pretendido.
O voluntarismo de PC demonstra um ponto comum com o anterior inquilino de Belém: um certo dilentatismo, insensibilidade e uma falta de aderência à realidade de um ajustamento que está a matar o nosso tecido empresarial.
Muito bem esteve Heloísa Apoloni, bem como Jerónimo de Sousa e Seguro ao lembrar que governar exige equilíbrios e que no centro estão as pessoas. PC com esta política suicida, afastará da governação o PSD e o PP por muitos e longos anos.
É que ser-se social democrata não significa ser-se cego ou viver-se num mundo singular ou de clube. Acima dos partidos, dos brilharetes pessoais perante o exterior e dos umbigos pessoais, está Portugal e estão os Portugueses.
Definitivamente Portugal precisava de um governo de salvação nacional onde a palavra de ordem fosse moderação, envolvência de todos os Portugueses, bom senso e... fazer o óbvio pugnado por Lula da Silva.
Até Mariano Rajoy compreende a necessidade de uma austeridade inteligente e moderada que não tenha o efeito contrário ao pretendido.
O voluntarismo de PC demonstra um ponto comum com o anterior inquilino de Belém: um certo dilentatismo, insensibilidade e uma falta de aderência à realidade de um ajustamento que está a matar o nosso tecido empresarial.
Muito bem esteve Heloísa Apoloni, bem como Jerónimo de Sousa e Seguro ao lembrar que governar exige equilíbrios e que no centro estão as pessoas. PC com esta política suicida, afastará da governação o PSD e o PP por muitos e longos anos.
É que ser-se social democrata não significa ser-se cego ou viver-se num mundo singular ou de clube. Acima dos partidos, dos brilharetes pessoais perante o exterior e dos umbigos pessoais, está Portugal e estão os Portugueses.
Definitivamente Portugal precisava de um governo de salvação nacional onde a palavra de ordem fosse moderação, envolvência de todos os Portugueses, bom senso e... fazer o óbvio pugnado por Lula da Silva.
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Política Nacional
PETIT À PETIT FAIS SAKORZY SON NID: HÁ DEMASIADOS ESTRANGEIROS EM FRANÇA
«Sarkozy diz que há demasiados estrangeiros em França»
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União Europeia
PORQUE OS PORTUGUESES SE TÊM DE REVOLTAR DEMOCRATICAMENTE
«O vice-presidente da Associação Transparência e Integridade, Paulo Morais, alerta para a falta de transparência do processo de privatizações em curso. Em entrevista ao programa “Terça à Noite” da Renascença, lembra que a ausência de fiscalização pode potenciar fenómenos de corrupção.“As privatizações, até hoje, têm sido eivadas de uma opacidade quase absoluta. Até hoje houve três privatizações: o BPN foi a vergonha que se viu na nacionalização e agora também na privatização, a alienação do capital da EDP foi um processo completamente opaco, ninguém sabe exactamente o que se passou na transferência do capital que pertencia ao Estado português e que hoje pertence ao Estado chinês, e a própria REN é um processo que está por esclarecer”, adverte o antigo vice-presidente da Câmara do Porto.Paulo Morais considera que a comissão parlamentar de acompanhamento do processo de privatizações está “ferida de morte”, porque todos os seus membros representam interesses, nomeadamente na privatização da EDP.“Basta lembrar que nesta comissão o vice-presidente é o deputado Miguel Frasquilho, que pertence ao grupo bancário BES que assessorou os chineses na aquisição. Depois, o advogado Mesquita Nunes, do CDS, pertence ao escritório de advogados que acompanhou a EDP e o Governo neste processo de privatização. O deputado Pedro Pinto é consultor de duas empresas que dependem absolutamente da EDP.”O vice-presidente da Associação Transparência e Integridade diz que resta saber se esses deputados quando estão na comissão parlamentar “representam o povo que os elegeu ou os diversos actores, bancos consultores, EDP, advogados, que lhes pagam”.“Contratados como consultores porque são deputados”Nesta entrevista à Renascença, Paulo Morais sustenta que o Parlamento é dominado por interesses de grandes escritórios de advogados.“Estas pessoas são contratadas pelos escritórios de advogados, são contratadas como consultores porque são deputados”, acusa o professor universitário.“Passa-se um pouco a ideia de que são grandes profissionais, com grandes competências, que vão para o Parlamento, mas não é nada disso”, sublinha, “são jovens que vêm da JSD, da JS, da Juventude Centrista e que, uma vez instalados no Parlamento, são capturados pelos escritórios de advogados e passam a trabalhar nesses escritórios de advogados por estarem na política”.Renegociação das PPP "teria evitado os cortes nos salários"Na opinião do vice-presidente da Associação Transparência e Integridade, “não há razão nenhuma” para que ainda não se saiba o valor dos compromissos das parceria público-privadas (PPP) e não terem sido renegociados os diversos contractos.“O Governo já não tem, ao fim destes meses todos, desculpa para não pegar neste dossier”, salienta.Paulo Morais, nesta entrevista à Renascença, diz que a renegociação atempada das PPP teria evitado os cortes nos salários da função pública, entre outras medidas de austeridade.»
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Política Nacional
terça-feira, 6 de março de 2012
A ESTRATÉGIA DOS ILUMINADOS DO COSTUME
«O enfraquecimento dos indicadores económicos está a preocupar os responsáveis externos. Além da recessão, desemprego e derrapagens fiscais, o Eurostat informou que o nível de confiança agregado de empresas e famílias em Portugal (um indicador da evolução da economia nos próximos meses) atingiu em Fevereiro um mínimo histórico e já está ao nível do da Grécia.
«Um dos maiores riscos para esse sucesso é não haver, até agora, qualquer sinal credível e sustentável de que a economia vá crescer no médio prazo, adiantou fonte comunitária.»
É pena que em Portugal os resultados da estratégia dos iluminados do costume seja sempre negativa.
A falta de modéstia e a incapacidade de ouvir os outros dá invariavelmente nisto: resultados cada vez mais negativos! ... e não é à falta de aviso!
«Se a situação não fosse tão dramática, era capaz de achar muita piada e rir-me às gargalhadas. Confesso que me contive. Como é possível um grupo de economistas serem tão eeeeessssstupiiiidddoooos. Até o zé da esquina sabe que as políticas impostas não servirão para resolver problema nenhum. A Fome, a miséria, novos sem abrigo, empresários arruinados é o que está a acontecer em Portugal. servimos de cobaias e carne fresca para os especuladores.» - Voz populi
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Economia
segunda-feira, 5 de março de 2012
GESTÃO FEITA POR CLIENTELAS PARTIDÁRIAS: SEM PALAVRAS!
«Este novo objetivo não invalida a ligação à Marinha portuguesa, já que «continuará a haver encomendas da Marinha, como não pode deixar de ser», garantiu Paulo Braga Lino.
Sobre a situação dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, de onde saiu um administrador na sexta-feira alegando «inércia da administração» em tomar decisões sobre o futuro e a gestão da empresa, o secretário de Estado adiantou apenas que o Governo quer encontrar uma solução.
«Estamos a trabalhar em todo o sector empresarial da Defesa, incluindo os estaleiros de Viana. São naturalmente uma das nossas prioridades e tem sido feito um trabalho muito intenso que queremos ver se conseguimos concluir e que nos permita, também nessa empresa, encontrar soluções».
Quando os gestores e meio mundo Português está desempregado e os políticos estão empregados, este é o resultado.
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Economia
domingo, 4 de março de 2012
NEM NOS APERCEBEMOS QUE ESTAMOS NUMA COLIGAÇÃO
«Apesar das diferenças que existem entre os partidos, muitas vezes nem nos apercebemos que estamos numa coligação»Obviamente que Passos nem se apercebe que está numa coligação porque no seu espírito a social democracia é um ultraliberalismo radical de quem não conhece o país.
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Política Nacional
sábado, 3 de março de 2012
ESTADO DE EMERGÊNCIA OU ESTADO DE ESBULHO?
«IMI
Finanças recebem milhares de reclamações por reavaliações de casas
As Finanças estão a receber milhares de reclamações de contribuintes revoltados com a reavaliação das casas. Nalguns casos o aumento do IMI chega aos 700%. Reclamar custa 204 euros e o dinheiro só é devolvido se o proprietário tiver razão.»
A reforma do arrendamento bem como o agravamento do IMI parecem uma e a mesma coisa.
Para quem argumenta que as rendas não se podiam manter ao nível que estavam e que vão prover mobilidade, como se Portugal fosse os Estados Unidos, acrescenta-se uma não opção através do aumento dos IMI's que irão agravar ainda mais as rendas.
Afinal toda a política gira à volta de um e só um objectivo: manter as clientelas partidárias que se sustentam do esbulho dos seus compatriotas providas de alimento.
Passem para cá as vossas casas, parecem dizer a uma só voz!
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Economia
A SOLUÇÃO FINAL (AUSTERIDADE BURRA?) DE PASSOS, O ULTRALIBERAL?
«Triplica número de portugueses à procura de trabalho em Londres.
Por dia, a única agência de emprego portuguesa na capital britânica recebe cerca de 80 a 100 portugueses que tentam arranjar trabalho.»
Como social democrata não estou com Passos, que infelizmente demonstra ser um liberal (ultra?) falho de ideias e sem uma visão de estadista. Aliás basta olhar o entreolhamento de Passos nos conselhos Europeus, de orelhas baixas como se a pedir desculpa por ter nascido Português, para se perceber que a estratégia de passos é errada e desprovida de inteligência.
Quando Seguro diz que é necessária austeridade inteligente tem uma atitude de bom senso, não se podendo assacar a responsabilidade deste pela loucura despesista do anterior inquilino "filósofo".
Ninguém nega a necessidade de ajustamento e reformas da economia Portuguesa; ninguém nega o estado de necessidade e emergência em que vivemos, mas definitivamente os senhores que nos trouxeram até aqui não serão os que nos tirarão dela.
A democracia precisa de se renovar com os melhores dentre nós nos diferentes sectores da sociedade, com aqueles que conhecem a realidade Portuguesa, feita de pobreza e dificuldades, com a sociedade civil que não vive no servilismo e nos bastidores do amiguismo decadente, e institucionalizado, de quase todos os que não sabem o que é uma micro, pequena e média empresa.
É triste assistir-se a uma ministra (mesmo que simpática) como Assunção Cristas, feita nova agricultora, que nem destrinçará as variedades das couves, como é triste assistir-se a um académico como Santos Pereira que arrastado pelo princípio de Peter foi lançado às feras de um país que conhecia pela rama.
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Política Nacional
AINDA A AGRESSÃO AOS FUNCIONÁRIOS DO FISCO
«Barnabé: quando o país cair na anarquia, estas pequenas escaramussas nada representarão. Espera-se ataques com bombas às repartições de finanças, bancos, seguradoras, polícia, etc...»
«Zé sem nada: Se as leis dos impostos fossem justas e bem aplicadas ainda podia ter pena destes senhores e senhoras. Mas eles até tem protecçao contra os erros que cometem. Assim, acho bem q o povo lhe dê no focinho. Afinal porque razao aquele senhor tem a casa penhorada? Será por culpa dele ou dos novos impostos , cortes de subsidios ou desemprego ? Será que a culpa não é do Estado porque desbaratam o n/ dinheiro? Como é possivel ( o sr Portas prometeu alterar isto e nada fez depois de estar no poleiro ) as pmes continuarem a pagar i IVA antes de receber as facturas e se nao pagarem na data ( aquilo que nao devem porque ainda fazem um favor ao Estado por serem cobradores de impostos que trabalham a borla ) são multados no valor de 20% do imposto e depois ainda pagam juros e podem ficar com os seus bens penhorados? Vamos revoltar-nos contra isto.»
«JUSTICEIRO: OS funcionários das finanças são uns caciques que recebem chorudas comissões do estado para roubar o povo. O comtribuinte nunca tem razão, sofre coimas por tudo e por nada e nunca consegue um diálogo esclarecedor com estes gajos. Indeferem sempre qualquer exposição ou recurso e convindam o contribuinte a fazer impugnação judicial se tiver dinheiro para pagar taxa de justiça e se tiver pacìência para esperar muitos anos. Não se admirem se forem mais espancados ou se as repartições forem mais vandalizadas. É O POVO A FAZER JUSTIÇA!!!» «AJAR A execução do estado aos contribuintes demora cerca de 30 dias. A execução dos contribuintes aos seus devedores, demora ANOS..... é para terem equidade..... e não indeferirem os pedidos prestacionais dos contribuintes nem as reclamações graciosas a que os contribuintes muitas vezes com razão veem recusadas por meros caprichos..... Será eta a forma de recompensar.»
Muito preocupante o que se lê aqui.
Muito preocupante por responsabilidade de um estado que não quis cortar nas verdadeiras gorduras do estado mas inundar e esbulhar o povo de impostos. A situação irá-se agravar com perda de deduções em IRS, com aumento do IMI, com perda de subsídios que davam para pagar o IMI e outras prestações fiscais...
O país está à beira da implosão e não será por via da repressão ou da violência que se resolverão os problemas!
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Política Nacional
FUNCIONÁRIOS DO FISCO AGREDIDOS: O DESESPERO DE UM ESTADO FISCAL DE ESBULHO?
«Paulo Ralha acredita que as agressões são estimuladas pela situação de crise que o país atravessa, por existirem muitos contribuintes que não conseguem pagar as suas despesas e se sentem injustiçados e retaliam, além do sentimento generalizado de revolta contra os sacrifícios pedidos pelo governo, entendendo como rosto do Estado a Autoridade Tributária.»
Quando se ultrapassa a pressão fiscal para além do possível, justo, mesmo imaginável, o desespero por ficar sem casa e sem quaisquer bens de subsistência, pondo em causa a sobrevivência física, à beira da indigência, pode levar a actos tresloucados.
Como se deve defender o estado, que somos todos, que passou de um extremo ao outro?
Através de repressão ou percebendo que há muitos limites que já foram ultrapassados?
É que em nome de uma sociedade que preza a coesão e o valor humano, há que flexibilizar e humanizar a actual desumanidade fiscal e impossibilidade de acompanhamento desta pressão fiscal louca, suicidária e insustentável sobre uma parte substancial da população Portuguesa!
Nesse sentido há que dizer claramente ao estado que basta desta esquizofrenia fiscal sem sentido e para além do razoável!
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Economia
NACIONALIZAR OS PREJUÍZOS, PRIVATIZAR OS LUCROS: SERÁ ISTO VERDADE?
«Estamos a olhar para as oportunidades. Nas águas e nas operações aeroportuárias», disse o presidente da Andrade Gutierrez no final de almoço da Câmara de Comércio e Indústria Luso Brasileira, em Lisboa, em que foi homenageado juntamente com o 'chairman' da CGD, Faria de Oliveira.O responsável disse que a empresa quer, para isso, encontrar parceiros locais com quem possa concorrer às privatizações.Otavio Marques referiu ainda que a entrada em Portugal será fundamental para a empresa se expandir internacionalmente.«Estas são empresas competitivas para ir para outros países a partir daqui», afirmou»
A frase nacionalizar os prejuízos, privatizar os lucros, é uma das frases mais emblemáticas de uma certa esquerda.
Mesmo para indivíduos que acreditam nos mercados, quando eles são verdadeiramente concorrenciais, esta frase que parecia tirada a papel químico e feita com orientação ideológica, não deve deixar de ser analisada com sentido crítico e factual.
O que é certo é que em Portugal há uma tendência estranha para nacionalizar prejuízos, levados a conta dos cidadãos e privatizar os lucros levados a crédito de corporações que se não manifestam no mercado da concorrência.
Assim, ficamos à espera de uma explicação para este factual, porque isto parece verdadeiramente ser a história de muitos momentos Portugueses, e qual a bondade da sua efectivação.
Sob pena de darmos razão a "uma certa esquerda" que considera que as vantagens da arrecadação de verbas das privatizações diluem-se em poucos anos com a perda de dividendos para o estado e ter-mos de dar-lhes a mão no argumento de um país de elites políticas fraudulentas - inimigas do povo e a necessitar de uma cura de ganância e sentido comum nos estabelecimentos prisionais ainda não privatizados.
Sob pena de darmos razão a "uma certa esquerda" que considera que as vantagens da arrecadação de verbas das privatizações diluem-se em poucos anos com a perda de dividendos para o estado e ter-mos de dar-lhes a mão no argumento de um país de elites políticas fraudulentas - inimigas do povo e a necessitar de uma cura de ganância e sentido comum nos estabelecimentos prisionais ainda não privatizados.
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Economia
AS FÉRIAS DE PASSOS
É, de facto!
País onde se extremam posições, do “és por mim ou contra mim” da política, da falta de capacidade para ouvir, da falta de espírito crítico (do bom, como o bom colesterol, não do negativo e/ou do acrítico) do cinismo hipócrita dos interesses, onde se vive num faz de conta arrepiante e num individualismo gritante.
Ontem à pergunta de dinheiro para férias em feira de turismo de um país de turismo, Passos respondeu naquele modo insensível, contraditório, pouco conhecedor das realidades e pouco social - democrata que o caracteriza (e que bem enganou meio mundo social democrata que pede e bem a devolução do voto) que temos que adaptar as nossas necessidades às nossas possibilidades – verdade Palassiana que ninguém nega.
Entretanto, no país que procura aumentar a competitividade, as autoridades tudo fazem para a diminuir, aumentando impostos, coimas, taxas, escarafunchando e locupletando-se com coimas ardilosas de más leis, exigindo aos pobres devoluções de verbas atribuídas pelo estado. E é o fisco com interesses próprios pelos prémios, a avaliar a propriedade por cima, para mais arrecadar em IMI, o qual irá manter as corporações políticas no seio autárquico (e que permitirá esbulhar dezenas de milhar de proprietários já incapazes de pagar os aumentos brutais dos custo ocasionados pelo estado)... custos de contexto que em vez de diminuírem para prover competitividade à economia, aumentam.
A hipocrisia é gritante, a contradição total (mesmo em casa onde não há pão), a desumanidade e o assobiar para o ar total, perante o empobrecimento sem retorno de uma parcela substancial da população Portuguesa, perante o empobrecimento ocasionado pelo exílio dos recursos humanos mais dinâmicos, perante centenas de milhar, senão já milhões de afectados, sem qualquer tipo de protecção social (como irão viver milhões, jovens e crianças com pais sem emprego e qualquer subsídio – para além do anúncio da caridadezinha, em gerações muitas vezes com mais formação que muitos dos seus pais), num país onde as quebras de consumo atingem os dois dígitos (só ontem soube-se que o sector auto teve quebras de mais de 40% com previsões de despedimento de dezenas de milhar de trabalhadores - brevemente chegará à AutoEuropa - porque não há empresa que queira "sobreviver" num país onde não à vestígio de escoamento dos seus próprios produtos - e que pode funcionar como colateral de amortecimento de quebra em mercados externos.
Como defendo quase desde o início, desde que o social democrata? Passos adoptou a cartilha neo - liberal: assim não, sr. Passos Coelho! Cortes salariais em rendas, cortes nos desperdícios do estado, cortes nos ordenados do não transaccionável impossíveis de manter numa economia fragilizada quase sempre pelo peso do estado, sim.
Mas a saída de muitas empresas do radar do estado não significa mais energia privada, se o estado se mantiver alegremente a "produzir" mais uma panóplia infernal de obrigações...
Este ajustamento, necessário, perante um estado falido por uma anterior gestão delirante e fantasista, que restringe simultaneamente o consumo, como o investimento, devia ter sido seguido por uma diminuição e profunda reforma fiscal que diminuí-se os verdadeiros impedimentos, que não permitem o regresso à sustentabilidade pelo transaccionável.
As asneiras do ajustamento à bruta sucedem-se (no meio de algumas medidas positivas, como o meter em ordem os abusos remuneratórios, etc…), como foi o caso do aumento do IVA em bens que não traziam dependência externa (e que está a diminuir as receitas do estado não beneficiando a ninguém e empobrecendo quem podia fazer dar um novo impulso em bases mais sólidas e sustentáveis, caso do sector dos ginásios, da restauração, dos pequenos negócios, … ) e que serviam de amortecedor em sede de IRS, segurança social, IVA... da queda negativa de algum consumo (dos bens inferiores), em contraponto à queda positiva do consumo de muitos bens importados acessórios.
E o CUSTE O QUE CUSTAR (quando se sabe que este ano duplicou o número da mortalidade idosa – a desesperança também mata - o que era previsível - experimente o sr. de Passos viver com 200 € por mês - já que os idosos morrem de esperança e de fome e brevemente de frio, quando começarem a ser postos pelos senhorios a viver na rua) é uma frase criminosa, própria de um ser pouco humano, insensível, frio e cínico, não de um verdadeiro social democrata, sr. Passos Coelho!
E cá estaremos para analisar o índice de Gini sobre o aumento das desigualdades que empobrece a sociedade Portuguesa como um todo, quando assistimos a cortes radicais nos salários e aumentos de lucros nas empresas privatizadas sem concorrência (do oligopólio ou do monopólio) sem qualquer ganho importante para a sociedade como uma comunidade.
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Ensaios e reflexões
sexta-feira, 2 de março de 2012
BIOGRAFIA DO ACTUAL REPRESENTATIVO MINISTRO DA ECONOMIA ALEMÃO
«Philipp Rösler (*24 de Fevereiro de 1973 [1] em Khánh Hưng, hoje chamado Sóc Trăng, Vietname), é um político alemão de origem vietnamita, pertencente ao partido liberal FDP. Desde 13 de Maio de 2011 é o presidente do seu partido. Uma vez que este formou uma coligação com o partido cristão-democrata (CDU) presidido por Angela Merkel, Rösler tornou-se vice-chanceler do governo alemão. Simultaneamente é Ministro de Economia, depois de ter sido Ministro da Saúde. [2] Antes de ingressar ao governo federal, foi Vice Primeiro Ministro e Ministro da Economia, Trabalho e Transporte no Estado de Baixa Saxónia, Nascido no Vietname, Rösler foi adoptado por um casal alemão quando tinha poucos meses de vida. É médico de profissão, é casado com uma médica e é pai de gémeos. [3] Fez o serviço militar e é oficial miliciano (capitão médico)[4]. Philipp Rösler é, na Alemanha, o segundo presidente de partido que não é de ascendência alemã, sendo o primeiro Cem Özdemir, de origem turca, co-presidente do partido Aliança 90/Os Verdes e deputado do Parlamento Europeu.Na acirrada discussão alemã sobre a melhor política para resolver a crise do endividamento e da estabilidade do Euro na Europa, Rösler tomou em Setembro de 2011 uma posição contrária de Angola Merkel, sugerindo a modalidade de uma "insolvência ordeira" para a Grécia, e da saída temporária deste país da Zona do Euro. Deste modo provocou fortes tensões no seio do governo, mas esperava ganhar votos para a FDP, na eleição estadual de Berlim, de 18 de Setembro. Sucedeu,porém, que a FDP obteve nesta eleição apenas 1,9% dos votos e elegeu nenhum deputado - portanto um resultado ainda mais baixo do que os resultados semelhantes verificados nos meses anteriores em diferentes outras eleições. Um das consequência foi um reacender do debate sobre a qualificação de Rösler para as funções que desempenha a nível federal.[5]»
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Economia
MEIN KAMPF, MY BATTLE OR MY STRUGGLE
A minha luta através das palavras no microescópio da nossa importância teve um final feliz.
Afastada a besta, Mein Kampf, my battle ou my struggle não parece no entanto poder-nos deixar cruzar os braços.
É que a nossa luta pela democracia e pela decência, tem de ser diária e constante contra os homens lobos dos homens, os anéis de Frodo que mudam os homens postos perante o poder e contra a incrível arrogância de quem se julga o paterfamílias ou a matterfamílias de toda uma população ou uma comunidade, como se o mundo fosse feito de homens e mulheres providenciais.
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Ensaios e reflexões
SERÁ KRUGMAN DESCONCERTANTE?
Relativamente ao ponto 1 a 3 percebe-se bem Krugman - talvez ele não consiga é perceber, como muitos de nós, este país. Quando Krugman fala em baixar salários, fala em baixar os salários de uma economia não transaccionável que há muito parasita a verdadeira economia, cuja formação de preços e custos se faz na economia concorrencial e não na economia de estado de partidos (de bolhas partidárias) em que vivemos - e das suas mordomias.
A sociedade Portuguesa tem esta dificuldade ainda muito de sociedade de Corte, monárquica, de não destrinçar rendimentos de 500 € (de consumo de produtos essenciais) dos ordenados (principescos que comparam em alta) que permitem consumos de bens acessórios normalmente importados e que pouco ou nada acrescentam à economia nacional. E é por isso que a mudança terá de ser acima de tudo uma mudança de mentalidades, de afastamento deste estado sequestrador e esbulhador da sociedade civil por efeito poder de irrepresentação, um estado que terá de ser frugal e disciplinado na sua superestrutura, um estado que terá de manter o essencial mas repelir o acessório. Será que os partidos anquilosados e viciosos do poder alguma vez o aceitarão?
A confusão talvez esteja no facto de não devermos falar em baixar salários, mas sim em baixar rendas (aproximando salários), sejam elas derivadas de falta de concorrência por efeito estado sequestrado.
Afinal nas empresas do calçado transaccionável, como noutros sectores em expansão, que dão cartas lá fora, ninguém poderá falar em cortes de salários, já que as empresas são competitivas internacionalmente e a cada salário cada produto.
A sociedade Portuguesa tem esta dificuldade ainda muito de sociedade de Corte, monárquica, de não destrinçar rendimentos de 500 € (de consumo de produtos essenciais) dos ordenados (principescos que comparam em alta) que permitem consumos de bens acessórios normalmente importados e que pouco ou nada acrescentam à economia nacional. E é por isso que a mudança terá de ser acima de tudo uma mudança de mentalidades, de afastamento deste estado sequestrador e esbulhador da sociedade civil por efeito poder de irrepresentação, um estado que terá de ser frugal e disciplinado na sua superestrutura, um estado que terá de manter o essencial mas repelir o acessório. Será que os partidos anquilosados e viciosos do poder alguma vez o aceitarão?
A confusão talvez esteja no facto de não devermos falar em baixar salários, mas sim em baixar rendas (aproximando salários), sejam elas derivadas de falta de concorrência por efeito estado sequestrado.
Afinal nas empresas do calçado transaccionável, como noutros sectores em expansão, que dão cartas lá fora, ninguém poderá falar em cortes de salários, já que as empresas são competitivas internacionalmente e a cada salário cada produto.
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PAÍS INÍQUO
Não há como não ficar indignado logo pela manhã.
"Capitalistas" do escalão mais baixo da autarquia Setubalense são chamados à devolução de verbas brutais recebidas a mais por responsabilidade da Câmara: de 485 € para 520 € multiplicado por dois anos, enquanto se ouvem as empresas como a REN, Estradas de Portugal e quejandas a anunciar cada vez mais lucros.
Dói-me a mim, tanto como a eles, ver pobres trabalhadores assalariados camarários a chorar frente à Câmara de televisão sem saber como vão pagar... possivelmente o fisco tomando para si as suas pobres casas.
Que país estamos a construir com esta desumanidade gritante de uma classe política totalmente irresponsável, desumana e mal formada?
Dói também, e que se preocupem os responsáveis actuais e anteriores, ver 1000 GNR aos gritos perante aquilo que lhe foi prometido... e eles tem as armas nas mãos.
Dói também saber que nas ruas geladas de Genebra, Luxemburgo, Frankfurt e tantas outras cidades Europeia se arrastam cidadãos Portugueses qualificados à procura de pão, fazendo de estações de caminho de ferro e de viaturas a sua morada, fugindo à miséria do CUSTE O QUE CUSTAR de políticos garbosos mas vácuos de ética, empatia, inteligência e cidadania! è que dói ouvir pela manhã Vítor Gaspar, o visionário, o ás da economia, preocupado com perdas de 60 milhões de euros em Janeiro com receitas da Segurança Social e do IRS, responsabilidade de aumentos de IVA suicidas, a que muitos avisaram antecipadamente terem um efeito mais destrutivo que eficaz. Dói saber que a teimosia e a panache desta gente que nunca ouve nada nem ninguém, tem reflexos brutais na vida do dia a dia das pessoas e que a sua responsabilidade ulterior será um lugar numa instituição internacional por onde se passeiam, enquanto país sangra.
Dói também ouvir as notícias diárias sobre um estado que dispara sobre tudo o que mexe: agora, as coimas perante o não pagamento de taxas moderadoras em quintuplicado, sem fazer uma tentativa primeira de contactar os putativos infractores, quando muitos deles por deficiência dos serviços nunca foram contactados para o pagamento. Agora a Segurança Social com filas desde as 5 horas da manhã, para não atender cidadãos ao esgotarem-se às dez as suas senhas, ...
Dói ver que os responsáveis e as clientelas políticas, que se acolitam no emprego das autarquias já "rasgaram" o fim das verdadeiras gorduras do estado, ao negarem ou minimizarem junção ou extinção de Concelhos e freguesias, empresas municipais, sorvendo e tomando para si as poucas reservas de gordura dos cidadãos que deviam servir - mas de que se servem!
É este o país que os políticos na sua cegueira partidária "clubista", anteriores e actuais, desejam? Um país cada vez mais empobrecido, empedernido, desumano, iníquo?
Se for para continuar assim, contem comigo para estar na primeira linha da mudança, pelo direito à indignação já não das palavras, mas dos actos!
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quinta-feira, 1 de março de 2012
CUSTE O QUE CUSTAR
«Portugal
Quase duas mil empresas fecharam só em Janeiro»
Falências estão a aumentar e o número de novas empresas está a diminuir em Portugal, segundo dados avançados à Renascença pela empresa e-informa.
“O que é triste é que este ano é a primeira vez que vejo situações em que são mulheres que vêm de Portugal à procura de trabalho, que deixaram os filhos em Portugal. Já faz oito anos que trabalho com os sem-abrigo e é a primeira vez que vejo que esta situação acontece.”
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Política Nacional
SERÁ ISTO MENTIRA?
«Dívida Pública Europeia = Bancarrota a prazo (a situação francesa)
“Em 2001, só o reembolso dos juros da dívida de França (46,9 mil milhões de euros) terá representado a segunda maior despesa orçamental do Estado, após a Educação, muito à frente da Defesa e da Segurança. Por si só, os juros absorverão a totalidade dos impostos sobre as empresas.”
O Ano de 2012 será terrível! Divida Pública: Como os Estados se tornaram prisioneiros dos Bancos
Alain de Benoist
Finis Mundi, número 3
Quando o pagamento de juros de divida externa passam nos orçamentos de um grande pais (como a Franca, neste caso) ultrapassam rubricas estrategicamente tão centrais às mais centrais funções de soberania, como a Educação ou a Defesa então estamos numa situação terminal. A prazo (curto) a saída é clara e passa pelo Incumprimento total ou seletivo, com os credores a assumirem as consequências dos riscos que aceitaram ao realizarem os empréstimos.
A situação resulta dos efeitos da terceira globalização, aquela que se instalou no mundo como “pensamento único” e que escancarou as fronteiras do Ocidente aos produtos baratos do Terceiro Mundo, sem assegurar que nos locais de fabrico se respeitassem as mais basilares regras de humanidade, ambiente ou respeito pelos direitos laborais. A selvajaria capitalista conseguiu assim – por múltiplos dumpings simultâneos – deslocalizar a industria europeia e dos EUA, para a China, engordando assim as multinacionais e exaurindo de Capital o Ocidente (como recentemente alertou o Nobel da Economia, Paul Samuelson). A deslocalização, perda de Emprego e de exportações só podia ser compensada pelo embaratecimento massivo do crédito. E foi isso que aconteceu. Com as consequências que agora estão à vista de todos.»
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SACRIFICADOS!
«O desemprego deve ser a principal preocupação a nível nacional», disse o secretário-geral da UGT, João Proença, citado pela Lusa, em reação aos números do desemprego em Portugal, divulgados pelo Eurostat.
De acordo com o organismo de estatísticas da União Europeia, Portugal atingiu em janeiro, em comparação com dezembro de 2011, uma taxa de desemprego de 14,8%, mais duas décimas que no mês anterior, e que coloca Portugal ao lado da Irlanda, no terceiro posto dos países com taxas de desemprego mais elevadas.»
Quando se vê que os três países intervencionados são os com maior taxa de desemprego, percebe-se que o tipo de intervenção da Troika com base na austeridade não é o melhor caminho para países com dívidas importantes.
Quando a isto se junta um fervor por uma mão invisível que vai resolver os problemas no futuro, percebe-se que para o actual PM o problema não é o seu povo, sacrificado no altar da arrogância e do orgulho, mas a sua credibilidade perante o exterior. Sempre a mesma gestão de carreira dos políticos, cujo amor não é ao seu povo, CUSTE O QUE CUSTAR.
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Política Nacional
DESEMPREGO ITALIANO BATE RECORDE
«Desemprego em Itália bate recorde em Janeiro. Dados oficiais revelam que taxa alcançou máximo histórico de 9,2%»
O egoísmo Alemão e a ignorância de Merkel estão a destruir a Europa.
Quem devia sair do Euro e da UE eram os Alemães que não percebem que a unidade Europeia não se mede pelo seu bem estar.
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POLÍTICAS ACTIVAS DE EMPREGO
Seria interessante que Passos Coelho ouvi-se com atenção este novo senhor FMI (Abebe Selassie) sobre políticas activas de emprego.
Talvez percebesse que políticas activas de emprego significa não deixar a economia estiolar e com ela as receitas fiscais.
É que isto de querer receitas fiscais escabrosas e de esbulho factual à custa da devolução de verbas atribuídas pela segurança social ao tempo, por coimas criminosas de não pagamento de taxas moderadoras por ineficácia das administrações, por multas a tudo o que mexa na estrada e pela manutenção do contrário que afirmam (um sistema fiscal e contra ordenacional Kafkiano e criminoso) não é nem democrático, nem amigo da motivação e produtividade.
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
ESTADO DE NOJO: CARTA AOS NOSSOS REPRESENTANTES
Srº Deputado
O srº, srª é com certeza uma pessoa inteligente, experiente de vida, não distraída, que acredita que só na simplificação a democracia é possível.
Aos cidadãos fala-se em simplificação, em melhoria de custos de contexto que dêem ao circuito económico e à cidadania uma folga para produzir, para criar, em ambiente com alguma alegria, motivação e segurança individual. Simplificação que não tem conteúdo ideológico e que portanto pode ser dissociado de um estado de guerrilha partidário, antecâmara de uma democracia psicótica, quase esquizofrénica e autista (palavra erradicada do hemiciclo, infelizmente que não a sua prática), que vive não para a resolução dos problemas dos seus representados, mas da ilusão do ganho excludente do seu adversário político.
Não venho relembrar que foi no século XIX que o desenvolvimento económico foi mais explosivo, quando a figura da empresa de responsabilidade limitada foi criada para dissociar o risco pessoal do empreendedor/investidor. Risco que hoje para o empreendedor putativo investidor está dentro de portas, não resistindo a uma falha, a um esquecimento, a um acidente de percurso que destrói uma segunda oportunidade, uma segunda tentativa.
Não lhe venho falar da confusão instalada sobre as virtudes do verdadeiro liberalismo (que respeita a cidadania, o cidadão como construtor do seu percurso de vida e que entronca no colectivo) versus um totalitarismo de estado que confunde liberalidade com liberalismo.
Venho-lhe falar desta nova exigência da ATA, a nova - velha autoridade aduaneira e fiscal: a exigência de um mail dos correios sob pena das costumeiras coimas que nos podem levar o pão e a casa (a quem aproveitará tanto este universo de "cumprimento" Kafkiano?).
Esta nova peça obrigacional, que se segue a muitas outras (e que faz do cidadão uma espécie de escravo do estado, própria do feudalismo) faz com que a ATA já não pareça se preocupar apenas com o cumprimento atempado e igual das nossas obrigações fiscais, mas com construir uma teia venenosa, armadilhada, complexa, que tomba inclemente e desproporcionadamente sobre o pobre cidadão contribuinte, que vive num inferno maior que o de Dante.
É isto despiciendo? Não, não é, porque são estes actos impensados de decisores a querer mostrar serviço que matam a competitividade, a tal que não se constrói na intensidade mas nas boas e simples práticas.
É isto despiciendo? Não, não é, porque são estes actos impensados de decisores a querer mostrar serviço que matam a competitividade, a tal que não se constrói na intensidade mas nas boas e simples práticas.
«Universo Unome
pouca vergonha !estado português está esgotado ! só vive do mais fácil e que custa menos fazer ! estado vive das multas ... 2012-02-27 12:18
António Pereira?Mas porque não podem ser avisados para o email pessoal? Porque tem de se criar um dos CTT? Já viram se a moda pega, criar um email diferente para cada serviço da net? Não há cabeça que resista. :D 2012-02-27 11:33
José António MarinhoRepública da BananasSe não estamos atentos isto fica pior que antes do 25 de Abril de 1974. Antes havia a PIDE/DGS, agora nem sabemos o que há, e que as há, há!! Só que a diferença reside em serem várias Pides e nem sequer sabermos de que lado é que elas aparecem. Ai que país este... 2012-02-27 11:13»
E é por isto, caro representante, que Portugal já nem leva a sério as suas instituições, nem acredita que haja futuro na sua terra.
Surpreenda-nos, por uma vez, e mostre que merece, por uma vez, a fidúcia que mesmo o desconhecendo lhe colocámos nas mãos e o poder de fazer-nos a vida num inferno ou sermos felizes na nossa terra.
Surpreenda-nos, por uma vez, e mostre que merece, por uma vez, a fidúcia que mesmo o desconhecendo lhe colocámos nas mãos e o poder de fazer-nos a vida num inferno ou sermos felizes na nossa terra.
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