Mostrar mensagens com a etiqueta Palco Mundo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Palco Mundo. Mostrar todas as mensagens

domingo, 5 de abril de 2009

DEVOLVAM-NOS O ORGULHO DE SER PORTUGUESES

«Há 31,2 milhões de portugueses no mundo
Se não fosse a emigração, Portugal teria neste momento mais de 40 milhões de habitantes».
Fazem todo o sentido estes dados se pensarmos que no séc. XV, XVI, a diferença populacional entre Portugal e Inglaterra era muito pequena - 3 a 5 milhões.
A afirmação de Portugal tem-se feito através da diáspora de uma mãe terra madrasta para os seus habitantes.
E é assim que se exige que os actores políticos se comportem com ética e regras e devolvam ao povo a esperança e vontade de viver a sua terra!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

A CAUSA DAS COISAS!


"O castigo por não participares na política é acabares por ser governado por quem te é inferior."Platão

Como Platão a tantos mil anos luz, tinha razão! Inferior em sentimentos, humanidade, solidariedade, sentido humano!

O desprezo pela história leva a estas coisas! Ou alguém no seu materialismo e egoísmo militante, pensa, que a suprema negritude da história do mundo se esgotou no nacional-socialismo Hitleriano?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

SHOW DE PRECARIEDADE

Para quem pensa que os jovens andam distraídos, desengane-se!

Para quem pensa que não há responsabilidades no País e gente verdadeiramente gananciosa, mesquinha e "criminosa", desengane-se!

Para quem pensa que a precariedade é um crime e um factor de atraso, não se engana!

Assim, todos ao grande espectáculo, dos precários inflexíveis, da entrega dos prémios aqui num País debaixo de si:

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

DAS DUAS ... TRÊS!

«Com Nicolas Sarkozy no leme e uma notável sede de protagonismo, a União Europeia aposta forte nesta reunião, procurando imprimir um guião transformador à reunião. Bruxelas quer elevar o FMI a ‘pivot’ da supervisão financeira, apertar cerco às agências de ‘rating’, harmonizar regras contabilísticas e deixar tudo às claras – produtos, instituições e estados debaixo de regulação. Um economista da Universidade de Maryland, Peter Morici, sintetiza à AFP o pensamento americano: “Os europeus têm expectativas irrealistas; aqui não há apoio para uma regulação à europeia que conduza a 10% de desemprego e 1% de crescimento”. De Washington a tónica continua a ser mercado livre.»

A pensar, fortemente, nas opções! O que é que preferimos? Ou haverá uma via média entre um mercado aparentemente desregrado e à mão de gente sem escrúpulos, e um mercado demasiado estrangulado, com altas taxas de desemprego e crescimento? Aquilo que eu preferia era uma nova geração de políticos, diferentes de Sacorzy e quejandos.

Sobra, assim, aos homens a esperança Barac Obama (pelo menos enquanto não responsável ou simples mito sebastiânico!).