terça-feira, 22 de novembro de 2011

PASSOS E O ESTADO DE PARTIDOS

«A crise económica e consequente aumento do desemprego também se faz notar na imigração: «Hoje não há praticamente pessoas a entrar em Portugal vindas do exterior. «Pode haver um caso ou outro, mas o que há é pessoas a sair. O que é evidente porque não há empregos», afirmou o secretário de Estado.»
Quando José Cesário, secretário de estado das comunidades, diz isto está implicitamente a afirmar que a crise vai autosustentar-se em portugal, já que muitos imigrantes em portugal para  além de substituírem os Portugueses na sua função de natalidade e de manutenção de um saldo migratório positivo, significavam mais receitas fiscais. O brutal impacto do ajustamento e da fiscalidade em Portugal vai sempre no sentido contrário ao necessário.

CAUSA VOSSA lembrou, aquando da entrada deste governo no poder, as palavras de LULA DA SILVA: FAZER O ÓBVIO! 

Em Portugal há uma tendência para se fazer o inverso do óbvio, fruto de um estado apoiado num estado de partidos de gente com pouca qualificação, mas muita militância e arrogância, e um total desconhecimento da realidade. 

Passos é fruto e filho deste Estado!

Sem comentários:

Enviar um comentário