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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

VIEIRA DA SILVA AO TRIBUNAL DAS CONSCIÊNCIAS!

«A história honesta das chamadas Reformas está por fazer porque mais parece uma redestribuição, tirando a quem ganha e tem pouco para premiar e acrescentar mais quem já ganha pornograficamente para um país como o nosso» de http://joshuaquim7.blogspot.com/2009/01/estado-de-estupor.html

Abraço também esta preocupação e contastação e será ela que ilustrará para os vindouros o calibre deste regime!

Um regime que emagrece as reformas de muitos para manter as gorduras de poucos, um regime que deixa de fora da protecção social desempregados ditos independentes e empresários, porção maior do nosso tecido social, é um regime de segurança social, ou é um edifício fraudulento tomado por poucos?

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

RUA: "REFORMA ÚNICA ADQUIRIDA"

«Reforma: vai ser preciso trabalhar mais 2 meses para evitar corte»


A necessidade da sustentabilidade da segurança social é o argumento invocado para mais este epifenómeno protagonizado pela excelente equipa de Vieira da Silva!

Para quando tectos máximos de reforma e a Reforma única adquirida de sua sigla, RUA !!!?

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O GOVERNO DA FRAUDE!

«Para a maioria dos independentes, que hoje já têm direito ao apoio em situação de doença, também há vantagens: é que a mesma protecção terá um custo inferior, já que a sua taxa contributiva passa de 32% para 24,6%.

Isto não significa, contudo, que paguem menos, pois a base contributiva sobre a qual incide a taxa vai ser calculada de forma diferente, de onde poderá resultar um aumento da contribuição efectiva.Subsídio sim, mas poucoApesar de passarem a ter direito ao subsídio de doença, o regime dos trabalhadores por conta própria vai continuar a ser menos generoso do que o dos empregados por conta de outrem, confirmou ao DN fonte oficial do Ministério do Trabalho.

Com efeito, os independentes continuarão a ter direito ao subsídio apenas a partir do 31.º dia de doença (e não do 4.º, como no regime geral) e a duração da atribuição da prestação não irá além dos 365 dias (ao passo que os restantes podem receber subsídio durante 1095 dias).»

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

ÉTICA DAS REMUNERAÇÕES
PEDOFILIA AGRAVADA,
OU ESTADO FALHADO!

«Constâncio está entre os banqueiros mais bem pagos
Vale uma remuneração anual de perto de 250 mil euros por ano ... Finanças português, o cargo ocupado por Vítor Constâncio vale uma remuneração anual de perto de 250 mil euros por ano, cerca de 18 vezes o rendimento nacional «per capita».

Já para a Administração norte-americana, o lugar ocupado por Ben Bernanke justifica apenas 140 mil euros anuais, ou seja, 4,2 vezes o rendimento «per capita» dos EUA.»


É este o socialismo à Portuguesa ou o socialismo original que descredibiliza políticos e pseudo-democracia, baseado nas desigualdades e na extensão de mais? É esta a nova via? Ou uma enorme e extensa fraude? Que diferença entre a apregoada ética do capital e a ética do socialismo à Portuguesa?

Para quem vive com o ordenado mínimo garantido ou para quem está desempregado sem direito a subsídio, ou foi colocado no limbo da não actividade e nisso o governo Sócrates e Vieira da Silva são exímios responsáveis, olhar para as remunerações destes senhores sob o apregoado manto do mérito, mais a mais numa sociedade em que as diferenças de formação e informação são cada vez menores, já não é uma questão que se deva debater nos fóruns e ideologias do materialismo histórico e dialéctico, é uma questão sim de ética e de normalidade democrática.

Tudo mais é um Estado de coisas anómalo, uma espécie de pedofilia agravada que teima em fazer da sociedade Portuguesa uma sociedade não integrada, com direito a reclamar-se de um Estado falhado na assumpção dos direitos fundamentais!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

A FRAUDE DA SEGURANÇA SOCIAL

Em baixo o resultado de uma política criminosa de um ministro da segurança social com políticas criminosas, de um Estado que atira as pessoas insensível e indiscriminadamente, com ou sem formação, para a miséria, com o objectivo único de manter uma minoria de reformas chorudas e privilegiadas.

«Arquitecta há mais de dez anos (a recibos verdes claro) num atelier internacionalmente reconhecido, deparo-me agora com uma situação que nunca passei atravessar: um cancro de mama.

Sempre descontei para a segurança social (do meu bolso claro) e esta oferece-me agora uma "baixa" ridícula: posso ficar em casa até 12 meses, sem pagar a prestação à Segurança Social e sem direito a qualquer tipo de remuneração.

Deve-se ter em conta que um tratamento oncológico deste tipo demora cerca de um ano e meio... e a pseudo-baixa é de um ano!

No entanto, se trabalhasse por conta de outrem a mesma baixa poderia alongar-se até três anos. Deduzo então que o Estado parte do princípio que os profissionais liberais (forçados ou não) têm mais saúde e podem alegremente trabalhar entre quimioterapias e nos pós-operatórios.

Vivo neste momento da caridade. Da família e da entidade patronal, apesar das suas ameaças de despedimento. Para que não seja despedida tenho ido trabalhar quando na verdade só me apetece ficar em casa a descansar e a enjoar...

Para além do processo de cura ser doloroso, passo os dias a pensar que não escolhi ter um cancro mas alguém escolheu não me fazer a m**da de um contrato de trabalho e, mais uma vez, não posso contar com o Estado.

Acrescento ainda que tenho um bebé.

Vou iniciar uma acção jurídica contra a "entidade patronal" pois acredito que todo o dinheiro que me devem será o meu meio de subsistência nos próximos tempos.»

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

"GOLPE DE ESTADO MILITAR NÃO É UTOPIA"


Estranha notícia esta veiculada por Loureiro dos Santos, num aparente regime democrático, destes estranhos tempos de desespero e aflição! Mensagem, forma de pressão ou aviso por terceiros?

Seria estranho na Europa a 27?
Seria!
Seria injusto?
Talvez não!
E porquê?
Porque a iniquidade, a injustiça e o desespero campeiam ... e não só na família militar!

A quase esquizofrénica obsessão pelo déficit, a total incompetência do ministro das finanças e de Sócrates ao apoiar anos a fio diminuições reais de rendimentos, levou a este estado de coisas. A economia Portuguesa precisa de se tornar mais competitiva.

Mas não é pela via do empobrecimento geral, destruindo toda a melhoria efectuada nas décadas anteriores, amarfanhando a pouca auto-estimativa e poupança dos Portugueses. Só os Portugueses podem construir um Portugal melhor. Só as empresas Portuguesas podem produzir um Portugal melhor, devidamente enquadradas pelo Estado, não garrotadas por ele.

Sócrates andou a brincar aos primeiros-ministros! A cometer erros sobre erros à custa dos Portugueses. Com arrogância, jactância e paternalismo! Hoje, apercebendo-se do autismo e dos erros cometidos até já se tornou um comercial vendedor de computadores!

E apoiou os grandes grupos económicos (quase todos especulativos) contra as pequenas e médias empresas (destruindo o equilíbrio das cidades), contra a classe média que crescia e se alargava em Portugal, criando um regime mais desigual, fazendo precisamente o contrário daquilo que apregoa e um socialista devia fazer, sob o falso e bisonho argumento do socialismo moderno.

A solução para Portugal é uma diminuição dos custos de contexto! E isso significa diminuir o Estado, diminuir a "burrocracia". Criou as lojas do cidadão? Pois criou, mas entretanto os tiros nos pés sucedem-se! O retrocesso chegou! A burrocracia dos fazedores de leis a metro, totalitários no espírito, democráticos só na língua, ocasionam (como exemplo) filas de horas para se renovar a carta de condução, porque uns senhores se lembraram de obrigar os cidadãos a renovarem-na vezes a fio! O mal no Estado mantêm-se: impede a economia de funcionar, de se tornar mais competitiva, de combater com as mesmas armas no mercado internacional.

A segurança social é outro exemplo. Para manter o sistema, retiram-se subsídios de desemprego, muda-se a lei laboral para promover a desprotecção social, obrigam-se as pessoas a tornarem-se prestadores de serviços e a pagar para a segurança social não lhes dando protecção de desemprego. O objectivo não é o equilíbrio do sistema, o objectivo é a continuação de chorudas reformas. O sistema não é democrático!

Gente a quem deixam sem o mínimo de proveitos, desempregados sem subsídios, recibos verdes sem subsídios ... e viagens de deputados a subir, mordomias a subir, roubos descarados na E.M's e similares ... empresas e empresários afogados ... autismo declarado ... se apoiava um golpe de Estado? Não sei! Sei que a Constituição da República Portuguesa consagra o direito à justiça e à indignação ... e esses direitos estão-nos a ser sonegados por uma classe política rasteira e vilã! E esse dado, esse sim está consagrado!

Como a estupidez anda à solta e a deturpação é um exercício, gostaria de acrescentar que apenas apoiaria um auto golpe de Estado pacífico e ... mental (das consciências), onde a estupidez, a corrupção e a ganância fossem substituídas pela honradez, a justiça, a igualdade e a esperança ... mas esse, verdadeiramente democrático, estará sempre a mil-anos luz, numa qualquer unidade de missão, desprovida de brilhantes assessores, aferrolhoada numa qualquer catacumba para nunca ver a luz do dia!

Políticos diferentes precisam-se: honrados, com sentido de justiça, com sentido de missão e, esses, estarão sempre a salvo de gente injustiçada e desesperada!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

OBVIAMENTE DEMITA-SE!


«O ministro Vieira da Silva citou esta terça-feira dados da União Europeia para sustentar que entre 1995 e 2006 Portugal foi o país que mais reduziu a taxa de pobreza, contrapondo que os dados da OCDE estão desactualizados».

«Vieira da Silva afirmou ainda que as políticas do Governo para o combate à pobreza estão a passar por uma aposta «na melhoria dos salários», lembrando, depois, o acordo em sede de concertação».

Ter compatriotas destes, é duro, muito duro! Num dia em que Sócrates, primeiro ministro de Portugal e não do P.S., vira as costas ao País, assumindo com vigor as jornadas parlamentares do seu descaracterizado partido, Vieira da Silva perante os dados da OCDE e a constatação na dura praxis dos cidadãos, nega a evidência que todos os seus compatriotas sentem na pele!

Ou se calhar não são todos, sobra num pequeno pedaço da Lusitânia um pequena tribo de gente esforçada a quem a poção mágica de um mágico druída lhes dá sucesso, força e aumentos acima da inflacção!

Mas ainda, mais grave, é a perda de 200 milhões de euros do fundo de estabilização da segurança social, investido em capital especulativo e definitivamente perdido.

Quem se demite, quem é o responsável deste crime económico quando se esbulharam empresas e empresários, que por perda de dados da segurança social, foram espoliados pela mesma e obrigados a pagaram em duplicado.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

ESTA A REALIDADE, NOSSA AMADA!

Esta a realidade ex-post, nossa amada, da governação Pinto de Sousa, escondida e deturpada por todos os "cães de fila" dessa "fraude monumental em forma de propaganda".

Já o sabíamos, já o prevíamos, os dados aí estão cruéis e significam: gente desempregada, desesperada, classes médias desamparadas, desempregados e recibos verdes desamparados ... fruto da arrogância, desprezo, autismo, incompetência, manipulação, erros crassos e fundamentalistas, ...
a ler com a devida vénia de ...

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

«AS COISAS TÊM UM PREÇO, MAS OS HOMENS TÊM DIGNIDADE»

«Um fosso» entre ricos e pobres ... Sublinhando que em Portugal «existe um desnível, um fosso, entre ricos e pobres dos mais altos da Europa», D. António Marto criticou um sistema financeiro «que vive da avidez do lucro imediato» e que faz sobressair a «necessidade de criação de instituições nacionais e internacionais de orientação e regulação dos mercados financeiros».

É curioso que seja a Igreja a apelar ao racionalismo de Emanuel Kant quando diz que «as coisas têm um preço, mas os homens têm dignidade».

É curioso, também, que seja a Igreja a criticar o sistema financeiro e a avidez do lucro imediato, num regresso à condenação medieval da usura.
De qualquer modo numa altura em que o Estado exige dos eclesiásticos que cumpram as suas obrigações fiscais em maior paridade com os restantes cidadãos, deveria a Igreja Nacional olhar para dentro e repensar a governação de alguma das suas instituições onde prolifera a usura, o incumprimento de regras de legislação fiscal e laboral e o enriquecimento sem causa.


terça-feira, 7 de outubro de 2008

FERVE!

Com o alto patrocínio da FERVE recebemos a seguinte missiva:
«Contribuições para Segurança Social
Em entrevista ao Rádio Clube Português (RCP), Francisco Van Zeller, presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), admitiu que os honorários dos trabalhadores/as a recibos verdes podem vir a baixar. Esta situação poderá ocorrer, como consequência da medida que prevê que seja a entidade empregadora a pagar 5% da contribuição para a Segurança Social."Nós alertámos, na altura, que isso poderia acontecer, só o mercado o dirá. Se vocês trabalham a recibo verde vejam ao fim do mês ou no próximo contrato o que é que vos acontece, quem é que paga os 5%..."»
Três notas apenas: a enormidade da medida do governo não cabe na cabeça de ninguém, mas a "attentive public opinion de Van Zeller" não "ferve" pelas mesmas razões!
Primeiro ainda há indústrias em Portugal, ou só call centers? Segundo, quem é este sr. Van Zeller que se auto intitula patrão dos patrões e que ao que conste não foi legitimado pelos Portugueses: se quer brincar à política ou ser lobbie do poder, legitime-se, vá a votos!
Será que era sobre um destes senhores que o P.R. falava aos jovens sobre os que se encostam ao poder? Meu caro Van Zeller, desencoste-se e vá criar empresas!