quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

AS CONTRADIÇÕES QUE MATAM PORTUGAL: O EFEITO ATA

«O processo deverá estar terminado em fevereiro de 2013, dois meses depois do prazo determinado, e consiste na avaliação das habitações de acordo com as regras do IMI que deverá, agora, aumentar para a maioria dos proprietários.
Em causa estão quase cinco milhões de casas. Até ao final do mês, deverão ficar avaliadas cerca de quatro milhões, segundo avança o jornal.
Para regularizar a situação, os contribuintes terão de pagar o IMI em atraso e uma multa pela falta de declaração atempada das obras e dos juros.
No futuro, para evitar estes pagamentos, os contribuintes que têm que declarar obras através do preenchimento do Modelo 1 das Finanças.»
Enquanto o ministro da economia tece loas à necessidade de simplificação contra a burrocracia instalada no estado, o fisco vai exaurindo a confiança de investidores e tecido económico.
Gostei de ouvir ASP afirmar que também não percebe porque o ministro das finanças não deixa os portugueses subscreverem títulos de dívida pública a pedido da ... banca?
Como não se percebe também como não se privatiza a TAP abrindo o seu capital a capital nacional. 
Como também se percebe o resultado da destruição da CIMPOR!
Como não se percebe como se entrega a mãos privadas uma empresa como a ANA, um monopólio que dá lucro ao estado sob o argumento de o sector privado ser mais dinâmico!
Será? Será que o problema português não é de como se chegou ou está aqui, mas de quem... a mantêm e provocou?
Não será isto traição à nossa Pátria e aos nossos avós? 

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