segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

A REDENÇÃO DE CAVACO

«O Presidente da República referiu que a Comissão Europeia já «reconheceu» que além da disciplina orçamental «era necessário também crescimento económico e criação de emprego».
Com este discurso, sentido ou não, Cavaco tenta-se redimir da responsabilidade superveniente ao ter dado colinho a Sócrates. 
A realidade é que depois da flexigurança, Portugal vive o seu período mais negro: o período do abandono de milhões dos seus cidadãos indirecta ou directamente, pelas mão de um governo experimentalista que vai sangrar Portugal e destruir o frágil sentimento de coesão social. 

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