quinta-feira, 29 de novembro de 2012

DOR SOCIAL OU DOR DE REPRESENTATIVIDADE?

«21h01 «Todas as políticas de ajustamento que implicam austeridade trazem risco, sofrimento e muita dor social»
 «21h43 «Esta é uma coligação histórica. É a sua obrigação e a minha convicção que esta coligação chegue ao final da legislatura»
«Uma coligação de fachada não aprova um Orçamento»
21h42 «O debate sobre a reforma do Estado não acaba nos 4 mil milhões. Se tivermos melhores medidas até ao Verão vamos apresentá-las à troika»
21h36 «Nós temos uma Constituição que trata o esforço do lado da Educação de uma forma diferente do que trata do lado da Saúde. Isto dá-nos uma margem para ter um sistema mais repartido pelos cidadãos na Educação que não temos no sector da Saúde»
A partir de hoje temos de «combater» nas escolas, nos hospitais, nas ruas... contra um governo anti-nacional e anti democrata.
A democracia não se pode esgotar nas eleições, com mentiras. 
A reforma do estado que devia passar pela reforma do estado de partidos faz-se hoje claramente através de um governo de bastidores que mata as famílias e empresas, com uma óptica de«gente louca e perigosa». 65.000 mil jovens já emigraram no ano passado empurradas para fora de portugal por este desgoverno. Quantos mais serão necessários? Paulo Portas o campeão da defesa do contribuinte mostra-se como o campeão do poder a todo o custo, viabilizando uma coligação que nem muitos dos seus eleitores desejam.  
Claramente este governo que não tem o apoio de mais 20% do povo português não é já representativo. 

Bandeiras negras em todas as janelas JÁ!  

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