segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A CARTA DE SEGURO CONTÉM UMA IMPRECISÃO, NO MEIO DAS INÚMERAS PRECISÕES QUE CONTÉM

Não entendo esta sanha contra Seguro. Todos os políticos merecem uma oportunidade de demonstrar a sua capacidade ou incapacidade para perceber o país. Seguro usa de bom senso e se o usar será bem vindo. A difícil arte de afirmação dos políticos no meio da loucura das oposições mas também da própria loucura oposicionista interna, é ela responsável por percepções erradas e consequências agravadas para o país. A carta de Seguro é bem vinda: o único erro foi ter-lhe chamado austeridade expansionista em vez de austeridade dita expansionista.

«Os portugueses não aguentam mais! Estamos à beira de uma tragédia social. Chegou o momento de dizer basta!», adverte também o socialista, para quem «não está em causa, como nunca esteve», o cumprimento das obrigações externas de Portugal.

«Honramos os nossos compromissos e queremos cumpri-los», frisa.

O que está em causa, declara Seguro, «é a política escolhida, a da austeridade expansionista, que não atinge os objetivos a que se propôs e está a criar problemas sociais e económicos de uma enorme gravidade».

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