segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A SEVERA, SILVESTRE GAGO E OS MENTECAPTOS

«“A SEVERA”
Hoje, tal como em tempos escreveu Clara Ferreira Alves, “sobra-nos a indigência, a pobreza intelectual e moral dos políticos que temos”. Dos cavacos, dos coelhos, dos relvas, dos portas, dos seguros. Aberrações com que a natureza, de quando em quando, parece querer “castigar” aqueles que o merecem. Numa espécie de fatalismo inelutável, de cruel e triste fado.
A geração que ainda não tinha 20 anos no “25 de Abril” e que hoje ocupa o poder, é uma geração de mentecaptos. De corruptos. De falhados. E, como tal, arrastará no falhanço a geração futura. E só por lá se mantêm porque nunca foi tão fácil governar como é hoje. Ao contrário do que apregoa esta geração de imbecis que nos desgoverna. Porque as propostas do governo tornam-se “imperativos categóricos”. São inevitabilidades. Ou seja, imposições meramente formais, incontestáveis por direito de quem manda e incontestadas pela inércia cobarde de quem é mandado. Estamos em presença de uma espécie de fatalismo. De um Fado, que nos conduziu, ontem como nos conduz hoje, a esta “Severa” condição de meros indigentes subservientes!»
Silvestre Gago
 

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