terça-feira, 13 de dezembro de 2011

QUE NADA O VENTO LEVE


Apaixonei-me. Apaixonei-me por uma imagem, uma obra, um conceito, uma beleza, uma alma frágil que me toca, por uma esl... Apaixonei-me até pela sua imagem de criança, pela serenidade que me toca, que me invade, pela beleza dos seus cabelos dourados, pelo seu sorriso enigmático, pela sua obra que me acorda e abraça todas as manhãs. Apaixonei-me e não peço perdão por o ter feito. Peço apenas a Deus que a mantenha, bela, imaculada, no estendal da minha alma onde a possa colorir e afagar durante o dia. 
Afinal, que nada o vento leve e que tudo o que é verdadeiramente essencial permaneça até à eternidade imutável dentro de nós!

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