terça-feira, 12 de março de 2013

60 PERSONALIDADES RECLAMAM REGIME VERDADEIRAMENTE DEMOCRÁTICO

«Personalidades reclamam «regime verdadeiramente democrático»
60 figuras públicas de áreas desde a política à investigação subscreveram manifesto
Sessenta personalidades de áreas como a política, economia, ensino, arquitetura, advocacia ou investigação subscrevem um manifesto divulgado esta terça-feira, no qual defendem a reconstrução de um regime democrático e o fim da concentração do poder político nos partidos.
Entre os signatários do manifesto figuram os ex-ministros José Veiga Simão e Manuel Maria Carrilho, os ex-deputados socialistas Henrique Neto, Eurico Figueiredo e Edmundo Pedro, o advogado Rómulo Machado, o historiador e deputado do Parlamento Europeu Rui Tavares, o capitão de Abril Vasco Lourenço, o escritor e encenador Hélder Costa e o músico João Gil.
Os subscritores começam por chamar a atenção para a tragédia social, económica e financeira a que vários governos conduziram o país e para um executivo que «governa sem grandeza, sem ética e sem sentido de Estado, dificultando a participação democrática dos cidadãos e impedindo que o sistema político permita o aparecimento de verdadeiras alternativas».
No manifesto, os signatários dizem ser urgente mudar Portugal, «dando conteúdo positivo à revolta e à crescente indignação dos portugueses», demonstrada através das manifestações dos últimos meses.
«O que está em causa já não é a opção pela democracia, mas torná-la efetiva e participada. Já não está em causa aderir à Europa, mas participar no relançamento do projeto europeu. Não está em causa governar, mas corrigir um rumo que nos conduziu à atual crise e realizar as mudanças que isso implica», pode ler-se no manifesto.»
Eu substituía sessenta personalidades por sessenta cidadãos. Porque a história última de portugal é feita disto: de cidadãos que se querem transformar em personalidades. 
E dessa «estória» está a terceira república cheia.  

3 comentários:

Rui Moreira disse...

Não percebo muito bem este manifesto. Aparentemente é mais um completamente inconsequente. Há alguma proposta concreta? Zero! Se o sistema democrático é péssimo "e impede o aparecimento de verdadeiras alternativas" qual a proposta deste manifesto? Um sistema político baseado em círculos uninominais? Outro, qual? Sinceramente, é muita parra e pouca uva...

Anónimo disse...

Os subscritores não perceberam ainda (ou fazem de conta por terem nisso colaborado) que o projecto europeu é o que se cumpre, tem vindo a ser aprofundado e foi desenhado por um directório da alta finança, comandado à distância pelo imperialismo norte-americano e controlado de perto pelo alemão. E quanto ao resto Rui Moreira tem razão.

Ricardo Amaral disse...

O meu comentário é o seguinte http://portugalnonevoeiro.blogspot.pt/2012/04/uma-especie-de-democracia.html

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