sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

PORQUE DEVEM ACABAR OS RECIBOS VERDES!

«PROFESSORES/AS DAS AEC'S DO PORTO SAEM À RUA: SOLIDARIZA-TE!


No Porto, são 129 professores/as em escolas públicas: 59 de música; 70 de inglês


Têm horário estipulado
Local de trabalho definido
Estão inseridos numa equipa
Têm coordenação/hierarquia
Têm que prestar contas do trabalho efectuado
  • CUMPREM TODOS OS REQUISITOS PARA TEREM UM CONTRATO DE TRABALHO,
  • O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ESTÁ A PAR DA SITUAÇÃO;
  • A AUTORIDADE PARA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO ESTÁ A ACTUAR.
- OS FALSOS RECIBOS VERDES NAS AEC'S SÃO A REALIDADE DE MILHARES E MILHARES DE PROFESSORAS/ES EM TODO O PAÍS!
ESTA É UMA LUTA DE TODAS/OS AS/OS TRABALHADORAS/ES!
SÊ SOLIDÁRIO!
JUNTA-TE A ESTA LUTA E DIVULGA ESTA MENSAGEM PARA OS TEUS CONTACTOS E TAMBÉM PARA OS CONTACTOS QUE TE DISPONIBILIZAMOS DE SEGUIDA:
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É FUNDAMENTAL QUE A LEGALIDADE SEJA IMPOSTA E QUE AS/OS PROFESSORAS/ES DAS AEC's TENHAM CONTRATO DE TRABALHO


DESENROLAR O NOVELO DAS AEC'S DO PORTO
  1. Setembro: foi pedido às/aos professores que fizessem duas semanas de animação e entretenimento, enquanto não se encontrava uma parceria para as AEC's. Este trabalho foi efectuado sem contrato.
  2. Meados de Setembro: a EduTec ganha o concurso público, promovido pela Câmara Municipal do Porto, sendo um dos critérios de selecção o preço mais baixo.
(como poupar nos custos I: por exemplo, contratar professoras/es numa garagem de reparação automóvel!)
  1. 24 e 25 de Setembro: reunião na oficina automóvel AutoBrito (!!), em Matosinhos, para atribuição de horários (não tendo em conta as habilitações, a experiência ou o tempo de serviço).
  2. 28 de Setembro: início das actividades lectivas, sem contrato assinado.
  3. Final de Outubro: assinatura do contrato de prestação de serviços.
(como poupar nos custos II: as autarquias recebem 100 euros por ano/aluno/disciplina. Aos professores paga, no máximo, 11 euros brutos à hora, ficando com 29 euros para si.)
  1. 26 de Novembro: Reunião na Câmara Municipal do Porto, entre os responsáveis do pelouro da educação e o advogado dos trabalhadores/as. A CMP referiu desconhecer a situação em que os professores se encontravam (o que é mentira).
  2. 4 de Dezembro: Autoridade para as Condições de Trabalho efectua uma inspecção à EduTec.
  3. 15 de Dezembro: professores/as ainda não receberam os honorários de Novembro.
Perante estas injustiças e constantes atropelos à legalidade, os/as professores/as das AEC's do Porto têm-se organizado no sentido de dar visibilidade a esta situação de precariedade que nos preocupa a todos/as. Assim:
  • deram a conhecer a sua situação a todos os partidos políticos com assento parlamentar, o que motivou uma pergunta do BE ao Ministério da Educação e à Autoridade para as Condições de Trabalho;
  • reportagem na RTP e na SIC;
  • diversas notícias na imprensa e rádio;
  • organização de encontros de trabalhadores/as;
  • assembleia pública decorrida no Sindicato dos Professores do Norte, com presença do FERVE – Fartos/as d'Estes Recibos Verdes e dos Precários Inflexíveis.

  • HOJE, 16 de Dezembro foram apresentadas diversas queixas no livro de reclamações da Câmara Municipal do Porto, numa acção que contou com o apoio dos Precários Inflexíveis, do FERVE - Fartas/os d'Estes Recibos Verdes e de pessoas solidárias com esta causa.»

MÍNIMO SALÁRIO, MÍNIMO TRABALHO

«Salário mínimo de 475 euros em 2010, mas ministra não garante 500 euros em 2011»

Como de costume os governantes, uma ex-sindicalista!, dão uma no cravo outra na ferradura.


500 €UROS! Uma fortuna para os tempos actuais! Demasiado para alguns que nada produzem, miserável para quem trabalha! E depois ainda há quem se espante pelo terrível paradoxo das ofertas miseráveis por colocar face a uma massa de gente desempregada, que prefere essa condição a ser explorada e trabalhar com fome! 

ARBEIT MACHT FREI. FARTO DE TRABALHAR LIBERTOU-SE O SÍMBOLO?


A DITADURA DO TEMPO

A sociologia do tempo é um conceito vago para muitos. Um dos clássicos da sociologia, Durkheim, afirmava já os conceitos de tempo, o chamado tempo abstracto e social organizado socialmente. 
O tempo social é, assim, nas sociedades modernas visto como um recurso e é essa visão que lhe dá um carácter vagamente totalitário. Já não a diferenciação pelas tarefas, luz e estações, mas o tempo função do tempo do relógio.
O carácter irredutível temporal da existência humana de Heidegger deveria-nos, assim, dar a consciência de que a nossa caminhada inexorável pela existência, não se pode pautar por critérios de ambição e ganância que nos retiram a nossa sobriedade de humanos.
Afinal quem quer chegar ao fim da vida sentindo que viveu na condição de ébrio materialmente alienado, sem poder olhar para uma flor a crescer ou um seu rebento a despontar?

OS HOMOS E LÉSBICAS, NOIVOS E NOIVAS DE S. ANTÓNIO


A homofobia é revoltante, porque numa sociedade tolerante obviamente as minorias têm de ter o direito à diferença e à existência. Mas porque têm o direito à diferença não podem ter também o direito à igualdade do que é diferente.  Negar direitos a casais homosexuais é errado. Mas a imposição, nos termos, da igualdade daquilo que é desigual, também é revoltante.  Querer impor à figura do casamento o mesmo termo para casais de género igual é descabido. Porque se as minorias tem direitos as maiorias também. E esse direito é o de não se confundirem pelo menos nos termos, que não nos direitos civis.



Abre-se entretanto a porta. É vê-los aos futuros nubentes, noivas e noivos de S.António!


Será que está para breve a apresentação, em grandes fóruns e conferências mundiais, dos maridos dos maridos e das mulheres das mulheres?

- Ó Chavez quem é esse gringo? Teu novo amigo?
- Mierda, companhero! Amigo, não, marido e boliveriano!

RED BULL DÁ-LHE ... GORDURA INTELECTUAL E CONFIANÇA NO SUPER AVATAR

«As informações oficiosas que chegaram ao autarca do Porto dão conta da transferência do Red Bull para Lisboa «por 12 milhões de euros». Enquanto o evento sobrevoou o rio Douro, as autarquias do Porto e de Gaia pagavam 800 mil euros (400 mil euros cada) por ele, juntando-se a isso comparticipações de empresas que Rio não soube contabilizar.
«Situação escandalosa»
Já Luís Filipe Menezes considerou que esta «é uma situação escandalosa, o Estado estar a suportar um país a duas velocidades. Esta é mais uma atitude discriminatória do Estado, que se está a esquecer que o Porto é fundamental para o erário público do país», afirmou Luís Filipe Menezes, em conferência de imprensa.»
Se há alguma coisa que, ainda, me faz confusão é  a defesa do leader sem quaisquer dúvidas por parte dos indefectíveis e da idoneidade moral e cívica de Sócrates por parte da "carneirada" directiva do actual PS. Apetece perguntar, como podem ter todas estas certezas? Ou eles são ele? Aliás é ver as escolhas dos ministros feita por Sócrates. Alguns indefectíveis que davam uma orelha por Sócrates, esse Avatar descido dos céus para uns, vindo dos Infernos para outros, outros bem fraquinhos e manipuláveis como convêm ao "maior espertalhão" da história recente Portuguesa.

Pode o sr.Costa se irritar como se irritou ontem na quadratura do círculo e achar o assunto deselegante. Deselegante é para  a maioria dos Portugueses, dois terços da população, a arrogância deste poder - infelizmente muito pouco socialista e muito menos competente - que tem arrastado Portugal para a decadência, irrelevância e perda de independência. Sócrates quer continuar o quero, posso e mando, na sua deriva que se confunde com condições pessoais muito pouco abonatórias para um responsável com bom senso. Paciência, perdeu o absolutismo, adapte-se, porque os Portugueses conscientes e informados estão fartos de apertar o cinto e de ser sujeitos às maiores aleivosias! Aliás seria interessante um estudo, desde que não feito pela Eurosondagem ou por outras agências de comunicação a soldo, sobre qual a base de apoio do PS nas últimas eleições, em termos de acesso à formação e informação!

Aquilo que os Portugueses informados sabem é que um país faz-se de equilíbrio regional e de coesão nacional, servindo para tal instrumentos de política regional. 
Como Lisboeta, Português e humanista entristece-me a ignorância destes políticos que tem contribuído para um país cada vez mais desigual. O Porto definha e a luta pelas lealdades já não se chama país mas partidos políticos. A região Norte foi e é a região que mais tem sofrido com a nova ordem económica mundial. A solidariedade, mas sobretudo a boa gestão de Portugal e da coisa pública, exigiam discriminações positivas das políticas públicas. Ao contrário a luta e a guerrilha política, anti nacional e criminosa,  usa as políticas públicas como armas na luta partidária. 

Alguém tem dúvidas que o excesso de gordura dos actuais poderes, vêm directamente do esforço e sacrifício da população Portuguesa e que como JPP e Lobo Xavier muito bem sublinham, a cegueira e o follow the leader a qualquer preço, faz do actual PS um partido muito pouco recomendável para o país? 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

EUROAPPARATCHIK

«Novo edifício do BCE vai custar mil milhões de euros»
Quais serão os ganhos para países como a Alemanha, a Bélgica, a França e o Luxemburgo de serem fiéis depositários de organismos comunitários?
Para além da ajuda Keynesiana extraordinária na construção dos edifícios, quanto estaremos a pagar para manter todo o contexto?

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

EDP: PARTE DA SOLUÇÃO OU PARTE DO PROBLEMA?

«Electricidade sobe três vezes mais que inflação entre 2007 e 2010» - Preço da electricidade vai subir 2,9% em 2010.»
Já ouviram falar em deficit tarifário? E em lucros obscenos em crise? E em pequenas e médias empresas que fecham todos os dias à conta dos lucros obscenos - que não dos lucros!- da Edp, da Galp, do monstro Estado?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ENTRE IGUAIS

1ª causa - Impunidade (também temos)
2ª causa - Morosidade da Justiça (eh!eh! Isto é melhor nem comentar!)
3ª causa - Distribuição política de cargos (eh!eh!eh!eh!)
4ªcausa - Conivência da sociedade. E especificam: políticos "enrolados" mantêm-se nos cargos e com elevados índices de popularidade (já quase a meio da tabela, continuo a achar muita graça a este jogo).
5ª causa - Excesso de burocracia. E traduzem: permite a funcionários criar dificuldades para depois "vender facilidades" (gostei do eufemismo. Há 5 a 5 no marcador).
6ª causa - Financiamento irregular de campanhas políticas (novo ataque de riso).
7ª causa - Ausência de políticas anti-corrupção. E explicam: políticos dão ênfase ao combate à corrupção nas campanhas mas deixam o tema de lado quando chegam ao poder (também já vimos aqui este filme. Agora parece que querem fazer uma sequela, mas ainda não sabemos como acaba)
8ª causa - Falta de informação. Eles dizem que o eleitor brasileiro tem pouco acesso a informação de qualidade e não se interessa por política, só decidindo o seu voto  nas vésperas das eleições. (E nós por cá? Aceitam-se palpites)
9ª causa - Tolerância política. E esmiuçam: partidos permitem que políticos suspeitos de corrupção vão a eleições, uma vez que são políticos que ajudam a financiar os partidos. (humm... dejà vu)
10ª causa - Falta de renovação. Diz que no Brasil os partidos são comandados pelos mesmos grupos há mais de uma década. (Mas isto - nova risadinha - é no Brasil, claro)
com o beneplácito do Delito de Opinião!

A VERGONHA DE SER BASTONÁRIO DA ORDEM DOS MÉDICOS

Governo anuncia mais cursos de Medicina

Se há algo odioso em Portugal é o corporativismo dos médicos!

Se o bastonário defende os interesses mesquinhos de quem diz já haver médicos suficientes em Portugal, numa óptica de quantos menos mais cara a medicina e o privilégio, Mariano Gago e o governo muito bem em defesa de uma maior massificação da profissão e de uma medicina eficaz, para todos e em tempo.

SOARES, UMA NO SISTEMA OUTRA NA CONSCIÊNCIA OU O AVISO DE MÁRIO: NÃO MATEM A GALINHA DOS OVOS DE OURO!


Pessimismo nacional: ao contrário do que diz o nosso pai fundador?, e há muitos que gostariam de ser órfãos de pai e mãe, o pessimismo militante e a maldicência nacional, são fruto da mesma árvore: o parasitismo de um regime que de tanto querer manipular e "paternalizar" suga a energia dos nossos melhores.

Aquilo que diz Soares, a descrença e a indiferença de tantos com tanto ainda para dar, é razão inversa de uma classe política que tomou conta do Estado e parasita Portugal de uma forma cada vez mais brutal.

Portugal vive num círculo vicioso! A pobreza gera esta estranha forma de socialismo de aparelho, de abocanhamento de cada vez menos produção de riqueza, e é vê-los Soares, Sampaio, Almeida Santos e tantos outros, que à força de intocáveis nos cabedais e na opinião, se julgam Deus em terra de cegos. 

O povo porque empobrece dá-lhes bis, porque socialismo é aspiração universal em melhor distribuição de riqueza. 

Fossemos nós menos cobardes e já estes responsáveis - do não fazer nem deixar fazer - já há muito estavam de pantufas, sem dinheiro do Estado para projectos pessoais, motoristas, secretárias e fundações, com 700€ para a leitura diária dos jornalinhos sem atrapalharem quem quer criar riqueza - sem ter o inferno e os diabos na terra! 

E DO MASTRO SE FAZ CRISE! OU IGNORANTES PÚBLICOS

«A Câmara de Paredes vai construir um mastro com cem metros de altura. No topo será colocada uma bandeira de Portugal que, promete o edil, será a maior do País e uma das maiores do mundo. A inauguração do monumento será durante as comemorações do centenário da implantação da República Portuguesa, a 5 de Outubro do próximo ano, mas o valor do projecto - um milhão de euros - está a merecer críticas.
Todavia, para o autarca local, Celso Ferreira, as repercussões em termos de notoriedade do concelho ultrapassarão em muito a verba gasta.»

CAMPEÃO NOS ARGUMENTOS

«Bons sãos os que têm o seu “empregosinho” das 9 às !7H , de preferencia na função pública. Também bons são os que nada fazem e vivem á custa do orçamento .
Todos os outros , aqueles mal formados , que criam o seu proprio trabalho e também de outros, são uns malandros , ousaram sair do politicamente correcto , ousaram ter iniciativa , esses sim são os culpados da crise, pois não criam a riqueza suficientes para distribuir pelos bons. Estes devem acabar com aqueles lançando-lhes cada vez mais impostos e enfernizando-lhes a vida com regulamentos e leis mesmo que absurdas.
Os bons confiam no seu amado chefe, o querido lider , esse bem formado ao Domingo e por fax , o que revela a sua grande inteligencia, e nos levará á vitória final sobre os maus que persistem .»

DANIELA RUAH: UM EXEMPLO QUE HÁ FUTURO PARA OS PORTUGUESES, LONGE DA CLASSE POLÍTICA PORTUGUESA!


PORQUE VIVEM MAL OS PORTUGUESES


DN: «Aluguer de património custa mais 600 mil/mês ao Estado»

A boa gestão dos dinheiros públicos!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

QUE ESPANTO!






domingo, 13 de dezembro de 2009

CÓDIGO CONTRIBUTO E PAGAMENTO ESPECIAL POR CONTA, AS PÉROLAS DO PARTIDO SOCIALISTA DE SÓCRATES

«Coligações estranhíssimas entre BE, PSD e CDS»

Será que é assim tão estranho para qualquer Português patriota e não imputável? De dia para dia mais chocante!

O PARLAMENTO EUROPEU TEM MAIS ENCANTO

«Nunca tinha visitado Nova York no inverno. Tive agora essa oportunidade, numa vista do Parlamento Europeu.
Não podia deixar de ir visitar um dos locais obrigatórios nesta época, a Plaza junto do Rockefeller Center. Lá estava a enorme árvore de Natal iluminada, a estátua dourada de Prometeu e o rink de patinagem, cheio de gente apesar do frio nocturno. Um encanto!» Vital Moreira
Enquanto o povo Europeu é sujeito a referendos negativos, enquanto Portugal atinge  quase um 1.000.000 de desempregados entre eles centenas de milhar de qualificados, as elites políticas Europeias deliciam-se com passeios em Nova York!
Chocante a qualidade actual dos políticos Europeus!

NÃO ESTAMOS DISPONÍVEIS PARA QUEM QUER AJUSTAR CONTAS COM O PASSADO




Frases de arrepiar:«Não estamos disponíveis para quem quer ajustar contas com o passado»


Quando homens se tornam odiosos aos olhos doutros homens, coisas destas acontecem. Demasiado fartos de serem gozados, enxovalhados, a violência torna-se uma válvula de escape do povo que sofre.
Sócrates que não aprendeu nada, devia aprender com o exemplo e arrepiar caminho. Antes que seja demasiado tarde e o povo se levante em fúria de tantos anos de enxovalho!

sábado, 12 de dezembro de 2009

QUERO SER MELHOR PAI, MARIDO E PESSOA


Parecia-me ter ouvido Sócrates a fazer um mea-culpa, afinal foi Tiger Woods o autor de tal acto de contrição!

ERRO HISTÓRICO FORMALIZADO OU TAPAR BURACOS AGORA PARA ABRIR CRATERAS DEPOIS!

Soares da Costa ganha concurso para troço de TGV  «€1.440.749.262,00 para projecto e construção, a ser executado por um agrupamento complementar de empresas liderado pela Sociedade de Construções Soares da Costa S.A., com uma participação de 17,25%.»

Se nos lembrarmos que a Auto Europa representou um investimento dessa ordem e foi e é responsável por uma percentagem muito razoável das nossas exportações, percebemos como as opções de política económica estão reféns de opções voltadas para o empobrecimento.
Quantos Portugueses passarão a ir para Espanha todas as semanas de TGV? Muito poucas se tivermos em conta os preços competitivos das low-costs! Mais uma asneira histórica, a crédito de Sócrates, que não pára de brincar ao monopólio com o dinheiro dos Portugueses!

Ficámos pois hoje a saber que para se sair da periferia da Europa devemos utilizar o comboio! Fuga para a frente ou atracção pelo abismo? E as mercadorias, seja por via ferroviária ou marítima, para tirar dezenas de milhar de Tir´s da nossa estrada, para aumentar a competividade dos fretes e para diminuir a nossa dependência?  

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

JACQUES DELORES, O SENHOR EUROPA

«A crise de valores consiste no facto de que neste mundo tudo se compra. Nós defendemos os sonhos que o dinheiro não compra.»

OS IMIGRANTES EM PORTUGAL E OS MODELOS DA PERSPECTIVA SOCIOLÓGICA HISTÓRICO ESTRUTURAL


A construção da primeira frase de argumentário sobre a lógica de instalação e inserção profissional, em Portugal, dos estrangeiros activos, numa perspectiva dos modelos histórico-estruturais, independente de perspectiva, ainda na lógica reflexiva de um dos muitos quadros conceptuais, sobre a inserção profissional no mercado de trabalho nacional de activos estrangeiros faz-me, enquanto em processo de maturação, chamar à colação elementos como, o palco, os actores e a concepção holística do mercado de trabalho e da economia. Os actores porque não há espaço sem sujeitos, o palco porque não há actores desprovidos de espaço-tempo, a concepção holística - porque do mesmo modo que não há parto sem dor - também não vislumbro perspectiva sem “totalismo” e simbiose dos elementos.

Dito isto, e depois da impressão causada pelo estudo “Migration to european Countries. A structural Explanation of Patterns”, discorrer, sobre todo ou parte do argumentário da funcionalidade dos modelos teóricos numa perspectiva aplicada histórico - estrutural, focada em cima da informação sobre as últimas quatro décadas da lógica de instalação dos activos estrangeiros no ambiente laboral da nação Portuguesa, não parece fácil, para quem crê que só uma visão total, aberta a outras correntes, captura todo o sentido das modificações ocorridas.

Apesar disso, a utilização de modelos de raiz histórico – estrutural, determinando e dissecando o volume, as tendências e os padrões migratórios numa específica e determinada formação social, “capturam” coerência interna, num mix de lição de história e de assunção de ideologias, estruturas que poderão mais tarde albergar os actores, outras correntes e factores.

Para um país que acordou, tarde, no após – II guerra, mantido um pouco à margem, periferia, de um dos tempos mais pujantes do desenvolvimento do sistema capitalista mundial e do Ocidente Europeu, num rasto de orgulhosamente só, paradoxalmente na sua autarcia, internalizando, quase “mimetizando”, centro e periferia no Portugal multi – territorial do Minho a Timor, a mobilização do argumentário histórico - estrutural na sua perspectiva de modelo simplex do materialismo histórico, assume aos meus olhos um carácter explicativo possível, mas claramente insuficiente. Insuficiência que, em malha apertada, fora de uma visão de estrutura macro, permite divisar movimentos populacionais que não se diluem em pressões, contra pressões ou outros fenómenos de classe.

Se a economia e os fenómenos económicos, que tanto prezo, não se esgotam no nível macro, recorrendo à micro como “pão para a boca”, também a teoria sociológica, neste caso aplicada às migrações e à imigração focada num Estado em particular, não se esgota nas homónimas teorias económicas do equilíbrio do mundo micro e muito menos nas macro estruturas sejam elas assumidas teorias da dependência, teorias do colonialismo interno, quadro de análise centro - periferia, teorias dualistas dos segmentos, acumulação global ou teoria dos enclaves (Trindade, 1995, p. 82).

Abstraindo-me, entretanto, mas devagar, da panóplia das leis da migração e dos factores de push - pull, repulsão – atracção, poderemos pois pensar que o primeiro período, anos 60, princípios dos anos 70, Português, era muito mais a atractividade gerada pelo clima, pela idiossincrasia de um povo e por um espaço sereno, adormecido numa estranha e passadista forma de vida, quase museu vivo, factor singular, fruto de um regime autocrático quase autarcia de seminário.

Os estrangeiros em Portugal eram, assim, no Portugal de 60, segundo Macaísta Malheiros, uma pequeníssima massa adstrita ao comércio, aos serviços, à indústria e à agricultura, filhos menores de um regime anacrónico, pequeno mundo de pequena oligarquia[1], de condicionalismos e de condicionalismo industrial, quase à margem do fulgor do crescente mercado capitalista mundial do após - guerra. O Portugal pouco atractivo, fechado, teria de esperar pelo sinal Salazarento do “para Angola e em força!” para gerar alguma atractividade. No jargão histórico estrutural que nos interessa, uma espécie de Imperialismo externo e interno, forma superior do Capitalismo[2] - repulsão do espaço inerte, migração para as colónias e fuga emigratória do exército de reserva continental, por imposição da guerra, em catadupas.[3] [4]Assim, a expressão das desigualdades dos Estados - Nações, geraria um contra fenómeno interno desse Portugal pluri – continental. O intenso exército de reserva, passível de ser gerado pela crise de expansão do capitalismo mundial, e por modificações na organização do sector produtivo, de braço dado com as relações sociais de produção ainda com resquícios quase feudais, motivada pela pouca atractividade de capitais financeiros e humanos, traçou o destino de um país à margem do Take - Off Ocidental de meados do século XX, cuja mobilidade vertical é credora da horizontal, permanecendo até à repulsão gerada pela guerra colonial, quase em “banho – Maria”.

Com a maior abertura induzida pela guerra, os anos entre 60 e 74 do século XX, assistem, assim, a migrações internas no espaço Português, despidas de imigração quantitativa significativa, exceptuando algum volume migratório Cabo – Verdiano, substituto da sangria em direcção a Leste. Periferia dos verdadeiros centros de acumulação, Estado desigual em termos de índices de desenvolvimento humano, vê os economicamente despojados, até de liberdade, rumarem ao centro.[5]

Com o fim da guerra colonial e com a entrada nos anos 80, data de assimilação de um brutal movimento de retorno, assiste-se a uma quase osmose de imigrantes do ex espaço Português, imigrantes esses que se inserem, no masculino, no “explosivo” mercado da construção[6], no feminino, nos serviços de limpeza e nos empregos domésticos. As migrações indocumentadas e o mercado informal, que alimentam muito desse movimento, obrigarão futuramente a legalizações[7]. Face de uma nova atractividade do Portugal democrático como novo pólo de centralidade, ou expressão, através dessa transferência para a ex metrópole, do objecto da exploração, trabalho importado de trabalhadores? Fruto da atrasada entrada de Portugal no mundo dos detentores de meios de produção, através da deslocalização do capitalismo industrial, em novo centro do sistema capitalista e em nova divisão do trabalho e/ou forma de colonialismo interno?[8]

Curioso o ajuste do modelo da teoria dualista do mercado, com a desigualdade da distribuição dos imigrantes e a distinção dos dois segmentos: o primário e o secundário, nesta dualidade entre as motivações negativas dos trabalhadores das áreas para as quais os imigrantes se deslocam[9], migração essa entendida em função dessas oportunidades de trabalho vistas pelos “de Portugal” como desqualificadas e das motivações atractivo – repulsivas dos trabalhadores imigrantes.

A inserção sectorial dos imigrantes asiáticos, predominantemente Chineses, historicamente explicada por alguns laços históricos com a China, difícil de explicar na sua capacidade homogénea de entrada em sectores a necessitar de capital inicial, ainda que reduzida, assume-se como exemplo da teoria dos enclaves económicos, como mera política de Estado expansionista – quase de imitação da era expansionista Nipónica - à procura de “espaços” para cumprimento da sua vocação exportadora universal, cavando e afirmando-se como potência mundial, ou apenas fruto de máfias Asiáticas?[10]

O crescimento evidenciado nos fins da década de noventa trará, com a abertura a Leste propiciada pela queda do(s) Muro(s) e a fragmentação da URSS, novas populações migrantes com baixos níveis internos de rendimento na origem, mas altos níveis de qualificações, que aproveitam um das fases de crescimento real, da economia Portuguesa. Muitos enredados em redes do mercado informal, pela dificuldade do domínio da língua e “trazidos” por redes mafiosas de imigração clandestina, muitos indocumentados, o seu modo de incorporação no mercado de trabalho segue a via dos trabalhos mais desqualificados, de deficientes condições de trabalho. Apesar da dificuldade da língua, de todos os imigrantes são os que mais possibilidades têm de migrar do segmento secundário para o segmento primário[11], teoria dual de afirmação do mercado de trabalho dos países industrializados em sectores dedicados a trabalhadores nacionais ou a mão - de - obra importada.

A atenuação do ritmo de crescimento imigratório de profissionais qualificados deveria, entretanto, ter feito suar campainhas de alarme, sinal de perda de ritmo, estagnação e atractividade para o capital – a qual será confirmada no Portugal de XXI. Seria essa perda de ritmo de crescimento consequência de uma nova globalidade e de Nova Divisão Internacional de Trabalho, fruto de uma deslocalização para as periferias dos “instrumentos” de acumulação, ajudados pela promoção de Portugal ao estatuto de Primeiro – Mundo, ajudado pela integração de Portugal no espaço Euro?

O equilíbrio e a abertura de novos palcos, mais sedutores para a reprodução do capital, fará com que a década assista à “reemigração” e retorno de parte dos contingentes dos ex - imigrantes de Leste, consequência de uma nova centralidade a Leste e da extensa reorganização dos novos mercados, nesta global, nova e complexa ordem económica mundial.

Em resumo: Portugal país desigual, afastado do centro e situado na periferia do processo de acumulação, com o crescimento sustentado Ocidental e a necessidade de nova mão – de – obra, vê-se recentrado no mapa do capitalismo mundial e “colorido” de multinacionais produtivas, de alta intensidade de trabalho, embora de baixo valor acrescentado, à procura de lucros marginais. Os fenómenos migratórios são, assim, contextualizados nessa nova afirmação. O actual recentramento da nova ordem económica mundial, o novo quadro de transformação social afigura-se, por outro lado, como um enorme perigo para a relevância de Portugal, tornado novamente um player de pouca importância, para a atractividade e lucro do capital. Concluindo: elaborado o comentário consolidado, espécie de sedimento e síntese, extirpado q.b. de argumentos de perspectiva de equilíbrio, redes sociais e outros elementos valorativos intermédios totalizadores da realidade, que a custo “me” tentei isolar e desfazer, num quadro conceptual histórico - estrutural muito conectado a uma certa visão do mundo e a quadros amplos de transformação social, a instalação temporal de activos estrangeiros em Portugal, deste destino com especificidades próprias de país pós-colonial e com um ligeiro toque de relações sociais de carácter quase feudal, sujeito da diáspora guestworker, passa de um quadro de uma imigração nos anos 60 com pouco significado quantitativo, diversificado na inserção, para um imigração quantitativamente de maior fôlego ou dimensão. Imigração de substituição daquilo que por similitude com a teoria económica poderíamos designar de efeito mão – de – obra, autóctone, “superior”[12]. Imigração que funciona como substituto – complemento do fenómeno emigratório e de uma maior centralidade desta nossa ex-periferia. A deslocalização de capitais à procura de lucros, torna o continente Português parceiro e pólo da deriva do capitalismo, com as suas multinacionais de mão - de - obra intensiva e baixa componente, na óptica da produtividade, de valor acrescentado. O sistema guestworker assiste ao posicionamento de novos convivas! O défice de activos, fruto de uma nova dimensão económica e infra – estruturação, ascensão vertical de classe dos autóctones, é assim colmatado por uma imigração muito étnica e homogeneamente centrada. Directores e quadros superiores vem, na sua maioria, afirmar o centro na antiga periferia e posicionar-se num país afirmativo nessa nova centralidade mas com manifestos défices de formação – de que é caso paradigmático, pela sua dimensão, o caso dos odontologistas Brasileiros e outros profissionais de saúde. Os anos noventa, com a sua renovação do tecido comercial e do edificado urbano, com evidentes sinais de desaceleração, por uma nova centralidade e atractividade a Leste, juntamente com a atractividade da contínua e sistémica desigualdade a Sul, e dos seus enormes exércitos de reserva de mão - de – obra, assistirá a uma espécie de canto de sereia e turnover de um país com uma sustentabilidade pouco virtuosa.

A década seguinte, a que assistimos, comprova um país que desdenhou reformas estruturais, quase como que centro incubador, momentâneo e fugaz do capitalismo mundial, mais a mais em contexto mundial adverso, com fluxos de imigração muito ligados a redes sociais e a fenómenos decorrentes da globalização e do confronto entre sociedades subdesenvolvidas e de sociedades medianamente industriais e de serviços como a nossa. Reunificações familiares e a atracção por uma sociedade medianamente desenvolvida e com um mercado informal, próprio de migrações indocumentadas, um passado colonial, uma língua comum, um maior desenvolvimento pessoal na origem e a manutenção das linhas de transportes e comunicações de acordo com esse passado colonial, são fenómenos explicativos da continuidade dos fluxos imigratórios para Portugal.

Como passo final deste comentário, gostaria de sinalizar como Portugal se apresenta como um excelente “hospedeiro”, mosaico quase perfeito, dos modelos de abordagem histórico – estrutural, na óptica das migrações em geral e da inserção profissional dos migrantes em particular, dadas as amplas, em curto espaço de tempo, transformações sociais, já que neste espaço – tempo, numa correlação quase perfeita da diversificada parafernália dos modelos histórico – estruturais, perspectivei teoria da dependência, colonialismo interno, centro – periferia, divisão internacional do trabalho, mercado de trabalho dualista, acumulação global, enclaves económicos, …

[1] Fado Português que se tende a replicar!
[2] E como adoro Marx depois de, noutra vida, ter “digerido” das Kapital de fio a pavio.
[3] Maioritariamente para França!
[4] É curioso como a perspectiva histórico – estrutural falha por comparência na explicação da continuação do “crescimento dos trabalhadores pouco qualificados de origem estrangeira”, de determinado segmento étnico, em época de vacas magras! Não lhe era exigido isso, mas fica o sabor a pouco!
[5] Ou aos centros onde se reproduz o valor – trabalho!
[6] Ou da reconstrução!
[7] Caso da regularização de imigrantes ilegais de 2001.
[8] Uma espécie de forma de neo – colonialismo deslocalizado!
[9] O abandono de alguns sectores como o do trabalho doméstico e funções desqualificadas da serventia na construção jogam no sentido de uma maior formação, promoção e especialização dos autóctones Portugueses, bem como no próprio processo de mobilidade e independência no trabalho. Mas jogam, também, no sentido do desenvolvimento e implantação, no processo de deslocalização à procura do lucro, de indústrias e serviços mão - de - obra intensiva que se deslocalizam de países de mão - de - obra e custos de produção mais caros.
[10] Recentes notícias da condecoração pelo Estado Português do sr. Jin Guoping, aparentemente iminente historiador, ligado à fundação Macau, mas condenado por apoio à imigração ilegal, são já parte do anedotário dos constantes lapsos e confusões da democracia Portuguesa.
[11] Ver a inserção de médicos!
[12] Diria que se processa uma espécie de efeito substituição rendimento por parte dos autóctones, neste caso não para bens superiores mas para trabalho - emprego socialmente percepcionado e pago como superior.

BARACK OBAMA SPEACH, O ESTADISTA!

O discurso de Barack Obama na cerimónia Nobel foi límpido, claro, demonstrando um homem de Estado que alia a força  da razão à razão da sua e das nossas vidas. Com uma herança de homens de fé,  para um Presidente apelidado de presidente de guerra, Barack sublinhou o conceito de guerra justa num mundo, cada vez mais pequeno, onde as similariedades são cada vez mais evidentes.


Decididamente um dos presidentes mais clarividentes da história moderna e que se posiciona a anos luz de muitos governantes mesquinhos, medíocres e irrelevantes da "nação" Europeia.

Decididamente só há uma cor, a cor da virtude, e é essa que nos deve guiar neste mundo, onde a religião e as ideologias, não nos podem fazer esquecer a moral, a que nos devemos consagrar  todos os dias das nossas limitadas mas possíveis felizes vidas. 

O MENINO ZÉQUINHA OU NO RECTÂNGULO NADA DE NOVO


«O Instituto Nacional de Estatística (INE) reviu, esta quarta-feira, em baixa o crescimento da economia portuguesa no terceiro trimestre, para os 0,7 por cento, face ao trimestre anterior.
«A estimativa rápida e os números que são divulgados uma semana mais tarde acabam sempre por variar» algumas décimas, começou por dizer o Chefe do Governo.
José Sócrates optou por destacar o crescimento da economia portuguesa nos últimos meses, para 0,7 por cento, frisando que foi um dos «maiores crescimentos» registados na Europa.»
Depois de Spike Lee e de um ternurento e humano milagre de Santana, lá onde o homem deitado destila humanidade e reconduz o homem à sua pequenez, eis que o gigante de cioccolato nos trás de volta à realidade.
  O menino Zéquinha do nosso tempo ía para a varanda fazer flexões. O Zéquinha deste tempo, diz com a maior placidez do seu pequeno mundo, de menino Zequinha de incomensurável lata: não passa nada! 

Para quando um milagre de Santana que nos devolva  a harmonia, o bem estar e a liberdade? 

NUNCA TÃO POUCOS PREJUDICARAM TANTOS EM TÃO POUCO TEMPO


Mário Lino tirou verbas à Acção Social para pagar Magalhães
Medida estava prevista desde o início, mas apenas para pagar os computadores dos alunos carenciados

DIVÍDAS PÚBLICAS OU OLHA O RÔBO É PRÓ MENINO É P'RA MENINA, É-Ó..


Neste momento de grande instabilidade económico-financeira, uma segunda vaga apresta-se para fazer mossa.
Enquanto o Brasil cresce a 8% ao ano, fruto do petróleo, de um modismo BRIC e de políticas redistributivas que colocam uma parte dos anteriormente excluídos na divisão da classe média, outros como Portugal quedam-se na modorra de crescimento quase nada, fruto de erros consecutivos de governação e de opções criminosas. 
O recente caso do desvio de verbas da Acção Social Escolar e da pretensa fundação, em linha com a J.P.Couto, denunciam um país a ferro e fogo eivado de corrupção e engenharia financeira própria de um Estado cleptocrata de oculto mundo.
Olha o rôbo ... é pró menino e para a menina, ôi ou ...
 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O DIA A DIA DAS OPORTUNIDADES

«Novas Oportunidades são trafulhice de A a Z»
Antigo ministro das Finanças, Medina Carreira defende regime educativo exigente como condição para a integração no mercado de trabalho»
Falar das novas oportunidades não é fácil por aquilo que se desconhece. Aparecendo como um programa positivo motivador de públicos escolares antigos com  as suas competências profissionais do dia a dia, pode por outro lado ser perigosa a imagem de facilitismo no adquirir de qualificações, mesmo se nos abstrairmos que para obtermos as antigas oportunidades fomos "obrigados" ao caminho do esforço.  

 

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

INVESTIMENTOS SOBRE CARRIS

CP: dívidas ascendem a 3,1 mil milhões de euros. Montante equivale ao que vai custar a linha de TGV entre Lisboa e Elvas

Depois de tudo o que  se diagnostica continuar a fazer investimentos desastrosos destes já não é incompetência, é crime! Num verdadeiro Estado de Direito os responsáveis por tais empresas e investimentos já há muito estariam no desemprego ou na rua!
Como estará a dívida da CP daqui a uma dezena de anos com a construção do TGV?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

FICAM À PORTA

P.T.C. mete o dedo na ferida numa Europa política rendida ao poder do dinheiro, decadente e ridícula na pretensão de estar a defender a democracia e os cidadãos. A participação dos cidadãos através do 1.000.000 de cidadãos não peca só por ridícula, peca por hipócrita.

Razão tem também J.P.P. quando não augura nada de bom para esta Europa divorciada, do reforço do directório e de costas voltadas para os cidadãos, na razão inversa da satisfação de Sócrates e da importância da assinatura do Tratado para a sua carreira política.