sábado, 4 de fevereiro de 2012

A HERANÇA RUINOSA DO "CRIMINOSO" SÓCRATES

«Se este Governo suspender a aplicação do acordo ortográfico, o Governo terá dado um contributo inestimável à cultura portuguesa», considera João Pereira Coutinho no seu comentário desta sexta-feira no noticiário «25ª Hora».

O acordo ortográfico mais do que uma herança ruinosa é um absurdo e uma prepotência de pais indignos. O governo não é dono da língua portuguesa, não pode fazer acordos sobre o que não lhe pertence sem consultar os seus legítimos proprietários, a Nação.»
Não podia estar mais de acordo sobre o crime e absurdo de um acordo ortográfico obtuso e empobrecente, feito no segredo de gabinetes de alguns e não referendado pela população Portuguesa.
Nenhum ato governamental, que eu vejo como acto (já que a letra C do alfabeto para mim não é muda e mesmo as consoantes mudas transporto-as na minha cabeça como sinal distintivo da riqueza da nossa língua)  pode exigir a um povo que escreva de forma diversa do modo como ouve e sente as palavras - não se muda a escrita por decreto de uma língua que é património de um povo.
Por mim suspendia o acordo ortográfico já, debatia-o novamente e referendava-o depois de intenso esclarecimento sobre todas as mudanças operadas.

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