quarta-feira, 24 de abril de 2013

CRATO, O ANTI-MÁQUINAS PARA UMA NOVA INFO-EXCLUSÃO!

«As máquinas calculadoras vão desaparecer das salas de aula. O ministro da Educação, Nuno Crato, quer pôr os alunos a fazer contas de cabeça e limitar o uso das calculadoras nos primeiros anos de estudo.

Nuno Crato já tinha limitado o uso de calculadora no ano passado, no exame do sexto ano. Agora, quer que as máquinas sejam utilizadas apenas nos anos mais avançados, sendo mesmo aconselhada no 9º ano, para a aprendizagem das trigonometrias.»
Nuno Crato até é um tipo simpático, embora muito conservador.
Mas sobre o uso ou não das máquinas de calcular nas classes está completamente enganado, como o futuro o comprovará. 

DESPACHO DE GASPAR CADUCOU: TOCA A GASTAR, QUE O TROUXA DO CONTRIBUINTE É QUE PAGA!

«O despacho que congelava a nova despesa pública foi levantado esta quarta-feira pelo ministro das Finanças.

Vítor Gaspar determinou a cessação da vigência, por caducidade, do despacho assinado em 8 de abril.

«O presente despacho produz efeitos a partir de 23 de abril de 2013, inclusive», de acordo com uma nota publicada no site da Direção-Geral do Orçamento (DGO).»

POLÍTICOS DE PLÁSTICO SEGUNDO TAVARES: E AINDA POR CIMA BURROS!



ECONOMIA INEFICIENTE

Uma razão que pouco transparece na sociedade civil como argumento de controlo dos monopólios (como a EDP, a GALP, ...) é o efeito social negativo do poder de mercado.
Porquê? Porque as empresas com poder de mercado estão menos sujeitas a pressões externas para operarem com custos tão baixos quanto possível.
E isso é facilmente constatável num índice apenas: a alta remuneração das suas administrações, que não têm motivo para NÃO se «banquetearem» com parte dos custos passados aos consumidores.
Nos mercados concorrenciais, esta pressão é máxima, como sabem os donos dos cafés e restaurantes, que fecham sempre que a capacidade instalada pressiona as suas margens.
Em equilíbrio, e essa é a virtude de uma economia de mercado, o preço de mercado chega apenas para remunerar os fatores pelo seu custo de oportunidade. Empresários e gestores tentam evitar a ineficiência X: ineficiência que pode assumir formas TÉCNICAS de produção ineficientes.
Este preço de mercado é uma espécie de madre Teresa de Calcutá das consciências, um substituto perfeito do Estado com e grande, tantas vezes sequestrado (estado com e pequeno) por grandes interesses que distorcem o mercado com a arma da lei.

EIXOS PARA O CRESCIMENTO

Há mais de quatro milhões de potenciais agentes económicos investidores em portugal. São eles os activos que tem um efeito de alavancagem sobre a economia como consumidores. Na medida de consumidores, há já quase 10.600.000. 
Para que o eixo do crescimento funcione é preciso que a arte do possível permita reativar o consumo interno, já que só gaspar e as suas fórmulas permitem pensar que há só crescimento, com crescimento de vendas externas.  As empresas funcionam para os dois mercados. E quando as empresas funcionam no mercado interno significa que se substituem a empresas externas
O primeiro eixo do crescimento chama-se diminuição de impostos. Do IVA em primeiro lugar; de todas as taxas e parataxas em segundo. O IRC sim, mas um IRC progressivo. Os grandes monopólios deviam pagar mais do que as pequenas empresas.
O segundo eixo do crescimento chama-se legislar menos e melhor ouvindo sempre, em primeiro e último lugar, os agentes económicos; sem exceção.  Desburocratizar e simplificar é o lema; não o seu contrário.
Devolver a cidadania e acabar com reversões fiscais e com a autonomia destruidora da economia da AT, de modo a que não tenhamos o pior de dois mundos: o mau do liberalismo e o mau do estatismo (estava a lembrar-me do grande impulso no século XVIII, XIX, com a criação da figura da responsabilidade limitada, que dava aos agentes económicos muita liberdade de criar com alguma segurança pessoal limitando a responsabilidade empresarial ao capital investido nas suas empresas.  

  

terça-feira, 23 de abril de 2013

APOSTAR NAS EXPORTAÇÕES É ERRO QUE SE PAGA CARO

«Apostar (exclusivamente) só nas exportações é “erro que se tem pago caro”

No dia em que decorre o Conselho de Ministros extraordinário para estudar medidas de impulso à economia, o presidente da PME Portugal deixa algumas considerações sobre o crescimento económico.»

MIGUEL GONÇALVES, MAIS UM IGNORANTE «VENDEDOR DA BANHA DA COBRA»

«Miguel Gonçalves "Muitos dos desempregados não querem trabalhar"
Uma das últimas ‘contratações’ de Miguel Relvas enquanto ministro, Miguel Gonçalves, que foi nomeado para embaixador do programa ‘Impulso Jovem’, considera, em entrevista publicada esta segunda-feira no jornal i, que “há muita gente em Portugal que não trabalha por que não quer”, garantindo que “há muito trabalho” no País.»
Como é possível dar-se atenção a ignorantes como este?

segunda-feira, 22 de abril de 2013

NOVA CIDADANIA

A crise que vivemos não é apenas uma crise económica, mas o reflexo de uma crise de um sistema político que já não responde num mundo global e glocal.
A proposta da Nova Cidadania é simples. Os governos passavam a ser um lugar pequeno, uma administração de topo, seguindo e ascultando os conselhos dos cidadãos a cada sua nova proposta. Sem essa praga de intermediários que são os partidos, que não representam ninguém e não dão respostas concretas a problemas concretos Hoje o governo faz uma proposta de licenciamento zero para o comércio. Eu cidadão, faço outra. 
Um sistema de negociação fiscal com cada novo agente económico. Uma espécie de contrato com prazo,  não amovível com cada agente económico. Começando por proteger minimamente os investidores.  

COMISSÃO: DE RIR E CHORAR POR MAIS. PRIMEIRO NÃO OUVEM NINGUÉM, DEPOIS SACODEM A ÁGUA DO CAPOTE

«O presidente da Comissão Europeia admitiu esta segunda-feira que a Comissão Europeia cometeu erros na política de austeridade imposta aos países sob resgate, como Portugal.

José Manuel Durão Barroso diz que, apesar de a política seguida nestes países estar correta na teoria, «ela atingiu os seus limites em muitos aspetos».

«Porquê? Porque uma política, para ter êxito, não pode apenas estar bem desenhada, tem que ter um apoio político e social mínimo. Sei que há conselheiros tecnocratas que nos dizem qual o melhor modelo, mas que quando perguntamos como o implementar, dizem que isso já não é com eles», disse.

«Isto não pode acontecer ao nível europeu. Precisamos de uma política que seja correta, mas, ao mesmo tempo, precisamos ter os meios para a sua implementação e da sua aceitação política e social. E foi aqui que penso que não fizemos tudo bem», concluiu.»

BARRAGENS, BLINDADOS , TÚNEL: TRÊS BURACOS DO TRISTE PORTUGAL

Blindados nos armazéns do barreiro a apodrecer, túnel do Marão parado, barragens do oeste sem funcionarem.
Três exemplos, apenas três, de má utilização de dinheiros públicos; três exemplos de um país que não se pode queixar da Alemanha, mas apenas de falta de accountability; e de gente corrupta e irresponsável.
Como nas barragens que perdem água, um exemplo de buracos por o dinheiro público é sugado.   

quinta-feira, 18 de abril de 2013

DESVALORIZAÇÃO MONETÁRIA VERSUS DESVALORIZAÇÃO SALARIAL

Começa a ser muito claro que uma desvalorização monetária tem benefícios superiores em  países não competitivos como portugal, de periferia, à desvalorização salarial.
Porquê? Porque o primeiro ajusta o país uniforme e rapidamente, enquanto o segundo mantêm os desequilíbrios económicos já existentes - nomeadamente a relação entre consumidores e rentistas -, mantendo a destruição por anos infindos e agravando cada vez mais as condições de concorrência interna. 
Permite, além disso, contrariar automaticamente exportações e fomentar produção interna substitutiva.
Poderia ser de outra maneira, no quadro da zona euro em países com endividamento não pagável
Podia, se a componente solidariedade se tivesse mantido entre países centrais e periféricos da zona euro, entre países de pouco competitivos de partida - e sem escala - com países com processos produtivos mais estabilizados e polarizadores.
E a quem serve o euro no quadro de um país com mais de um milhão de desempregados sem apoios sociais mínimos? Aos rentistas e a todos aqueles que se equiparam à «europa rica» na distribuição de riqueza, perpetrada por meio de transferências iníquas e abusivas: talvez isso explique como é difícil baixar impostos e para - impostos numa «economia de estado» como a portuguesa, o único instrumento que podia dinamizar uma economia em destruição e espoliação!    

O NOVO PREC, HOJE PCEC (PROCESSO CONSERVADOR EM CURSO)

Enquanto os juros à Troika já nos custaram mais de mil milhões de euros em menos de dois anos, esta perigosa anarquista é detida por aqueles cujo trabalho é estarem aos serviço da má consciência nacional. Até quando?

A INTELIGÊNCIA NACIONAL: ESTAMOS A AFUNDAR A RECEITA FISCAL COM OS IMPOSTOS, MAS...

«Governo «dificilmente» evitará novo aumento do IVA este ano. Fiscalista Pedro Marinho Falcão admite que alterações podem ser feitas no regime de isenção, na taxa mínima ou até na taxa máxima»

terça-feira, 16 de abril de 2013

FERREIRA DO AMARAL E O EURO

Não podia estar mais de acordo com Ferreira do Amaral. E podia juntar à sua explicação da crise europeia um outro argumento que vai ser defesa final de tese de investigação em debate - «a perceção da crise europeia vista à luz de instrumentos de gestão corporativa: lá estará a economia regional e o fenómeno da polarização, a gestão estratégica e instrumentos de alinhamento estratégico como o balanced scorecard. E lá se pugnará que esta europa não tem solução no novo padrão ouro: o euro!    

segunda-feira, 15 de abril de 2013

PASSOS E GASPAR: LEIAM SOROS SEUS...

 


sábado, 13 de abril de 2013

«DING DONG, THE SORCERER IS DEAD»

Se Thatcher merece ser lembrada como uma espécie de carniceira de Bagdad, ou de Londres, Passos quando abandonar o leme da nação terá direito ao seu «Dind Dong, the sorcer is dead" tal o grau de destruição que causou no presente e futuro dos portugueses.   

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O PEQUENO GASPAR: UM HOMEM PERIGOSO E INCOMPETENTE


As recentes medidas tomadas pelo pequeno Gaspar demonstram um homem perigoso, arrogante, a raiar o criminoso. Basta ver a sua postura nos fóruns europeus, humilde com a sua carreira, soberbo no palco nacional.
Ninguém hoje duvida em portugal - mesmo muitos sociais democratas - que o grau da crise atual é em grande medida resultado de medidas erradas, que tem agravado o clima de desconfiança dos agentes económicos.
Em qualquer estado civilizado Gaspar e Passos, bem como Sócrates, seriam chamados à responsabilidade e criminalizados.
Não se pode sequestrar um país. Quem assim o faz com estratégias a roçar quase a loucura, deve ser colocado no banco dos réus.
Hoje a Moddy's já fala na hipótese de mais bancos serem resgatados. 
Pudera, com a falta de confiança instalada e continuamente reforçada na economia portuguesa pele incompetência no poder com resultado na continuação das falência em série!   

quarta-feira, 10 de abril de 2013

A DÍVIDA DA ALEMANHA À GRÉCIA

«Grécia: Alemanha deve 162 mil milhões de euros pela destruição na II Guerra
Relatório elaborado por especialistas do Ministério das Finanças provoca polémica»

A MORTE DA VELHA BRUXA THATCHER E O COELHO

Mesmo que a morte de nenhum ser humano seja passível de celebração, há muitos cuja passagem pela terra parece votada a desgraçar a vida dos seres com que coabitam. 
Será que do mesmo modo que a morte de Thatcher foi celebrada por muitos em Inglaterra (the old witch), a morte do Coelho será um dia celebrada?
Parece-me que sim, dado que de tempos a tempos aparece à frente dos governos dos países gente desumanizada e mesquinha.

terça-feira, 9 de abril de 2013

CEAGP, A NOBREZA DA CORTE, A VERGONHA DOS SEM ÉTICA: TRABALHO PARA A ELITE DO PODER

«Abertas 80 vagas para curso que garante emprego no Estado


Todos os licenciados podem concorrer e, se ficarem seleccionados, pagam 5 mil euros mas têm emprego garantido.
Foi ontem publicada em Diário da República a abertura do concurso para a frequência do Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP), que decorre até dia 19 e que garante um emprego na administração pública central como técnico superior, com um salário de 1.201,48 euros brutos. Estão previstas 80 vagas.
O curso é dirigido a todos os licenciados maiores de 18 anos e a candidatura tem um custo de 100 euros (encargos com o processo de selecção). Caso o candidato seja seleccionado para frequentar o CEAGP terá de pagar 5 mil euros, mas terá a garantia de colocação no Estado como técnico superior, com contrato de trabalho por tempo indeterminado, desde que a nota final não seja inferior a 12 valores.
Os métodos de selecção para frequência do curso são uma prova escrita de conhecimentos (valendo 60% da classificação final) e uma entrevista profissional (valendo 40%). A prova escrita está prevista para 31 de Maio e as entrevistas para a segunda quinzena de Junho.
A maioria das vagas para integrar os postos de trabalho situa-se no distrito de Lisboa e Vale do Tejo (66 vagas), sendo oito na zona centro e seis na zona sul.
A formalização da candidatura é feita através da página da internet do INA (Direcção-geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Públicas) em www.ina.pt/ceagp, dentro do prazo estipulado (dez dias úteis a contar de ontem).
O curso existe desde 2001, sendo esta a 14ª edição do CEAGP. O ano passado, o número de vagas foi de 70.»

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O AJUSTAMENTO PELA CONFIANÇA: QUE RESULTADO?

O efeito Laffer ou curva de Laffer é hoje mais conhecido de todos os que não lidavam habitualmente com o economês. Algo que muitos, não habituados ao jargão da economia, não tanto do de empresa - que em portugal passa por vinha nunca vindimada como o cão que conhecemos -, vão aos poucos descobrindo, começando a aperceberem-se que a economia é um saber a várias vozes e dimensões.
Eles são os neokeynesianos (mais ou menos puros, autênticos labradores em raça de cães) e os neoliberais, a sair mais ao pitbull assassino do salve-se quem puder. Algo que nenhuma raça percebe é, no entanto, que haja canídeo que não saiba que a base da economia é a confiança.
E assim parece que no mundo do economês há uma terceira raça: o Chihuahua, em aparência, mas na essência um cão vingativo, impiedoso e teimoso pela presa: um verdadeiro assassino por baixo de uma capa serena e seráfica.
Será que seriam precisas novas medidas substitutas daquelas outras chumbadas pelo TC, se a reposição da confiança dos agentes económicos fosse agora de sinal contrário e em vez de mais de 2 por cento de regressão tivéssemos agora por via da confiança um pequeno crescimento?   

quinta-feira, 4 de abril de 2013

UM PAÍS DE COBARDES, DE FORTES COM OS FRACOS, MEDROSOS COM OS FORTES!

Ilação da peça anterior!

A LUZ DO «SOL» E DEIXEM-NOS RESPIRAR

Este artigo do Sol resume o problema de portugal: e este chama-se Assembleia da República. UM local onde quase sempre gente ignorante da realidade do país, sem chão e mundo, (elevada a deputada da nação, quantas vezes a «empresários de aviário da república», por obra e graça de inscrição num partido político) fabrica regras que matam há muito portugal.


«Enfrentar o 'inimigo' chamado burocracia
4 de Abril, 2013por Ana Serafim
Karl Heinz Stock, empresário alemão residente no Algarve, lançou o movimento Deixem-nos Respirar para conseguir pôr cobro à burocracia, um «inimigo» que está a deixar o «país de joelhos». O objectivo é reunir uma série de empresas nacionais para que, juntas, tenham voz para pedir mudanças ao Governo.
Em Fevereiro, os operadores logísticos alertavam que o excesso de burocracia associada ao transporte de produtos podia dificultar o abastecimento de supermercados, prejudicando os consumidores. E é contra esse «inimigo que vem de dentro» que Karl Heinz Stock, empresário alemão residente no Algarve, com negócios na área da indústria, comunicação social e vitivinicultura, lançou a campanha Deixem-nos Respirar – (http://www.deixemnosrespirar.com) –, ou Let Us Breath, em inglês.
Objectivo? Reunir o máximo de empresas nacionais, sobretudo pequenas e médias, e somar mil milhões de euros em volume anual de negócios ou investimentos em Portugal, para que possam ter voz para pedir mudanças ao Governo.
Uma das alterações mais urgentes é a das guias, defende o dono da Quinta dos Vales, em Estombar, onde produz vinhos e expõe algumas das esculturas que também faz. A partir de 1 de Maio, transportar qualquer tipo de mercadorias obrigará a uma comunicação prévia à Autoridade Tributária. Depois desse contacto, via internet, o fisco emitirá um código que deverá constar na guia de transporte. Caso contrário, não podem circular.
Para o fundador do movimento, e ainda que concorde com o combate à evasão fiscal, «as guias são inúteis». «Com a nova lei de transparência fiscal, têm de ser registadas electronicamente e, com isso, estamos realmente a perder muito dinheiro», pondo em causa a liquidez das empresas e postos de trabalho, critica. Se se demorar cinco a dez minutos a preencher a papelada e documentos electrónicos, Karl Heinz Stock estima que se perca «20% a 25% do tempo produtivo de uma empresa, por dia». «E a nossa margem é menor do que 20%, o que significa que, com cada cliente que servimos, perdemos 5% de receita», assume. «É totalmente ridículo».
E, por isso, deixa um conselho aos governantes. «Se querem fazer dois a três mil milhões de euros sem esforço, extingam as guias e, no mínimo, vamos poupar 1,5% do nosso PIB, que ronda os 170 mil milhões». Garante também que não existe sistema semelhante em nenhum dos países que analisou, pelo que também é preciso nivelar o volume de burocracia em Portugal com os padrões europeus.
«Já debati a questão com a ASAE e GNR. Em privado dizem-me que tenho razão, mas que mesmo que tentem mudar, não terão resultados porque têm os seus próprios regulamentos», definidos pelos políticos, conta o empresário, que também tem duas fábricas no norte do país e jornais e revistas, como a Essential.
«Temos de gastar o tempo da GNR nisto? O trabalho deles é prevenir o crime, mas o que o Governo está a fazer é desperdiçar o tempo da Guarda em controlos estúpidos, roubando tempo à prevenção do crime violento», continua, defendendo mesmo que poderá cair-se em abuso de poder. «Sabemos que os guardas estão nas ruas também para alcançar determinados resultados em termos de receitas de multas. Isso é inconstitucional, porque as multas existem para prevenir comportamentos errados e não para aumentar orçamentos».
Até ao início desta semana tinham aderido ao movimento cerca de 260 empresas, representando 2.933 empregos e quase 387 milhões em vendas. Os investimentos no país rondavam os 800 milhões. «A cada dia, cinco a dez empresas se juntam ao projecto», contabiliza o investidor. Mas também sublinha que a maioria não quer dar a cara por medo de retaliações. «Precisamos de mais gente a dizer que algo está errado para que os superiores oiçam. Mas, infelizmente, as pessoas pensam que vão ter problemas se abrirem a boca».
E salienta: «Se sabemos que algo está errado e não fazemos nada contra isso, somos culpados. Essa é uma culpa que muitos trazem aos ombros, desde o cidadão comum aos políticos mais importantes», resume.
Herança da ditadura
Consciente que a luta contra a burocracia em Portugal já tem barbas, para Karl Heinz Stock trata-se de uma herança da ditadura, que está a deixar
 o país «de joelhos». É certo que ainda pode levantar-se. Mas é preciso reformar a administração pública, desburocratizar, descentralizar, pôr a justiça e os licenciamentos a funcionar. «Ninguém está a lutar. Até agora, apenas se fala, mas nada se faz. Se se quer fazer uma viagem de dez mil quilómetros, tem de dar-se o primeiro passo. É isso que estou a tentar fazer com este movimento».
Ainda assim, o fundador quer encontrar um empresário português que dê a cara pelo Deixem-nos Respirar, porque considera que não deve ser um estrangeiro a levar o projecto adiante. E alerta para a não politização da iniciativa. «Não quero que acabe na mão de um partido político. Quero falar com todos os partidos, porque temos de resolver este problema unidos. Quero que os empresários portugueses se unam e sejam bravos o suficiente para dizer ao Governo que tem de os ouvir».
Assegurando que manterá as suas empresas em Portugal, Karl Heinz Stock assume, no entanto, que se em 2006, quando começou a investir no país – depois de ter deixado negócios ligados ao petróleo e ao imobiliário na Rússia – soubesse o que sabe hoje, não teria actuado da mesma forma.
«Não investiria porque nunca fiz investimentos financeiros. Só obtenho lucro através do valor acrescentado que crio. E estou completamente frustrado porque investi dezenas de milhares de euros neste país, que ganhei fora, e agora tenho de me prevenir para não perder demais. Se fosse um investidor financeiro, claro que viria para Portugal. Esses podem fazer muito dinheiro agora, comprando terras e negócios por quase nada. Mas se se for um verdadeiro investidor, o melhor é manter-se afastado», aconselha.


O excesso de burocracia, do qual o estado português sempre foi campeão, tem sido talvez um dos maiores travões da nossa economia. É um desaforo e uma obsessão querer controlar tudo, acabando por controlar muito pouco, porque o sistema se volta contra si. Foi lançado um livro há anos atrás chamado "Portugal voando baixinho" (não me lembro quem é o autor) que trata deste assunto duma forma concisa e que deveria ser lido por muito mais gente. Infelizmente teve pouco impacto, e a doença obsessiva das guias, impressos, registos, inscrições, selos, etc. continuou e possivelmente vai continuar por bom tempo. Uma coisa que este alemão não referiu (no fim, não nos diz nada que já não soubéssemos) é que a burocracia, FACILITA A CORRUPÇÃO. Quem já não deu (ou foi tentado a fazê-lo, uma "lembrança" a um funcionário público para que lhe facilitasse a vida? Quando não são eles (alguns funcionários)a exagerar um problema, para depois, com as mão untadas, se apressar a resolver, prestando um "especial favor". Dá medo quando o governo, diz que quer reduzir o numero de funcionários, sem entretanto alterar o sistema. Se como está, funciona mal, imaginem com menos gente tratando de despachar montanhas de papel, onde os burocratas convictos deveriam morrer sufocados»

quarta-feira, 3 de abril de 2013

FISCO: O INIMIGO PÚBLICO Nº1 DA ECONOMIA E DOS AGENTES ECONÓMICOS PORTUGUESES

«Fisco «contorna regras» e cobra IMI aos dois cônjuges
Assim «finta» a cláusula de salvaguarda e aumenta a receita arrecadada»

terça-feira, 2 de abril de 2013

ASAE E ASSUNÇÃO: OS MATA ECONOMIAS POR UM AGRICULTOR!

«No que diz respeito à agricultura (e aí comento por conhecimento próprio) temos no Alentejo um caso de comédia triste, que diz respeito ao porco preto. Uma realidade que reflecte bem o que temos de bom e não é aproveitado para criar riqueza. O porco preto alentejano é criado até ao momento em que é comprado pela indústria espanhola(a preços de saldo, porque compram no vivo). É transportado para Espanha onde é morto, desmanchado e apenas aproveitam os presuntos que são vendidos no mercado espanhol a preços exorbitantes. Para Portugal revendem tudo o resto, já transformado, com preços altíssimos. O que ganhou o agricultor neste processo? Uma miséria, porque em Portugal a legislação não permite o abate e desmancha no particular. Se o fizermos, teremos a ASAE à perna!»

DANIEL OLIVEIRA, A ARROGÂNCIA E SCHAUBLE

Pode-se não gostar da frase arrogante de Daniel Oliveira sobre gostar de pessoas arrogantes, não se pode é dizer que o homem não é inteligente (porque pensa sem teias/fronteiras mentais). E esse capacidade reflexiva é fundamental. 


segunda-feira, 1 de abril de 2013

ENFERMEIROS PORTUGUESES EM INGLATERRA

«40 dos 55 enfermeiros do Hospital de West Suffolk são portugueses»

Dói a alma ver uma sociedade como a inglesa a suspirar por enfermeiros portugueses.

Dói a alma porque funciona na razão inversa da destruição de portugal operada por Passos Coelho.

 

 

 

quarta-feira, 27 de março de 2013

O ESTADO DA «SAÚDE» EUROPEIA

A Comissão, o BCE, o Conselho Europeu são hoje a tradução de uma má europa que se sobrepôs à boa Europa da construção dos pequenos passos anterior, solidária, inclusiva e respeitadora das diferenças e dos pequenos números.
Ora se não vejamos:
«Em países como a Grécia, a Espanha e Portugal, onde os governos adotaram medidas de austeridade, tornaram-se mais comuns os suicídios e surtos de doenças infeciosas. A informação é avançada num estudo publicado esta quarta-feira na revista «Lancet» sobre o estado da saúde na Europa. Em contraste, «a Islândia rejeitou a austeridade em referendo e a crise parece ter tido poucos ou nenhuns efeitos discerníveis na saúde», referem os investigadores.

De acordo com a agência Lusa, a análise dos oito investigadores que escrevem na «Lancet» sugere, por isso, que, embora a recessão comporte riscos para a saúde, é «a interação da austeridade fiscal com o choque económico e uma fraca proteção social» que parece provocar a escalada das crises sociais e na saúde na Europa, refere diretor científico do Observatório Europeu dos Sistemas e Políticas de Saúde, Martin McKee, numa conferência de imprensa em Londres.

A revista acusa os governos e a Comissão Europeia de «explicitamente fecharem os olhos» aos efeitos da crise e da austeridade na saúde das populações, apesar de ser claro o aumento dos suicídios e outras doenças.

«Os governos da Europa e a Comissão Europeia explicitamente fecharam os olhos aos efeitos [da recessão] na saúde», disse McKee.

O investigador, que é também professor de saúde pública na Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, compara as autoridades europeias à indústria tabaqueira, quando, durante anos, negou os efeitos do tabaco, argumentando que as provas não eram concludentes.» (Fonte: tvi24 / PO    |   2013-03-27 09:48)

O REGRESSO DO SR. ENGENHEIRO

O que me incomoda não é o direito à palavra de um cidadão. 
É mais a movimentação conspirativa do antigo aparelho por detrás de Sócrates a que os cidadãos que ficam sem casa e sem rendimentos tem de assistir.
Num país decente, Sócrates perante os indícios que correm no informalismo das redes, deveria ser sujeito a um escrutínio total da sua vida privada. 
Num país decente, um homem responsável (mesmo que partilhadamente) pelo estado a que fez O País chegar ficaria no seu recato.
Mas não! A falta de vergonha e a perceção de um povo mole e inconsequente, é maior que tudo o resto e o poder atrai, atrai muito.

sexta-feira, 22 de março de 2013

DISCORDÂNCIA COM CATROGA

«Eduardo Catroga lembra que era evidente que, face à necessária redução do défice de um valor próximo de 11% ou 12% do PIB para um valor inferior a 3%, era inevitável um aumento de impostos. Mas o Governo, prossegue o economista, também deveria ter feito ver à 'troika' que este tipo de ajustamento teria de ser feito, não em três anos, mas em cinco ou seis anos, no mínimo. E mesmo neste cenário, o economista sublinha que o Governo deveria ter explicado que face ao esforço que era necessário fazer, teria de haver um período em que transitoriamente os impostos teriam de aumentar.»
NÃO, NÃO ERA INEVITÁVEL TER AUMENTADO OS IMPOSTOS.  
PORQUE ESSE FOI O ERRO DO GOVERNO.
NÃO TER FEITO LOGO UM ORÇAMENTO DE BASE ZERO, DESPEDINDO APENAS NAS GORDURAS POLÍTICAS DO ESTADO, DESBUROCRATIZANDO, COMBATENDO O DÉFICE PELO CRESCIMENTO, UNINDO OS PORTUGUESES NA NECESSIDADE DE PRODUZIR MAIS MELHOR, NÃO EMPURRANDO SANGUE NOVO PARA A EMIGRAÇÃO. 
EM VEZ DISSO O GURU GASPAR RESOLVEU CRIAR DESCONFIANÇA E AUMENTAR BRUTALMENTE OS IMPOSTOS DIMINUINDO O PRODUTO E A RECEITA FISCAL.